A vida passa
o dia a dia mói a paciência
o virtual é a ausência presente decretada
a dor o medo a solidão existem mesmo
mas de repente
como intervalo em pesadelo
um rostinho frágil e aberto
lindo
fica ali à minha frente
entra por mim a dentro
e eu por ele
espalham-se ondas de rubor na face
minha dela
há risos
invade-me um olhar com brilho de anjo
aparecido para me ver feliz
o gesto e a palavra se confundem
os olhos são destino obrigatório
tenho a porta aberta ao mundo dos anjos
tanto que se quer dar quando assim é
apetece tocar mas sem magoar
apetece beber mas sem esgotar
apetece guardar
apetece partilhar e não se sabe o quê
fica-se ridículo mas fica-se bem
vou guardar este intervalo
domingo, dezembro 10, 2006
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