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segunda-feira, setembro 09, 2019

Que não se esqueça 2012. Fica esta memória.



Nosso comentário:


Mais uma personalidade mediática, desta feita o conhecido músico Pedro Abrunhosa, a perder o verniz, como se costuma dizer, e a saltar em cima da governação.
Não espanta que tal aconteça com cada português, mais ou menos mediático, à medida que as condições de vida das pessoas em particular e do país em geral se forem degradando.
A mais recente e inacreditável afirmação pertence a um ataque despudorado ao SNS (Serviço Nacional de Saúde) aparecendo um secretario de estado a dizer às pessoas veladamente para evitarem utilizar esse mesmo serviço nacional de saúde.
Incrível!
Diz ele, esse secretário de estado, que as pessoas devem evitar ficar doentes, apostando para isso na prevenção, poupar-se-ia imenso com isso.
Senhor secretário de estado, poupe-nos com semelhantes afirmações nesta fase ok?
Afirmações que no contexto em que vivemos são no mínimo disparatadas e abusivas.
Como disparatado é este ataque, no âmbito da cultura, à Casa da Música da cidade do Porto.
Ataque este que vem indignando as gentes ligadas à cultura como é óbvio mas também a população em geral do país, mormente as residentes no Grande Porto.
Acredite que por essa ordem de ideias, também se poupava imenso e o país ganhava imenso com isso, se governantes como o senhor, sumissem de vez, pegassem nas malas e emigrassem.
Normalmente um edifício para se construir, coloca-se pedra sobre pedra até que, colocada a última pedra, a obra nasce e vive para ser admirada.
O que se está a passar é exatamente o contrário, é pura destruição do que há.
Dizem-nos eles: EMIGREM, SEJAM INCULTOS, VIREM DESEMPREGADOS, ANALFABETOS, NÃO SE TRATEM, MORRAM...
E a gente tem que bater palmas a esta situação?
É este o país de sonho que os que ora lá estão usam como se de um laboratório se tratasse.
Portugal a viver um tempo, estranho tempo este, em que a ordem é para destruir (eles chamam refundar) o que está feito, o legado luso herdado, em dizer mal do que é bom, em fazer o que não deve ser feito.
O lema é empobrecer, emagrecer, desgovernar.
Depois ainda nos dizem, depois de refundados, roubados, vendidos, que vivemos acima das nossas possibilidades. 
Que não merecemos tanto. Que não merecemos tantas escolas, tantos hospitais, tantos serviços sociais de qualidade.
Por favor, poupem-nos a tanto desatino, a tanta falta de esperança. 
Como Pedro Abrunhosa diz, e muito bem, a nossa única esperança já só é que este governo se demita.



Fiquem bem, 

 
https://www.bubok.pt/autores/lusito
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Casa da Música

"Receio que a transformem numa igreja ou num shopping"

por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral




Pedro Abrunhosa, músico
Pedro Abrunhosa, músico Fotografia © João Manuel Ribeiro - Global Imagens
O músico Pedro Abrunhosa considerou hoje "absolutamente compreensível" a demissão da administração da Casa da Música, instituição cujo futuro "está comprometidíssimo" e que teme ver privatizada, afirmando que a "única esperança" que tem no Governo é que "se demita".
Todos os membros do conselho de administração da Casa da Música (CdM), no Porto, renunciaram na terça-feira aos respetivos mandatos, devido aos cortes anunciados pelo Governo para 2013, nas transferências de verbas para a Fundação.
Contactado pela agência Lusa, Pedro Abrunhosa considerou que "a demissão é absolutamente compreensível porque já é uma questão de dignidade", esperando que "a programação da Casa da Música não vá ficar afetada e que se encontre uma solução rápida".
"Eu com este Governo não tenho nenhuma esperança. A única esperança que eu tenho é que o Governo se demita", disse, criticando o "orçamento ridículo e insultuoso para todos os portugueses" destinado à Cultura.
O compositor foi mais longe: "eu temo pelo futuro da Casa da Música e não estou a ironizar. Tenho medo que transformem a Casa da Música numa igreja, num supermercado, num shopping, num ringue de patinagem. Deste Governo e desta autarquia eu espero todo o tipo de bandidagem, não espero mais nada".
Por isso, Abrunhosa considera que "o futuro da Casa da Música está comprometidíssimo porque com esta desorçamentação o apetite sobre a instituição é muito".

"Tenho medo do que se passa nos gabinetes em termos de voracidade sobre a Casa da Música. Eu tenho medo da privatização da Casa da Música. Estamos a viver um momento negro", enfatizou.
Para o músico "a partir do momento em que acabaram com o Ministério da Cultura começou-se este processo de bandidagem, de depauperação do património cultural".
"Este Orçamento do Estado, que tem um secretário de Estado da Cultura a gerir a parte que lhe cabe que é pouco mais de 0,1% e que nem sequer tem assento no Conselho de Ministros", criticou.
Os administradores da Casa da Música -- incluindo o presidente Nuno Azevedo - tomaram a decisão, por considerarem que "deixaram de estar reunidas as condições que, até hoje, garantiram o sucesso da Fundação".
A Secretaria de Estado da Cultura lamentou terça-feira a renúncia dos administradores da Casa da Música e manifestou empenho na continuação do projeto.


sexta-feira, fevereiro 07, 2014

O Portugal de ontem e o de hoje!


Nosso comentário:

Sem qualquer intuito de comparações entre o Portugal de então, o de D. Manuel I e o Portugal que agora temos, porque são situações distantes no tempo, por isso mesmo de difícil comparação...
Quero todavia aproveitar o texto abaixo para encher de vergonha os que ora nos governam.
Gente sem ambição, nem saber, nem jeito para a "coisa política". Gente que ao invés de levar aos outros, ao mundo, a valia do seu povo, de o promover, de o enaltecer, só dele diz mal, só o quer ver pobre, dividido, mal tratado, empobrecido.
Tiro o chapéu a D. Manuel I e ao seu tempo. Um Povo de exígua população, rude, mas orientado no sentido correto do seu tempo, que fez com que meio mundo parecesse ou fosse mesmo português.
Agora, "ilustres financistas e economistas" (?!) deixam afundar um país de nome Portugal, um país evoluído, com gente culta e valiosa, gente de saber, fazendo uns emigrar, outros morrer, outros desesperar, por falta de um mínimo de brio, de inteligência, de visão, em suma, de qualquer engenho e arte.
Acagaçam-se mais estes ante o mundo, com submarinos modernos, companhias de aviões, frotas de carros de marca, bolhas de imobiliário, bens de luxo indescritíveis, fatos de bom recorte, finas as gravatas, do que aqueles outros do tempo de D. Manuel I que em toscas caravelas, burros e tamancos, ousavam "botar figura e fazer fortuna".
Caros leitores, depois de falhanço após falhanço, de vergonha após vergonha, a última das quais um leilão de património cultural português que só não se realizou por a leiloeira inglesa duvidar da "legalidade e clareza do negócio", anunciam os ilustres governantes do ano de 2014, uma rifa de carros de marca.
A dita rifa visa promover o contribuinte mais bem comportado e que peça com denodo e afinco todas as faturas daquilo que for consumindo.
É evidente que até neste pormenor se vê logo quem serão os premiados mais prováveis da lotaria de carros de marca a promover pela governação...
Este é na realidade o país surrealista que temos em 2014!
Abaixo podem ver um texto que dá um cheirinho, ressalvadas as devidas proporções das duas épocas, da diferença do país que tínhamos em 1500 e do que hoje temos.


Fiquem bem,

António Esperança Pereira




"A  Embaixada de D. Manuel I ao Papa Leão X"



Depois da descoberta do caminho marítimo para a ÍNDIA em 1500, o Rei D. Manuel I, em 1513 enviou uma faustosa Embaixada ao Papa. O objectivo era reiterar a obediência do Rei ao Papa Leão X . A embaixada era composta por mais de cem (100) pessoas, chefiada por Tristão da Cunha, nomeado em 1505 primeiro governador da Índia. O rei D. Manuel mandou presentes magníficos: pedras preciosas, tecidos de veludo, jóias, um cavalo persa, uma onça, um elefante branco que fazia inúmeras habilidades. A Embaixada fez sensação, tanto pela riqueza como pelo exotismo. As ruas de Roma por onde o cortejo passava estavam cheias de curiosos. O Papa recebeu o cortejo no Castelo de Santo Angelo. O elefante branco, cujo nome era Hanno, era o encanto de todos quantos o viam. O elefante quando chegou junto do Papa ajoelhou-se três vezes em sinal de reverência e depois, obedecendo ao seu tratador indiano aspirou água de um balde com a tromba e espirrou-a sobre os cardeais. O elefante tornou-se o favorito da corte Papal e até participava em procissões. Hanno acabaria por morrer em Roma, após dois anos, pois não se adaptou ao clima, tão diferente do seu habitat natural. Quanto ao nosso Rei D. Manuel conseguiu com esta Embaixada, obter várias bulas papais.

domingo, dezembro 30, 2012

Pedro Abrunhosa, a Casa da Música e a bandidagem


Nosso comentário:



Mais uma personalidade mediática, desta feita o conhecido músico Pedro Abrunhosa, a perder o verniz, como se costuma dizer, e a saltar em cima da governação.
Não espanta que tal aconteça com cada português, mais ou menos mediático, à medida que as condições de vida das pessoas em particular e do país em geral se forem degradando.
A mais recente e inacreditável afirmação pertence a um ataque despudorado ao SNS (Serviço Nacional de Saúde) aparecendo um secretario de estado a dizer às pessoas veladamente para evitarem utilizar esse mesmo serviço nacional de saúde.
Incrível!
Diz ele, esse secretário de estado, que as pessoas devem evitar ficar doentes, apostando para isso na prevenção, poupar-se-ia imenso com isso.
Senhor secretário de estado, poupe-nos com semelhantes afirmações nesta fase ok?
Afirmações que no contexto em que vivemos são no mínimo disparatadas e abusivas.
Como disparatado é este ataque, no âmbito da cultura, à Casa da Música da cidade do Porto.
Ataque este que vem indignando as gentes ligadas à cultura como é óbvio mas também a população em geral do país, mormente as residentes no Grande Porto.
Acredite que por essa ordem de ideias, também se poupava imenso e o país ganhava imenso com isso, se governantes como o senhor, sumissem de vez, pegassem nas malas e emigrassem.
Normalmente um edifício para se construir, coloca-se pedra sobre pedra até que, colocada a última pedra, a obra nasce e vive para ser admirada.
O que se está a passar é exatamente o contrário, é pura destruição do que há.
Dizem-nos eles: EMIGREM, SEJAM INCULTOS, VIREM DESEMPREGADOS, ANALFABETOS, NÃO SE TRATEM, MORRAM...
E a gente tem que bater palmas a esta situação?
É este o país de sonho que os que ora lá estão usam como se de um laboratório se tratasse.
Portugal a viver um tempo, estranho tempo este, em que a ordem é para destruir (eles chamam refundar) o que está feito, o legado luso herdado, em dizer mal do que é bom, em fazer o que não deve ser feito.
O lema é empobrecer, emagrecer, desgovernar.
Depois ainda nos dizem, depois de refundados, roubados, vendidos, que vivemos acima das nossas possibilidades. 
Que não merecemos tanto. Que não merecemos tantas escolas, tantos hospitais, tantos serviços sociais de qualidade.
Por favor, poupem-nos a tanto desatino, a tanta falta de esperança. 
Como Pedro Abrunhosa diz, e muito bem, a nossa única esperança já só é que este governo se demita.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/


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Casa da Música

"Receio que a transformem numa igreja ou num shopping"

por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral




Pedro Abrunhosa, músico
Pedro Abrunhosa, músico Fotografia © João Manuel Ribeiro - Global Imagens

O músico Pedro Abrunhosa considerou hoje "absolutamente compreensível" a demissão da administração da Casa da Música, instituição cujo futuro "está comprometidíssimo" e que teme ver privatizada, afirmando que a "única esperança" que tem no Governo é que "se demita".
Todos os membros do conselho de administração da Casa da Música (CdM), no Porto, renunciaram na terça-feira aos respetivos mandatos, devido aos cortes anunciados pelo Governo para 2013, nas transferências de verbas para a Fundação.
Contactado pela agência Lusa, Pedro Abrunhosa considerou que "a demissão é absolutamente compreensível porque já é uma questão de dignidade", esperando que "a programação da Casa da Música não vá ficar afetada e que se encontre uma solução rápida".
"Eu com este Governo não tenho nenhuma esperança. A única esperança que eu tenho é que o Governo se demita", disse, criticando o "orçamento ridículo e insultuoso para todos os portugueses" destinado à Cultura.
O compositor foi mais longe: "eu temo pelo futuro da Casa da Música e não estou a ironizar. Tenho medo que transformem a Casa da Música numa igreja, num supermercado, num shopping, num ringue de patinagem. Deste Governo e desta autarquia eu espero todo o tipo de bandidagem, não espero mais nada".
Por isso, Abrunhosa considera que "o futuro da Casa da Música está comprometidíssimo porque com esta desorçamentação o apetite sobre a instituição é muito".

"Tenho medo do que se passa nos gabinetes em termos de voracidade sobre a Casa da Música. Eu tenho medo da privatização da Casa da Música. Estamos a viver um momento negro", enfatizou.
Para o músico "a partir do momento em que acabaram com o Ministério da Cultura começou-se este processo de bandidagem, de depauperação do património cultural".
"Este Orçamento do Estado, que tem um secretário de Estado da Cultura a gerir a parte que lhe cabe que é pouco mais de 0,1% e que nem sequer tem assento no Conselho de Ministros", criticou.
Os administradores da Casa da Música -- incluindo o presidente Nuno Azevedo - tomaram a decisão, por considerarem que "deixaram de estar reunidas as condições que, até hoje, garantiram o sucesso da Fundação".
A Secretaria de Estado da Cultura lamentou terça-feira a renúncia dos administradores da Casa da Música e manifestou empenho na continuação do projeto.

terça-feira, dezembro 18, 2012

Portugal terceiromundista, TAP em terra de vigília


Nosso comentário:


As grandes empresas, dantes emblemáticas de um Portugal afirmativo, esperneiam, tentam evitar a venda iminente.
Quase inevitáveis os despedimentos que tais passagens de testemunho representam, também o rombo incomensurável em uma patente que nos habituámos a ver como embaixatriz de Portugal no estrangeiro.
A TAP, transportadora aérea portuguesa, está entre essas empresas emblemáticas.
Haja compradores, parece que para a TAP há só um, mesmo assim, seguramente que a mesma lhe irá parar às mãos. 
É que nem tempo há  para regatear melhor oferta ou aguardar por outros eventuais interessados. Tal é a fome de dinheiro vivo por parte dos credores e seus mandantes.
Há que vender depressa que os abutres esperam esfomeados os dinheiros e respetivos juros relativos às vendas.
O futuro dono da TAP, após um período de contestação dos trabalhadores da empresa que está em curso, e de cujo êxito duvidamos, será um empresário de nome German Efromovich.
O nome assim à primeira vista faz lembrar o do milionário russo dono do Chelsea (clube de futebol inglês) mas não é.
Este Efromovich não é russo, trata-se de um empresário sul-americano, de origem judaica.
Outra empresa emblemática cuja venda iminente dá fortes dores de cabeça aos setores de opinião deste país em derrocada, é a RTP (Radio Televisão Portuguesa)
O ministro Relvas parece empenhado em despacha-la, pelo que, salvo que algo aconteça ao governo, o que parece improvável com o Presidente da República em funções,  lá irá também parar às mãos de um qualquer comprador.
O país, em termos globais, para mal dos nossos pecados, continua a passos largos para uma vivência terceiro-mundista a avaliar pelas declarações do presidente da rede europeia anti pobreza.
Isto porque, segundo  Jardim Moreira, presidente daquela rede europeia contra a pobreza, há dois milhões e quase 500 mil portugueses a viver, ou em pobreza absoluta, ou no limiar da pobreza.
É verdadeiramente triste, horripilante mesmo.
Diz o povo que "de hora a hora Deus melhora" e nós acreditamos nos ditames sábios do povo.
Talvez de um momento para o outro haja uma qualquer surpresa, quem sabe?
Algo que ao menos "venha animar a malta", que possa elevar o moral abalado de uma população deprimida, injustiçada, dividida, humilhada, roubada, desgovernada.
Como não há memória.
 

PS. Em baixo duas notícias a complementar o comentário: uma referente à TAP, outra ao "terceiro-mundismo luso".



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/

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Trabalhadores da TAP fazem vigília quarta-feira frente ao Conselho de Ministros

 

 
Os trabalhadores da TAP, que se reuniram, esta terça-feira, em plenário e realizaram uma marcha em Lisboa contra a privatização da empresa, convocaram uma vigília para quarta-feira com destino ao Conselho de Ministros.
 
foto REUTERS
Trabalhadores da TAP fazem vigília quarta-feira frente ao Conselho de Ministros
Protesto dos trabalhadores da TAP
 
Algumas centenas de trabalhadores da transportadora aérea portuguesa desfilaram, esta terça-feira, entre a sede da TAP, perto do aeroporto de Lisboa, e o terminal das partidas, no final de um plenário onde estiveram cerca de 800 trabalhadores, número avançado pela Comissão de Trabalhadores (CT) da empresa.
O porta-voz da CT, Vítor Baeta, anunciou, esta terça-feira, uma vigília para quarta-feira, com saída das instalações da TAP e com destino à presidência de Conselho de Ministros, uma iniciativa para a qual a CT não pediu o aval das autoridades, reconheceu o próprio.
De acordo com o responsável, o receio dos trabalhadores é "o fim da TAP tal como ela é hoje": "Estamos a falar de cerca de 15 mil pessoas que vivem quase em exclusivo do trabalho da TAP, estamos a falar de um país que tem dificuldades a nível de segurança social e de uma empresa que põe nos cofres da segurança social cerca de 100 milhões de euros por ano. Estamos a falar de um Governo preocupadíssimo com a greve dos portos e estamos a falar de um Governo que quer privatizar a maior exportadora nacional", afirmou Vítor Baeta aos jornalistas.
O representante dos trabalhadores da TAP manifestou também preocupações com eventuais despedimentos decorrentes da venda da empresa, recordando a situação da espanhola Ibéria: "Vejam bem o que se passou aqui ao lado. Quando foi a junção [da Ibéria] com a British Airways foram logo 4.000 trabalhadores para a rua e também havia um caderno de encargos", referiu.
Em entrevista à Lusa, o empresário German Efromovich, único candidato à privatização da TAP, afirmou que a proposta final do grupo para a compra da TAP é "muito agressiva" e "melhor" do que a oferta da fase inicial, remetendo para o Governo a divulgação dos valores que estão em cima da mesa.
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Portugal terceiro-mundista:
 
 
a austeridade está a ter reflexos sobretudo na classe média do país
 
A austeridade está a ter reflexos sobretudo na classe média do país.
O presidente da rede europeia anti pobreza, Jardim Moreira, considera que Portugal caminha para uma espécie de terceiro mundo. “segundo as últimas estatísticas, eles estão a pensar [os responsáveis de um seminário que irá debater hoje em lisboa a relação entre a austeridade e a pobreza] em dois milhões e perto de 500 mil portugueses a viver no limiar da pobreza ou na pobreza absoluta. isso é um país que se vai tornar terceiro mundista. baixarmos os braços acho uma enorme irresponsabilidade colectiva”, lamentou
o responsável adiantou ainda, citado pela tsf, que a austeridade está a ter sobretudo reflexos na pobreza da classe média portuguesa, pelo que está cada vez mais a passar por dificuldades.
 

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Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...