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quarta-feira, setembro 16, 2015

A Lei da cegonha e os refugiados


Nosso comentário:

Hoje mesmo ouvia na televisão uma troca de pontos de vista  sobre o problema dos refugiados vindos para a Europa sobretudo da Síria.
Claro que eram pontos de vista diferentes, diria mesmo diametralmente diferentes.
Opinava um dos intervenientes que a Hungria estava certa com a sua política, invocando para fundamentar o seu ponto de vista uma qualquer legislação internacional existente sobre o assunto. Segundo ele teria de ser o primeiro país procurado pelo "refugiado" a registá-lo e tratar dele, mais ou menos isto. O que queria dizer, dito assim por palavras nossas, que a Grécia, a Sérvia, a Macedónia, etc. é que estariam na linha da frente desse "trabalhinho". Seriam eles uma espécie de filtros dos "bons" e dos "maus" refugiados. 
O outro dos intervenientes era mais mãos largas, ou seja, opinava que deveria existir uma facilitação total para um problema de tamanha gravidade: tipo fronteiras abertas, que não deveria haver obstáculos nem perdas de tempo com uma resposta à solução do problema dos refugiados já que chegavam até nós fugidos de situações atrozes e de gravidade extrema. Não só a Europa se deveria empenhar no problema mas também os Estados Unidos da América e outros países.
Resumindo, para um dos opinantes, a Hungria dos muros e dos obstáculos, xenófoba e receosa, é que seria o caminho certo. Para o outro, um mundo solidário e aberto seria o caminho certo.
Eu para não maçar e porque o leitor já viu do que se trata, digo só isto: quando foi da Grécia e de um problema bem complexo que poderia implicar ou não a sua saída do Euro, tudo trabalhou bem e depressa para condenar abusos, possíveis aventureirismos dos gregos, etc etc. e rapidamente se patrocinaram eleições de forma a fazer-se o que os mandantes queriam.
Neste caso particular dos refugiados ninguém ameaça com represálias ou pressões semelhantes aqueles governos europeus que se comportam contra o espírito da União Europeia expresso em tratados. Não vi ainda qualquer condenação veemente desses países contra práticas xenófobas por parte dos mandantes da U. E. feita com a mesma prontidão com que lidaram com o problema do "perigoso" esquerdismo grego de Tsipras e Varoufakis.

Fiquem bem,
António Esperança Pereira


PS. Muito a propósito, partilho com os leitores uma tal "Lei da cegonha" que me foi enviada por um leitor do blogue. Tem tudo a ver com o mundo que podemos estar a (re)criar...




A LEI DA CEGONHA


Na Grécia antiga, os Gregos criaram uma lei chamada a lei da cegonha (lex ciconia) baseada na reciprocidade que os filhos das cegonhas tinham por seus pais idosos, cuidando deles com sua penugem e alimentando-os com o produto das suas caçadas.
A lei Grega obrigava os filhos a sustentarem seus pais na velhice e punia severamente quem não a cumprisse.
A Grécia foi sem dúvida "o berço"da Filosofia, e não só...
O respeito pelo Homem, pelo Saber, pela Arte são bem evidentes!


(retirado do Portal das Curiosidades)

segunda-feira, abril 15, 2013

Vira-se o feitiço contra o feiticeiro?


Nosso comentário:


Duas notícias a que hoje dou relevo em baixo no blogue.
Não pela novidade das mesmas, pois elas vêm sendo o pão nosso de cada dia nas afirmações, quer de Atenas, quanto à dívida alemã por danos de guerra, quer nas declarações de George Soros, sempre muito crítico em relação às políticas alemãs no seio da União Europeia.
São todavia duas peças incómodas para um país poderoso, a Alemanha, que, há que dizê-lo, se meteu a ela própria num caminho sinuoso em relação à União Europeia, do qual poderá não ser fácil sair.
Temos pena que assim seja, pois foi com grande regozijo que assistimos à queda do muro de Berlim e à reunificação pacífica e célere das duas Alemanhas.
Foi tempo de festa.
Não se pode nem se deve esquecer o pior dos lados da história, pelas lições que dele há a tirar, todavia partilhamos a ideia de que águas passadas não movem moinhos.
E, se é certo que a memória da II Guerra Mundial ainda estava muito fresca para um "sonho europeu", pelas enormes sequelas deixadas, tudo levava a crer que um tal sonho europeu, entretanto posto em marcha, o envolvimento saudável que pareciam ter os países pioneiros, poderiam ser a antecâmara de uma nova história por escrever. 
Parecia possível a partir de então, passar uma esponja sobre os lados menos positivos dessa tragédia a que a II Guerra Mundial nos levara e continuar em frente. Porque é caminhando que se faz caminho, não o contrário.
Infelizmente tem-se feito borrada. 
Afirmações infelizes de políticos, e não só, surgem a toda a hora e a todo o instante: o "norte europeu" e o "sul europeu" parecem cada vez com mais dificuldade de acreditarem na viabilidade do tal sonho.
Está criado o terrenos propício a velhos fantasmas.
Os bons e os maus, os preguiçosos e os trabalhadores, os ricos e os pobres, os aplicados e os malandros, os cumpridores e os esbanjadores, os fortes e os fracos, e assim por diante.
Uma pena tanto egoísmo em tão pouco espaço. Tanto orgulho e preconceito que só minam a união, o amor, a modernidade, a causa nova, a liberdade, a confiança.
Pessoalmente gostaria que vingasse a tese dos sonhadores. 
Porque, uma Europa Unida, pacífica, forte, coesa, inclusiva, democrática, faz falta a si própria e ao mundo.
A tese contrária, "uma Europa Manta de Retalhos", já todos sabemos pela história mais antiga e mais recente, no que sempre deu. 

PS. Deixo excertos das notícias que motivaram o comentário



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Grécia exige que Alemanha pague dívidas da II Guerra


Governo de Antonis Samaras vai recorrer aos tribunais internacionais para exigir à Alemanha que pague o que ainda deve em reparações da Segunda Guerra Mundial.

 O "jornal i" escreve na sua edição de hoje que "depois da Grécia apurar que a Alemanha lhe deve mais de 162 mil milhões de euros em reparações de guerra, o tom do diálogo começa a subir entre os dois países que já ponderam recorrer aos tribunais internacionais para resolver a disputa".
Segundo avança o jornal, "69 anos depois da saída das tropas de Hitler do país e na mesma semana em que consegue desbloquear a próxima tranche do empréstimo da troika, a Grécia mostra-se disposta a ir até às últimas consequências para que lhe sejam reavidos mais de 162 mil milhões de euros em reparações de guerra que nunca foram pagas na totalidade pela Alemanha - com juros de mora. Wolfgang Schauble, ministro das Finanças alemão, já acusou os gregos de irresponsabilidade por trazerem esse assunto de volta à discussão pública, mas Dimitris Avramopoulos, ministro dos Negócios Estrangeiros grego, avisou que Atenas não vai esquecer o passado e que serão, em última instância, os tribunais internacionais a decidir".



Em entrevista ao 'El País'

Saída da Alemanha do euro seria milagrosa, diz Soros


Em entrevista ao jornal espanhol 'El País', o investidor norte-americano George Soros é bastante crítico das politicas alemãs no seio da União Europeia.
Segundo Soros, "a Alemanha deve decidir se quer refazer a UE da forma que estava originalmente destinada a ser, o que pressupõe aceitar as responsabilidades e cargas necessárias para avançar nessa direção, ou deve considerar sair do euro e deixar ao resto dos países que creem nos eurobonds, possam combater a crise". 

terça-feira, março 26, 2013

Berlim sem chama na alma põe Europa a arder


Nosso breve comentário:


O egocentrismo e nacionalismo chocantes de um financista alemão, na notícia que transcrevo, o senhor ministro alemão das finanças Wolfgang Shaube, e a ingenuidade de um português do mundo, também europeísta, que um dia em Berlim  escreveu os versos simples mas sentidos que publica abaixo.
Eu.
Os mesmos constam de um livro meu "PORTUGAL PERIFÉRICO OU...O CENTRO DO MUNDO?"
Se tiverem um minuto do vosso tempo leiam.
Nos tempos que vivemos, de insegurança, de confusão, de desorientação, de quase separação iminente da Europa, faz todo o sentido ler. 
Pelo menos para evitar equívocos de uns e dos outros:
-Dos que sonham como eu...
E dos que não sabem sonhar como o senhor Wolfgang Shaube.


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Ministro das Finanças

Schauble diz que críticas à Alemanha devem-se a inveja

por Lusa, publicado por Ricardo Simões Ferreira

O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schauble, disse hoje à noite que as críticas feitas à Alemanha se devem "à inveja" dos outros países, durante uma entrevista televisiva, citada pela agência AFP.
"Sempre foi assim. É como numa classe [na escola], quando temos os melhores resultados, os que têm um pouco mais de dificuldades são um pouco invejosos", afirmou o ministro, na cadeia de televisão pública ZDF, em resposta a uma questão sobre as críticas que se multiplicam contra a Alemanha, em particular na Europa do Sul.
Contestou porém que os alemães sejam "os maus" da Europa, como sugeria o jornalista que o entrevistava.
"Não é nada disso. Os outros países sabem muito bem que assumimos as nossas responsabilidades", respondeu, lembrando a implicação dos contribuintes alemães nos diferentes planos de resgate dos países europeus em dificuldade.
Esta solidariedade "é no nosso próprio interesse. Nós beneficiamos com a Europa, com as suas possibilidades de mercados [comerciais], com o seu grande mercado", disse.
Schauble acrescentou, porém, que "cada um tem de respeitar os seus compromissos", insistindo: "Cada um tem de pôr os seus orçamentos em ordem. Cada um tem de ser economicamente competitivo. E o que assume os riscos maiores tem também de suportar os custos".
Sobre Chipre, disse que os cipriotas "estão numa situação difícil" e que "vão viver um período difícil, considerando-o "inevitável".
A Alemanha, considerada a potência que determina as políticas de austeridade na Europa, tem sido tomada por alvo, com alusões ao seu passado nazi, mas recentes manifestações em Chipre, como antes na Grécia, Itália, Espanha e Portugal.
A chanceler Angela Merkel tem mesmo sido objeto de caricaturas que a comparam a Adolf Hitler.

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Berlim um dia



Glória e holocausto perfeito casamento
grandeza variada nesta cidade imensa
a Europa toda aqui em tamanho de cidade
cheiro a esforço a guerra a confusão
quezílias de outros tempos
outra idade

ideais em dose múltipla
força fraqueza em cada geração
perda ganho intervalo
humilhação
o poder de uma potência
e a impotência do poder

criar reconstruir para voltar
a renascer
de um caos manicómio ensanguentado
agiganta-se o homem quando
o desafio é grande
não dorme não entende
não se resigna

a ferida dói é funda
mas não desiste
desinfecta
trata
cura

neste quarto sossegado morno
nórdico
em romance apaixonado
doce

com som de fundo melancólico
de Shubert
a paixão certa hoje aqui
em Berlim paixão errada dantes

quem sabe cidade secular
espelho maior da Europa
sempre em guerra
não venhas a ser um dia
a dor curada
a paz sonhada
a capital da nossa Europa
toda unida!

segunda-feira, março 18, 2013

Que poder é esse que se alimenta de grito e de dor?



Nosso comentário: 
(A propósito do que se passa em Chipre, na Europa, em Portugal)


Entrou-se em um período da história em que as mal feitorias se instalaram. Parece viver-se assim entre o princípio de qualquer coisa e o fim de qualquer coisa. 
Não sabemos é de que fim e de que princípio se trata.
Nem sabemos sequer o que se passa.
Assusta.
E assusta porque dói menos uma verdade cruel mas real, assumida, do que uma verdade cruel mas não assumida, uma verdade que existe sem existir, uma verdade que fere sem matar, uma verdade que muda de cor todos os dias.
Nasce verdade com o sol, põe-se mentira com esse mesmo sol. 
E vice-versa.
Vive-se entre um mundo que pareceu ser, que se calhar foi, e um outro que o mata, que se esbarra contra ele como uma força super-poderosa.
Uma força super-poderosa que imobiliza o audaz, que tira argumentos ao inteligente, que espalha trevas a inundar a luz.
Os humanos estão perturbados.
Poderosos apeados do poder, vaiados, assobiados, achincalhados, sem o mínimo dos merecimentos perante a plebe descaracterizada e à deriva.
Ódios de dentro que não encontram um fora real e autêntico, um alvo seleccionado a abater.
Grita-se, ferve-se estrebucha-se, mas são gritos abafados pelas sombras, engolidos pelas trevas que deles parecem alimentar-se.
Que poder é esse que se alimenta dos gritos, dos protestos, dos resultados pérfidos, vis, tenebrosos provocados pelas mal feitorias?
Caros leitores se estas forças das trevas não forem identificadas não haverá como fazer-lhes frente.
Cada inimigo luta com as melhores armas que tem. Foi sempre assim no passado.
Está a sê-lo no presente. 
Haja quem as identifique, haja quem, para bem de todos, defina uma estratégia e transforme a pólvora seca dos gritos, da apreensão, do medo, do sofrimento, numa luta consequente que leve de vencida esse ardiloso  mundo das trevas que quer vergar a golpes satânicos a humana gente.




Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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sábado, março 16, 2013

Contas congeladas em Chipre, 7.ª avaliação por cá...


Nosso comentário:


Apresento apenas um quadro com números oficiais sobre a evolução do país.
Peço aos caros leitores que o leiam por favor, para o que apenas perderão um minutinho do vosso tempo.
Talvez não aprendam nada de novo com a sua leitura sobre o agravar da crise semana após semana, mês após mês.
Talvez ele só confirme o rumo errado para que estas políticas da governação arrastam o país o que já é do conhecimento da maioria de vós.
Agora, perante erros atrás de erros, mentiras atrás de mentiras, um problema de desemprego a agravar-se a cada dia que passa, a minha pergunta é simples:
Porque esperar para que qualquer coisa mude?
Somos masoquistas e queremos continuar num beco sem saída, a encaminhar-nos para piores dias sem tentarmos fazer as coisas de outra maneira?
Porquê?
Quem lucra com uma Europa de desempregados?
Quem lucra com uma Europa empobrecida?
Quem lucra com uma Europa sem um Estado Social que seja apanágio de um continente solidário e pacífico?
Quem lucra com uma Europa outra vez dividida em pequenos Estados de costas voltadas, quiçá beligerando entre si?
Quem lucra com a roubalheira a que assistimos sem que ninguém se insurja contra tal estado de coisas?
Quem ousa continuar a chamar democracias a países onde tudo o que se faz é anti-democrático?

Leiam os números da evolução de Portugal (ainda assim se chama) reflitam neles, reflitam no que se está a passar na Europa, reflitam no que se está a passar com enorme gravidade, desta feita em Chipre.
É tempo de agir.


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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sábado, dezembro 15, 2012

Três notas positivas em tempo de Natal...


Nosso comentário:


É prática comum do cidadão deste tempo, desconfiar de tudo o que é "conversa política".
E tem razões de sobra para isso.
Como que a política se tornou antes numa habilidade de comunicar, para lhe não chamar nomes mais feios, do que propriamente ser a ciência, no âmbito das Ciências Sociais, que vise responder aos mais legítimos anseios dos povos, das pessoas, da polis.
Assim sendo, sinto alguma dificuldade eu também em admitir que este ou aquele discurso político me agradaram, estas ou aquelas palavras de políticos, me agradaram.
Dou hoje relevo às palavras da sr.ª Merkel, embora com os descontos de se tratar de uma época natalícia, de se tratar de palavras de uma hábil mulher alemã, que de parva não tem nada.
De qualquer maneira, e porque é natal, sublinho o seu empenho, mesmo que em proveito próprio, na defesa da Europa. 
Sublinho igualmente uma palavra que utiliza: solidariedade.
Se não lhe custou a pronunciar sr.ª chanceler...
BRAVO!
Tirando os devidos descontos, e sem que haja da sua parte actos concretos e convincentes não passarão de palavras mais amistosas, mais colaborantes, menos arrogantes, do que o habitual.
Também com os devidos descontos da tal meia verdade ou inverdade mesmo a que nos habituaram os políticos, não queria deixar de sublinhar o que Santana Lopes disse. 
Santana Lopes, ex-presidente de câmara e ex-primeiro ministro, é um habilidoso, talvez se queira candidatar a alguma câmara municipal, não sei, mas a verdade é que disse uma coisa com que concordo em absoluto.
Foi o seguinte:
“Há uma coisa de que eu não tenho dúvida nenhuma, não se governa um povo deprimindo esse povo, não pode ser. Quem governa uma cidade, uma freguesia, um país, tem que dar ânimo a esse povo”, disse Santana Lopes, discursando no jantar comemorativo do 15.º aniversário da vitória autárquica na Figueira da Foz".
Seja como for, descontos feitos a mais um político habilidoso e arguto, homem do PSD, concordo no essencial com o repúdio da cultura da depressão por ele referida.
É que as políticas desastrosas, no conteúdo e na forma, seguidas pelo actual executivo, estão a arrasar o país.
Pior que isso, eles não ouvem, não sentem, não querem mudar, não são capazes de fazer melhor...
O desastre que se vê.
De outro quadrante partidário, das bandas do PS, ouvi hoje o seu actual líder António José Seguro, desde a cidade de Mira, fazer talvez o seu melhor discurso desde que lidera o partido.
Com mais convicção, com mais arreganho, com mais recheio no conteúdo.
Três notas positivas, em tempo de Natal.
Notas positivas mais às palavras do que aos actos, é certo, mas há que salientar algum positivismo no pouco entusiasmo que nos vem destruindo....
Para muito mau, já basta assim, como isto está.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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PS. Como prometido acima, transcrevo a notícia onde constam algumas palavras inovadoras no discurso da sr.ª Merkel, com flores e tudo...


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Chanceler alemã diz que governo de Berlim não é indiferente à situação europeia

Merkel diz que situação laboral e crescimento noutros países da UE fazem parte da política alemã

E os mais poderosos do mundo são...
Merkel diz que Berlim não é indiferente
Kai Pfaffenbach / Reuters
A chanceler alemã, Angela Merkel, assegurou hoje que a situação laboral e o crescimento noutros países da União Europeia não são indiferentes a Berlim e formam parte da política alemã.


"Dependemos uns dos outros na zona euro e isto marca o meu trabalho. Isso significa: o trabalho europeu é sempre trabalho de política interior”, afirma a chanceler na tradicional mensagem em vídeo dos sábados divulgada pelo gabinete de Merkel na Internet.
Na altura de resumir o ano que está a acabar, Merkel reconhece na última mensagem em vídeo para 2012 que a estabilização do euro foi a sua principal tarefa, mas mostra-se otimista e assegura que se “avançou um bom bocado”.
“Temos agora um mecanismo de solidariedade, temos mais disciplina orçamental com o pacto fiscal. Ainda que tenhamos que avançar um bom bocado”, sublinha a chanceler.
Em relação aos objetivos para 2013, Merkel comenta que tratará de “conservar a potência económica (da Alemanha) e assegurar os postos de trabalho”, apesar de admitir que “a política, por si só, não o pode fazer”.
"Não podemos determinar sozinhos a situação económica internacional, mas podemos fazer alguma coisa para que, por exemplo, a procura interna continue a funcionar razoavelmente”, adianta a chanceler.
Depois de reconhecer que também na Alemanha o crescimento económico se está a debilitar, Merkel sublinha que o governo fará tudo, “onde possa politicamente”, para conservar em bom estado as condições marcantes para a economia.
“O governo federal “prolongou preventivamente os fundos para ‘Kurzarbeit’ (semana laboral com redução de horários) de novo de seis para 12 meses”, com o objetivo de que as empresas mantenham “o seu maior tesouro”, os seus especialistas, quando ocorrer um pequeno incidente conjuntural”, sublinha Merkel. 

quinta-feira, novembro 22, 2012

A palavra "roubo" faz a direita mostrar as garras


Nosso comentário:


Num dia em que se sabe oficialmente que mais um país da União Europeia vai receber assistência da TROIKA, Chipre;
Num dia em que tudo parece ter ficado adiado no concernente ao Orçamento Europeu.
O Reino Unido aparecendo dando a cara, quase com os dois pés fora da Europa. Os nórdicos seguindo o exemplo britânico em matéria de despesas comunitárias, ou seja, não querem pagar mais do que o que já têm pago";
Os países que constituem o denominado grupo "Amigos da Coesão" - Bulgária, Espanha, Estónia, Grécia, Hungria, Lituânia, Letónia, Malta, Polónia, Portugal, República Checa, Roménia, Eslovénia, Eslováquia e Croácia completamente entre a espada e a parede no que toca a solidariedade dos europeus ditos mais ricos. Isto considerando as linhas mestras do atual Orçamento Europeu bem mais magro que o necessário e desejado;
A Europa Solidária e Unida a ir de vento em popa por maus caminhos, a desagregação à vista ou presa por um fio; tal como a paz no Oriente Médio entre Judeus e Palestinianos: uma paz presa por um fio.
Em Portugal a onda do costume.
Só que eu saiba, manifestaram-se nas ruas estudantes e gente da restauração, em diversas cidades do país.
Ontem se bem me lembro, tinham sido os agentes da Polícia Judiciária.
Os portos principais continuam paralisados, pela greve interminável dos estivadores, sem acordo à vista.
No Parlamento quase quase esquerda e direita se pegavam. A palavra "ROUBO" esteve na origem de debate aceso entre deputados, também porque os partidos que governam intentaram e conseguiram fazer entrar tarde e a más horas, após o legalmente previsto, mais cinco propostas de alteração ao Orçamento.
Claro que os portugueses estão atentos, assistem a tudo isto com preocupação, com sentido de porvir incerto e doloroso, é difícil todavia, perante o ambiente internacional adverso, ser-se mais audaz do que se tem sido até agora.
O governo será um mau governo mas detém a maioria, não se demite, logo governa legitimamente.
A esquerda, que vai votar contra o Orçamento 2013, considerado "uma bomba atómica fiscal", tem maioria nas sondagens, mas não a tem nas urnas.
Mesmo que a tivesse não creio que o atual PS se quisesse unir com os partidos à sua esquerda num governo de alternativa.
No meio de um desastre maior de contornos por definir, vive-se um impasse.
Um impasse nas políticas de Portugal, um impasse na construção europeia, um impasse no financiamento mais fácil ao crescimento das economias, onde muitos países perdem pela via financeira a sua "independência nacional".
O mundo gira, não para, dinâmicas novas hão de aparecer, o que é hoje não o será  amanhã.
Esta a única certeza que temos nestes tempos de incertezas e medos.


PS. Já agora, o roubo a que se referia hoje o deputado de esquerda, na Assembleia da República, era o já famoso desvio das contas bancárias sem apelo nem agravo por parte do governo, dos subsídios absolutamente legais e devidos, aos reformados e pensionistas. UM roubo que pode não ser crime de delito comum, mas que é um grave crime político, pela sua inconstitucionalidade, lá isso é. Já nem falo no lado imoral e insensível, de roubar idosos (e não foram trocos que um larápio comum surripia das mãos enrugadas da velhinha em plena rua) foi muito pior, muito mais dinheiro, arrecadado de forma cobarde e desonesta.
 
 
Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/

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O Futuro visto pelo olho do humorista, também pelo ex-juíz do tribunal de contas, Carlos Moreno


 
 
 
 
 
 
O Dr. Carlos Moreno já avisou que em 2013 Portugal passará a ter 9,000,000 de pedintes!
...

Será que você vai ser o sortudo que vai escapar ??

Se não acredita no que lhe estou a avisar, então veja o vídeo!

 
 

domingo, novembro 11, 2012

Merkel rejeita video de Marcelo sobre Portugal

Nosso comentário:


Um dia marcado por muita coisa como vem sendo hábito no quotidiano dos portugueses, todavia, há uma de entre todas, digna de realce.
Tem que ver com um vídeo sob o patrocínio do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, que teria por finalidade ajudar os alemães a compreenderem um pouco melhor a realidade do nosso país.
A sr.ª Merkel é uma coisa, os alemães são outra, isto fica muito bem explícito no filme.
Depois é todo um conjunto breve de imagens que mostra a evolução nacional das últimas décadas em termos sucintos mas sérios, comparando-a sempre com a realidade europeia e estabelecendo paralelismos entre os dois países: Alemanha e Portugal.
Vale a pena ver. 

Vídeo de Marcelo recusado pela Alemanha

Espero que o link que vos deixo consiga abrir o filme, se não der para abrir poderão facilmente visioná-lo pesquisando em um motor de busca com as palavras chave: Marcelo, filme, Alemanha.
Deve ser suficiente.
Não sei sobre isto o que pensará o dirigente do partido laranja (PSD), atual Primeiro-Ministro, tão colado está à chanceler alemã, mas também não estou muito interessado em saber.
Basta-me sentir na opinião pública de que estão cada vez mais sós, quer o primeiro ministro português quer a chanceler alemã.
Depois, creio que, quer o povo português quer o povo alemão são suficientemente inteligentes para verem as malfeitorias que ambos estão a fazer aos respectivos países que governam. 
Embora malfeitorias diferentes se trate, já se sabe.
Este video sobre Portugal, recusado pela Alemanha, fez passar outros temas para segundo plano embora continuem na ordem do dia e nas bocas do mundo.
Referimos-nos às recentes e controversas declarações públicas de um banqueiro (BPI) de seu nome Fernando Ulrich e da presidente do Banco Alimentar para a Fome, Isabel Jonet. 
O primeiro defendendo que o povo português aguenta mais austeridade, pois claro!
A segunda acusada do velho discurso salazarista usado pelas senhoras do então SNI. Defende que os portugueses têm de aceitar que têm que viver "mais pobres". 
Os comentários populares, artigos de opinião, intervenções de políticos, de gente conhecida, têm sido mais que muitos.
Vamos esperar pelas cenas dos próximos capítulos.
Entretanto, não esquecer que será já àmanhã que a sr.ª Merkel estará em Lisboa. Parece-nos este o capítulo próximo mais mediático, assim à primeira vista.


PS. Deixo abaixo o exemplo do contraste entre quem tem muito e fala de "barriga cheia", como agora se diz, e quem vê esfumar-se o salário com as políticas de austeridades implementadas de uma forma impiedosa.

Fiquem bem, António Esperança Pereira

 
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Máxima do dia


 «Eu já fiz contas e concluí que o meu vencimento…

…vai passar de "liquido" a "gasoso"»

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  • http://www.youtube.com/watch?v=cxuCRE7M_ig&feature=related

quarta-feira, outubro 03, 2012

Miguel Torga, um grande português no OLP...


Nota do autor do blogue:

 
Nunca é demais realçar a importância da Língua Portuguesa. Servimo-nos hoje de um texto de Miguel Torga inserido no último Boletim do OLP (Observatório da Língua Portuguesa) um texto aliás brilhante de Miguel Torga, de 1996, enviado à CPLP, aquando da sua fundação.
No seu dizer: "Língua nascida numa Pátria exígua territorialmente, mas que ela alargou aos cinco continentes.
Nós acrescentamos: Um feito hercúleo, sem dúvida!
Caro leitor se estiver interessado em assuntos relacionados com este importantíssimo legado patrimonial, a Língua Portuguesa, uma das mais faladas em todo o mundo, visite o link do OLP em http://observatorio-lp.sapo.pt/pt ; aí encontrará textos e link's de enorme interesse sobre temáticas bem importantes para todos os falantes desta Língua Universal que dá pelo nome de: "Português".
Esqueçamos por momentos a crise em que o país mergulhou, os sacrifícios que estão a ser impostos por este governo, com medidas globalmente contestadas, globalmente rejeitadas. Medidas duras demais para serem verdade.
Esqueçamos por momentos "o continente próspero em que um dia vivemos, EUROPA," que teima hoje em não arrepiar caminho nas suas erradas políticas. Que teima em tardar a corrigi-las. Que teima em querer morrer...acabar com um sonho novo, que serviria melhor todos os Estados em União, ao invés da solidão pequena, velha, caduca, de cada um.
Mas só por hoje esqueçamos isso. A perda imensa que constitui o sonho europeu feito destroços, outra vez rixas, quesílias, nomes feios, o renascer de velhos preconceitos...
Pensemos, só por hoje, que podem tirar muita coisa a Portugal, mas nunca a alma lusa, uma língua enorme, uma cultura de séculos espalhada pelos quatro cantos do mundo.
 
 
Fiquem bem, António Esperança Pereira

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Miguel Torga

Língua que floresce dia a dia em sambas, modinhas, mornas e obras literárias de largo fôlego. Não há ritmo de verso de que não seja capaz, arroubo épico para que não tenha alento, andamento narrativo a que não saiba dar balanço.

Texto de 1996, enviado à CPLP, aquando da sua fundação:
Impossibilitado de participar pessoalmente nessa feliz iniciativa de fundação da Comunidades dos Países de Língua Portuguesa, venho, desta maneira saudar calorosamente os seus ilustres e activos obreiros, e afirmar mais uma vez o que sempre pensei e disse em letra redonda, que é na língua comum que temos todos, filhos de Europa, da África e da América, o maior património histórico e cultural, e garantia eterna da nossa identidade.
Língua nascida numa Pátria exígua territorialmente, mas que ela alargou aos cinco continentes, graças ao seu dom expressivo e proteico, que lusitanizou, brasilizou e africanizou terras e almas. Grácil e subtil logo no berço, em breves cantigas de amor ou de maldizer, ao cabo de oitocentos anos, não só conserva o viço inicial, como floresce dia a dia em sambas, modinhas, mornas e obras literárias de largo fôlego. Não há ritmo de verso de que não seja capaz, arroubo épico para que não tenha alento, andamento narrativo a que não saiba dar balanço.
Fizeram e fazem esse milagre povo anônimo reinol, os marinheiros aventureiros, os bandeirantes, os tropeiros sertanejos, os escravos das senzalas, e gênios e talentos que vão de Camões e Gil Vicente a Machado de Assis e Euclides da Cunha, José Craveirinha e Luandino Vieira.
Exaltar e promover esse patrimônio sagrado é mais um dever imperativo de povos que o destino quis que fossem de irmãos miscigenados e é como membro orgulhoso da nossa família multirracial, e é como garimpeiro nos aluviões do idioma materno, que faço votos para que todos sejamos seus firmes defensores e dignos merecedores da glória de o servir.
 
 
Alguns link's do OLP a não perder:
 

Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

  • Instituto Internacional da Língua Portuguesa

  • A Língua Portuguesa: sítios de interesse

  • Dicionário, Dúvidas, Corrector ortográfico

  • Voluntariado para a Leitura

  • Sabia que ...

  • sábado, setembro 29, 2012

    Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades!

     
    Nosso comentário:
     
     
    Prato forte do dia em Portugal, claro está, a manifestação gigantesca convocada pela central sindical CGTP que esgotou e fez transbordar de gente o Terreiro do Paço.
    A ela se juntaram forças diversas, designadamente forças militares e militarizadas, enfermeiros, pensionistas, desempregados, jovens, gente de todas as classes sociais, de todas as idades e cor política.
    O ambiente político-social em Portugal está mais que quente, creio que o divórcio entre forças políticas instaladas e o povo português é cada vez maior.
    Quem assiste ao discurso dos políticos, por um lado, por outro vê, sente, assiste ao pulsar dos verdadeiros sentimentos, anseios, esperanças, gritos, do povo autêntico, não tem disso a mínima dúvida.
    Pode o leitor cogitar sobre o papel dos políticos nesta fase: talvez tentar serenar impulsos de descontentamento, tentar ser solidários entre si através de compromissos mais ou menos velados, para evitarem um colapso social...
    eu pergunto: perante as políticas seguidas, as mentiras, as dificuldades de apontar um caminho de esperança, de justiça, de equidade....
    perante tantas e tamanhas medidas de austeridade lançando a população para um cenário de pobreza generalizada...
    perante um cenário de perda de soberania agravado com a venda por tuta e meia do que de melhor Portugal tem...
    será possível aos políticos contabilizarem alguma credibilidade?
    Aqui está a questão. A tal questão de uma coligação mais alargada, que irá seguramente ser intentada brevemente como remendo, mais meiga no sentido social, menos desumana nas questões da saúde e do desemprego, mas na qual me atrevo a afirmar, em que cada vez será mais difícil confiar.
    O povo afirma no seu dia a dia: "Eles são todos iguais". Eles, referindo-se aos partidos ditos de poder (PS, PSD, CDS)
    Situação bem complicada caros leitores.
    Depois a Europa, esse "Eldorado por vir" semi-fracassado onde está?
    Atrevo-me a dizer como venho dizendo desde que a crise rebentou: A Europa está serenamente assistindo a um desmoronar vergonhoso da União Europeia como foi sonhada e concebida pelos seus ilustres fundadores, a um afundar sem tréguas, sem bóias de salvação, dos seus parceiros menos apetrechados.
    Cada líder nacional agradando aos seus eleitorados, cada voz falando cada vez mais para seu lado, segundo as suas próprias conveniências.
    Uma bagunçada!
    Mas uma bagunçada que a alguém aproveita, e muito, disso temos a certeza.
     
     
    PS. Deixo-vos dois textos publicados na imprensa: um sobre uma atitude, a de António Borges, o outro sobre uma resposta a essa atitude. Exemplo de como Portugal está.
     
     
     
    Fiquem bem, António Esperança Pereira
     
     

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    António Borges chama "ignorantes" a empresários portugueses

    António Borges diz que as alterações à Taxa Social Única eram uma medida "inteligente". O consultor do Governo para as privatizações acusa por isso os empresários que criticaram a medida de serem "completamente ignorantes". O presidente da Confederação Empresarial de Portugal, António Saraiva, considera estas declarações "infelizes".

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    Borges "nunca trabalhou na vida, nunca teve de pagar salários e não sabe do que está a falar", afirma Filipe de Botton

    www,jn.pt

    O presidente da Logoplaste, Filipe de Botton, defendeu que António Borges, que acusou os empresários que criticaram a redução da TSU de serem "ignorantes", tem "uma atitude que demonstra total ignorância do que é o tecido empresarial português".
    foto Diana Quintela/Global Imagens
    Borges "nunca trabalhou na vida, nunca teve de pagar salários e não sabe do que está a falar"
    Filipe de Botton lança duras críticas a António Borges

    "Está a ter uma atitude que demonstra total ignorância do que é o tecido empresarial português", reagiu o empresário Filipe de Botton, defensor de que a redução da Taxa Social Única (TSU) para as empresas "não faz qualquer sentido" e revela uma "insensibilidade social perfeitamente inaceitável".
    O consultor do Governo para as privatizações, António Borges, defendeu hoje que a Taxa Social Única (TSU) é uma medida "inteligente" e acusou os empresários que a criticaram de serem "ignorantes".
    Em declarações à Lusa, Filipe de Botton disse que "é pena que [António Borges] fale sem conhecimento", acrescentando que o consultor do Governo em matéria de privatizações "nunca trabalhou na vida, nunca teve de pagar salários e não sabe do que está a falar".
    Quando o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou a intenção de reduzir a TSU para as empresas e aumentar a contribuição dos trabalhadores para a Segurança Social, o empresário considerou que a medida demonstra "uma insensibilidade social que é perfeitamente inaceitável" e defende que a poupança resultante da redução da TSU não terá qualquer impacto no emprego.
    António Borges interveio hoje no I Fórum Empresarial do Algarve, que decorre este fim de semana em Vilamoura e reúne mais de 300 empresários, economistas e políticos de Portugal, Brasil, Angola, Índia, Emirados Árabes Unidos e Moçambique.
    "Que a medida é extremamente inteligente, acho que é. Que os empresários que se apresentaram contra a medida são completamente ignorantes, não passariam do primeiro ano do meu curso na faculdade, isso não tenham dúvidas", afirmou.
    Admitindo que a medida implica perda de poder de compra "para muita gente", António Borges considerou, no entanto, que quem acha que "o programa de ajustamento português se faz sem apertar o cinto, está com certeza um bocadinho a dormir".
    Aquele responsável discordou ainda que, com a TSU, se proceda a uma transferência dos rendimentos do trabalho para o capital, já que o problema do país é estar "completamente descapitalizado".
     

    Publicação em destaque

    Livro "Mais poemas que vos deixo"

    Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...