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quarta-feira, novembro 09, 2016

Sai Obama, entra Trump


Nosso comentário:

Deste mediático acontecimento, as eleições norte-americanas, pelo tanto que tem sido dito e escrito, ocorre-me apenas registar sete frases que marcaram a campanha do inquilino da Casa Branca ora eleito:
Donald Trump.
Goste-se ou não do personagem, a verdade nestas coisas são os factos. E a verdade é que Donald Trump, surpreendendo as gentes de todo o mundo, acaba de ser eleito o 45º Presidente dos EUA.
Oxalá surpreenda pela positiva, já que a negativa dá para ver que é diabolicamente perigosa.
Mas melhor que dissecar ou criticar Trump e as frases por ele proferidas, sete das quais transcrevo abaixo, o melhor mesmo, dada a aparente imprevisibilidade do "Novo Presidente dos EUA", será aguardar pelas cenas dos próximos capítulos.
Haverá seguramente muito para contar e cá estaremos para ver e testemunhar o desempenho deste insólito, imprevisível, agressivo Presidente.

Fiquem bem

António Esperança Pereira



Sete frases polémicas de Donald Trump 

Seguem-se sete exemplos de retórica de Donald Trump, presidente eleito da alegadamente mais poderosa nação do Mundo.


1. Eles estão, totalmente [em perigo de terrorismo]. E sabe porquê? É culpa deles. Porque eles autorizaram pessoas a entrar no seu território"



2. "Bernie Sanders [candidato à nomeação democrata para as eleições derrotado por Hillary Clinton] fez um pacto com o diabo. Ela é o diabo"



3. "Ele [Barack Obama] é o fundador do "Estado Islâmico". E Hillary Clinton é a cofundadora"



4. "Durante a Guerra Fria, tínhamos um teste ideológico. É tempo de desenvolver um novo teste para as ameaças que enfrentamos atualmente. Eu chamo-lhe seleção extrema [de imigrantes]"



5. "Os Clinton passaram décadas a encher os bolsos, preocupando-se com os doadores em vez dos americanos. A fundação Clinton é a iniciativa mais corrupta da história política [do país]. Deve ser encerrada imediatamente"



6. "Pode acontecer que tenhamos muitos grupos [no país], porque estamos a deixar esta gente vir para a nossa nação para a destruir e torná-la insegura para o nosso povo"



7. "Mulher perversa"

segunda-feira, novembro 07, 2016

Eleições americanas e democracia



Nosso comentário:

Estamos praticamente em cima das eleições norte-americanas, considerado um dos maiores acontecimentos políticos do ano.
Não há assim grande coisa a dizer a respeito, pois certamente os eleitores do futuro Presidente dos EUA já terão nesta altura feito a sua escolha.
Escolha essa que se resume nisto:
Ou um caminho de continuidade defendido e apoiado pelo atual Presidente Obama, na pessoa de Hillary Clinton, ou uma carta fechada, uma aventura perigosa, um futuro que ninguém de boa fé saberá dizer qual será, na pessoa de Donald Trump.
São as opções possíveis para o eleitorado.
Ora, mesmo que os dois candidatos não correspondam 100% às expetativas dos cidadãos norte-americanos, eu, se fosse norte-americano saberia em quem não votar.
Aliás, quando a dúvida se tem colocado da mesma forma em eleições do meu país, Portugal, também tenho votado na solução menos má. Ou seja, na solução melhor de entre o que me é apresentado.
Assim, tal como eu, oxalá que os americanos, em particular os indecisos, façam como eu faria.
Que votem maioritariamente "o menos mal possível".
Desejando que tudo corra bem em terras norte-americanas, deixo acima uma ilustração com a sua piada sobre "Democracia".
 
António Esperança Pereira


terça-feira, outubro 11, 2016

"Seara para todos" Sr. Trump!


Nosso comentário:


Claro que segui, tanto quanto o meu inglês permite, o segundo debate relativo às eleições norte-americanas transmitido pelas televisões de todo o mundo. Em presença uma vez mais, os dois políticos em escrutínio: a candidata do Partido Democrático, Hillary Clinton e o candidato do Partido Republicano, Donald Trump.
Sinceramente não aprendi lá grande coisa com o debate.
Todavia, e creio que não será novidade para ninguém, entre as "bocas foleiras" de Donald Trump, com aquele ar de poucos amigos, quase tenebroso, e as intervenções mais educadas e contidas de Hillary Clinton, sempre prefiro o maior equilíbrio pessoal de Hillary.
Os Estados Unidos da América não precisam de bater em ninguém. Violência não é caminho. Muito menos o racismo e a xenofobia. Os EUA precisam sim de assumir o seu fantástico potencial mas com moderação, pô-lo ao serviço da paz, lidar com a globalização com sabedoria e prudência.
Matar uns, expulsar outros, levantar muros? não parece caminho para um país que tem tudo para fazer funcionar e bem a diplomacia da superpotência que é.
De tal maneira acho ridículas, radicais, perigosas, muitas das posições e afirmações de Donald Trump, que até escrevi, em formato de poema, umas palavras a respeito.

Fiquem bem

António Esperança Pereira



Seara para todos


Há valores fundamentais ameaçados
Muito por culpa dos muros construídos
Um chega para lá dos mais endinheirados
Ricos mais ricos pobres mais empobrecidos


Em saber há povos bem apetrechados
Pelo que é difícil impor a servidão
Impõe-se aos inteligentes mais dotados
Agir de acordo com tamanha evolução


Tem que haver engenho nas políticas
Que o rio da vida chegue a todo o lado
Se afastem de vez opções apocalípticas


Que haja seara para todos que haja paz
Que toda a pessoa seja árvore na floresta
Parte de um todo solidário e não voraz

domingo, julho 31, 2016

Podia falar mas não falo...


Nosso comentário:

Para não cansar, porque é fim de semana e as pessoas precisam de descansar as cabecinhas e o resto, não as vou maçar hoje com coisas sérias.
Podia falar daqueles inquéritos dos senhores deputados portugueses que mais parecem julgamentos em tribunais misturados de politiquices de entretenimento do que verdadeiros esclarecimentos de assuntos de importância crucial.
Podia, mas não falo.
Podia falar nas eleições norte-americanas e, longe vá o agoiro, na possibilidade de ser eleito um senhor estranho que amedronta meio mundo só de ser visto e ouvido. Imaginem então o susto que será quando ele, se puder, começar a fazer algumas coisas que ameaça fazer...
Podia falar nisso mas não falo.
Podia falar no terrorismo e nos horrores de Alepo, na Síria, mas não falo.
Podia falar da caça às bruxas em diversos países, alguns deles bem importantes. Mais parece uma lavagem à antiga da "inteligência" desses países de uma maneira pouco acessível à compreensão de qualquer democrata.
Podia falar nos bancos e na sua dificuldade para sobreviver. Nunca me passou pela cabeça vir um dia a "recear pelo futuro dos banqueiros"...
Podia falar de muita coisa mas hoje, porque é fim de semana e, mais do que isso, o início de merecidas férias para muitos, não falarei de coisas sérias. 
Deixo apenas umas frases simples contendo alguma filosofia barata e algum sentido de humor.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira



Pediram-me um donativo para a piscina municipal.
Dei um copo de água.

Esta noite um ladrão entrou em minha casa, procurando dinheiro. Levantei-me e procurei com ele.

O único fim feliz que conheço é o fim de semana.

Da minha casa até ao bar são 5 minutos.
Mas do bar até minha casa é  1h50 min.

Os pais são duas pessoas que ensinam o filho a andar e a falar, para em seguida, o mandarem sentar e calar!

Custou-me muito a aprender a escrever correctamente. Até que um dia adquiri um telemóvel e ... iskci td

O ser humano é incrível: corta uma árvore para fazer papel e nele
escrever «salvem as árvores».

segunda-feira, julho 25, 2016

Irmão de Obama vota Trump


Nosso comentário:

Li o título da notícia que hoje escolhi para partilhar, por o mesmo ter prendido sobremaneira a minha atenção.
Fui ler.
Quis saber quem era o irmão do ainda Presidente dos EUA/USA, Barak Obama, de nome Malik, meio Queniano, meio norte-americano. 
Sobretudo queria ficar esclarecido sobre a razão da embirração do dito mano para com o poderoso irmão e Presidente Obama.
Embora habituado já no nosso Portugal a mais do mesmo, ou seja, que os irmãos nem sempre leem pela mesma cartilha, quis todavia saber algo mais sobre as razões justificativas do azedume entre os manos Obama.
Isto por se tratar de quem se trata, o Presidente dos Estados Unidos da América, e também por se avizinharem as eleições americanas que podem ser fatais tanto para americanos como para e resto do mundo.
Li a notícia.
Tenho que dizer que fiz bem ter lido, pois fiquei mais descansado por saber quem é quem.
E que, afinal, lá como cá, também há o irmão bom e o irmão mau.
Sem dúvida que se conclui com facilidade que o polígamo meio-irmão de Obama, apoiante de Donald Trump e fã de Muammar Khadafi, não é flor que se cheire.
Todavia, prefiro que sejam os leitores a constatarem o facto por si mesmos lendo a notícia que partilho abaixo.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira



Irmão de Obama vota Donald Trump

Malik Obama disse ao Post, a partir do Quénia, onde vive, que está "muito desapontado" com administração Obama e que Donald Trump "fala do coração". O slogan "Tornar a América grande outra vez" é, segundo ele, "um grande slogan".
Mas por que razão está Malik desapontado?
O meio-irmão mais velho de Barack, que só o conheceu em 1985, afirma não gostar de Hillary Clinton devido ao escândalo do email pessoal usado para tratar de assuntos oficiais e confidenciais, quando era Secretária de Estado.
Por outro lado, a instituição do casamento é-lhe muita querida, pelo que prefere um partido que não apoie o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
O "New York Post" salienta mesmo que Malik gosta tanto do casamento tradicional, que até tem, pelo menos, três mulheres e há rumores de que terá 12. Uma das mulheres terá casado com ele quando ainda era adolescente.
A administração Obama também não lhe é querida por ter apoiado a mudança de poder na Líbia. Em 2012, dedicou a biografia do pai a Muammar Khadafi e outros que "faziam do mundo um lugar melhor".
Questionado sobre o que perguntaria a Trump se algum dia o encontrasse, Malik Obama afirma que gostaria de saber a posição do candidato republicano à Casa Branca sobre a poligamia.
Malik é um dos sete meios-irmãos de Barack Obama. Vive no Quénia, mas é um eleitor registado no estado norte-americano do Maryland.
Em 2008 - ano da eleição do irmão -, criou a organização sem fins lucrativos Barack H. Obama, com o intuito de ajudar a sua aldeia natal, no Quénia, mas a instituição não estava registada, nem tinha isenção fiscal, como ele afirmava, apesar de a ter obtido após o escândalo.
Em 2013, a relação com Barack Obama azedou, quando presidente dos EUA não o apoiou nos seu intuito de se tornar governador do condado de Siaya, no Quénia.

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...