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sexta-feira, setembro 01, 2017

História de Portugal na toma da bica


Regressando à rubrica "o saber não ocupa lugar" volto a servir-me dos pacotinhos de açúcar que hoje acompanharam as bicas após o almoço (duas) dos cafés "Chave D'Ouro.
Como tenho referido, aquela marca de cafés tem em curso uma iniciativa denominada 100 Eventos marcantes da História de Portugal.
Tendo em conta que a leitura do conteúdo dos ditos pacotinhos de açúcar não me tirou muito tempo, da mesma maneira não tirará muito tempo aos estimados leitores.
E, há que dizê-lo, nos dias que correm, em que se diz que tempo é dinheiro, muitas das vezes textos demasiados extensos podem correr o risco de não serem lidos pelos destinatários dos mesmos.
Falo por experiência própria, mas desta feita não é o caso.
Os textinhos divulgados pela iniciativa acima referida são curtos e agradavelmente informativos.
Ora confiram:

Ano de 1975: Tentativa de golpe militar conduzido pelas forças políticas consideradas como radicais, cujo fracasso resultou no fim da influência que estas exerciam sobre o país, permitindo que se instalasse em Portugal uma democracia socialista.

Ano de 1985: Em 12 de junho Portugal assinou o tratado de adesão à Comunidade Económica Europeia (CEE) . Mário Soares lidera a comitiva que formalizou, no Mosteiro dos Jerónimos, a entrada do país no projeto europeu.

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira

sábado, janeiro 07, 2017

Mário Soares, a Democracia e um poema!



Nosso comentário: Apenas algumas palavras só para divulgar e apresentar uma Antologia que contém alguns poemas meus.
Escolhi um deles por achar oportuno.
É que morreu hoje um GRANDE DEMOCRATA:
MÁRIO SOARES
Chamam-lhe o PAI DA DEMOCRACIA PORTUGUESA.
E escolhi o poema que transcrevo abaixo porque curiosamente quem o inspirou foi um senhor que é exatamente o oposto de Mário Soares, um senhor que tem um discurso que desejamos que seja mentira, que desejamos que o que diz da boca para fora não venha a corresponder à sua real atuação como Presidente.
Refiro-me a Donald Trump eleito "perigosamente" o líder da maior potência mundial.
Inspirou-me uns versos preocupantes. 



Seara para todos


Há valores fundamentais ameaçados
Muito por culpa dos muros construídos
Um chega para lá dos mais endinheirados
Ricos mais ricos pobres mais empobrecidos

Em saber há povos bem apetrechados
Pelo que é difícil impor a servidão
Impõe-se aos inteligentes mais dotados
Agir de acordo com tamanha evolução

Tem que haver engenho nas políticas
Que o rio da vida chegue a todo o lado
Se afastem de vez opções apocalípticas

Que haja seara para todos que haja paz
Que toda a pessoa seja árvore na floresta
Parte de um todo solidário e não voraz



PS. Junto um vídeo que hoje gravei com este poema. A "gravação artesanal" não está grande coisa, mas quis acrescentar música e acho que borrei um pouco a voz que diz o poema. As minhas desculpas.


terça-feira, julho 07, 2015

Aluna de arte dramática, depois Primeira Dama


Evocação singela:




Uma vida preenchida, uma ilustre portuguesa, uma vida dedicada a preocupações de índole social, à educação, à intervenção política e cívica, etc.
De actriz a primeira dama, com tudo pelo meio, assim se poderia definir levianamente numa curta frase o percurso riquíssimo desta senhora que hoje mesmo deixou o convívio de todos nós.
Numa altura em que Portugal e os portugueses estão confrontados com dificuldades novas em que é proibido fraquejar, em que há que ir buscar forças aonde as houver...
Maria Barroso pode muito bem ser uma dessas fontes inspiradoras de coragem, de ânimo, de crença, de classe, de cultura, de portuguesismo, tão necessários à sobrevivência desta Nação soberana de séculos.
Da vida e da morte pouco há a acrescentar. São duas realidades com que todos nós temos de nos confrontar.
Maria Barroso, hoje mesmo deixou o convívio dos vivos, mas ficará para sempre entre nós, nas memórias que se perpetuarão na história de Portugal.
Um momento triste para Portugal, sem dúvida, particularmente triste para uma Família referência deste querido país. 
Aos seus entes queridos expresso os meus votos de grande pesar. Que me perdoem esta tão singela homenagem no meu blogue.


António Esperança Pereira




terça-feira, fevereiro 10, 2015

Sporting e Felipe VI de Espanha cortam...


Nosso comentário:

Da leitura em diagonal que fiz da imprensa, seleccionei três notícias neste dia, que bem poderiam ser dezenas, todas elas com igual ou semelhante importância.
Isso só prova, por um lado que se vivem tempos explosivos, com muita coisa a acontecer e em catadupa. 
Por outro, que se torna perigosa a tamanha confusão que se instalou e que parece ter vindo para ficar. 
Essa confusão não existe só em Portugal ou na Europa, ou na Rússia, ou nos EUA, ou nos Estados Islâmicos, ou na Coreia do Norte, ou em Cuba, ou, ou...
Existe um pouco por todo o lado e, de um momento para o outro, tudo parece ter entrado em estado de convulsão. 
Ora, assim sendo, das duas uma: ou vinga uma tendência para tudo sair do controlo, ou ao invés disso tudo poderá ter de ficar controlado demais.
Estas possibilidades tornam-se bem perceptíveis ao repararmos que os partidos ditos moderados, de centro ou centro esquerda, vêm perdendo paulatinamente simpatizantes.
Por isso mesmo, escolho o significado da expressão "andar à toa" para sintetizar um pouco o que se vem passando, em Portugal, na Europa e um pouco por todo o lado.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira



Mário Soares: voltou esta terça-feira ao tema da prisão de José Sócrates para repetir que é inaceitável que o ex-primeiro ministro continue preso preventivamente sem que se conheçam os fundamentos da sua detenção. E para dizer que "o que os portugueses sabem é que os que roubaram, lesando o país, estão à solta".

Filipe VI de Espanha: O monarca resolveu cortar 20% em relação ao salário que o pai recebia enquanto chefe de Estado. Receberá este ano 234 204 euros, menos 58 mil que em 2014. Segundo um porta-voz da Zarzuela, citado pelo El País, para chegar a esse valor Felipe VI usou como referência os ordenados de outros monarcas e presidentes europeus.

Sporting: O Sporting anunciou hoje o corte de relações institucionais com o Benfica, devido ao que o clube considera “graves acontecimentos do passado fim de semana”, anunciando levar os casos às entidades competentes “até às últimas consequências”.

ANDAR À TOA


Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está "à toa" é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar. O significado da expressão, por conseguinte, é andar sem destino, despreocupado, passando o tempo. Ou então uma pessoa sem determinação, que é comandada pelos outros.

quinta-feira, novembro 29, 2012

Carta Aberta num país prisioneiro de piratas


Nosso comentário:


Dou hoje relevo a mais um protesto de peso contra este governo e suas desastrosas políticas. 
Esse protesto é nem mais nem menos uma carta aberta de 78 cidadãos de vulto.
Uma carta dirigida aos "governantes de nacionalidade portuguesa" com maiores responsabilidades nos comandos actuais de Portugal: 
Cavaco Silva e Passos Coelho.
O relevo que lhe dou nem é pelos 78 cidadãos em apreço, todos eles merecedores de inquestionáveis créditos.
Mas sim, por se tratar de mais um conjunto de pessoas de bem, portugueses, que não se conformam com o desastre permanentemente anunciado pelo primeiro ministro.
Um buraco sem fundo nem esperança. Um buraco que é tão escuro que nada que possa acontecer a seguir neste país poderá ser pior do que o quadro draconiano e punitivo das políticas ora seguidas.
Um desastre tratado com uma frieza atroz pelos seus mentores, capaz de nos fazer lembrar um misto de Estalinismo e fascismo de tempos de muito má memória.
A maneira como se fala das pessoas... das mais idosas, das crianças, dos estudantes, dos doentes, de todos os portugueses em geral...
Para este governo, ninguém é tratado como gente. É tão somente um número incómodo. 
Um número que consome dinheiro, que tem benefícios sociais, que é preciso punir até à rendição final ou morte lenta.
É assim como que dizer aos portugueses, com uma lata nunca vista depois do 25 de Abril de 74,que para salvar Portugal terá que o matar primeiro.
Mais ou menos isto.
Ouvi o primeiro ministro e fiquei com medo. Não aquele medo real que se tem perante uma fera que se prepara para atacar. 
Não. 
É mais um medo do vazio, da falta de conteúdo nacional, de visão, de humanismo, de sensibilidade, de ausência de um AQUI IDENTIFICADO, que só pode conduzir a uma qualquer loucura, qualquer coisa de muito mau.
Emoldurando o discurso punitivo, um tecto de números e mais números abstractos, dando cobertura a um chão, qual holocausto, onde jazem pessoas por eles (números) dizimadas.
Uma obsessão doentia por um rumo incerto, vago, imprevisível, irrealista, o discurso do primeiro ministro. Uma obsessão seguidista de modelos não aplicáveis a Portugal, ou, se aplicáveis, com enormíssimos riscos de perda da identidade nacional, de perda dos verdadeiros valores e fundamentos da Pátria Lusa.
Portugal não é o que estes senhores que governam querem fazer crer.
Portugal pode precisar de financiamento externo, como é agora o caso, mas não tem que se vergar perante técnicos de 2.ª e 3.ª linhas das entidades que se designam por TROIKA.
Eles são simples representantes dos nossos credores, da banca financiadora. Não têm poderes de governar Portugal ou de mandar em quem governa.
Sejamos lúcidos em relação a Portugal, aproveitemos para isso a inspiração que pode ser para todos nós, na actual conjuntura, essa data memorável que se aproxima, evocativa do 1.º de Dezembro de 1640.


PS. Fica a notícia sobre a carta aberta ao primeiro ministro e ao Presidente da República. Espero que o link mais abaixo possa abrir a totalidade do conteúdo.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/


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Personalidades exigem fim desta política ou demissão de Passos

Uma carta aberta de 78 personalidades foi entregue hoje ao primeiro-ministro e ao Presidente da República. Entre os signatários contam-se Mário Soares, Eduardo Lourenço, Manuela Morgado, Siza Vieira, Lídia Jorge, Pires Veloso, Carvalho da Silva, Daniel Oliveira e Vitor Ramalho.




"O Governo, num fanatismo cego que recusa a evidência, está a fazer caminhar o País para o abismo", afirma um grupo de 78 cidadãos, encabeçados por Mário Soares, que exige a Passos Coelho que mude de política ou apresente a sua demissão do cargo de primeiro-ministro.
Numa carta hoje entregue a Passos Coelho, e dela dado conhecimento ao Presidente da República Cavaco Silva, este grupo representado pelo jurista e ex-presidente da Fundação INATEL Vítor Ramalho acusa o Governo de ter "um fanatismo cego" e de "recusar a evidência", fazendo assim "caminhar Portugal para o abismo".

"Perdeu-se toda e qualquer esperança"


"A recente aprovação de um Orçamento do Estado iníquo, injusto, socialmente condenável, que não será cumprido e que aprofundará em 2013 a recessão, é de uma enorme gravidade, para além de conter disposições de duvidosa constitucionalidade. O agravamento incomportável da situação social, económica, financeira e política, será uma realidade se não se puser termo à política seguida", afirmam.
Para os sgnatários, "perdeu-se toda e qualquer esperança" e escrevem esta carta aberta por estarem "muito preocupados com as consequências da política seguida pelo Governo".
Além do ex-Presidente da República Mário Soares, os professores Eduardo Lourenço, João Ferreira do Amaral e Adelino Maltez, o arquiteto Siza Vieira, o advogado António Arnault, o general Pires Veloso, o teólogo frei Bento Domingues, o ex-líder socialista Ferro Rodrigues, o escultor João Cutileiro, o ex-secretário-geral da CGTP Carvalho da Silva, entre muitos outros.
Clique abaixo para ler a carta aberta na íntegra



segunda-feira, abril 25, 2011

25 de Abril (apontamento breve)


Quando se fala da data "25 de Abril", é inevitável a associação que se faz de imediato ao que também foi designado por "revolução de Abril" ou "revolução dos cravos".
Esta revolução ocorreu no ano de 1974, daí que, embora se trate de um acontecimento recente (com apenas 25 anos na data em que este texto é escrito) muitos jovens que começam já a ter responsabilidades profissionais de certa monta, pouco ou nada recordam ou sentem sobre a data memorável que é o "25 de Abril".
Daí a razão de ser destas linhas, que se destinam sobretudo aos que nasceram depois daquela data, ou que tinham então poucos anos de idade e por isso não puderam participar e assimilar o que estava realmente a acontecer.
Portugal vivia num regime autoritário havia mais de 40 anos. Foi um tempo de repressão policial, de intolerância, de censura, de muitas coisas que revoltavam o povo português. Havia a guerra nas colónias e o regime de Salazar tentava manter a todo o custo um império que já não encontrava paralelo nas outras potências colonizadoras da Europa.
O desgaste provocado pela guerra colonial aliado ao atraso em que Portugal cada vez mais se encontrava e que obrigava milhares e milhares de portugueses a emigrarem para o estrangeiro (sobretudo para França) para aí encontrarem melhores condições de vida, ajudaram a que a revolta aumentasse e a certa altura se tornasse inevitável o confronto.
Foi então que surgiu um movimento liderado por militares, que ficaram conhecidos por "capitães de Abril", que, ocupando sítios estratégicos e com o apoio incondicional da população, prenderam o então líder do governo, Marcelo Caetano, que sucedera poucos anos antes, a Salazar.
Nas ruas da capital havia multidões a perder de vista, cantavam-se canções de liberdade e de apoio ao MFA (movimento das forças armadas). Gritavam-se "slogans" como: "fascismo nunca mais"; "viva a liberdade"; "morte à ditadura"; "morte à PIDE".
Era também a festa de regresso a Portugal de intelectuais e políticos ilustres que viviam exilados no estrangeiro.
Entre esses, citem-se, apenas a título de exemplo, os casos de Mário Soares, Álvaro Cunhal e Manuel Alegre.
Logo a seguir ao "25 de Abril", sucedeu-se um período conturbado de luta pelo poder, estando sempre iminente uma guerra civil. Havia manifestações populares por tudo e por nada, em apoio ou contra isto ou aquilo, esta ou aquela figura política.
Foi também o tempo de alguns exageros de sinal negativo, como aliás os há em todas as mudanças profundas.
Foi o caso dos saneamentos selvagens de certas pessoas, feitos em julgamentos sumários e públicos acusando-as muitas vezes do que não eram, bem como certos radicalismos que tentavam através de um protagonismo oportunista e exagerado controlar o país.
Mas o bom senso prevaleceu e os partidos políticos foram solidificando a sua influência na sociedade civil. Ao mesmo tempo que isso acontecia, os militares regressavam aos quartéis cedendo o poder aos políticos como deve ser numa sociedade democrática.
Foi então que começou o "Portugal democrático" onde cada português passou a ter direito a pensar livremente: a ser socialista, comunista, democrata-cristão, ou outra qualquer tendência ideológica, sem que por isso fosse perseguido.
Esta foi, sem sombra de dúvida, uma das maiores conquistas trazidas pela "revolução dos cravos": A conquista da "LIBERDADE". A outra grande conquista foi a "PAZ" alcançada com o fim da guerra colonial. A terceira grande conquista foi a "DEMOCRACIA", com a legalização dos partidos políticos.
Fruto do 25 de Abril, o regime democrático em que vivemos, é tolerante, aberto a todas as correntes de pensamento.
Tem um Presidente da República eleito através de sufrágio universal, o mesmo sucedendo com o Parlamento e as Autarquias.
É o Parlamento quem confere legitimidade ao Primeiro-ministro e o seu Governo para governarem o país. Os Tribunais são o garante do cumprimento das leis.
Por isso dizemos hoje que Portugal é um país livre e democrático.

In "TEXTOS DISPERSOS DO EU" de António Esperança Pereira

sábado, abril 02, 2011

OS RICOS NÃO TÊM MEDO DO FMI


De Mário Soares a Pinto Balsemão, passando por Freitas do Amaral e Passos Coelho eles não têm medo do FMI, dizem.
Pudera! qualquer deles passará bem com os cortes drásticos que serão feitos.
E os mais desfavorecidos passarão? receio que não meus ilustres senhores.

O FMI salva-os do medo que a ESQUERDA MAIS RADICAL possa ganhar uma voz forte, se instale na sociedade portuguesa, se mobilize em movimentações gigantescas nas ruas, nas fábricas, denuncie as lacunas visíveis do sistema. Que lhes ameace o que têm: com nacionalizações, reforma agrária, mais igualdade na distribuição dos rendimentos, etc etc.

O FMI vem fazer tudo o que eles querem que seja feito: baixar salários, extorquir o 13.º mês, facilitar despedimentos, cortar nas pensões, aumentar impostos, menos Estado e tudo o que é bom nas mãos dos privados, a começar pela Caixa Geral de Depósitos.

Eu sinceramente não sei quem é o FMI, não o conheço, nunca lhe vi a cara, creio que não tem cara ou se a tem nunca lha vi... só sei que me habituei a não gostar dele. Ele que me desculpe, mas para mim não é flor que se cheire. Infantilmente associo-o aos anónimos mercados, aos especuladores, às agências de "rating". Não sei ao certo. O que sei é que está aí à porta para tratar da saúde ao nosso QUERIDO PORTUGAL.

Custa-me ver o Dr. Mário Soares do mesmo lado da barricada do Dr. Freitas do Amaral.
Foi um lutador ao contrário dos outros, lembro-me dele ao lado do Dr. Salgado Zenha a encherem de esperança uma juventude sem esperança nenhuma.
Custa-me ver um povo com uma história invejável, uma projecção ímpar no mundo, novamente de mão estendida, com as calças na mão.

Foi tudo um sonho o que se passou nos últimos anos? tudo mentira? auto-estradas, carros com fartura, casas, país Portugal no lugar dos ricos, tratado de Lisboa, energias renováveis, lugares cimeiros na inovação e qualidade de vida, metro a crescer em Lisboa e no Porto, Parque das Nações, aeroporto Sá Carneiro, aldeias vilas e cidades muito mais limpas e apetecíveis? Estádios modernos, o Alqueva, 500.000 estudantes universitários...dois Prémios Nobel, maestrinas, campeãs mundiais de judo, investigadores, treinadores e jogadores de futebol de topo... 11.º lugar mundial em qualidade de vida comparada... alguns portugueses em cargos de responsabilidade mundial, etc etc.

foi tudo mentira?

se não vir isto explicado com clareza, se vier o FMI a cuidar de nós, pois que a ESQUERDA UNIDA ou seja lá o que for ou quem for, apresentem uma alternativa credível para este país.

Que...
mais vale viver de pé com o que é nosso do que de joelhos com as esmolas dos outros.

OS RICOS QUE PAGUEM A CRISE!

Acredito em Portugal,

António Esperança Pereira

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...