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quinta-feira, outubro 03, 2013

Da Dinamarca para o mundo!


Nosso comentário:

Porque convida todos a, pelo menos, uma reflexão, divulgo o vídeo abaixo sem quaisquer juízos de valor ou julgamentos.
A entrevista que dele consta, diz praticamente tudo o que há para dizer dentro da temática que aborda.
Escuso-me por isso a acrescentar seja o que for sobre o tema.
Em boa verdade, pouco ou nada acrescentaria.
Como acho interessante os comentários constantes do mail, tal como me foi remetido, divulgo tal como o mesmo chegou até mim.
Oxalá seja do vosso agrado.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira



Olá,
Vejam o vídeo abaixo indicado.
É muito mais que um murro no estômago ; é um murro no coração, no cérebro,
no corpo todo.
O que ali está patente não são umas lamúrias piegas de um latino numa hora
de nostalgia ; são realidades dos nossos tempos.
Até quando a sociedade validará mais o politicamente correcto em detrimento
dos valores e sentimentos que actualmente parece desprezar ?
Um abraço
JC
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 ASSISTA O VIDEO - É IMPERDÍVEL ! Mexe com conceitos atuais

Muito bom depoimento, de lascar. Todos têm pressa, falta tempo e a sociedade de consumo cobra eficiência, muito trabalho, é competitiva, e a familia vai desaparecendo, surgindo algo anódino insignificante, laços baseados não na vivência e convivência mas nos raros festejos familiares.

Isto é um alerta para todos.

 Na Dinamarca
Para quem acha que 1º mundo é muito diferente dos países em desenvolvimento...veja e reveja seus conceitos!
Vale apenas ver o tempo passar?
Tudo muito limpo, organizado, produtivo,...para quem?  quem usufrui?
Pensar seriamente é preciso, sem egoísmo e sem paixões subalternas.
Uma entrevista IMPERDÍVEL!!!.

 https://www.youtube.com/watch?v=S09zpRXm1U8

quarta-feira, março 27, 2013

Hoje é o dia!



Nosso comentário:

Hoje é o dia.
Os portugueses andam ofuscados, sem liderança à altura, ainda por cima com as contas do governo sob a égide dos estrangeiros da TROIKA a não baterem certo e irem de mal a pior.
As previsões têm falhado, há receios fundados sobre o futuro do país, sobretudo agora que não é só a Grécia nem só a Irlanda, nem só a Espanha, etc etc.
Aparece o gravíssimo problema de Chipre.
Paira já no ar a suspeição sobre o senhor que se segue: a Estónia.
Há mesmo dúvidas de que o projecto da União Europeia, quer pela postura da Alemanha, quer pela cisão notória entre norte e sul...
Que tal projecto, pelo menos tal como foi idealizado, se mantenha de pé.
Portanto, por tudo isto e porque Sócrates não é uma pessoa qualquer, sabemos que a expectativa é grande no que concerne ao reaparecimento em cena do ex- primeiro ministro.
Para já apenas sabemos que reaparece para conceder uma entrevista à RTP 1 a seguir ao telejornal das 20 horas.
Hoje é o dia.
Goste-se ou não se goste do engenheiro José Sócrates, tem que se dizer que homem nenhum neste país e neste momento faz correr tanta tinta num misto de paixão/amor/ódio como ele. 
Também, em boa verdade se diga, de nenhum outro se espera com a mesma ansiedade palavras supostamente importantes e diferentes do habitual, que terá para dizer aos portugueses.


PS. Até à hora da entrevista tão aguardada de José Sócrates, e para descontrair os mais fervorosos seguidores ou dissidentes do político, deixo uma anedota em português do Brasil que aconselho.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/




Daltónico coisa nenhuma.....



               Noite alta, um senhor  bem vestido,  chegando de viagem, toma um táxi no aeroporto e  pede ao motorista para levá-lo para  casa.
 
             No  caminho, vê uma senhora,  também  muito bem vestida, entrando uma Boate  chamada  'Dito  e   Feito'.
Reconhecendo a mulher, ele pede ao  taxista que retorne à porta da boate. Tira do  bolso um maço de notas e diz:

        - Aqui estão dois mil reais. São seus se você  tirar de dentro da boate aquela mulher   vestida de vermelho que acaba de  entrar. Mas vá tirando e cobrindo de porrada,  porque aquela desgraçada é  minha
esposa.
 
             O taxista, que andava numa 'dureza daquelas',  aceita de cara e adentra à  Boate.

              Cinco  minutos  depois ele sai,  arrastando uma mulher pelos cabelos, com o  rosto  sangrando, toda desgrenhada, e  gritando todos os impropérios que se possa  imaginar. O senhor no táxi vê a cena e percebe,  horrorizado, que a mulher está vestida de verde e sai correndo  para alertar o taxista do erro.
 
             -  Pare! Pare! O senhor errou. Como o  senhor confundiu vermelho com verde? O senhor é  daltônico?

        Ao que o taxista retruca: 

               - Daltônico é o cacete! Esta é a minha... Já  volto lá pra pegar a  sua!

quarta-feira, fevereiro 06, 2013

Adriano Moreira e bonitas imagens de cavalos frísios


Nosso comentário:


Dado continuar tudo na mesma no tocante à realidade politico-social nacional, tirando algumas mudanças de Franquelim's (Secretários de Estado) hoje opto por divulgar belas imagens de cavalos.
Porque, se as não divulgasse, essas belas imagens de cavalos, teria que referir o seguinte: ontem foi-me dado ver e ouvir uma entrevista concedida pelo Prof. Adriano Moreira a uma das televisões de Portugal. Apesar da bonita idade que tem, ainda deu cartas em muitas das afirmações sábias que o caraterizam, isto, goste-se ou não do seu ideário.
Eu sou suspeito, pois tive a honra de ter sido seu aluno, mas tem que se lhe fazer justiça, é um homem que em determinadas áreas pede meças a qualquer um, isto, internacionalmente falando.
Para não maçar os leitores, destaco da entrevista do Prof. Adriano Moreira, que aconselho a ler na íntegra, apenas meia dúzia de coisas: 
Anotei que gosta da ministra da agricultura, dos outros ministros nem tanto, preferindo "esquecer" os nomes dos que em sua opinião não merecem de todo exercer tal cargo. 
Elogiou o Estado Social, achando que este governo não pode esquecer os mais desfavorecidos. Pelo que neste campo se situa muito próximo da doutrina social da igreja e do partido socialista. 
Prestou rasgados elogios ao dr. Mário Soares, em seu entender, a melhor magistratura exercida como Presidente da República, ao invés da do atual Presidente da República a quem criticou severamente. 
Disse porquê.
Também disse que os partidos social democratas têm evoluído para uma via neo-liberal estranha, fazendo sempre eco do primado que deve ser dado à PESSOA HUMANA acima de qualquer outro valor.
Disse ainda que quem manda no governo é o "ministro do orçamento" como apelidou Vitor Gaspar. 
Explicou bem porque lhe chama ministro do orçamento e não ministro das finanças.
Também disse entre muitos outros temas nacionais e internacionais inteligentemente abordados, que não tem havido equidade na distribuição dos sacrifícios por parte das medidas governamentais.


PS. Dito isto sobre o Prof. Adriano Moreira assim à laia de síntese avulsa, deixo-os com os bonitos cavalos frísios que alguém amavelmente me enviou.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/






Veja a beleza destes cavalos FRÍSIOS.

A espécie foi quase extinta
na segunda guerra mundial
pelo seu uso extensivo na guerra.
Restaram
5 garanhões e algumas fêmeas
no mundo para garantir a espécie…

São originais
dos países baixos e é
uma espécie muito dócil.

segunda-feira, junho 04, 2012

O autor do blog/site em entrevista à Editora Bubok

Nota do autor do blog/site:

A Editora Bubok teve a amabilidade de transcrever umas afirmações minhas e publicitá-las em formato de entrevista. A minha gratidão para com a Editora. Se o estimado leitor deste blog/site quiser ler a entrevista original, poderá fazê-lo neste link: http://www.bubok.pt/blog/entrevista-a-antonio-esperanca-pereira-autor-da-bubok/.

De qualquer maneira aqui a deixamos transcrita no blog para facilitar a vida a quem por este ou aquele motivo não tenha uns minutos para visitar o endereço da Editora Bubok, indicado no link supra.

Fica então sem mais delongas a entrevista à minha pessoa, agradecendo desde já a atenção que lhe quiserem dispensar.

Um muito obrigado a todos!

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Entrevista a António Esperança Pereira, autor da Bubok

Publicado em 04 de Junho de 2012

1. Quem é o autor António Esperança Pereira?
Assim de repente, ocorre-me opinar que a vida é um percurso. Uma soma de momentos que no meu caso pessoal se estendem das terras rudes do nordeste português, onde nasci, à cidade de Lisboa onde passei a residir desde os tempos da Faculdade.
Estudei Ciências Sociais e Políticas, tendo obtido a licenciatura pela Universidade Técnica de Lisboa.
Gosto de viajar, gosto da Europa, aprecio a vida, gosto do mundo de língua portuguesa, sou tolerante, sou intimista, reajo mal à injustiça.
Sou casado, tenho três filhos.
Na vida profissional tenho-me ocupado de áreas ligadas à Educação, Comunicação Social, Gestão de Pessoal, Formação Profissional, entre outras.

Adoro escrever. Mantenho um blogue pessoal na internet.

2. Lembra-se do primeiro texto que escreveu?
Lembro-me que “brinquei”, ainda adolescente, escrevendo uma pequena peça de teatro nem mais nem menos versando satirizar os amores de D. Pedro por D. Inês de Castro.
Recordo também ter enviado para concurso, ao então famoso vespertino da capital, “Diário de Lisboa”, um poema intitulado “adeus página branca”.
Escrevi muitos sonetos, cartas, mas que se foram perdendo algures pelas gavetas de sítios díspares por onde fui passando.
3. De entre os livros que já publicou na Bubok, o que o levou a publicar o “60
POEMAS POR ORDEM ALFABÉTICA”?
É assim… o meu blogue ajudou-me muito a sentir a necessidade de publicar tantos textos que tinha, só nele (blogue) tive a real consciência disso. Resolvi assim dar formato de livro a tanta palavra escrita.
Foi adoptando essa lógica que surgiu “60 POEMAS POR ORDEM ALFABÉTICA”.
Sou intuitivo e determinado. Quando é chegada a altura deixo que a vida faça o resto.

o meu blogue ajudou-me muito a sentir a necessidade de publicar
tantos textos que tinha

4. Em que é que se inspira para escrever?
Sou um romântico assumido, com pinceladas aqui e ali de grande realismo. Oscilo não poucas vezes entre extremos. Há em mim o céptico e o optimista ao mesmo tempo.
O sexo oposto é muito inspirador, o que vulgarmente é apelidado de “musas”.
Depois é aquilo que se pode chamar “o livro da vida”. Como que de repente somos confrontados com o mundo dual em que nos movemos: alegria e tristeza, bem e mal, motivação e desmotivação… e assim por diante.
A sensibilidade é como que o elo, a alma, que capta o que se passa entre o “eu” de mim e esse livro da vida.
5. Mas também escreve prosa. Tem algum ritual para escrever?
É assim: um texto em prosa é muito diferente de um texto em poesia. Tem-se uma temática e como que os parágrafos se sucedem uns aos outros. Isto, claro, dito de uma maneira muito simplista.
Na poesia não. Você quer dizer qualquer coisa e não consegue, ou porque não lhe sai o ritmo, ou porque lhe falta a dose afinada de sensibilidade, ou porque não saem as palavras exactas para pintar o quadro poético, entende?
Só mais uma coisa: escrever prosa, um livro, por exemplo, exige paciência, eu devo confessar, sou pouco paciente.

escrever prosa, um livro, por exemplo, exige paciência, eu devo confessar, sou pouco paciente

6. Qual a melhor parte de escrever e de ver um livro publicado?
Um sonho tornado realidade, uma prova de existência pessoal, uma mensagem que fica na vida que passa.
7. O que tem feito para promover os seus livros? O que é que já fez de mais original?
Devo confessar, que tenho feito muito pouco quanto à promoção dos meus livros, circunscrevendo-me a familiares e amigos, pouco mais. Utilizo também o meu blogue. Esporadicamente algumas redes sociais. É tudo.

[publicar um livro é] um sonho tornado realidade, uma prova de existência pessoal, uma mensagem que fica na vida que passa

8. O que recomenda a quem esteja a pensar em escrever um livro?
Se se sente motivado para o fazer, que siga em frente. Que ponha como objectivo principal “escrever um livro”. Seguramente nenhum “Prémio Nobel” pensou sê-lo algum dia, antes de começar primeiro o caminho da escrita, verdade?
Quando se gosta de algo como escrever, é como gostar de praticar desporto, pintura, música, escultura, medicina, etc etc.
É bom na vida fazer-se o que se gosta. Infelizmente nem sempre é possível.

seguramente nenhum “Prémio Nobel” pensou sê-lo algum dia, antes de começar primeiro o caminho da escrita,

9. Como é que conheceu a Bubok? Porque é que decidiu publicar connosco?
Se quer que lhe diga, nem sei bem. Pesquisei na net, ainda fiz uns contactos com editoras. Foi então que alguém próximo de mim me sugeriu o site da vossa editora. Fui ao site logo que pude. Já no site, lembro-me de ter ficado com algum stress pois queria atinar com “a coisa” mas percebi logo que a editora Bubok era altamente inovadora no que fazia. Pareceu-me credível, logo me acostumei à plataforma destinada a publicação.
Desde então comecei a editar convosco e tem sido uma experiência indescritivelmente profícua.
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Fiquem bem,



Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...