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quinta-feira, novembro 30, 2023

Pensões vão aumentar entre 6% e 5% a partir de janeiro

 

ARSHAD ARBAB/EPA© Fornecido por Lusa

Lisboa, 30 nov 2023 (Lusa) – As pensões vão aumentar entre 6% e 5% a partir de janeiro, de acordo com cálculos feitos com base na estimativa rápida dos valores da inflação de novembro, hoje publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo a estimativa rápida, a inflação média dos últimos 12 meses, sem habitação, referente a novembro foi de 5,00%, o que permite definir a atualização automática das pensões no próximo ano, numa fórmula que tem também em conta a taxa de crescimento médio anual do Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos dois anos.

Assim, com base na estimativa rápida do Índice de Preços no Consumidor (IPC) hoje conhecida, e também com a divulgação dos valores de crescimento do PIB no terceiro trimestre deste ano, as pensões até 2 IAS, ou seja, até cerca de 1.118 euros vão aumentar 6% a partir de janeiro.

Já as pensões entre duas e seis vezes o valor do IAS (entre 1.118 euros e 3.055 euros) vão ser atualizadas em 5,65%.

Por sua vez, as pensões entre seis e 12 vezes o valor do IAS (entre 3.055 euros e 6.111 euros) terão uma atualização de 5%, em linha com a inflação que serve de referência à atualização das pensões.

Os valores de atualização para os diferentes patamares de pensões são semelhantes aos que tinham já sido apontados pelo Governo.

A mesma fórmula é igualmente usada para atualizar o IAS, o que indica que este indexante (que é usado para atualizar várias prestações sociais) deverá avançar em janeiro para os 509,26 euros.

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quinta-feira, abril 06, 2023

Líderes latino-americanos entram em acordo para plano de combate à inflação

 


Os presidentes de onze países latino-americanos concordaram, nesta quarta-feira (5), com um plano para reduzir a inflação, que visa criar facilidades para o intercâmbio de produtos básicos e bens intermediários, informou o governo mexicano.

O compromisso foi anunciado após reunião virtual convocada pelo presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, e envolve também Argentina, Belize, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Honduras, Venezuela e São Vicente e Granadinas.

“Podemos fazer trocas econômicas, comerciais, se concordarmos e removermos obstáculos, tarifas, medidas sanitárias e cada país tiver algo a oferecer. Tudo para que alimentos e produtos básicos possam chegar a um preço melhor”, declarou López Obrador em seu discurso.

Para isso, os dirigentes acordaram “avançar na definição de facilidades comerciais, bem como medidas logísticas, financeiras e outras (…) que permitam que a troca de produtos da cesta básica e bens intermédios ocorra em melhores condições”, indica o declaração final do grupo, batizado de “Aliança de Países da América Latina e Caribe contra a Inflação”.

A prioridade é “reduzir os custos desses produtos para a população mais pobre e vulnerável”, acrescenta o documento, cujos signatários estão agrupados na Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), formada por trinta países.

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