Mostrar mensagens com a etiqueta eleições autárquicas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta eleições autárquicas. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, setembro 27, 2021

Partido socialista ganha "Autárquicas"

 

Nota breve do autor do blog:



Desde ontem que tenho lido tantas notícias, ouvido tantos comentadores nas televisões, que já a cabeça me doía, e eu sem saber quem tinha ganho as ditas eleições. Lembrei-me, já tarde e a altas horas, de ir a um site oficial, dedicado às Autárquicas 2021, tentar saber a verdade dos factos. E não é que afinal quem ganhara as eleições tinha sido o PS!!! fiquei espantado, pois tudo apontava para uma "derrota" em várias frentes do Partido de António Costa e afinal após consultar com algum detalhe os resultados nacionais, a vitória larga e folgada dos socialistas era para além de uma vitória, uma vitória firme, territorialmente abrangente e robusta. Para aqueles que queiram ter a coragem de constatar a verdade e que quem ganhou mesmo as "Autárquicas 2021" foi o Partido Socialista, deixo o link:


Autárquicas 2021 (mai.gov.pt)


Fiquem bem,

Podem visitar-me aqui, clicando neste link:

...a ver o que sai...(poemas) | António Esperança Pereira - Bubok

sexta-feira, setembro 15, 2017

A pobreza do debate sobre Lisboa


Nosso comentário:

Resolvo hoje refugiar-me num texto que faz a apologia das árvores. Escolho pois a Natureza para a minha mensagem de hoje.
E porquê?
Acabo de visionar na televisão portuguesa um debate entre 12 candidatos à CML (Câmara Municipal de Lisboa) razão mais que suficiente para escolher o textinho que me enviaram sobre as árvores. Árvores que eu sempre admirei e me habituei a venerar e a respeitar desde menino.
Pois bem, que debate pobre de tudo nesta candidatura a Presidente da Câmara municipal de Lisboa...
Sobretudo a ausência de nível da maioria de alguns dos candidatos. "Discursos de insultos pessoais", e sobre Lisboa, pouco ou nada. Ofereceram frases mal articuladas, soltas e sem ligação, um vazio de ideias e projetos...
Confrangedor!
Daqueles 12, eu diria, que para além do atual presidente, Fernando Medina, apenas 2 ou 3 poderiam ser levados a sério e eventualmente tidos como candidatos credíveis, preparados e capazes.
Resumindo, não aprendi nada em cerca de duas horas a olhar o televisor, isto para evitar as habituais "bola" ou "telenovela".
O textinho das Árvores veio mesmo a calhar.

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira



As Árvores:

As árvores são amigas silenciosas das quais nos aproximamos espontaneamente .
Onde quer que haja uma árvore há oxigénio e portanto vida.
Há milhares de anos as culturas orientais já falavam sobre os benefícios para a saúde
física e mental de abraçar árvores.
Algumas árvores tornaram-se relevantes pelo seu poder de cura específico para certas doenças.
PINHEIRO- fortalece o sistema nervoso e melhora a circulação
CIPRESTE-dá serenidade
ULMEIRO-acalma as emoções
BÉTULA- desintoxica o corpo
CANELEIRO-melhora a saúde do coração
AMEIXEIRA- melhora o funcionamento do pâncreas e do estômago
FIGUEIRA-reduz a temperatura do corpo
Galeno um dos pais da medicina, aconselhava todos os seus pacientes a passearem
algum tempo em bosques, ficavam mais saudáveis....

sexta-feira, setembro 27, 2013

o Zé ganha o "Melhor Brinde da Noite"


Nosso comentário:


Entrámos no fim de semana em que se realizam eleições em Portugal. Mais precisamente no Domingo que vem, dia 29 do corrente mês de Setembro. 
Como o voto é a única arma que resta ao pacato cidadão para defender os seus interesses e os do país, nesse dia lá estarei, na esperança de que, tal como eu, ninguém falte à chamada.
Nesta fase já todos temos entre mãos o cartão vermelho para mostrar aos que não queremos na governação das nossas cidades, vilas e aldeias... 
Até lá, nada como uma boa anedota para descontrair um pouco.
A anedota que vos deixo, foi-me endereçada por alguém que muito estimo, chegou da capital do norte e fez-me rir.
Exatamente porque me fez rir a mim, face aos tempos tristonhos que se vivem, nada melhor do que partilhá-la com os estimados leitores para que, ao lê-la, lhes aconteça o mesmo que a mim. 
Que se riam um pouco...

Fiquem bem,

António Esperança Pereira



PARA DESCONTRAIR UM POUCO!!!! 


A rapidinha de hoje


Naquela noite, o Zé estava inspirado e, levantando o seu copo de
cerveja, brindou:
- Quero passar o resto da minha vida entre as pernas da minha mulher!
Isto valeu-lhe o prémio de melhor brinde da noite, lá na cervejaria.
Voltou para casa e contou à mulher:
- Maria, hoje ganhei o prémio para o "Melhor Brinde da Noite", lá na
cervejaria.
- Parabéns! E qual foi o brinde?
Sem coragem de contar a verdade, disse:
- Brindei assim: - Quero passar o resto da minha vida na igreja,
sentado ao lado da minha mulher.
- Muito bem... isso foi realmente muito bonito!
No dia seguinte, a Maria encontrou um dos amigos do Zé, que riu
furtivamente e disse:
- Sabe, D. Maria, que o Zé ganhou o prémio de melhor brinde da noite? E
o brinde foi sobre você...
- Sim, ele contou-me e eu fiquei surpreendida, pois ele não é muito
dado ao assunto... desde que casámos, só esteve lá uma vez...
veja que eu até tive que puxá-lo pelas orelhas para fazê-lo entrar...
ainda por cima, adormeceu antes da "bênção final"...

sábado, setembro 07, 2013

Nomadismo perpetua autarcas. Nobel da paz em guerra?


Nosso comentário:

Com a política nacional e internacional a deixar-nos mais apreensivos e preocupados que nunca, resolvo hoje apresentar um texto que me enviaram abordando a Sétima Arte em particular e as outras artes em geral.
Evito assim falar no nomadismo dos autarcas portugueses, que se perpetuam no poder, mudando de clientela política, de autarquia, como quem muda de camisa ou de peúgas.
É mais um sinal dos tempos, parece que afinal estávamos enganados sobre as leis. São todas contornáveis desde que haja vontade política e outras compensações para as influenciar.
Claro que isto a mim faz-me cócegas, pois sou de um tempo em que todos tínhamos receio, para não dizer medo de contrariar a Lei.
Se o fizéssemos, se infringíssemos a Lei ou a questionássemos, era chelindró (cadeia) pela certa e lá se ia o bom nome da nossa ficha de cadastro, que ficaria manchada para toda uma vida.
Agora infringe-se, questiona-se, apela-se de tribunal em tribunal até haver um parecer favorável ao suposto prevaricador. 
Chegou-se ao ponto de não se acatarem as leis, mas de as questionar, de as interpretar como se quer, ameaçando-se mesmo os juízes pelos seus pareceres e decisões. 
Sob o ponto de vista internacional, e sem querer pôr mais água na fervura em assuntos já de si tão escaldantes, sempre digo que tenho pena de ver um PRÉMIO NOBEL DA PAZ "Barack Obama" a ser o principal interessado neste momento em fazer a GUERRA DA SÍRIA.
Pela minha parte, pelo respeito que me merece, preferia que usasse o seu poder e influência para fazer o oposto: evitar não a fazer.


PS. Deixo o texto de que falei, tal como me foi enviado. Ao menos com ele sempre se aprende ou se relembra alguma coisa...


Fiquem bem,

António Esperança Pereira



A SÉTIMA ARTE


A expressão Sétima Arte foi criada pelo Italiano Ricciotto Canuto. Ele percebeu que o Cinema traria uma revolução cultural ao séc.xx, uma vez que , em si mesmo reunia as outras SEIS artes já conhecidas:
a dança,o teatro, a música, a literatura, a pintura e a escultura.
As Sete Artes  não têm uma ordem dita obrigatória. 
A última a ser considerada foi o Cinema.
Outras formas expressivas também consideradas Artes foram posteriormente adicionadas:
Oitava Arte-Fotografia
Nona Arte- Banda Desenhada
Décima Arte-Jogos de Computador e Video
Décima Primeira-Arte Digital (2D,3D)
A Arte toca-nos a todos pois temos emoções.
A Arte enriquece espiritualmente, é a representação do Belo!!!


"A Arte varre da ALMA o pó do quotidiano como diria "Pablo PICASSO"

terça-feira, janeiro 29, 2013

Clarificação sem tibiezas e com assertividade?


Nosso comentário:


Hoje há uma reunião da Comissão Política do PS a pedido do seu líder António José Seguro.
Era uma exigência sentida na política portuguesa.
Desde a eleição do novo líder, António José Seguro, que se nota algum mal estar, não direi desunião, nas hostes socialistas.
Sem prever seja o que for, uma coisa sinto como evidente. O carismático ex-líder socialista e ex-primeiro ministro, José Sócrates, seja dentro do partido a que pertence, seja no país de nome Portugal, está longe de estar resolvido.
Daí que algo tem que ser clarificado sem dúvida e tenho para mim que qualquer que seja a clarificação passará certamente pela estratégia a definir de inclusão ou exclusão no discurso político do dito carismático líder José Sócrates.
Ambas as opções têm custos, como é evidente.
Por isso, é de crer que ninguém ousará, pelo menos para já, nem uma inclusão a 100/%, nem uma exclusão a 100%.
Será nesta pacificação das duas tendências e no encontro de um fio condutor entre ambas, que girará a reunião de hoje da comissão política do PS.
Dela depende em muito a estratégia discursiva e operacional das hostes "rosa".
Por um lado na estratégia a definir para as próximas eleições autárquicas, por outro, na forma de fazer oposição ao regime atual, despudorado e draconiano, que tem sido branda e envergonhada aos olhos de todos nós, que sofremos na pele os desmandos da austeridade cavalar. 
Neste campo, na existência de facto de uma oposição sem tibiezas ao regime neoliberal no poder, exige-se uma clarificação da atitude do PS. Clarificação essa que, quanto a mim, se deve centrar numa melhor relação do partido com o verdadeiro sentir do povo português nesta fase difícil por que está a passar.


PS. Deixo uma pequena abordagem à notícia da reunião do PS. Para os mais interessados, divulgo algumas palavras de António Costa em um programa televisivo, que me foram endereçadas via email.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/



--------------------------------------------------------------------------------------------------------





Dentro do PS, neste momento, a principal dúvida é saber se o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, vai aceitar lançar-se numa candidatura alternativa a António José Seguro.
Na polémica sobre a data do congresso, António Costa remeteu a responsabilidade pela definição do calendário interno para o secretário-geral do PS e, até ao momento, ainda não esclareceu se irá recandidatar-se à presidência da autarquia da capital.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

António Costa - Quadratura do circulo (É isto que não podemos esquecer!)
 
 
 
Comentadores e analistas políticos não têm a coragem de dizer o que disse António Costa, em menos de 3 minutos, há dias, no programa "quadratura do círculo".
E aqui está textualmente o que ele disse (transcrito manualmente):
 
 
 
(...) A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir.
E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável.
Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Portanto não é aceitável agora dizer? podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!
A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.
Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.
Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.
Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia."

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...