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quarta-feira, janeiro 18, 2023

Quando se deve renovar a carta de condução.


Convém estar atento aos prazos de validade para não conduzir 
com o título caducado.




Os prazos de revalidação da carta de condução sofreram alterações nos últimos anos e isso tem gerado confusão por parte dos condutores, que depois não tratam da renovação da carta na altura certa. Para que não haja surpresas nem multas escusadas, convém recordar as obrigações e as consequências ao deixar caducar a carta de condução. Os condutores habilitados antes de 2 de janeiro de 2013 devem fazer a primeira revalidação da carta aos 50 anos de idade. Depois aos 60 anos, aos 65 anos e aos 70 anos. A partir daí, de dois em dois anos. A carta não válida arrisca ao pagamento de multa que pode chegar aos 600 euros.

Se a carta estiver caducada até dois anos, pode ser revalidada apenas administrativamente. Fora de prazo entre dois e cinco anos obriga o titular a fazer novo exame de condução especial composto por prova prática. Carta caducada entre cinco e dez anos implica fazer uma ação de formação no IMT e exame de condução especial. Com a carta caducada há mais anos, o condutor tem de voltar à escola de condução e repetir todo o processo para ter a carta válida.

Para evitar este tipo de situações, o ACP alerta os sócios sempre que se aproxima o momento de revalidar a carta. Através do clube podem ainda tratar de todo o processo de uma só vez. Se preferirem podem fazê-lo com toda a comodidade em casa ou no local de trabalho. Basta fazerem o pedido online, no site do clube (uma opção só disponível em Lisboa e Porto). A partir dos 60 anos, um dos documentos necessários para a renovação da carta é o atestado médico. O clube trata também da marcação da consulta médica para a obtenção do atestado. Se morar na Grande Lisboa ou Grande Porto, o médico vai a casa e o ACP trata de tudo o resto.


Fiquem bem

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quinta-feira, setembro 29, 2022

Covid-19: Governo não prolonga situação de alerta

 

Portugal encontra-se agora “num contexto de regresso à normalidade”.



O Governo decidiu, esta quinta-feira, em Conselho de Ministros não prolongar a situação de alerta devido à pandemia provocada pela covid-19 que, recorde-se, termina às 23:59 desta sexta-feira, 30 de setembro.

A decisão do Executivo foi tomada num momento em que o índice de transmissibilidade (Rt) voltou a subir. Porém, sustentou o ministro da Saúde, “em fAinda assim, vincou Manuel Pizarro, a pandemia “não está ultrapassada”, pelo que “temos de continuar a avaliar a evolução da doença”

Neste sentido apelou à manutenção de cuidados, como a higienização, e referiu que a máscara continuará a ser obrigatória nos lares de idosos e em todos os serviços de saúde, como hospitais.O ministro deixou ainda “neste contexto de regresso à normalidade”, um agradecimento ”aos portugueses pela adesão ao programa de vacinação", revelando que "desde o início de setembro e até ao dia de hoje, mais de 450 mil pessoas" foram vacinadas com a segunda dose de reforço, e outros dois: às Forças Armadas, pelo “inestimável apoio”, e aos “milhares de profissionais do SNS”função do elevado nível de vacinação, da proteção e da menor agressividade das estirpes em circulação, a evolução da doença e o impacto no SNS e na vida das pessoas, têm-se mantido estáveis”. 

Questionado pelos jornalistas, o ministro da Saúde esclareceu que apesar deste alívio, e “se ao contrário do que esperamos houver um novo agravamento, voltaremos a tomar medidas de proteção mais intensas”.

Fiquem bem

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quarta-feira, setembro 19, 2012

Trafulhice, o salve-se quem puder na União Europeia

Nosso comentário:


Apesar de continuar um mês de Setembro com muito sol, céu predominantemente azul em Portugal, designadamente nos céus de Lisboa, continuam a pairar nuvens de tristeza, de revolta, de inconformismo, de raiva, nos rostos dos portugueses. Medidas draconianas, a maioria das quais mal explicadas, com origem não sabemos bem onde chovem a toda a hora. 
Um governo sem personalidade nitidamente à deriva e a reboque da sr.ª Merkel&friends.
Mas os portugueses não são parvos, têm a noção dos limites da sua resistência ao opressor: neste caso um opressor semi-invisível, mas mesmo assim capaz de por os nervos em franja à lusa gente. Isso foi demonstrado já nas gigantescas manifestações do dia 15 do corrente mês.
A ver vamos o que acontece nos próximos dias, porque será seguramente a breve trecho que se jogará o futuro de Portugal, da Europa, do Euro.
Uma coisa eu posso constatar e afirmar: aos desmandos financeiros (que os houve)  das famílias, das empresas, do Estado, com gastos quiçá ultrapassando o possível, faltou a solidariedade dos parceiros da chamada União Europeia quando as dívidas ultrapassaram os limites das possibilidades dos que as financiaram.
A falta dessa solidariedade, o salve-se quem puder na U. E. vem transformando o encanto de muitos com a dita União, nos quais me incluo, ao desencanto, a um quase retorno divisionista à velha Europa de múltiplos países, cada um entregue ao seu próprio destino. Cada um a chamar os velhos nomes feios, que julgara esquecidos, ao outros.
Temos pena.
Se algum ou alguns dessses países beneficiam com tal divisionismo, com tal retorno à Europa dividida, só o futuro o dirá. Isto se tal desastre for perpetrado pelos dirigentes atuais... 
Nós acreditamos que, pesadas as perdas e ganhos, perderão todos mais do que ganham: mais ricos e menos ricos, maiores e mais pequenos.
O mundo, esse, só teria a ganhar com uma Europa pacífica, solidária, próspera.


PS. Deixo-lhes hoje um texto recebido via email que pode ser esclarecedor de um equívoco que pelos vistos corre por aí. Leiam e... tirem a vossas conclusões.


Fiquem bem, António Esperança Pereira




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Marcação nos produtos: leia com a atenção
Atenção á marcação nos produtos, sobre a sua origem!!!
Marcação "CE" ou "C E" nas embalagens de produtos
  • Sabiam disto?

Existem 2 tipos de siglas "CE" diferentes nas embalagens e produtos especialmente comercializados na Europa;

A marcacão imposta pela Comunidade Europeia: "C E" - que significa a sua conformidade com a legislação comunitária;

E existe a Chinesa "CE" que significa China Export (Exportação Chinesa);

Esta criação chinesa foi um estratagema para enganar os consumidores europeus e poupar custos extra de certificação e ensaio dos produtos feitos na china.

Aparentemente parecem o mesmo símbolo, mas nota-se de facto uma alteração no espaçamento entre as duas letras do "CE".
O simbolo europeu tem um maior espaçamento entre o 'C' e o 'E' ("C E").

A partir de agora olho alerta!


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Maria João Ramos

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...