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terça-feira, novembro 05, 2013

Chá de Cadeira...


Nosso comentário:

Não é grande novidade para nós, portugueses, a prática usada amiúde pelos "senhores importantes" na convicção de que "fazer esperar dá status". 
Eu próprio sou testemunha disso mesmo ao longo de toda a minha vida profissional.
Contudo, é bom relembrar estas heranças de fachada que, diga-se em abono da verdade, muitos "ditos importantões" ainda teimam infelizmente em perdurar.
Sobretudo para as denunciar e para que esses "senhores" não comam os outros por parvos.
"Como o saber não ocupa lugar" e há pequenas coisas que vamos esquecendo ou sublimando, achei interessante partilhar com os leitores o texto abaixo que alguém teve a amabilidade de me enviar via email.
Esta coisa de "botar figura" fazendo esperar as pessoas deveria acabar de uma vez por todas porque é coisa de antanho, que tresanda a falsidade.
Logo, não faz qualquer sentido.
Aliás, quem, nos tempos modernos, tiver de se servir de tais artimanhas para iludir os outros, acaba mesmo é por iludir-se a si mesmo...
Disso não tenho a menor dúvida.

PS. Deixo o texto tal como o recebi.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira





CHÁ de CADEIRA


Os Britânicos são muito pontuais, ao contrário dos Brasileiros 

que deixam tudo para a última hora...

No Brasil, no séc. XIX, muitos nobres achavam-se 

muito importantes.

Esperar era tarefa para os súbditos.

Fazer esperar era sinónimo de elegância, de poder.

Quando um súbdito marcava uma audiência para 

falar com um nobre, tinha de esperar muito tempo 

até ser recebido.

Enquanto isso eram servidos chás e mais chás, e o convidado 

esperava sentado numa cadeira.


Esta prática era tão comum que surgiu a expressão 

"CHÁ de CADEIRA".

quarta-feira, maio 01, 2013

Duas débeis razões os mantêm no poder...


Nosso comentário:


É quase inevitável no país com as fronteiras mais antigas da Europa, Portugal, não se falar sempre e mais do mesmo: 
A situação social, política, económica, em que se encontra.
Hoje é dia 1 de Maio, Dia do Trabalhador. 
Sob a égide das duas maiores Centrais Sindicais CGTP e UGT, comemorou-se nas ruas a importante data.
Lisboa e Porto, por serem as duas maiores cidades do país, concentram sempre a maior parte das gentes que desfilam nas ruas, que protestam, que se insurgem contra as políticas de austeridade, de miséria, de empobrecimento a que as orientações das classes dirigentes no poder, nos estão a levar.
Pede-se alto e bom som a demissão do governo.
Pede-se alto e bom som que parem os que incutem tamanhos sofrimentos ao povo português, sob a batuta da Alemanha, cuja líder não há muito tempo disse que Portugal se prepare para perder parte da sua soberania.
Ouvem-se vaias quando se profere o nome do senhor Presidente da República.
Perigosa situação. Triste fado em que nos estão a afundar.
Sente-se mal-estar. Nas ruas, no trabalho, em cada lar português. 
A austeridade com os cortes permanentes nas reformas, nos carenciados, nos doentes, nos estudantes, o galopante flagelo do desemprego, a sangria nos jovens levando-os a emigrar, parecem ser coisas aterradoras capazes de fazer rebentar a paciência e os limites do imaginável.
Os índices de confiança em quem governa são quase nulos. Temos uma governação (considerada como um todo) que governa contra os portugueses. 
Ninguém os quer lá, mas a Democracia afinal tem destas coisas. Continua a ser parca em soluções anti-perpetuação no poder. 
Muitos são os eleitos em democracia que passam as suas vidas no poleiro.
E quando se pedem alternativas, que todos sabemos que as há, dizem-nos que não as há. 
É caso para perguntar, onde raio está a Democracia?
No caso do governo, dado o isolamento em que se encontra perante o povo que o elegeu, só se mantém em funções por duas débeis razões: pelo apoio que lhe confere o Senhor Presidente da República e pela maioria de votos que conseguiu (PSD + CDS) em campanha eleitoral feita com base em mentiras de circunstância.


PS. Deixo-lhes um interessante texto (zinho) sobre a Avenida da Liberdade, Lisboa, um dos palcos das manifestações de hoje. Era um espaço de alguns, passou a ser um espaço de todos.


Fiquem bem, António Esperança Pereira








AVENIDA DA LIBERDADE


A Avenida da Liberdade já teve o nome de Passeio Público. Depois do terramoto de 1755.
O Marquês de Pombal criou o Passeio Público na área atualmente ocupada pela parte inferior da Avenida da Liberdade e Praça dos Restauradores.
O Passeio estava rodeado de muros e portões, por onde só passava quem pagasse uma taxa.
Em 1821, quando os liberais subiram ao poder, os muros foram deitados abaixo, e o Passeio fez justiça ao nome...
Tornou-se Público.
A Avenida da Liberdade é hoje um ex-libris da nossa capital. Podemos lá encontrar Hóteis *****
Lojas de Marcas Internacionais, Esplanadas bem equipadas e, claro, árvores de vários portes junto a bancos de jardim, onde se pode calmamente descansar um pouco, quando o calor começa a fazer-se sentir.
É caso para dizer:
Se a Avenida da Liberdade "falasse"muito tinha para contar, pois foram e são tantas as suas "memórias"...

quarta-feira, março 20, 2013

Portugal, EUA, Brasil, Ucrânia, etc. no meu blog


Nosso comentário:


Em tempos bem esquisitos que a Europa vem trilhando, aproveitamos o dia de hoje para divulgar, à semelhança do que fazemos de quando em vez, alguns dados importantes do blogue:
 
1. O Público leitor e os Temas preferidos da semana
 
Quanto ao primeiro, o Público leitor, mantém-se a tendência de há uns tempos a esta parte sobre os países que mais nos visitam: Portugal, Estados Unidos da América e Brasil ocupam o pódio.
Destaco todavia um honroso e surpreendente 4.º lugar para a Ucrânia, posição com que nos vem honrando vai já para uns meses.
Aos países do pódio, à Ucrânia, aos restantes países do Top 10, e a todos os outros que oscilam entre maior e menor presença consoante a disponibilidade de tempo e os temas em apreço, igualmente o nosso sincero obrigado.
 
2. Os Temas preferidos da semana:
 
Apresentamos as Postagens mais lidas nos últimos dias. Elas constituem um ótimo indicador para aferir do interesse que esta ou aquela temática despertam no leitor.
Ora, dados os tempos conturbados que se vivem, não só no nosso país, Portugal, mas também na Europa e um pouco por todo o mundo, temos dado primazia a temas que visam sobretudo a sociedade, a política, a economia. As dificuldades que as pessoas sentem num mundo que parece à beira de um qualquer colapso.
Tentamos interpretar estes choques evolutivos a que assistimos com uma violência psicológica e desumana que chega a assustar. 
Verificamos que nesse olhar atento, preocupado, atónito, que vimos emprestando à atualidade e ao dia a dia que acontece, não estamos sós.
São disso prova cabal os nossos estimados leitores espalhados pelos quatro cantos do mundo. 
A eles, a todos eles, onde quer que estejam, desejamos as maiores venturas.
 
 
Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/
 




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sexta-feira, fevereiro 08, 2013

Steve Martin e sua braguilha mágica...


Nosso comentário:


Para quebrar um pouco a onda de revolta, de contestação que se vai verificando um pouco por todo o lado, hoje dedico minha atenção a um excelente trabalho de um mágico.
Valorizar os talentos de cada um nunca fez mal a ninguém. Nem a alegria e felicidade que tais talentos despertam.
Só os tolos e os incapazes convivem melhor com a tristeza, a ausência de criatividade privando seus povos de um amplo acesso à educação e à cultura.
De um amplo acesso ao verdadeiro despertar da pessoa humana para aquilo que realmente quer ser neste planeta Terra, onde cada vez mais lhe é imposta uma matriz que serve tudo menos os seus verdadeiros interesses rumo à felicidade e bem estar.
É mais fácil e confortável para os poderes instituídos moldar o cidadão ao que eles querem que ele seja,  não ao que cada um quer ser e em que cada um se sente mais feliz.
Há quem chame a isto uma nova forma de escravidão.
Criar máquinas e não pessoas. 
Máquinas essas para servirem numa qualquer linha de produção, se possível com baixos salários, as indústrias e negociatas dos poderosos.
Seres controlados e seres infelizes é o que a tutela cria cada vez com mais afinco. 
O consumismo é o isco que, apesar do stress que provoca, da falsidade e hipocrisia que contém, leva quase todos nós a embarcarmos nesta loucura de uma infelicidade planetária instituída.


PS. Feito o desabafo, deixo-os com o excelente trabalho de um mágico.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/





LA BRAGUETA MÁGICA- A braguilha magica-
 
 
 
 

 
       Com00282751.gifSteve Martin..!!
  LA BRAGUETA MÁGICA The great flydini


Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...