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segunda-feira, novembro 11, 2013

Dia da Papoila (Poppy Day)


Nosso comentário: 

Pela simbologia que envolve a papoila neste dia 11 de Novembro, dedico-lhe com todo o prazer o meu post:
"DIA DA PAPOILA (POPPY DAY)
Porquê assim tão importante o simbolismo da papoila neste dia 11 de Novembro?
É simples.
Entre 28 de Julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918 decorreu na Europa uma das mais sangrentas guerras de todos os tempos: 
A I GUERRA MUNDIAL.
Todos podemos ler sempre algo mais sobre a mesma, nunca é demais recordar de quando em vez tragédias deste tipo, para que outras nunca mais possam acontecer.
Não é que se vislumbre qualquer possibilidade de uma tragédia semelhante nos tempos que correm. 
Mas é sempre bom apelar ao bom senso dos governantes mundiais para que nem em sonhos cedam à tentação de uma matança semelhante à ocorrida nas guerras mundiais.
Tenham juízo senhores "donos do mundo" mesmo quando, de uma forma pretensamente hábil, tentam usar armas diferentes, porque são igualmente desprezíveis e mortíferas.
Façam o favor de por uma papoila na lapela para se lembrarem de que não devem brincar com o fogo.
Cultivem este hábito saudável nascido do poema " Nos campos da Flandres" escrito pelo oficial médico canadiano John McCrae. 
Hábito esse que se instalou até aos dias de hoje e que é evocativo do fim da I Guerra Mundia em 11 de Novembro de 1918.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


Dia da Papoila  (Poppy Day)


No dia 11 de Novembro comemora-se em quase 

todo o Mundo o fim da primeira Guerra 

Mundial.

Usar uma papoila na lapela significa o quão 

importante é não 

esquecermos esse acontecimento.

A guerra é cruel, e as vitórias são sempre acompanhadas por 

um mar de tristeza.

A papoila na lapela é para que não esqueçamos o valor da 

PAZ. 

O hábito de usar papoilas em homenagem 

às vitimas da primeira Guerra começou 

com o poema "Nos campos da Flandres", 

escrito pelo oficial médico canadiano 

John McCrae.


A tradição de usar uma papoila na lapela persiste 

principalmente no Reino Unido e no Canadá.

sexta-feira, maio 24, 2013

Hands Off e...NÃO a um III Atoleiro Mundial!


Nosso comentário:


Mesmo que façam tudo isto parecer normal e necessário, a troika, os juros à troika, a ocupação dos países pela troika, a hegemonia alemã cada vez mais assumida e aceite...
Cada vez faz mais sentido agir-se, fazer-se qualquer coisa.
Recebi o mail que divulgo em que são já deputados europeus a manifestarem-se contra a ocupação humilhante em que se encontram diversos países europeus, entre os quais Portugal.
É feio uma União, a europeia, funcionar assim. 
É feio cultivarem-se políticas de divisionismo, de xenofobia, de racismo, de intolerância, de despotismo por parte das economias mais fortes perante as economias mais débeis, fragilizadas elas próprias em muitas vertentes, em prol da União Europeia.
Vêem-se coisas nesta Europa que não se viam há muitas dezenas de anos. Na Noruega, na Suécia, na Alemanha, no Luxemburgo, etc. etc.
Atitudes para com os emigrantes, as populações carenciadas, os mais fracos, a fazerem lembrar aquelas teorias horrendas que alguém aproveitou para levar a guerra e o caos ao mundo inteiro.
Será que quem é responsável pelo que se está a passar, quem viu o mundo evoluir até patamares civilizacionais de se lhes tirar o chapéu: paz, concórdia, tolerância, liberdade, democracia, igualdade de oportunidades, etc. não sente assim um ardor no estômago pelo que possa, de um momento para o outro, acontecer?
E ser sua (deles) a responsabilidade?
Será que se pensa que uma sociedade sem estrutura, quebrada, sem pontes entre os indivíduos, grupos e comunidades que a integram, poderá sobreviver, sem que haja solavancos e perigos incontroláveis?
Será que há no meio disto tudo, deste descontrolo aparente, deste virar ideológico de 360 graus, alguém disfarçado em um qualquer rosto humano, que nos quer levar para um III Atoleiro mundial?
Pensem nisto, enquanto vêem a foto elucidativa de parlamentares europeus: 
(Hands Off...)


Fiquem bemAntónio Esperança Pereira




Assunto: Protesto contra a troika no parlamento europeu





 Como podem ver, deputados europeus manifestam-se com a
 palavra de ordem Tirem as patas de cima de Chipre, Portugal, Grécia, Espanha,
 Irlanda.

 Mas por cá, se não for a internet, nada sabemos…

 Esta semana os deputados europeus da esquerda
 manifestaram-se contra a troika. A revolta contra a austeridade já chegou ao
 Parlamento Europeu. Esta foto está a correr a Europa toda, mas alguém a viu
 na imprensa portuguesa ?

DIFUNDE-A...

sexta-feira, março 08, 2013

Mulher excomungada no Dia Internacional da Mulher


Nosso comentário:


O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.
Hoje para ilustrar este Dia Internacional da Mulher, no ano de 2013, transcrevo uma notícia do DN que nos dá conta da dificuldade que as mulheres continuam a ter de viver plenamente suas vidas.
Não estou aqui a defender mulheres-padres ou sequer tentar afirmar que isso será uma grande conquista para as mulheres, dada a especificidade da "conquista".
Todavia, o caminho que tem sido trilhado pela humanidade dita desenvolvida, tem sido o de diminuir as diferenças entre sexos, ainda umas décadas atrás bem notórias.
Muitos foram os avanços, estão aí à vista de todos, mas muito resta ainda por fazer.
A mulher merece o lugar de "ser pleno" a que tem direito.
O exemplo que deixo, o da participação das mulheres em actividades religiosas como a figura mostra, só uma completa ultrapassagem de tabus e preconceitos poderá levar a bom termo.
Essa emancipação feminina a 100% em todos os domínios, não será já para amanhã, mas tenho como certo que a discriminação entre sexos tem os dias contados.
A todas as mulheres do mundo, a começar pelas que mais de perto privaram, privam comigo e a acabar em todas as outras espalhadas pelos quatro canto do mundo...
A minha sincera GRATIDÃO.


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/






Janice Sevre-Duszynska, a dar a hóstia, durante uma missa. O Vaticano não reconhece as mulheres-padre e ela foi por isso excomungada

"Mulher-padre" excomungada interpelada no Vaticano



Uma autoproclamada "mulher-padre", excomungada pela Igreja, foi ontem interpelada pela polícia italiana enquanto se manifestava junto ao Vaticano, apelando à Igreja Católica que aceite a ordenação de mulheres.
Munida de um cartaz com o slogan "As Mulheres Padres Estão Aui!", Janice Sevre-Duszynska quis chamar a atenção para a ausência de vozes femininas no conclave, a apenas alguns passos da Capela Sistina, local onde os cardeais se reúnem para eleger um novo Papa, depois da resignação de Bento XVI.
"Enquanto os cardeais se reúnem no conclave, há mulheres ordenadas em todo o mundo!", afirmou a autoproclamada "mulher-padre" americana, vestida com uma túnica cor de marfim e com uma estola verde bordada sobre os ombros.
Janice Sevre-Duszynska, membro de uma associação de "mulheres-padre" católicas, tem continuado a celebrar missa nos últimos quatro anos, no estado do Kentucky, nos Estados Unidos, apesar da inevitável excomunhão de que foi alvo por parte do Vaticano, tal como todas as outras autoproclamadas "mulheres-padre" católicas.
"Há cerca de 150 mulheres-padre no mundo. Os fiéis estão preparados para a mudança", assegurou, em declarações à AFP, durante uma curta entrevista em frente à basílica de São Pedro, realizada antes de ser interpelada pela polícia italiana.
Os agentes, que contestam o "seu direito a usar veste litúrgicas", conduziram a mulher ao seu hotel, a fim de verificar a sua identidade, deixando-a partir em liberdade em seguida.
"É uma piada: a escolha daquele que guiará os católicos do mundo inteiro é efetuada apenas por homens. Não tomar em conta a opinião de metade da humanidade, é dar uma bofetada na face de Deus", declarou Janice Sevre-Duszynska, citada pela AFP.
A "mulher-padre" apelou aos "seus irmãos padres" para que deem voz ao papel das mulheres na Igreja, interrogando-se sobre qual o desfecho do conclave.

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...