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domingo, março 13, 2022

A próxima ronda de negociações entre a Rússia e a Ucrânia...



A próxima ronda de negociações entre a Rússia e a Ucrânia terá lugar quando forem definidos os "formatos legais" que sejam aceites por ambas as partes, disse hoje Mikhail Podolyak, conselheiro do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. "Assim que forem estabelecidos os formatos legais mutuamente aceitáveis, será agendada uma reunião", a qual "será a quarta ronda de negociações", explicou o político numa entrevista ao diário russo Kommersant, citada pela agência de notícias Sputnik. A reunião "pode acontecer amanhã, depois de amanhã". (...) Discutimos todos os problemas, agora estamos a tentar organizar estas questões num qualquer formato legal", insistiu o conselheiro. Segundo o diário russo, o conselheiro de Zelensky disse que ambos os países estão a discutir um grande número de propostas, incluindo sobre um possível "acordo político e militar". Em particular, as partes estão a negociar as condições para um cessar-fogo e a retirada das tropas russas da Ucrânia, indicou Podolyak, salientando que o conteúdo dos documentos finais também está a ser discutido em grupos de trabalho adicionais. A Rússia e a Ucrânia já realizaram três rondas de negociação com delegações de ambos os países na fronteira entre a Polónia e a Bielorrússia, desde o início da guerra, em 24 de fevereiro. Na sequência destes contactos, os ministros dos Negócios Estrangeiros ucraniano e russo reuniram-se pela primeira vez, sob mediação da Turquia e no território deste país, na semana passada. Em comunicado, no sábado, o Kremlin revelou que houve "uma série de conversações entre representantes russos e ucranianos, nos últimos dias, através de vídeo". Tanto o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, como o conselheiro presidencial ucraniano Mikhail Podolyak confirmaram a existência destes contactos. "As negociações com a delegação russa, agora, realizam-se ininterruptamente em formato vídeo. Foram criados subgrupos especiais de trabalho", escreveu Podolyak, no sábado, no seu canal na plataforma Telegram.

Fiquem bem,

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...a ver o que sai...(poemas) | António Esperança Pereira - Bubok

sábado, julho 20, 2013

Portugal e o pós Ilhas Selvagens


Nosso comentário:

Terminou sem surpresas de maior o desenlace das negociações sugeridas pelo senhor presidente da República aos três partidos ditos do "arco da governação":
Esse desenlace consistiu num NÃO da "maioria" PSD+CDS às exigências do maior partido da oposição, o PS.
Como que víamos nos últimos dias um PR feliz a esfregar as mãos de contentamento: 
APANHEI-OS.
Teria assim de mão beijada quase 90% dos deputados da Assembleia da República do lado do seu ideário político, o mesmo ideário que levou o ex-ministro das finanças, Vítor Gaspar, a ser tecnicamente honesto (para usar palavras insuspeitas de Adriano Moreira) e bater com a porta, por achar que a dose era demasiado cavalar e só levaria ao desastre do país.
O beneplácito do PS seria o ovo de Colombo com que Cavaco Silva e a sua governação poderiam legitimar a dose cavalar que o próprio Vítor Gaspar rejeitou. Dose cavalar essa, para ser aplicada no imediato ao povo português, num golpe sem misericórdia de super austeridade, super destruição da economia e, consequentemente, do Estado Português.
Pois bem, o PS foi a diálogo, como partido dialogante que é, participou na iniciativa, iniciativa quanto a nós envenenada do senhor presidente da República, enquanto este foi dar uma volta às Ilhas Selvagens)
Para já o veneno teve um NÃO do PS, o líder socialista saiu-se bem, conseguindo devolver a quem de direito o presente envenenado.
O presidente da República, se agora (parece ser amanhã que fala ao país) der mais outra vida ao "seu" governo, e não marcar eleições antecipadas, já não terá mais como disfarçar as suas reais intenções com as negociações por si encorajadas.
Ficará provado à saciedade que o senhor Presidente da República só aceitava um acenar de cabeça de cordeiro manso de António José Seguro, validando e dando cobertura ao projeto errado que o próprio Vítor Gaspar abandonou. 
Pelo que, quanto a nós, se Cavaco Silva não marcar eleições antecipadas, já não mostrará só medo de eleições.
Mostrará também que a sua democracia, por não funcionar a três (sem o PS a prestar decoro) voltará a funcionar a dois, os mesmos que têm sido protagonistas da vergonha palaciana que todos os portugueses têm presenciado e sentido na pele os seus efeitos.
Mostrará também que a democracia presidencial é a "democracia da sua direita".
Aguardamos para ver.

PS. Para descontrair deixo abaixo um exercício de atenção

Fiquem bem,

António Esperança Pereira





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Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...