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terça-feira, junho 21, 2022

Estamos preparados para o fim da combustão?



Depois da tão anunciada aprovação do fim da venda de automóveis novos movidos a combustíveis a partir de 2035 por parte do Parlamento Europeu, seguem-se agora várias etapas que podem ainda atrasar e alterar as metas definidas para os próximos 13 anos.

Para ser aplicado, o novo regulamento terá de passar ainda pelo Conselho Europeu de Ministros do Ambiente, marcado para o final de junho, que vai alterar o texto proposto. O passo seguinte são as negociações que vão envolver a Comissão Europeia, os deputados europeus e também o Conselho Europeu. A haver uma posição comum, esta nunca acontecerá antes do próximo outono e com várias alterações que vão afinar o ritmo frenético de descarbonização proposto pela Comissão Europeia.

Da parte dos fabricantes de automóveis, o sentimento geral é o de aplaudir a redução de emissões, à qual já aderiram eletrificando parte dos seus modelos, mas também o de contestar o prazo de 13 anos para o fazer.

Na Europa, no primeiro trimestre de 2022, as vendas de automóveis 100% elétricos representaram 10% das matrículas. Mas mais do que a falta de apetência do mercado para as propostas elétricas das marcas, o que preocupa a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis é a falta de uma rede carregamentos robusta, o aumento do custo das matérias-primas para as baterias, que encarece os automóveis, e ainda os tempos de incerteza vividos por causa da guerra na Ucrânia.

Segundo um estudo da consultora McKinsey, até 2030 são necessários 6,8 milhões de postos de carregamento espalhados pela Europa para conseguir dar resposta à meta de redução de 55% das emissões. Para o conseguir, seria necessário instalar 14 mil postos por semana, contra os atuais 2 mil postos.

Fiquem bem,

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...a ver o que sai...(poemas) | António Esperança Pereira - Bubok

quinta-feira, março 11, 2021

Ecrãs digitais e os automobilistas do futuro

Os ecrãs nos modelos da Tesla podem chegar às 17 polegadas(43 cm na diagonal)
 Há quem não passe sem eles e há quem os considere uma perigosa distração, mas a verdade é que os ecrãs digitais vieram para ficar na vida dos automobilistas.

Quando foi lançado, em 1908, o famoso Ford Model T tinha apenas um instrumento no painel por detrás do volante, logo por baixo do para-brisas. Se julga que era o velocímetro, um dos indicadores mais óbvios para os automobilistas da atualidade, então está bem enganado: era um amperímetro, usado para a medição da intensidade no fluxo da corrente elétrica.

Saber a velocidade não era, na altura, um dado importante, isto apesar de ser o primeiro carro produzido em série, atingindo velocidades na ordem dos 75 km/h com os seus 17 cv de potência. Mais de 120 anos depois, a história dos tablier é bem diferente, de tal forma que, por exemplo, praticamente hoje em dia nenhum construtor de automóveis coloca amperímetros à vista nos seus modelos, mas em muitos deles é agora possível saber rapidamente como chegar ao restaurante ou posto de combustível mais próximo. Basta consultar o ecrã.

Os ecrãs ocupam um lugar central na vida dos automobilistas.

Tal como o telemóvel passou a dominar as sociedades no geral, também os ecrãs passaram a dominar a vida de grande parte dos automobilistas no particular. Ocupam literalmente um lugar central na vida dos condutores.

Se antes havia um grande número de botões para carregar ou rodar na consola central, agora está tudo concentrado num ecrã, cujo tamanho em média pode variar entre as 7 ou 12 polegadas (cerca de 30 cêntimetros): ar condicionado, rádio, GPS, dados gerais da viagem, parametrizações do comportamento dinâmico do automóvel (o chamado “modo de condução”), iluminação interior e exterior, são algumas das muitas funções disponíveis, tantas quantas os engenheiros das marcas automóveis conseguem idealizar.

A distração está a tornar-se num dos maiores riscos de segurança nas estradas.

O problema é que a distração está a transformar-se num dos maiores riscos de segurança nas estradas. Estima-se que até 25% dos acidentes rodoviários são causados pela distração e que 25 a 30% do tempo total de condução é hoje em dia gasto com atividades lúdicas. Tirar os olhos da estrada por dois segundos enquanto conduz multiplica o risco de colisão por 20. Se preferir um exemplo concreto, eis um caso recorrente: em média, são precisos 5 segundos para ler ou escrever uma mensagem, o que equivale a atravessar um campo de futebol de uma ponta à outra a conduzir de olhos fechados, a uma velocidade de 90 km/h.

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Nota do autor do blog: transcrevo parte de um artigo retirado das notícias ACP dada a sua atualidade e importância. As mais modernas tecnologias estão aí ao serviço de todos nós. Todavia, nunca será demais referi-lo, incumbe a cada um de nós, utentes, o cuidado a ter na utilização dessas mesmas tecnologias. Para bom entendedor...

Fiquem bem,

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Poemas deste mundo e de outro | António Esperança Pereira - Bubok

quinta-feira, fevereiro 06, 2020

Baixas emissões no Parlamento


O Parlamento aprovou a proposta do PAN de estender o programa de Incentivo à Introdução no Consumo de Veículos de Baixas Emissões, que o OE2020 prevê que seja aplicado a automóveis, também às bicicletas, convencionais e elétricas.
A proposta foi aprovada com votos a favor do PS, Bloco de Esquerda e PAN
PSD, PCP e Chega votaram contra, enquanto o CDS e Iniciativa liberal abstiveram-se na votação da proposta de alteração do PAN que salienta os “enormes benefícios ambientais, sociais, económicos e de saúde pública” da utilização de bicicletas.

Esta proposta prevê que o incentivo seja “extensível às bicicletas traduzido na forma de atribuição de unidades de incentivo no valor de 10% do valor da bicicleta, até ao máximo de 100 euros”. Ou seja, uma bicicleta que tenha um custo de 300 euros terá direito a um “cheque” de 30 euros, sendo que uma de 1.000 euros obterá o benefício máximo.

Uma outra alínea da mesma proposta do PAN previa que para este apoio seria utilizado “20% do montante do programa de Incentivo à Introdução no Consumo de Veículos de Baixas Emissões às bicicletas (com assistência elétrica e convencionais)”. Foi, contudo, chumbada.

Recorde-se que na proposta de OE2020, o Governo deixou cair o apoio à aquisição de bicicletas elétricas, que tinha vigorado em 2019. Ao mesmo tempo, reforçou a verba para o apoio à compra de carros elétricos, de três para quatro milhões de euros, mas mantendo o apoio para particulares no valor de 3.000 euros e 2.250 euros no caso das empresas.

(Notícia atualizada às 1h01 com o chumbo da consignação de 20% das verbas do programa de Incentivo à Introdução no Consumo de Veículos de Baixas Emissões)

Fiquem bem










quarta-feira, maio 01, 2019

Em Portugal circula-se pela direita há 91 anos

Aquilo que hoje parece ser regra apenas no Reino Unido e nos países da Commonwealth, foi outrora regra quase geral. Conduzir pela esquerda era um hábito antigo, encontrado nas mais diversas e antigas civilizações, passando pelas épocas medievais até à revolução industrial.
Na época medieval, por exemplo, a mão esquerda era usada para tomar a rédea dos cavalos, deixando a mão direita livre para empunhar as lanças ou as espadas para combate. 
Para que fosse possível erguer uma espada com a mão direita, os soldados que fossem destros, circulavam sempre pela esquerda. Mais tarde, quando foram introduzidas as charretes e carruagens nas grandes cidades, o chicote era digno da mão direita, para que a punição fosse bem medida.
No entanto, é importante que perceba a evolução histórica que mudou este hábito na maioria dos países, incluindo Portugal.

A mudança imposta por Napoleão


Foi na era revolucionária francesa que esta prática/hábito de conduzir pela esquerda foi anulada. Por ordem do imperador Napoleão Bonaparte, os exércitos teriam que começar a circular pelo lado direito das estradas.
Pode dizer-se que a mudança deveu-se à “sede” de inovação imposta pela personalidade de Napoleão, mas também se pode dizer que o fator de gerar mudança teve por base um capricho do mesmo. Diz-se que Napoleão era canhoto. Facto é que a mudança acabou por se alastrar a toda Europa continental, por ordem deste.
Quer acredite ou não, os cocheiros das carruagens francesas sentavam-se sempre do lado esquerdo. Esta é uma clara explicação dentro de uma perspetiva cognitiva, da razão de ainda hoje termos os volantes dos nossos automóveis do lado esquerdo e consequentemente, o motivo de conduzirmos na via da direita.
Napoleão impôs esta mesma lei aos países invadidos pela França. Porém, quando o país se retirou dos demais conquistados, o hábito de condução permaneceu instalado.
Assim sendo, a partir dessa altura, todos as nações colonizadas pelo território francês ou dominados por Napoleão, adotaram a nova regra.



Há 91 anos que se conduz pela direita em Portugal

Em Portugal, a mudança tomou lugar no dia 1 de Junho de 1928. Neste primeiro dia do mês, as novas regras de circulação foram adotadas para revolucionar os hábitos dos condutores portugueses com a obrigatoriedade de conduzir à direita. 
À época, o recurso à publicidade foi um bom aliado. Para consciencializar os portugueses para a alteração entrar em vigor, criaram-se dísticos com as palavras “Pela Direita”. Estes foram sendo espalhados por toda a parte, para contribuírem para a boa ordem da circulação automóvel.
Ao mesmo tempo, esta mesma publicidade era ouvida através de mensagens através da estação de rádio, colocada em vários estabelecimentos públicos como forma de alerta.
A condução à direita estreou-se em Portugal na cidade de Lisboa, a partir das 5 horas da manhã. No resto do país, a lei entrou em vigor na meia-noite desse mesmo dia. 
A regra foi igualmente aplicada à generalidade das colónias portuguesas da altura, deixando de fora países como Macau, Goa e Moçambique.

PS. Informação retirada de "Standvirtual"

Fiquem bem,

António Esperança Pereira











segunda-feira, janeiro 29, 2018

Daytona (USA/EUA) fala português


© twitter.com/rolex24hours João Barbosa e Filipe Albuquerque vencem 24 horas de Daytona
Os pilotos portugueses João Barbosa e Filipe Albuquerque, fazendo equipa com o brasileiro Christian Fittipaldi, venceram as 24 Horas de Daytona, nos Estados Unidos, uma das principais provas de resistência automóvel. 
Aos comandos do Cadillac número 5, Filipe Albuquerque abriu a corrida no sábado e levou o carro ao triunfo, depois de João Barbosa e Christian Fittipaldi terem feito turnos intermédios na prova do campeonato norte-americano de resistência.
O trio luso-brasileiro confirmou o favoritismo que lhe era atribuído, depois de, em 2017, terem ficado em segundo lugar. Para Albuquerque trata-se da primeira vitória em Daytona, Florida, enquanto Barbosa e Fittipaldi repetem o triunfo alcançado em 2014, então na companhia do francês Sebástien Bourdais.
Barbosa, piloto radicado nos Estados Unidos, tem uma primeira vitória em 2010, juntamente com o norte-americano Terry Borcheller, o britânico Ryan Dalziel e o alemão Mike Rockenfeller.
Lusa
Fiquem bem,
António Esperança Pereira




quinta-feira, dezembro 27, 2012

ANA vendida a bem da nação, com China ao ataque


Nosso comentário:


Enquanto por cá, em Portugal, tudo acontece dentro do pior, parece que na China, bem pelo contrário, tudo parece ir de vento e popa.
Mudam-se os tempos...
Há que esperar para ver se há ou não resposta por parte da Europa e já agora, também dos Estados Unidos da América...
e que tipo de resposta!
Portugal está moribundo. Definha a olhos vistos.
Personalidades atrás de personalidades, gente de todos os quadrantes políticos, de todas as formações académicas, mostram publicamente a sua indignação.
Sente-se, cheira-se, respira-se, vomita-se incomodidade, revolta, incerteza, humilhação, tristeza.
A começar pela descrença do atual líder governamental em si próprio e no que faz em geral, nós vamos passando essa descrença de uns para os outros.
Os portugueses olham-se mal nos olhos já. 
Aos governantes nem os querem ver. Publicamente não aparecem. É um governo escondido a fazer coisas tenebrosas "A BEM DA NAÇÃO".
E quanto mais a carroça vai andando mais desautorizados ficam os ocupantes, mais lixo cai na terra lusa da carga suja que transportam.
Tenham dó. 
A BEM DA NAÇÃO fazem-se coisas boas, incentivam-se as pessoas, aplicam-se medidas credíveis, semeia-se esperança, melhora-se, constrói-se, mobiliza-se, não o contrário, como o que esta dieta austera, salazarenta, opressora, nos  traz a cada dia que passa.
Divididos como nunca pela governação, entre ricos e pobres, entre velhos e novos, entre empregados e desempregados, entre direita e esquerda, entre caridade e solidariedade, entre residentes e emigrantes, cá vamos gemendo e chorando de desgraça em desgraça.
Digo isto não de uma forma pessimista, não. Sou dos que dizem estas coisas para que toda esta situação mude, e depressa.
Portanto quero dizer que há uma afirmativa no que digo, que há um SIM neste meu NÃO, ao que se vem passando nos últimos tempos.
Vende-se a TAP, vende-se a ANA (aeroportos) vende-se o porto de Viana do Castelo, REN's EDP's, PT's...em suma, vende-se o que Portugal tem de melhor.
Acham caros leitores que é de manifestar o meu babado contentamento a um massacre do meu país? 
A um massacre do seu povo a cada dia que passa, com medidas de elevado grau de malvadez?
Sem se vislumbrar um caminho, uma novidade, um acto digno de nota nisto tudo?
Até quando permitirão os portugueses que tal aconteça? 


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/


PS. Deixo-lhes um texto que recebi via email com um link que dá acesso a um video. Oxalá consigam abrir e apreciem...


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Automóveis fabricados na China
VAMOS-NOS PREPARANDO PARA COMPRAR AUTOMÓVEIS NAS LOJAS CHINESAS, A METADE DO PREÇO DOS CARROS EUROPEUS/AMERICANOS...
Aqui vai a explicação da crise europeia e Ocidental,    Enquanto os alemães influenciando os cordeiros dos parceiros europeus, lhes retiravam a cana de pesca, ia entretanto vendendo a mesma à China, que lhe chamou um figo. Veja-se que toda a robótica e tecnologia exibida no filme é alemã e sueca. Os alemães ganharam muito. O resto da Europa empobreceu porque ficou sem trabalho pois, deixou de produzir para o seu próprio consumo.    
Automóveis fabricados na China Impressionante e verdadeiro!!! Um milhão de unidades por ano, 4.000 engenheiros, 30.000 funcionários... só na China claro!... Fábrica da JAC Motors na China - Olhem só o nível tecnológico da JAC Motors.Deste modo, quem pode competir com a China?     Cuidado mundo! É preciso uma grande transformação na preparação da mão de obra em todos os níveis, melhores escolas, mais investimento. Se todo esse conjunto de medidas não for levado avante de imediato, que se abram muitas, muitas escolas de chinês, pois o domínio será  certo!   CLICK NO LINK ABAIXO :

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...