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terça-feira, abril 04, 2017

Advogadas X Advogados

Nosso comentário:

Há quem esteja convencido de que o facto de os noticiários nos brindarem sobretudo com notícias sensacionalistas, mormente deprimentes, não é por acaso.
Dentro desse sensacionalismo, uma quota parte bem importante de tempo é atribuída a cenas de violência.
Já não faltava a violência dos atentados, dos bombardeamentos aqui e ali com matança farta, outras violências que nem especifico, agora até o futebol nos é apresentado como um cenário de chutos, pontapés, caneladas, joelhadas...eu sei lá.
Triste mesmo!
Em boa verdade se diga que estes cenários apocalípticos divulgados à saciedade pelos média acabam por justificar a multiplicação da violência que se vê por aí.
Os filmes em geral dão uma ajudinha, tiros e ação guerreira não faltam, de modo que também me começo a convencer que todo este cenário negativo, deprimente, violento, repetitivamente dantesco, não acontecerá por acaso.

PS. Para amenizar o meu desabafo, partilho uma anedota bem curtida que me foi enviada via e-mail.


Advogadas X Advogados

Quando Eduardo, um belo e promissor jovem advogado, descobriu que herdaria uma fortuna quando seu pai morresse devido a uma doença terminal, decidiu que era um bom momento para encontrar uma mulher que fosse a sua companheira para a vida fácil que se avizinhava.

Assim, numa determinada noite, ele foi até ao bar da Ordem dos Advogados, onde conheceu uma advogada, a mais bonita que já tinha visto em toda a sua vida. Sua extraordinária beleza, o porte elegante, o corpo curvilíneo, a inteligência, a maneira de falar... deixaram-no sem respiração.

- Eu posso parecer um advogado comum - disse-lhe, enquanto iniciava o diálogo para a conquista da musa - mas, dentro de dois ou três meses, o meu pai vai morrer e eu herdarei 20 milhões de euros.

Impressionada, a bela advogada foi para casa com ele naquela noite.

Três dias depois tornou-se sua madrasta…

sábado, junho 28, 2014

Advogado não mente e...Brasil nos quartos!


Nosso comentário:

Sem grandes novidades para contar neste Sábado de fim de Junho em que a novidade principal, pelo menos em Portugal, parece ter sido a vitória do Brasil sobre o Chile.
Um jogo presenciado aqui, quer do sofá da casa de cada um, quer de explanadas e cafés, quer ainda de espaços ao ar livre especialmente destinados ao evento.
São conhecidos os afectos que unem os dois países, Brasil e Portugal, bem como a comunidade numerosa de cidadãos brasileiros residentes no nosso país.
Facto que foi uma vitória suada, a do Brasil, um vencido bem digno, o Chile, mas a verdade é que no desempate através de grandes penalidades o Brasil levou a melhor sobre o Chile por 3-2 e isso é que conta para a passagem aos quartos de final do Mundial/2014.
Parabéns, pois, Brasil!
Talvez para a semana tenhamos notícias mais sérias e graves. 
Por ora, e para além do destaque já dado ao Mundial de futebol Brasil/2014, deixo uma brilhante história de um advogado que espero apreciem.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira






ADVOGADO NÃO MENTE… POUCO! 


UM ADVOGADO tinha 12 filhos e precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha 12 filhos, ninguém queria alugar porque sabiam que a criançada iria destruir a casa.
Ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir,
afinal os ADVOGADOS não podem mentir.
Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar já se estava esgotando.
Daí teve uma idéia: mandou a mulher ir passear no cemitério com 11 filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária.
Gostou de uma e quando o agente lhe perguntou quantos filhos ele tinha.
Ele respondeu que tinha 12.
Daí o agente perguntou: onde estão os outros ?!
E ele respondeu, com um ar muito triste:
“Estão no cemitério, junto com a mãe deles”.
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir...
Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.

Assim são os políticos, não é por acaso, que quase todos são advogados... !!!

segunda-feira, fevereiro 04, 2013

APRE, Marinho Pinto, como tudo isto é possível?


Nosso comentário


Não divulguei aqui no blog o discurso de Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, na devida altura, ou seja na abertura do ano judicial que ocorreu há 4 dias.
Não o fizemos, não pela importância e desassombro do mesmo, a coragem é sempre de louvar nos tempos de frouxidão a que vimos assistindo por parte de quem governa e tem estatuto de elevadas responsabilidades no Estado Português. 
Mas sobretudo não o fizemos pela extensão do mesmo e porque a sua divulgação foi por demais mediatizada.
Todavia e dado que a APRE (Aposentados, Pensionistas, Reformados) sublinha passagens do tal discurso de Marinho Pinto de elevada importância e gravidade, aproveito esse sublinhado a ele prestado pela digníssima APRE, para o evocar e relembrar.
Aconselho os menos atentos a pormenores sombrios desta governação e aos muitos a que tais pormenores passam despercebidos, que leiam o discurso de Marinho Pinto.
Vale a pena "perderem-se" uns escassos minutos a lê-lo, ou, se tal lhes não for possível, pelo menos passem os olhos pelo excerto abaixo citado pela APRE, e que aos seus associados diz respeito.
Os tais em quem a governação malha fazendo que, com medidas de tamanha fraqueza governamental (por serem tomadas com dureza ante os mais fracos)  nos façam lembrar palavras sábias de Camões:  
"Um fraco rei faz fraca a forte gente".



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/





[APRE! Aposentados, Pensionistas, Reformados] Extracto do Discurso de Marinho Pinto na abertura...

Extracto do Discurso de Marinho Pinto na...

31 de Janeiro de 2013 
Extracto do Discurso de Marinho Pinto na abertura do Ano Judicial :

" E, sobretudo, para advertir solenemente o governo de que não tente convencer-nos de que temos de escolher entre apoiar os idosos ou os jovens; de que temos de escolher entre apoiar aqueles que, durante décadas, com o seu trabalho, com os seus impostos, taxas e contribuições, sustentaram este país ou os cidadãos mais jovens a quem entregaremos o futuro de Portugal.

Todos temos direito aos benefícios do progresso e do desenvolvimento.



Nós, a população activa, temos uma dívida de gratidão para com os idosos deste país.

Foram eles, os que hoje estão reformados e aposentados, que pagaram as escolas onde estudámos gratuitamente, os hospitais onde nos tratámos sem taxas moderadoras; foram eles que pagaram as maternidades onde nasceram sem qualquer custo para as famílias alguns dos que agora os consideram apenas como um custo económico que é preciso reduzir ou eliminar.

O governo português tem de respeitar os pactos que os reformados e os aposentados celebraram com o estado e com a segurança social quando eram trabalhadores activos e garantir-lhes um fim de vida com dignidade.

Isso é não só uma exigência do princípio da protecção da confiança, mas também um critério de aferição de seriedade que ninguém tem o direito de violar - é também uma questão de honradez. "
Discurso de Marinho Pinto na abertura do Ano Judicial
expresso.sapo.pt

Leia o discurso do Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, na abertura do Ano Judicial

segunda-feira, janeiro 07, 2013

Advogado manda mulher para o cemitério com 11 filhos


Nosso comentário:


Uma história curiosa que me foi gentilmente enviada por um leitor do Porto. 
Agradecendo desde já penhoradamente ao emissor da mesma, passo a divulgá-la.
Resolvi, como é segunda-feira, dia de início de semana, não vos maçar hoje com assuntos do dia a dia da política, demasiado chatos e sem desenvolvimentos dignos de monta, a não ser que tudo está na mesma como a lesma.
Deixo pois sem mais delongas a história de um advogado com 12 filhos que por tal motivo não conseguia arranjar quem lhe arrendasse uma casa.
Todavia, ele, advogado hábil em jogos de palavras que mostrou ser, conseguiu dar a volta à coisa e levar a água ao seu moinho.
Leiam e vejam como.


 Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/








ADVOGADO NÃO MENTE



UM ADVOGADO tinha 12 filhos e precisava sair da casa onde morava e arrendar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha 12 filhos, ninguém queria arrendar porque sabiam que a criançada iria destruir a casa.
Ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir, afinal os ADVOGADOS não podem mentir.
Ele estava a ficar desesperado e o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma idéia: mandou a mulher ir passear no cemitério com 11 filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária.
Gostou de uma e o agente lhe perguntou quantos filhos ele tinha.
Ele respondeu que tinha 12.
Daí o agente perguntou: “onde estão os outros?!”
E ele respondeu, com um ar muito triste: “Estão no cemitério, junto com a mãe deles”.
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir...

Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.

Afinal, advogado não mente... é criativo...

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...