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quarta-feira, maio 15, 2024

Ana Jorge garante que entregou 26 documentos ao Governo e revela que está "indignada com a ministra"

 

Ana Jorge (Miguel A. Lopes/Lusa)


"Não podia deixar de ficar indignada pelas acusações de que a Mesa e eu própria fomos alvos por parte da ministra do Trabalho. A senhora ministra afirmou que a Mesa tinha agido em benefício próprio. Rejeito de forma absoluta estas acusações e lamento profundamente o que ela disse sobre os vencimentos e que revela um total desconhecimento. Os vencimentos são fixados pelo membro do Governo da área da Segurança Social".

Foi desta forma que Ana Jorge, a provedora exonerada da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, começou o seu depoimento sobre a situação financeira da instituição e o negócio da internacionalização dos jogos sociais, bem como sobre a exoneração da Mesa (administração da Santa Casa).

A provedora - que continua em funções apesar de ter sido exonerada - explicou ainda que quando entrou na Santa Casa foi feito um levantamento do estado financeiro da instituição, revelando que existia uma "situação de rutura iminente de tesouraria" e que a mesma corria o risco de "não conseguir pagar salários". 

"Ficam para a Santa Casa 170 milhões e os restantes 474 milhões são distribuídos pelos outros beneficiários", explicou.

Sobre a internacionalização da Santa Casa - Santa Casa Global -, Ana Jorge revela que em dezembro de 2020 foi feita a aquisição de parte da sociedade gestora do Hospital da Cruz Vermelha. 

"Perante a situação crítica que a Santa Casa se encontrava em maio de 2023, e - ali sim e não agora - numa situação de rutura iminente de tesouraria, a mesa da Santa Casa tomou a 16 de junho de 2023 um conjunto de medidas de sustentabilidade financeira. Estas medidas todas estão contidas num documento entregue à ministra, conjuntamente com outros 25 documentos." Refira-se que o Governo acusou Ana Jorge de não providenciar informação.

Perante os deputados, a provedora garantiu que, apesar da mesa da Santa Casa ser acusada "de inação", os membros trabalharam "arduamente para que, em setembro de 2023, fossem pagos todos os salários, para que fossem cumpridos os compromissos com fornecedores, para que não houvesse qualquer situação de incumprimento".

"É um facto que a Santa Casa tem, de facto, um grave problema financeiro estrutural. Mas também é facto que a Santa Casa sempre cumpriu pontualmente todos os seus compromissos financeiros. Ainda vamos a tempo de recuperar a Santa Casa, mas de facto há muito para fazer na própria reestruturação interna da Santa Casa. Mas ao contrário do que tem sido afirmado nos últimos dias, a situação económica e financeira da santa casa não compromete a missão primordial de apoio aos mais vulneráveis e desfavorecidos. De facto, e vou apresentar números, como tem sido afirmado, a situação económica e financeira não compromete o apoio aos vulneráveis e mais desfavorecidos", afirmou.

Fiquem bem

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UM PAÍS SUBMISSO - PORTUGAL DA TROIKA | António Esperança Pereira (bubok.pt)

sexta-feira, maio 27, 2011

Ministra diz que pepinos “não devem preocupar” portugueses



A notícia

No total, já foram registadas mais de 80 infecções no prazo de uma semana, mais do que as que habitualmente se registam num ano na Alemanha

Embora falasse, como recordou, na qualidade de cabeça de lista do PS pelo círculo de Coimbra, numa conferência de imprensa, Ana Jorge abordou o assunto, na sequência de questões suscitadas pelos jornalistas.

"Sobre as infecções" que se estão a registar na Alemanha, "não temos, em Portugal, nenhuma ocorrência dessa natureza", afirmou a titular da pasta da Saúde.

"Não me parece que haja preocupação, neste momento, para os portugueses", adiantou a ministra.

Antes, Ana Jorge desafiou o líder do PSD a esclarecer que "cuidados de saúde deixa de fora" do cabaz básico a que aquele partido "se propõe reduzir o Serviço Nacional de Saúde" (SNS).

O número de mortos na Alemanha devido à contaminação de uma variante da bactéria EHEC subiu esta sexta-feira para seis, revelou o Instituto Robert Koch (RKI), em Berlim, que coordena o combate ao surto.
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O nosso comentário

Segundo as declarações da ministra da saúde os pepinos alemães não parecem preocupantes, pelo menos para já.
De qualquer maneira, vindos da Alemanha, nunca fiando.

Ainda não há muito tempo que da Alemanha o Primeiro Ministro José Sócrates trazia um PACOTE conhecido por PEC IV.
Tanto quanto se sabe vinha em boas condições de consumo, parecia ser uma boa receita para o povo português (pelo menos menos má ) foi já em Portugal que o mesmo conheceu o surto de um vírus.
Começou na Assembleia da República, propagou-se ao PR, demais orgãos de soberania, atingindo logo toda uma população que se encontra agora vivendo o auge da epidemia.

O que parecia na altura não mais que um pepino não contaminado, uma tábua de salvação, um pequeno milagre português (o PEC IV) depresa se transformou nesta hecatombe sem melhoria à vista.
Caíu o Primeiro Ministro, agitaram-se os agentes políticos, que logo encontraram maneira de convencer Portugal de que umas eleições em 5 de Junho de 2011 DC eram necessárias.

Apareceu o FMI, o BCE, a Comissão Europeia, tudo a tentar ajudar com vacinas ($$$%%%) esta epidemia séria que se propagou no território nacional.
Depois o povo português é danado, leva estas coisas a sério, quer-se achar de razões, o que se passa, quem é quem, o que se está passar, de quando em vez parece até haver sintomas de que o vírus pós PEC IV transmite alguma violência às pessoas.
Tive conhecimento de algumas trocas de chapadões e pontapés, pelo menos, durante a campanha.

De uma coisa o povo português tem a certeza:
é que destas eleições "epidémicas" não resulta nada de novo ou melhor para Portugal.
Eram escusadas, evitáveis.
Porque não se deixou o PEC IV ir para a frente, muitos se perguntam? se era um mal menor, se evitava que entrasse o FMI, se, se, se, porquê se chumbou o PEC IV, se armaram umas eleições?
Eleições antecipadas, dispendiosas, inúteis, vazias...
Inveja do Primeiro Ministro, oportunismo, malquerença a Portugal?
O futuro próximo esclarecerá muita coisa.
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Fiquem bem,

António Esperança Pereira

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...