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segunda-feira, julho 15, 2024

Aeroportos nacionais com mais 5% de passageiros até maio




Lisboa, 15 jul 2024 (Lusa) – O número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais aumentou 5,1% nos primeiros cinco meses do ano, para 26,2 milhões, metade dos quais no aeroporto de Lisboa, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje divulgados. De acordo com as estatísticas rápidas do transporte aéreo, o aeroporto de Lisboa movimentou 13,6 milhões de passageiros até maio, o que corresponde a 52% do total e a um crescimento de 5,6% face ao mesmo período do ano passado. 

Já o aeroporto do Porto concentrou 22,8% do total de passageiros movimentados (cerca de 6 milhões; +5,6%), enquanto o de Faro registou um crescimento de 2,6% no movimento de passageiros, totalizando 3,2 milhões.

O Reino Unido foi o principal país de origem e de destino dos voos, tendo registado crescimentos no número de passageiros desembarcados (+2,4%) e embarcados (+2,8%) face ao mesmo período de 2023.

No sentido contrário, França registou decréscimos no número de passageiros desembarcados (-2,1%) e embarcados (-2,4%) e ocupou a segunda posição, seguindo-se Espanha, Alemanha e Itália.

Naquele período, registou-se um crescimento de 13,1% no movimento de carga e correio nos aeroportos nacionais (-0,6% em 2023), sendo que o movimento de mercadorias no aeroporto de Lisboa representou 77,1% do total, atingindo 78.600 toneladas (+16,7% face ao mesmo período de 2023).

No conjunto dos restantes aeroportos, o movimento de carga e correio aumentou 2,5%.

Numa análise apenas ao mês de maio, nos aeroportos nacionais movimentaram-se 6,5 milhões de passageiros e 21.100 toneladas de carga e correio, correspondendo a crescimentos de 6,3% e 10,8%, respetivamente, face a maio de 2023.

Naquele mês, registou-se o desembarque médio diário de 106.400 passageiros, valor superior em 6,2% ao registado em maio de 2023 (100.200).

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

António Esperança Pereira - Livros deste autor - Bubok

terça-feira, março 28, 2023

Governo britânico rejeita apelo à independência lançado pelo novo líder escocês

Londres, 27 mar 2023 (Lusa) - O Governo britânico rejeitou hoje o apelo à independência feito por Humza Yousaf, eleito líder do Partido Nacional Escocês (SNP) e sucessor de Nicola Sturgeon na chefia do executivo regional.


Israel's prime minister visits London© Fornecido por Lusa

Um porta-voz do primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, argumentou que escoceses e britânicos querem que os políticos "se concentrem nas questões que mais lhes interessam: reduzir a inflação, enfrentar a crise do custo de vida e reduzir as listas de espera" no sistema de saúde.

O ministro da Saúde, Humza Yousaf, de 37 anos, foi hoje anunciado como o vencedor da eleição para a liderança do Partido Nacional Escocês (SNP), pelo que irá assumir também o posto de primeiro-ministro.

Filho de pai paquistanês e mãe queniana, também de origem asiática, Humza Yousaf é o primeiro líder escocês de uma minoria étnica, e o primeiro muçulmano a liderar um grande partido político no Reino Unido.

Yousaf era considerado o favorito e visto como o candidato da continuidade devido à proximidade com a Sturgeon, que se demitiu em meados de fevereiro alegando o “impacto físico e mental” sofrido no posto nos últimos anos. 

O líder do Partido Conservador na Escócia, Douglas Ross, lamentou que “a eleição de Humza Yousaf como líder mostra que o governo do SNP vai afastar-se cada vez mais das verdadeiras prioridades do povo escocês para ficar obcecado com a independência”."Para o bem da Escócia, esperamos que ele não ande de fracasso em fracasso, como fez quando foi ministro da Saúde, ministro da Justiça e ministro dos Transportes de Nicola Sturgeon”, acrescentou, em comunicado.

O líder do Partido Trabalhista, Keir Starmer, deu os parabéns ao novo líder do SNP, mas afirmou que o partido independentista “não tem as respostas para o [sistema de saúde público britânico] NHS e a crise do custo de vida”.

Os eleitores escoceses votaram para permanecer no Reino Unido num referendo de 2014, mas o SNP quer uma nova votação por discordar com o ‘Brexit' (a saída britânica da União Europeia).

O Governo central britânico recusou-se a autorizar um segundo referendo, e o Supremo Tribunal do Reino Unido decidiu que a Escócia não pode realizar a consulta pública sem o consentimento de Londres.

Fiquem bem

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domingo, outubro 23, 2022

Retorno de Boris Johnson inflama disputa pelo poder no Reino Unido

 


Ex-premiê Boris Johnson retorna ao Reino Unido e gera especulações em torno de sua possível volta ao poder© Fornecido por IstoÉ


Ex-premiê que renunciou ao cargo antes do curto mandato de Liz Truss antecipa retorno das férias e ensaia volta ao cargo. Aliados garantem que ele possui apoio suficiente para concorrer à chefia de governo.A corrida pelo cargo de primeiro-ministro no Reino Unido ganhou novos contornos neste sábado (22/10), com o retorno de Boris Johnson ao país, o que imediatamente gerou uma série de especulações.

O ex-premiê, que há apenas três meses teve de renunciar ao cargo após uma série de escândalos em seu governo, antecipou sua volta das férias na República Dominicana, dois dias depois de sua sucessora, Liz Truss, anunciar sua própria renúncia.

Truss deixou o cargo seis semanas após assumi-lo, na esteira de um programa econômico que abalou o mercado e dividiu o Partido Conservador. Ela se tornou a terceira chefe de governo a renunciar desde que o Reino Unido votou por sair da União Europeia (UE), e a que passou menor tempo na função em toda a história do pais – somente 45 dias.

Alguns dos aliados de Johnson já afirmam que ele possuiria apoio suficiente dentro do partido para ensaiar uma volta ao poder, embora ele ainda seja uma personalidade bastante controversa entre os conservadores.

O ex-vice-primeiro-ministro Dominic Raab chegou a afirmar neste sábado que não consegue enxergar de que forma o ex-premiê poderia retornar ao cargo, uma vez que ainda é alvo de um inquérito que investiga as festas ilegais do seu gabinete na sede do governo britânico.

PS do Autor do blog:

"Tempo Incerto ou... Reino Unido, quem te viu e quem te vê"?


Fiquem bem

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quinta-feira, dezembro 31, 2020

Pai de Boris Johnson opta Europa

Nota breve do autor do blog: Foi uma surpresa hoje ao chegar a casa e me disseram: sabes que o pai do Boris Johnson pediu a nacionalidade francesa? sério, disse eu. Essa é uma notícia interessante no dia de o RU cortar os laços com a UE. Sendo eu um simpatizante moderado dos ingleses tive pena da atitude britânica. Sei que os britânicos são um povo "sui generis", gostam de ser diferentes em montes de coisas. Agora, tratando-se de um dos países impulsionadores daquilo que viria a ser a União Europeia, foi com mágoa e estranheza que os vi tomar a decisão que tomaram. E quem não quer estar connosco, é porque não se sente bem connosco, certo? pois que sejam felizes e que a decisão os guinde ainda mais alto ao pico dos noticiários mundiais com as suas princesas e os seus príncipes. Também com os seus famosos futebóis. A Premier League não é?

Fiquem bem e tenham um Ano 2021 muito Feliz.

António E. Pereira

Pai do primeiro-ministro britânico Boris Johnson pediu nacionalidade francesa© TVI24 Pai do primeiro-ministro britânico Boris Johnson pediu nacionalidade francesa

O pai do primeiro-ministro britânico, Stanley Johnson, iniciou o procedimento para obter a nacionalidade francesa e assegurou à imprensa que se sente europeu.

Não é uma questão de me tornar francês. Se bem entendi, já o sou. A minha mãe nasceu em França, a sua mãe era francesa e o seu avô era francês. Para mim é uma questão de recuperar o que já sou e é por isso que estou feliz", disse Stanley Johnson à estação de rádio francesa RTL.

O escritor e antigo deputado conservador disse numa declaração em francês que "será sempre" europeu.

Não podemos dizer ao inglês: você não é europeu. A Europa será sempre mais do que o mercado comum e a União Europeia", defendeu Stanley Johnson a horas da formalização da saída do Reino Unido do bloco europeu, mas considerou que "ter uma ligação com a União Europeia é importante".

O primeiro-ministro, o eurocético Boris Johnson, que fez do Brexit o centro das suas políticas, mantém divergências com a sua própria família sobre a separação de Bruxelas.

O seu pai votou contra os Brexit e os seus irmãos, a jornalista Rachel Johnson e o também político Jo Johnson, manifestaram o desejo de que o Reino Unido continuasse a fazer parte da União Europeia.

O Reino Unido corta os laços com a União Europeia hoje às 23:00 (24:00 hora de Bruxelas), quase um ano depois de deixar oficialmente o bloco de 27 países na sequência de um referendo popular em 2016, deixando de ter acesso ao mercado único e de estar sujeito ao Tribunal Europeu de Justiça.

quarta-feira, setembro 09, 2020

Brexit: Evitar fracasso das negociações a todo o custo

 

Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

O Governo português defendeu esta terça-feira que um eventual fracasso das negociações sobre a futura parceria da União Europeia (UE) com o Reino Unido “deve ser evitado a todo o custo”, pelas consequências para a relação comercial pós-Brexit.

“Essa hipótese [de falta de acordo para futura parceria] seria um fracasso com consequências quer do ponto de vista económico, quer do ponto de vista institucional, e deve ser evitada a todo o custo”, declarou o ministro português dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

Falando aos jornalistas em Bruxelas depois de uma série de encontros com membros do executivo comunitário sobre o plano nacional de recuperação e resiliência, o chefe da diplomacia portuguesa admitiu que Bruxelas e Londres estão num “momento difícil nas negociações”.

“Estamos num momento crítico [porque] estamos a aproximar-nos do fim do prazo e não progredimos ainda significativamente nos dossiês mais delicados”, apontou Augusto Santos Silva. Ainda assim, “é verdade que é próprio dos processos negociais mais complexos haver estes momentos, vamos lá ver se o momento é superado”, ressalvou o responsável.

“Anteriormente já foram superados outros momentos delicados”, destacou também o ministro dos Negócios Estrangeiros, garantindo ter “esperança e de estar confiante” no sucesso das negociações. Acresce que “perdemos todos bastante se não conseguimos chegar a acordo”, adiantou.

Também hoje, o Governo britânico admitiu que uma proposta de lei que vai apresentar na quarta-feira para retificar parte do acordo de saída do Reino Unido da UE representa uma violação do direito internacional. Augusto Santos Silva confessou que “os últimos anúncios em Londres causam estranheza”. “Mas vamos ver se é uma coisa mais grave do que estranheza”, concluiu.

Os dois lados estão a negociar o formato das futuras relações comerciais há seis meses, desde a saída formal do Reino Unido do bloco, a 31 de janeiro, mas o progresso tem sido mínimo e a recente troca de acusações arrisca acabar em colapso nas próximas semanas.

As duas partes continuam aparentemente distantes em várias questões, nomeadamente sobre regras para as empresas, até que ponto o Reino Unido pode apoiar certas indústrias e sobre o acesso da frota de pesca da UE às águas britânicas.

A tensão entre as duas partes aumentou na segunda-feira, após notícias de que o Governo britânico pretende introduzir legislação que poderá enfraquecer a parte do acordo de saída do Reino Unido relativamente à Irlanda do Norte, o que Bruxelas considera pôr em risco os compromissos feitos na altura.

O chamado “período de transição”, contemplado no Acordo de Saída negociado entre as partes e consumado em janeiro passado, termina em 31 de dezembro, mas, por questões processuais e jurídicas, as partes devem chegar a um acordo o mais tardar até final de outubro, cenário que se afigura cada vez menos provável à luz da evolução das negociações e das recriminações de parte a parte.

Se UE e Reino Unido não conseguirem chegar a um acordo atempadamente, apenas as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), nomeadamente os direitos aduaneiros, serão aplicáveis a partir de janeiro de 2021 às relações comerciais entre Londres e os 27.

Texto: Agência Lusa

Fiquem bem.

António Esperança Pereira


sábado, julho 04, 2020

Which is the safest place to stay


 António Costa

Coube a Augusto Santos Silva classificar, em nome do Governo, o erro que o Reino Unido cometeu ao excluir Portugal dos corredores aéreos. António Costa não comentou publicamente a decisão, mas manifestou-se através das redes sociais. Numa publicação no Twitter, recorreu a um gráfico para demonstrar a insatisfação, deixando um convite aos britânicos para virem de férias para o Algarve.
Which is the safest place to stay?“. É com esta pergunta — qual o sítio mais seguro para ficar, em português — que António Costa arranca a publicação totalmente escrita em inglês, fazendo alvo a todos os britânicos. A pergunta não tem resposta, mas o gráfico que surge abaixo explica claramente o que o primeiro-ministro quer dizer.
via @antoniocostapm
Neste gráfico, Costa compara o número de casos de infeção por Covid-19 por cada 100 mil habitantes no Reino Unido com o Algarve, mostrando claramente a situação mais complicada do lado dos britânicos. O Algarve conta com 142 em 100 mil, contra mais de 400 no Reino Unido.
Esta comparação, no dia em que o governo britânico deixou o país de fora das “vias verdes”, exigindo quarentena aos cidadãos que entrem no país vindos de Portugal, é acompanhada de um convite aos britânicos para virem passar férias ao país.
You are welcome to spend a safe holiday in Algarve!“, atira. Costa diz que os britânicos são bem-vindo a passar umas férias seguras no Algarve, região que será certamente a mais castigada por esta decisão das autoridades britânicas.
Os turistas do Reino Unido têm um grande peso no turismo nacional, tendo chegado ao país mais de nove milhões de britânicos aos aeroportos nacionais no ano passado, muitos deles em busca do sol algarvio.
A exclusão de Portugal está a deixar preocupados os responsáveis do setor, nomeadamente do sul do país, temendo perdas avultadas por mais este revés em época alta, depois de meses encerrados por causa da pandemia.

Fiquem bem, sigam as regras da Direção-Geral de Saúde

De-Dentro-De-Nos-Compilacao-de-Poemas://www.bubok.pt/livros/120

sábado, fevereiro 01, 2020

Com ironia e por Portugal


O jornal britânico The Guardian convidou uma série de ilustres — um por cada estado-membro da União Europeia — para se despedir do Reino Unido. No especial publicado esta sexta-feira, 31 de janeiro de 2020, dia do adeus, Lídia Jorge foi convidada escrever o texto de Portugal.
Com recurso à ironia, a escritora portuguesa lembrou ao Reino Unido que "nenhum homem é uma ilha".
Leia o texto na íntegra (tradução livre):
Ninguém deve menosprezar a vossa decisão de seguir sozinhos
Talvez o melhor que podemos desejar é que o Reino Unido, finalmente liberto do pesadelo europeu, rume para novas margens, parcerias e oportunidades — e aquilo que for bom para o Reino Unido não será mau para os seus ex-parceiros europeus.
Obviamente que ninguém deve menosprezar a decisão dos britânicos de seguir sozinhos. Isso foi longamente debatido. As nações têm o seu ego, como disse James Joyce. Se outros países europeus lidassem com crises como ilhas, talvez também eles ansiassem por recuperar a grandeza do passado. Portugal teve a sua próprio experiência nos anos 1950, quando o ditador "tin-pot" [expressão inglesa atribuída a ditadores de países pequenos que acham que são mais importantes do que são de facto] António Salazar proclamou que iríamos ficar orgulhosamente sós.
É suposto que o Reino Unido, de novo como uma ilha, siga à deriva no Atlântico em direção aos Estados Unidos. A América estará à espera, de braços abertos, com as suas boas maneiras e jogo limpo, personificados pelo atual presidente. Ele irá explicar a Boris Johnson que as alterações climáticas não existem, que é bom continuar a explorar minas de carvão e que a lei internacional foi ultrapassada pelo Twitter.
Mas as escolas na Europa vão continuar a ensinar a linha poética de John Donne que diz que "Nenhum homem é uma ilha"
É de referir que o The Guardian é contra a saída do Reino Unido da União Europeia, tendo tornado público o seu posicionamento.
O "casamento" de 47 anos entre o Reino Unido e a União Europeia chegou hoje ao fim, às 23h00 desta sexta-feira. Para que o "divórcio" não seja inteiramente litigioso, segue-se um período de transição que vigorará até 31 de dezembro.
Foi a 01 de janeiro de 1973 que o Reino Unido aderiu à então Comunidade Económica Europeia, mas num referendo realizado em junho de 2016, a maioria dos britânicos preferiu sair do bloco.
O período de transição começa a contar a partir de agora e vai até 31 de dezembro de 2020, durante o qual o Reino Unido continua a respeitar as normas europeias a fazer parte do mercado único europeu.
Designado oficialmente por Período de Implementação, mantém na prática o Reino Unido dentro do mercado único, estando obrigado a respeitar as regras europeias, mas sem estar representado nas instituições de Bruxelas nem participar nas decisões.
O objetivo é evitar uma mudança repentina, dando tempo a que empresas e cidadãos se adaptem.
As negociações, oficialmente, só deverão começar em março, e os termos ficaram definidos na declaração política que acompanha o Acordo de Saída negociado pelo primeiro-ministro, Boris Johnson.
Fiquem bem,






segunda-feira, abril 02, 2018

Catering afinal o que é?


Nosso comentário:

Vive-se um tempo em que os ingleses e o Reino Unido se confrontam com opiniões menos consensuais quanto às suas atitudes, opções e até possibilidades.
Basta lembrarmo-nos do Brexit, em que dão com a porta na cara aos "europeus", da velha mania das diferenças quanto a medidas de isto e daquilo, a própria teimosia de guiarem os seus automóveis ao contrário da maioria dos países, a convicção falsa de que os iraquianos tinham armas químicas, etc etc.
Não esquecer que neste preciso momento, o governo inglês trava uma guerra diplomática com a Rússia, estando, ao que parece, por provar as motivações de um tal ato.
Todavia, nem tudo é "diferente e esquisito" no Reino Unido. Têm as suas valências como povo, e são muitas.
Embora tratando-se de um pequeno texto sobre "Catering", que me foi endereçado , ele é indicativo do que acabo de afirmar. Uma palavra inglesa "Catering" com alguma história à mistura.
Ora façam o favor de ler.
António Esperança Pereira 


Catering

Catering é uma palavra inglesa que significa comprar provisões, comida preparada. 
É um serviço de fornecimento de refeições coletivas incluindo também: talheres, louças, toalhas etc...
Esses serviços estão vocacionados para: companhias de aviação, hospitais, festas, eventos desportivos...
Quem pede o serviço de catering define previamente o cardápio, o número de comensais, o local e a hora de entrega.
Um exemplo histórico de Catering foi o serviço prestado durante a Segunda Guerra Mundial, quando milhares de pessoas escondidas em abrigos do Metro de Londres foram alimentadas.

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...