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sexta-feira, janeiro 03, 2025

Trovoada, vento forte e neve. Proteção Civil deixa alerta à população

 Os próximos dias deverão ser marcados pelo regresso da chuva, que não virá sozinha. Ventos fortes, queda de neve e chuva poderão criar situações mais perigosas, para as quais a Proteção Civil deixa alguns conselhos - por forma a evitar o pior.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil emitiu, esta sexta-feira, um aviso à população, no âmbito da previsão meteorológica para os próximos dias, que deverão trazer precipitação, por vezes forte, vento, agitação marítima e queda de neve.

As previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) indicam que os próximos dias serão marcados por chuva, por vezes forte "e acompanhada de trovoada, em especial no Minho e Douro litoral", mas estendendo-se a todo o território.

Quanto ao vento, deverá soprar com rajadas que podem atingir até 90 km/h no Litoral e chegar aos 100/h nas terras altas.

Já a agitação marítima na costa ocidental deverá ser caracterizada por ondas entre quatro a cinco metros, e a possibilidade de queda de neve será acima dos mil a 1200 metros de altitude.

A Proteção Civil aponta ainda quais os efeitos expetáveis perante esta previsão, alertando que os episódios de precipitação, vento, agitação marítima e queda de neve, estão normalmente associados:

  • À ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento ou por galgamento costeiro;
  • À ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;
  • À instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo;
  • A piso rodoviário escorregadio devido à possível formação de lençóis de água ou à acumulação de gelo e/ou neve;
  • Possíveis acidentes na orla costeira, devido à forte agitação marítima;
  • Ao arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública;
  • Desconforto térmico na população pela conjugação da temperatura mínima baixa e do vento.

Perante a situação, há medidas que a população pode tomar por forma a minimizar o eventual impacto deste cenário, sobretudo, através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:

  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
  • Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando a circulação e permanência nestes locais;
  • Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
  • Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tomando especial atenção à eventual acumulação de neve e/ou formação de lençóis de água nas vias rodoviárias;
  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

Dez distritos do continente vão estar no domingo e na segunda-feira sob aviso amarelo devido à previsão de chuva, por vezes forte, e condições favoráveis à ocorrência de trovoada e queda de granizo, informou hoje o IPMA.

Os distritos de Viseu, Porto, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro e Braga vão estar sob aviso amarelo entre as 6 horas de domingo e a meia-noite de segunda-feira, e Lisboa, Setúbal, Leiria e Coimbra entre as 6 horas e as 12 horas de domingo.

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sexta-feira, setembro 20, 2024

Dia de luto nacional. Chuva alivia bombeiros mas ainda há chamas

 

A situação dos incêndios em Portugal continental está mais calma. O fogo em Castro de Aire, no distrito de Viseu, ainda não foi dominado e mobiliza mais de 800 operacionais. Esta sexta-feira é dia de luto nacional. Miguel Pereira da Silva - Lusa

De acordo com informação disponível no site oficial da ANEPC na Internet, os dois fogos em Castro Daire, no distrito de Viseu, eram os que mais preocupavam e que mobilizavam mais meios, apesar da mudança no estado do tempo, com alguns aguaceiros registados na região.

O fogo que deflagrou às 21h23 de quinta-feira em Mões/Soutelo, no concelho de Castro Daire, mobilizava 726 operacionais, com o apoio de 231 meios terrestres.

Já o incêndio que deflagrou às 12h46 de terça-feira em Pinheiro, Moção, também em Castro Daire, estava a ser combatido por 86 operacionais, com o apoio de 30 veículos.

Às 8h00, cerca de 2.500 operacionais, apoiados por 768 meios terrestres, combatiam 42 incêndios (em curso, em conclusão e resolução) em todo o território de Portugal continental, de acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Segundo a Proteção Civil, o incêndio em Penalva do Castelo, distrito de Viseu, entrou esta madrugada em fase de resolução.

Também o incêndio que deflagrou na freguesia de Alvarenga na quarta-feira à tarde em Arouca, concelho do distrito de Aveiro e da Área Metropolitana do Porto (AMP), entrou esta sexta-feira em fase de resolução.

Em fase de resolução estavam também os dois fogos que deflagraram em Sabroso de Aguiar e em Veria de Jales e Quintã e que sofreram reativações na quinta-feira à tarde em Vila Pouca de Aguiar, no distrito de Vila Real

Dia de luto nacional

O Governo decretou para esta sexta-feira um dia de luto nacional. É uma homenagem às vítimas mortais dos incêndios. Morreram sete pessoas e 166 ficaram feridas, devido aos fogos que atingem desde domingo sobretudo as regiões Norte e Centro do país, nos distritos de Aveiro, Porto, Vila Real, Braga, Viseu e Coimbra, e que destruíram dezenas de casas.

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segunda-feira, agosto 26, 2024

PSP diz que restrições a jornalistas no incêndio na Madeira foram pedidas pela Proteção Civil

 

Incêndio Madeira (Getty)© TVI Notícias

A PSP da Madeira informou esta segunda-feira que a restrição aos acessos na freguesia do Curral das Freiras, denunciada pelo Sindicato dos Jornalistas, foi realizada a pedido da Proteção Civil, de forma a ter liberdade de atuação.

“Estamos em condições de confirmar que houve efetivamente restrição aos acessos, por pedido expresso da Proteção Civil, que pretendia ter liberdade de atuação e garantia de perímetro de segurança, de forma a que a população residente pudesse retirar os seus bens, alimentar os seus animais e que os mais renitentes estivessem preparados para evacuação de emergência”, adianta a PSP, numa resposta escrita à agência Lusa.

Esta situação ocorreu na madrugada de sábado, acrescenta a polícia, “obrigando a que, ao longo do dia, tenha resultado numa presença policial permanente a auxiliar a Proteção Civil”.

“O avanço e recuo das chamas foi inconstante, motivando por isso mesmo que os pedidos de colaboração da Proteção Civil fossem variando consoante a perigosidade e proximidade das chamas”, explica a PSP na mesma informação.

Quanto à outra situação de impedimento, que o Sindicato dos Jornalistas diz ter ocorrido no domingo, na Fajã dos Cardos, a PSP diz que se reporta a segunda-feira.

“Naquele local, a Proteção Civil solicitou que na zona onde se encontravam os órgãos de comunicação social, deveriam apenas permanecer moradores, de forma a que pudessem retirar os seus bens e acudir aos moradores mais necessitados e debilitados, já que os demais presentes que se encontravam naquele local estavam a condicionar as operações de combate aos incêndios e nessa zona ocorreria dentro de momentos a concentração dos restantes meios que se concentrariam para atacar aquela frente do incêndio, sendo consequentemente aumentado o perímetro de segurança”, esclarece a força policial.

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quarta-feira, outubro 18, 2023

Mau tempo: Proteção civil recomenda que se evitem deslocações desnecessárias (C/ÁUDIO)

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Serviço áudio disponível em www.lusa.pt


Lisboa, 18 out 2023 (Lusa) – A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recomendou hoje aos cidadãos que evitem deslocações desnecessárias na quinta-feira devido à previsão de chuva e vento forte, consequência da passagem da depressão Aline pelo continente.

Em conferência de imprensa, o segundo comandante da ANEPC, Miguel Cruz, disse que vão ser enviados ainda hoje SMS de alerta à população para o agravamento do estado do tempo a partir de hoje, mas sobretudo na quinta-feira.

De acordo com Miguel Cruz, o nível de prontidão do dispositivo vai subir de amarelo para laranja a partir das 00:00 de quinta-feira.

A proteção civil alertou que, para hoje, está prevista que a chuva comece no norte e centro e que na quinta-feira se alastre a todo território continental.

A Autoridade pede atenção na circulação rodoviária, que se evitem zonas inundadas e as atividades junto ao mar.

Portugal continental vai ser afetado pela depressão Aline, que transporta uma massa de ar quente, húmida e instável, que vai trazer precipitação forte e rajadas de vento que poderão superar os 100 quilómetros/hora e agitação marítima.

Devido à previsão de chuva e vento fortes, o IPMA emitiu aviso laranja para os 18 distritos do continente.


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segunda-feira, agosto 22, 2022

Portugal deixa de estar em situação de alerta a partir de quarta-feira

 


O Governo decidiu esta segunda-feira não prolongar a situação de alerta no país devido ao risco de incêndio florestal.

Reunidos na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o ministro da Administração Interna e a secretária de Estado da Proteção Civil com os membros das áreas governativas da Defesa, do Trabalho, da Saúde, do Ambiente e da Agricultura e Alimentação, reavaliaram as medidas adotadas devido ao risco de incêndio.

Em função deste quadro de melhoria significativa a partir de quarta-feira das condições meteorológicas, entendemos que era possível aliviar as restrições associadas ao perigo de incêndios rurais e decidimos, por isso, não prolongar a situação de alerta

A situação de alerta foi anunciada na sexta-feira passada pelo ministro da Administração Interna e termina, assim, às 23:59 de terça-feira.Até lá é proibido circular em florestas e fazer queimadas, assim como existem limitações no uso de máquinas agrícolas. Uma das medidas que também foi anunciada foi o reforço do patrulhamento para evitar novos incêndios.

Apesar de não prolongar a situação de alerta, o Governo sublinha que é necessário continuar a ter "especiais cuidados" pelo que a Proteção Civil mantém o país em alerta laranja em 16 distritos na terça-feira e em cinco distritos na quarta-feira.

José Luís Carneiro adiantou ainda que vão manter-se em "funções de patrulhamento e fiscalização 300 patrulhas diárias da GNR".

A Proteção Civil, acrescentou, fará o pré-posicionamento de meios terrestres e aéreos consoante o risco no território e "manterá, como é regular, a sua avaliação diária para, em função das necessidades e das alterações das previsões meteorológicas poder adaptar e ajustar a resposta às necessidades que venham a ser diagnosticadas e que resultam das condições no terreno".


Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...