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segunda-feira, setembro 19, 2016

O meu postal de fim de semana!








Vista da Praia do Amado, que faz parte do conjunto de praias junto à cidade de Portimão/Algarve





Muito bom tempo no Algarve este fim de semana.
Isto, apesar de estarmos já a entrar na segunda quinzena de Setembro, por conseguinte, com o Outono à porta.
Um sol magnífico, um azul celeste de encantar, um mar sereno a convidar mais e mais tempo junto dele.
Havia bastante gente, quer nacionais quer estrangeiros, o que fazia esquecer o facto de já terem começado as aulas, que a maioria das pessoas já tinham regressado ao trabalho, em suma, que as férias, ditas grandes, haviam terminado.
Sinceramente, ninguém diria!!!



Fiquem bem,

António Esperança Pereira




sexta-feira, outubro 10, 2014

Afinal Passos Coelho sabia...


Nosso comentário:

Em tempos conturbados e pouco equilibrados, diga-se, faz sempre bem uma anedotazita ainda que simples e quase inofensiva.
Atendendo aos passarões contemplados nesta mesma anedota, em boa verdade se diga que mereceriam anedotas bem mais apimentadas e assertivas.
Todavia, a simplicidade também é bem vinda e, às vezes é na simplicidade que mora a mensagem mais capaz de ficar e perdurar em todos nós.
Por isso a publico porque a brincar se dizem pequenas grandes verdades como é o caso. Verdades que afectam e de que maneira o estado em que Portugal se encontra.
Infelizmente...

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


A Suíça não é banhada por nenhum mar! Até o Passos Coelho parece que sabia que a Suíça não é banhada por nenhum mar...!!!


Numa reunião com o Presidente da Suíça, Passos Coelho apresenta os seus Ministros:

- Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro da Educação, este é o Ministro da Economia, esta é a Ministra da Justiça.... e por ai fora.


Chegou a vez do Presidente da Suíça:


-Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro da Fazenda, este é o Ministro da Justiça, este é o Ministro da Educação, este é o Ministro da Marinha ...

Nessa altura, Passos Coelho começa a rir feito parvo e diz:

- Desculpe Sr. Presidente, mas para que é que o senhor tem um Ministro da Marinha, se o seu país não tem mar?
E o Presidente da Suíça responde:



-Quando Vossa Excelência apresentou os Ministros da Justiça e da Educação, eu não ri... pois não?!

terça-feira, junho 19, 2012

O Milagre de Moisés sobre as ondas?

Descrição: http://www.euviali.com/wp-content/uploads/2011/12/1.jpgNa ilha Jindo, localizada na Coreia do Sul, ocorre um dos fenómenos naturais mais incríveis do mundo, o chamado Milagre de Moisés.

Nota do autor do blog/site: Os nossos agradecimentos ao nosso contato pelo envio de tão interessante contributo. Se o leitor tiver posses, um dinheirito de lado, não deixe de presenciar o fenómeno aqui descrito. Pela nossa parte e para esse fim, vamos começar a por qualquer coisita no mealheiro e, caso o novo imposto aconselhado e alvitrado hoje pelo dr. Cadilhe não leve o que resta a este vergado povo português/2012, tentaremos também fazer esta viagem que se afigura exótica e única. Sobretudo esclarecedora quanto a Moisés e o seu MILAGRE!!!
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Duas vezes por ano, durante uma maré baixa, um caminho de terra de 2,8 km, com 40 metros de largura é revelado, unindo as ilhas de Jindo e Modo por um período de uma hora.

 
Descrição: http://www.euviali.com/wp-content/uploads/2011/12/2.jpg

Este fenômeno ocorre independentemente da velocidade da maré ou das ondas.

Descrição: http://www.euviali.com/wp-content/uploads/2011/12/4.jpg
Pessoas de todo o mundo vão para testemunhar o fenómeno e andar pelo caminho marítimo
.Descrição: http://www.euviali.com/wp-content/uploads/2011/12/81.jpg

Existe uma lenda por trás deste fenômeno coreano. Uma aldeia Jindo foi atacada por tigres e todos os moradores correram para a ilha vizinha, Modo. Todos, com exceção de uma mulher de idade indefesa, que foi deixada para trás. No seu desespero ela orou ao Deus do Mar, que dividiu o mar e ajudou a escapar dos sanguinários animais.
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Fiquem bem,

segunda-feira, abril 16, 2012

O que Portugal poupava se tivesse mar...

FENOMENAL!!!!! J J J

Da crónica "Paris - Telheiras", de João Quadros no Negócio On-Line:

"Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) demonstram que o Pingo Doce (da Jerónimo Martins) e o Modelo Continente (do grupo Sonae) estão entre os maiores importadores portugueses."
Porque é que estes dados não me causam admiração? Talvez porque, esta semana, tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco.
Uma ONU do ultra-congelado. Eu explico.
Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti... Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc.
Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano.
Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras...
fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras.
Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar.
Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl.
Eu, às vezes penso: o que não poupávamos se Portugal tivesse mar.
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Nosso comentário:
 
 
Tal e qual como a recebemos, via email, assim publicamos uma intressante crónica Paris-Telheiras, sobre "coisas do mar", mais propriamente, frescos marinhos.
Gostámos da expressão: "uma ONU do ultra congelado" utilizada pelo autor, a quando da sua visita à zona de peixe congelado dos hipermercados da SONAE e da JERÓNIMO MARTINS.
Dá que pensar realmente, aqueles que tanto nos fazem crer que o problema de Portugal está nas importações, no tal despesismo, sejam os que tudo fazem para nada fazer para inverter a situação.
É caso para dizer em coro com o autor da crónica: "O que não poupávamos se tivéssemos mar"
 
Sem dúvida que um mar às moscas como o enorme Mar Atlântico com que a natureza brindou Portugal, sem ter que pagar nada a ninguém, sem intervenções externas, sem juros nem contrapartidas, mas "infelizmente", sem grandes tachos para boys, as coisas das pescas são sujas e cansativas, só atrapalha!!!
Não fora neste momento, segundo consta, ir por lá a passar um vaso de guerra de Paulo Portas, (desta vez o submarino não vai, deve estar por aí noutro sítio do mar...) rumando a República da Guiné-Bissau, para proceder à libertação de portugueses...
nós chamaríamos nesta fase a esse imenso mar português, com toda a propriedade, um "mar morto". Se preferirem "um não mar".
 
Finalmente deixamos as preferências da semana dos nossos leitores: mensagens que publicamos e nossas páginas. Boas leituras, boas pesquisas, boas escritas, boa semana!!!
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Fiquem bem,
 
 
 
 
 
 
 
 

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Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...