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terça-feira, novembro 09, 2021

Vai levar a terceira do se da vacina? saiba o que esperar

 

É o seu caso?© Shutterstock É o seu caso?

Os efeitos secundários da terceira dose da vacina contra a Covid-19 são "significativamente mais leves" do que os observados nas primeiras doses, revelam dados do Ministério de Saúde Israelita.

A reação mais comum à dose de reforço é a fadiga, relatada por 86,6 pessoas por milhão, em comparação com 271,8 e 251,1 por milhão após a segunda e primeira doses, respetivamente. A dor no local da vacina afetou 42,7 pessoas por milhão na terceira dose, contra 222,9 e 514,3 nas primeiras doses. Os dados referem-se a aproximadamente três milhões de cidadãos.

Para já, só foram detetadas 19 situações consideradas graves, mas a ligação à vacina ainda está a ser avaliada. O Ministério da Saúde israelita afirma que "os efeitos secundários após a toma da terceira dose foram detetados numa pequena percentagem de adultos com 60 anos ou mais e estão em linha com os sintomas relatados após as duas primeiras doses. Geralmente, incluem dor no local da vacina, dor de cabeça, febre, calafrios e dores musculares".

Num relatório divulgado a 28 de setembro, o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos reforçou a mesma tese. O CDC indicou que os efeitos surgem 48 depois da toma da vacina, são leves a moderados e duram pouco tempo. 

Em relação aos sintomas mais comuns, 22 mil pessoas referiram ter sentido dores no braço (71%). Mais de metade (56%) dos que preencheram o inquérito da CDC relataram fadiga e 43,4% dizem ter tido dor de cabeça. Outros 7% referiram ter tido dor generalizada intensa, 2% necessitaram de assistência médica e 13 pessoas foram hospitalizadas

Em Portugal, recorde-se, as pessoas com 75 ou mais podem já efetuar o pedido de autoagendamento para serem vacinadas com a dose de reforço da vacina contra a SARS-CoV-2,  através do portal Covid-19. 

Fiquem bem,

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...a ver o que sai...(poemas) | António Esperança Pereira - Bubok

quinta-feira, março 25, 2021

Retoma da vacina AstraZeneca na Suécia

A Suécia, que suspendeu o uso da vacina anti-covid da AstraZeneca após relatos de possíveis efeitos secundários, incluindo casos suspeitos de coágulos sanguíneos, anunciou hoje ter recomeçado a usá-la em pessoas com mais de 65 anos.

A Suécia, que suspendeu o uso da vacina anti-covid da AstraZeneca após relatos de possíveis efeitos secundários, incluindo casos suspeitos de coágulos sanguíneos, anunciou hoje ter recomeçado a usá-la em pessoas com mais de 65 anos.

 Embora "não possa ser descartado que alguns casos raros de efeitos secundários graves possam estar associados à vacina, esses casos foram relatados apenas em pessoas mais jovens, não em pessoas com mais de 65 anos", explicou Agência Sueca de Saúde Pública, em comunicado hoje divulgado.

"A vacinação de pessoas com 65 anos ou mais pode ser retomada", acrescentou a instituição.

No entanto, as autoridades de saúde mantêm a suspensão do uso da vacina da farmacêutica AstraZeneca em pessoas mais jovens "até que haja mais informações sobre os riscos" associados, adiantou o epidemiologista Anders Tegnell em conferência de imprensa.

Entre os primeiros a suspender a vacina AstraZeneca por receio de possíveis efeitos secundários graves, os países nórdicos atrasaram a retoma mesmo quando o regulador europeu autorizou o medicamento.

A Finlândia - que se destacou na semana passada ao decidir suspender a vacina AstraZeneca após parecer favorável ao seu uso pela Agência Europeia de Medicamentos - assim como a Islândia, anunciaram quarta-feira que retomarão a administração da vacina anglo-sueca para maiores de 65 anos, no primeiro caso, e de 70, no caso islandês.

Em contrapartida, a Dinamarca anunciou hoje que vai prolongar a suspensão por mais três semanas para ter "mais tempo" para descartar inteiramente uma eventual ligação entre os poucos casos conhecidos de coágulos sanguíneos e a vacina da AstraZeneca.

A Noruega deve anunciar sua decisão na sexta-feira.

Fiquem bem,

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Poemas deste mundo e de outro | António Esperança Pereira - Bubok

segunda-feira, janeiro 18, 2021

União Europeia vacinará 70% até ao verão

 


A Comissão Europeia vai encorajar Estados-membros a estabelecer um objetivo de vacinação de pelo menos 70% da população até este verão, de acordo com um projeto das últimas recomendações de resposta à pandemia que deverá ser divulgado na terça-feira, ao qual a Bloomberg (em inglês) teve acesso.

“Até março de 2021, os Estados-membros devem ter vacinado um mínimo de 80% dos profissionais de saúde e de assistência social e das pessoas com mais de 80 anos“, e “até ao verão de 2021, os Estados-membros devem ter vacinado um mínimo de 70% da população adulta”, lê-se no documento.

A Comissão Europeia também promete acordar até ao final deste mês um protocolo para os certificados de vacinação “que podem ser reconhecidos e utilizados nos sistemas de saúde em toda a UE [União Europeia] – e que poderiam ser aumentados globalmente em coordenação com a Organização Mundial de Saúde”.

Tais certificados poderiam substituir as quarentenas e os requisitos de teste, provando que “já não se corre um risco elevado de viajar”. A ideia reflete o anseio das economias dependentes do turismo, mas há países relutantes, como a França, pois consideram que os certificados parecem tornar as vacinas obrigatórias, numa altura em que não estão disponíveis para todos devido a restrições de fornecimento.

O projeto, que ainda está sujeito a alterações até ser formalmente divulgado, vem no meio de um aumento de infeções entre os países europeus, que levaram a novos confinamentos e a um prolongar da recessão económica, escreve a Bloomberg.

O documento da Comissão Europeia também inclui outras recomendações como o rastreio de novas estirpes, a expansão da utilização de testes rápidos e o desencorajamento de viagens não essenciais. Adicionalmente, o executivo europeu quer ajudar os membros a criar centros de vacinação.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

domingo, dezembro 27, 2020

Quando te vacinas contra o coronavírus?


Nota breve do autor do blog:

Hoje é sem dúvida um dia de enorme esperança para os europeus. E, consequentemente, para nós, portugueses. Refiro-me, claro está, ao primeiro dia de vacinação contra a COVID19, que se registou em toda a União Europeia. Um dia memorável, como já afirmou o Primeiro Ministro. Eu acrescentaria: oxalá que para além de memorável, seja o primeiro dia do resto da vida do vírus. Dito isto, deixo mais um poema tendo como motivo de inspiração o dito vírus. Também em matéria de inspiração, espero que este dia influencie todos a serem mais positivos, a tornar a ver a vida um pouco mais cor de rosa.  

Fica o poema, com os desejos de continuação de Boas Festas.


António Esperança Pereira


O raio da maleita

 

Passa que passa

Tarda a passar

Um ano volvido

Um ano perdido

Um tempo suspenso

Sem ser vivido

Novo ano a chegar

Passa que passa

Tarda a passar

Ou meses ou anos

A esperança no ar

A morte à espreita

Continua a matar

E o raio da maleita

Sem se enxergar

Tarda a curar.

 

António E. Pereira


domingo, novembro 15, 2020

Portugal recolhido este fim de semana

Nota do autor do blog:

As coisas estão feias, que é o mesmo que dizer "a pandemia está aí para durar". Vemo-nos confrontados com uma segunda vaga que parece não querer ficar atrás da primeira em matéria de gravidade; as soluções eficazes são poucas. O confinamento, a perda de liberdades, o cansaço, etc. levam ao desespero Todos temos razão quando nos queixamos, mas em boa verdade se diga que o culpado desta feita é um ser invisível que tarda em debandar. Essa invisibilidade do inimigo agrava a luta global. E, sem uma vacina e/ou um tratamento eficaz, resta continuar a luta desigual, que é de todos, e manter a esperança que o novo dia pós-pandemia chegará!!!

Transcrevo abaixo uma notícia atual sobre a pandemia.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

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Portugal recolheu durante o fim de semana e as principais cidades do País ficaram praticamente vazias. A partir das 13h00, as ruas habituadas ao movimento e à agitação ficaram desertas, sombrias e despidas de pessoas. Mesmo assim, muitos foram os que estiveram fora de casa, a trabalhar. Num momento tão difícil e importante para todos, alguns profissionais da SIC registaram e partilharam imagens do primeiro fim de semana de recolhimento: a trabalhar na redação ou em teletrabalho, ou simplesmente a ocupar o tempo de variadas formas.

Logo durante as primeiras horas de confinamento, as cidades ficaram praticamente vazias. Lisboa foi uma delas. Quem ainda circulava a pé levava normalmente o passo apressado. No domingo, o cenário voltou a repetir-se.

Portugal com mais 76 mortes e 6.035 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas

A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou no boletim diário deste domingo que há mais 76 mortes e 6.035 novos casos de Covid-19 em Portugal.

Nas últimas 24 horas estão mais 2 doentes internados nas Unidades de Cuidados Intensivos, totalizando 415. Em relação aos internamentos em enfermaria estão 2.929 pessoas internadas, mais 131 do que no sábado.

A DGS revela que estão ativos 88.854 casos de infeção, mais 3.410 do que no sábado. Foram dados como recuperadas mais 2.549 pessoas, totalizando 125.066 desde o início da pandemia.

As autoridades de saúde têm agora sob vigilância 94.604 pessoas, mais 2.668 nas últimas 24 horas.

Veja também:

terça-feira, agosto 11, 2020

Da Rússia com amor: a primeira vacina, venha a "Sputnik V".

 


A vacina russa contra a covid-19, cujo registo foi esta terça-feira anunciado pelo Presidente, Vladimir Putin, chama-se "Sputnik V", vai começar a ser fabricada em setembro e já foi encomendada por 20 países.

De acordo com fontes oficiais russas, "20 países já pré-encomendaram um milhão de doses da vacina russa".

"Mais de um milhão de doses" já foram pré-encomendadas por "20 países estrangeiros" disse Kirill Dmitriev, presidente do conselho de administração do Russian Direct Investment, o fundo soberano russo envolvido na investigação científica e no financiamento das pesquisas.

A vacina contra o SARS CoV-2 desenvolvida pelos cientistas russos chama-se "Sputnik V" (o "V" significa "vacina") em referência ao satélite soviético, o primeiro aparelho espacial a ser lançado para a órbita do planeta Terra, disse hoje Vladimir Putin.

O Presidente russo, Vladimir Putin, anunciou hoje que a Rússia se tornou o primeiro país do mundo a registar uma vacina contra o novo coronavírus.

"Esta manhã foi registada, pela primeira vez no mundo, uma vacina contra o novo coronavírus", disse Putin durante uma reunião com membros do governo russo.

De acordo com o chefe de Estado, a vacina russa é "eficaz" e superou todas as provas necessárias assim como permite uma "imunidade estável" face ao covid-19.

Putin acrescentou que uma das suas duas filhas já recebeu uma dose da vacina e está a sentir-se bem.

"Ela participou na experiência", disse Putin, afirmando que a filha teve um pouco de febre "e foi tudo".

O Ministério da Saúde russo afirmou que uma dupla inoculação "permite uma imunidade longa", que poderá durar "dois anos".

No entanto, muitos cientistas no país e no estrangeiro questionaram a decisão de registar a vacina antes de os cientistas completarem a chamada Fase 3 do estudo.

Essa fase por norma demora vários meses e envolve milhares de pessoas e é a única forma de se provar que a vacina experimental é segura e funciona.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recebeu com cautela a notícia de que a Rússia registou a primeira vacina do mundo contra a covid-19, sublinhando que deverá seguir os trâmites de pré-qualificação e revisão definidos.

"Acelerar o progresso não deve significar comprometer a segurança", disse o porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, numa conferência de imprensa, acrescentando que a organização está em contacto com as autoridades russas e de outros países para analisar o progresso das diferentes investigações em curso relativamente de vacinas.

Dmitriev condenou hoje os "ataques mediáticos coordenados" contra a vacina russa, que disse visarem "desacreditar e dissimular a justeza da abordagem russa".

"A segurança e a saúde das pessoas comuns" foram "tomadas como reféns por divergências políticas", disse.

A pandemia de SARS CoV-2 já provocou mais de 733 mil mortos e infetou mais de 20 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

Fiquem bem

https://www.bubok.pt/livros/12610/Poemas-deste-mundo-e-de-outro
 

segunda-feira, março 30, 2020

Gripe asiática, quando foi?


A Gripe asiática foi uma pandemia de influenza A (H2N2) em 1957-58.
Primeiro identificada na China no final de fevereiro de 1957, a gripe asiática espalhou-se para os Estados Unidos em junho de 1957, causando cerca de 70.000 mortes. 
É também conhecida como gripe asiática.
A imunidade a esta cepa de influenza A (H2N2) era rara em pessoas com menos de 65 anos de idade, e uma pandemia foi prevista.
Em preparação, a produção de vacinas começou no final de maio de 1957, e as autoridades de saúde aumentaram a vigilância para surtos de gripe.
Ao contrário do vírus que causou a pandemia de 1918, o vírus pandémico de 1957 foi rapidamente identificado, devido aos avanços da tecnologia científica. A vacina estava disponível em oferta limitada até agosto de 1957.
O vírus chegou aos Estados Unidos em silêncio, com uma série de pequenos surtos no verão de 1957.
Quando as crianças voltaram à escola no outono, espalharam a doença nas salas de aula e a levaram para casa para suas famílias.
As taxas de infecção foram maiores entre crianças em idade escolar, adultos jovens e mulheres grávidas em outubro de 1957. A maioria das mortes relacionadas a influenza e pneumonia ocorreu entre setembro de 1957 e março de 1958. Os idosos tiveram as taxas mais altas de morte. Em dezembro de 1957, o pior parecia ter acabado.
No entanto, durante janeiro e fevereiro de 1958, houve outra onda de doença entre os idosos. Este é um exemplo da potencial “segunda onda” de infecções que podem desenvolver-se durante uma pandemia.
A doença infecta um grupo de pessoas primeiro, as infecções parecem diminuir e as infecções aumentam em uma parte diferente da população.
A gripe asiática causa muitos dos sintomas comumente relatados em um vírus da gripe. A gripe é uma doença respiratória, portanto, uma tosse seca, dor de garganta e dificuldade respiratória são amplamente relatadas entre os que sofrem de gripe.
Uma vacina para H2N2 foi introduzida em 1957, e a pandemia diminuiu.
Houve uma segunda onda em 1958, e o H2N2 passou a fazer parte da onda regular da gripe sazonal.
Em 1968, a gripe asiática H2N2 desapareceu da população humana e acredita-se que tenha sido extinta na natureza. Frascos de gripe H2N2 permanecem em laboratórios em todo o mundo.

PS. Vamos lá a ver o que acontece com a actual pandemia. Oxalá os avanços da ciência lhe consigam por fim em breve.
Fiquem bem, de preferência em casa.
Fiquem bem,


Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...