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terça-feira, julho 26, 2016

A "Grande UE" sancionará o "menino Portugal?"


Nosso comentário:

Amanhã parece ser o Dia D para Portugal e Espanha relativamente às sanções a aplicar aos dois países.
Trata-se de uma telenovela estranha, reconhecidamente descabida e sem sentido numa Europa que se debate com tais e tantos problemas causadores, esses sim, de grandes preocupações.
Os senhores de Bruxelas, a quem ouço chamar de burocratas, apertam permanentemente o seu amigo e aliado de União, Portugal, com ameaças. Dizem que o irão sancionar às terças, quintas e domingos, que não o irão sancionar, às segundas, quartas e sextas.
Dizem ainda, para manter a pressão sobre o nosso país, que adiam a decisão para mais tarde.
Enfim...
Parece coisa de quem não tem mais nada que fazer na monotonia e enfado dos salões da "corte" de Bruxelas. 
Agora, fala-se numa nova figura de estilo que apareceu na telenovela das sanções que nos enche os lares todos os dias.
Trata-se da "sanção zero".
Não sei o que é uma "sanção zero", porque zero é coisa nenhuma. Dá para imaginar que seja assim um mandar Portugal ajoelhar-se de castigo virado para a parede, por se portar mal.
Puro entretenimento mas que não tem graça nenhuma.
É que ao que parece, houve já mais de 150 infrações do género cometidas pelos mais diversos países e que até à data nenhum desses países foi sancionado.
Então pergunta-se:
Porquê Portugal?
É por isso que vale a pena ler as declarações de Catarina Martins, as quais espelham o sentimento comum de quem se sente indignado por este tratamento "diferente" a Portugal.
Isto numa altura em que nada justifica esta atitude arrogante e prepotente dos senhores de Bruxelas, que na minha modestíssima opinião deveriam estar a trabalhar em dossiers bem mais graves e do interesse da Europa, do que os 0,0 ou 0,1/%  de sanção ao "menino Portugal".

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


Em Vila de Conde, à margem de uma visita à feira anual de artesanato, Catarina Martins afirmou que aquela instância europeia está a decidir se multa Portugal por ter feito "tudo o que ela queria", realçando que os portugueses já sofreram o "mau resultado" das medidas exigidas pela Comissão Europeia durante o período de ajustamento.
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A líder do bloco afirmou ainda não ter muita esperança de que a Comissão Europeia chegue à conclusão de que aplicar sanções a Portugal "não tem sentido nenhum" e lembrou que as referidas sanções não foram aplicadas a outros países em situação semelhante.
"Um bom resultado seria que a Comissão Europeia chegasse à conclusão de que as sanções são uma irresponsabilidade, que são ilegítimas e que não têm nenhum sentido. Se eu tenho esperança que a Comissão Europeia tenha essa sensatez e esse sentido de responsabilidade, confesso que não tenho muito", afirmou Catarina Martins, quando questionada sobre qual seria um bom resultado da reunião de quarta-feira que poderá decidir que multas serão aplicadas a Portugal e Espanha.
Segundo Catarina Martins, "a Comissão Europeia está a decidir se aplica ou não uma multa a Portugal por causa do défice de 2015 e tem a ver com os processos de défice de 2013 e 2015, período em que houve um Governo de PSD/CDS que fez tudo o que a Comissão Europeia queria".
E, explanou, "tudo o que a Comissão Europeia queria deu um mau resultado" sendo que, realçou, "esse mau resultado sofreram já as pessoas que vivem neste país".
Por isso, Catarina Martins garantiu apoiar o Governo de António Costa na luta contra o processo de sanções.
"Nós temos dito desde a primeira hora que devem ser utilizados todos os meios para contestar o processo das sanções, este é um processo ilegítimo. O Governo deve utilizar todos os meios, incluindo recorrer a tribunais, se achar que esse é o caminho. O Governo tem todo o apoio do BE para contestar o processo de sanções", assegurou.
Catarina Martins deu ainda conta não aceitar o argumento de que a aplicação de sanções faz parte das "regras" da União Europeia.
"Eu lembro que dos 28 países da União Europeia, já 24 estiveram em situações de incumprimento e nunca foi aberto processo de sanções sobre nenhum. Ninguém nos venha dizer que são as regras porque não são as regras. As regras não têm valido", disse.
"É mentira que isto sejam as regras", concluiu.

quinta-feira, outubro 15, 2015

Shulz com Costa e opção de esquerda


Nosso comentário:

Talvez surpreenda alguns auto-denominados "esquerdistas" do Partido Socialista de Portugal esta declaração do presidente do Parlamento Europeu.
Por isso mesmo lhe dou o destaque merecido no blog.
É que nos últimos dias, envoltas em nevoeiro, têm surgido declarações extemporâneas, estranhas até, de alguns supostos "esquerdistas" do PS que de esquerdistas só terão a verborreia.
Escuso-me mencionar nomes, mas muita gente atenta a estas coisas já identificou um ou outro a quem assenta como luva o que acabo de afirmar.
Ora, por estas e por outras, ainda bem que os resultados das eleições foram os que foram. Ainda bem que o PS teve a votação que teve que não lhe dá margem para continuar a fazer de conta. 
Estas eleições colocaram uma pergunta muito concreta a esse importante partido da política portuguesa. Pergunta essa que lhe foi claramente colocada nas urnas pelo voto do povo português:
Partido Socialista és de esquerda ou de direita?
Tal e qual isto.
É uma pergunta difícil de responder, eu sei, a política tem as suas próprias manhas, curvas e contracurvas, mas chega-se a um tempo em que não dá mais para disfarçar. 
Coube a António Costa a ocasião de lhe responder. 
Coube a António Costa esta ocasião única para o PS, única para a esquerda em geral. 
Ora, pertencerá o PS à maioria do arco da governação que dá jeito agora ser enfatizada por Passos Coelho em jeito de bengala, ou pertencerá o PS a uma maioria de esquerda que ora tem condições para formar governo e tirar do poleiro os que para lá foram levados às costas e nas circunstâncias conhecidas?
É o Partido Socialista um partido de gente de bem, fixe, capaz, unida, ou não será mais que um partido ao sabor da corrente, balançando para um lado e para o outro?
Bengala de uma governação que Portugal não quer, ou um partido chave, a espinha dorsal de um Portugal democrático?

PS. Deixo as afirmações do presidente do Parlamento Europeu Martin Shulz

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira



Schulz considera "absolutamente normal" PS buscar aliados à esquerda

O presidente do Parlamento Europeu, Martin Shulz, considerou hoje "absolutamente normal" que o secretário-geral do PS "tente encontrar aliados à esquerda" para formar governo e admitiu que gostaria de ver o seu "amigo António Costa" tornar-se primeiro-ministro. Questionado sobre a situação política em Portugal, à entrada para uma reunião do Partido Socialista Europeu, família à qual pertence, Schulz considerou "absolutamente normal que o presidente de um partido da esquerda tente encontrar aliados à esquerda", mas admitiu que neste momento é muito difícil em Portugal a formação de um governo, "tanto para o governo cessante como para o PS".

"Não cabe ao presidente do Parlamento Europeu intervir, mas julgo que é compreensível que eu deseje que o meu amigo António Costa se torne primeiro-ministro", concluiu o político alemão.
António Costa participa na reunião dos Socialistas Europeus que antecede a cimeira de chefes de Estado e de Governo, enquanto o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, participa na reunião do Partido Popular Europeu (PPE), antes de participar, como primeiro-ministro em exercício, no Conselho Europeu.
Também a porta-voz do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, se encontra em Bruxelas, para vários encontros, entre os quais com a presidente do Grupo da Esquerda Unitária, Gabriele Zimmer, e com o líder do Syriza e primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras.


segunda-feira, outubro 05, 2015

Esquerda ganha, direita governa?


É certo e sabido que em todas as eleições, ouvindo os respetivos lideres no avaliar de resultados, ninguém perde. Todos ganham, só que em boa verdade se diga, que uns ganham mais que outros.
Aliás, repare-se que os únicos que perderam terreno em relação a eleições homólogas anteriores, foram mesmo os que "ganharam", ou seja, os dois partidos de direita coligados (PSD e CDS)
Todos os outros, refiro-me aos mais importantes, PCP (Partido Comunista Português)  e BE (Bloco de Esquerda) para além do PS (Partido Socialista) cresceram em relação às últimas legislativas.
Como analogia, ocorre-me uma imagem clássica do espetador de futebol que vê a sua equipa com imensa posse de bola, dominando, mas não marca golos e por isso não ganha apesar da superioridade demonstrada ao longo de toda a partida.
Ora bem, nestas eleições legislativas de 4 de Outubro de 2015, em Portugal, país do ocidente europeu, a esquerda ganhou, a direita perdeu.
Mais "posse de bola" na esquerda, dominou por mais de 60% dos votos expressos nas urnas, mas a hipótese provável em cima da mesa, na atual conjuntura, parece ser a de governar a tal minoria de direita que os portugueses derrotaram.
Porquê? coisas da política.
Sem querer meter a foice em seara alheia, devo dizer que em minha opinião até a justeza de uma coligação de dois partidos se achar vencedora ante um só partido, o PS, peca por defeito. Quantos votos teria tido o PSD isolado? quantos teria tido o CDS isolado? 
Vale a pena meditar sobre isso antes de se atirarem pedras a quem tanto se esforçou por correr com quem tamanho mal fez ao país e aos portugueses.
Oxalá "as esquerdas" saibam jogar em equipa e mudem algo de estafado na governação portuguesa. Não têm todos de ser avançados ou defesas. Todos são necessários em áreas diversas. Organizem-se, façam finalmente a diferença ante a patética inoperância da alternância moribunda instituída.
Para o próprio bem da esquerda em geral e do PS em particular.
Quem beneficiaria com esse entendimento sólido das "esquerdas" seria Portugal e mormente os portugueses que estão cansados, deprimidos, fustigados, pelas políticas austeritárias, violentas, insensíveis, desumanas, dos que se aprontam para voltar a pegar nas rédeas da governação.
Pensemos, recuperemos, defendamos Portugal. 
Mais do mesmo não!!!


PS. Uma palavra para a Catarina Martins do Bloco de Esquerda, a quem por mais de uma vez tenho elogiado. Teve um excelente resultado eleitoral. Oxalá Portugal a aproveite e ao seu talento.


Fiquem bem, 

António Esperança Pereira

sexta-feira, julho 10, 2015

Venda de garagem numa Europa arco-íris


Nosso comentário:

Não é por acaso que a língua portuguesa é das mais faladas no mundo. Há quem diga que é a 4.ª mais falada, mas que seja a 5.ª ou a 6.ª, não nos zangamos por isso.
Serve o parágrafo anterior exactamente para introduzir meia dúzia de linhas para dar relevo a algumas expressões da língua de Camões que vêm sendo ouvidas na actualidade.
Uma delas inclui-se na intervenção da deputada Catarina Martins do Bloco de Esquerda, proferida ontem na Assembleia da República durante o debate da Nação.
Cito um pequeno extracto da intervenção onde podem ler "venda de garagem". Uma expressão que me enriqueceu já que conhecia outras de igual valia e igualmente depreciativas naquele contexto, mas esta realmente não conhecia.
Obrigado Catarina Martins!
Passo a citar:
Catarina Martins, porta-voz do Bloco, dirigiu-se a Passos Coelho no parlamento criticando os "negócios milionários para a finança internacional" que não mais representam, advoga, que uma "gigantesca venda de garagem em que este Governo transformou o país".

Adriano Moreira, ao seu estilo de grande académico e estudioso dos fenómenos geopolíticos e não só, referiu igualmente uma expressão curiosa na entrevista que ontem concedeu à televisão, a qual fixei por também a desconhecer.
Passo a citar apenas uma passagem já que a entrevista foi longa e pormenorizada. Abordava então Adriano Moreira os problemas actuais da Europa e contextualizava o problema estratégico da Grécia. Foi aí que utilizou a expressão Europa arco-íris. 
Passo a citar:
....Por isso, a atenção dos EUA já foi manifestada, e parecem urgentes duas coisas: a revisão dos Tratados, e o fim da Europa-Arco--Íris, com a diversidade jurídica e de facto dos estatutos estaduais.

Outras expressões, entre muitas outras que vêm ganhando foros de popularidade:

Faltar à verdade para significar mentira 
Escola amiga, orçamento amigo, etc...
Incumpridores, para significar caloteiros
O novo português não precisa de se concentrar — precisa de se “focalizar". 
Não tem de ser resistente — tem de ser “resiliente”. 
Não imprime um texto — “printa”. 
E não tem esperança — tem “ilusão”.»  


Fiquem bem,

António Esperança Pereira

quarta-feira, março 05, 2014

O Silêncio de Passos Coelho e...uma anedota!


Nosso comentário:

Hoje na Assembleia da República o senhor primeiro ministro, no tradicional debate quinzenal, chegou a uma altura em que deu uma nega nas respostas aos senhores deputados.
Mais propriamente aos senhores deputados do Bloco de Esquerda que têm a mania de fazer perguntas que lhe estragam o ramalhete.
Estava a deputada Catarina Martins a querer obrigar Passos Coelho a dizer as verdades que ele tem dificuldade em dizer. Questionava-o sobre a verdadeira durabilidade dos cortes nos salários, pensões, prestações sociais, etc. que, ao contrário do que fora afirmado pelo líder laranja, seriam definitivos e não provisórios.
Ou seja, o emagrecimento de Portugal e dos portugueses veio mesmo para ficar e seguramente para sofrer ainda um tratamento mais profundo, tendo em conta o ideário subjacente à governação e seus mentores externos.
Tipo cavar mesmo até ao osso.
O senhor primeiro ministro remeteu-se pois ao silêncio, evitando assim afirmações chocantes no que foi apoiado pela senhora presidente da Assembleia da República: sim senhor, tem todo o direito a calar-se (mais ou menos isto)
Bom, que já estamos habituados a acontecer de tudo um pouco e impunemente, lá isso é verdade... mas desta vez a pouca vergonha faz saltar a tampa a qualquer pacato e adormecido cidadão.
Esta é a altura de perguntar: 
Caso o senhor primeiro ministro não responda às perguntas dos senhores deputados, eleitos pelo povo para as fazerem, e caso o senhor primeiro ministro não responda na AR perante os seus actos,  razões principais para governo e deputados ali estarem, o que estão todos lá a fazer?

PS. O silêncio de Passos Coelho na AR fez-me lembrar uma anedota que alguém me houvera enviado e que tem a ver com esquecimento: Parkinson e Alzheimer. Não tem nada a ver com o caso, que é mais de silêncio, mas partilho na mesma, para desanuviar.

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira


No Alentejo!!!


 Um alentejano idoso começou a ter umas maleitas, que lhe afectavam o andar.
 Preocupado, foi ao Centro de Saúde e marcou uma consulta.
 O clínico recebeu-o, auscultou, fez-lhe perguntas.
 Olhou para ele, fixamente, e inquiriu-o:
 - Sr. Zé, se pudesse escolher, preferia ter Parkinson ou Alzheimer?  
- Parkinson, Sr. Doutor! Prefiro entornar metade do copo do que esquecer onde está a garrafa do vinho!...

sexta-feira, março 22, 2013

Um modesto tributo a Catarina Martins, deputada.



Nosso comentário:


Apenas meia dúzia de palavras como tributo a uma das mais promissoras deputadas da nossa praça. Melhor dizendo, da nossa Assembleia da República. 
Não lhe presto este modesto tributo por ser deste ou daquele partido, ou por conhecer algo a seu respeito, para além do trivial, mas tão só pela observação de quem já viu muita gente discursar, de quem já viu muita gente arrebatar plateias, de quem já viu muita gente não ter jeito nenhum "para a coisa".
A Catarina Martins tem postura corporal, fluidez, sentimento, muita lucidez, qualidades estas que empresta ao seu discurso de uma forma natural. 
Tresanda proximidade, humanismo, curiosidade, vontade, simplicidade.
É corajosa e usa uma performance narrativa com tal naturalidade que cativa. Seja quando mete travões no discurso, com espaço em si, da cabeça aos pés, para ouvir os outros, seja quando acelera o discurso e mete a sexta velocidade com inflamada convicção, indo por ali fora em apaixonada cavalgada.
Sem desprimor para outros deputados, de inegável qualidade, Catarina Martins sobressai.
Auguro-lhe por isso um futuro promissor na política.
Que o Passotroikismo retrógrado ceda lugar a qualquer coisa de esperançoso, de lusitano, de nosso. 
Que a tristeza mórbida parta para longe e ceda lugar à alegria sã num país onde felizmente o sol abunda. 
Lá porque alguém de quando em vez aparece e teima convencer-nos de que só noite de breu merecem os portugueses, não é verdade que Portugal esteja condenado à infelicidade, ao triste fado.
Portugal merece, pode ser feliz.
Vamos a isso, Catarina!


PS. Divulgo a notícia que dá conta da participação de Catarina Martins hoje no debate quinzenal. Também em video a sua interpelação ao Primeiro Ministro, que poderão visionar clicando no link abaixo.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/




BE anuncia apoio à moção de censura ao Governo que PS vai apresentar


Votaremos pelo fim deste Governo e lutaremos por um Governo de esquerda contra a ‘troika'", disse a deputada do BE Catarina Martins, durante o debate quinzenal com o primeiro-ministro na Assembleia da República, referindo-se à moção de censura ao Governo que o PS anunciou que irá apresentar.
Catarina Martins não deixou, contudo, de recordar que em setembro o PS se recusou a acompanhar a moção de censura então apresentada pelo BE, questionando o que o país ganhou com esta demora.
"O que o país ganhou com esta demora? Cem mil novos desempregados, roubo de mais dois meses de salários e pensões. Se há dois meses tínhamos razões para censurar este Governo, 100 mil desempregados depois a conclusão só pode ser a mesma", sustentou.
A coordenadora do BE deixou ainda um desafio ao primeiro-ministro, sugerindo de forma irónica que Passos Coelho ofereça a si próprio uma das oportunidades que quer oferecer aos funcionários públicos.
"Rescinda, vai ver que os portugueses vão ficar contentes por se ver livre de si. Demita-se, não tenha medo dessa nova oportunidade", referiu, considerando que o Governo está "completamente isolado".
"O CDS, o seu parceiro de coligação, hoje esteve tão animado como num velório e o seu parceiro de coligação Paulo Portas anda escondido a inaugurar ginásios e a batizar eventos desportivos. Não há ninguém que possa já suportar este Governo", acrescentou.
Catarina Martins sublinhou ainda que não são os credores que avaliam a ação do Governo, mas sim "os portugueses que vão demitir" o executivo.
O desafio da coordenadora do BE não mereceu qualquer resposta por parte de Passos Coelho, que se limitou a corroborar a afirmação de Catarina Martins acerca de quem avalia o Governo.
"Concordo com a última afirmação, de que são os cidadãos que avaliam politicamente os seus Governos", declarou.



Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...