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domingo, julho 23, 2017

Sem papas na língua

Foto retirada aleatoriamente da Internet
Hoje ouvia as notícias na televisão.
Por incrível que pareça, ou talvez não, dada a falta de queda e jeito para a política a sério, não é que a atual líder do CDS, Assunção Cristas, num suposto comício (digo suposto por tão pouca ser a gente) o único ataque que conseguia fazer à governação atual era a cena do roubo das armas de Tancos e os malfadados incêndios.
Factos que pouco ou nada têm a ver com a política a sério mas sim com fenómenos e pormenores que todos tristemente lamentamos.
Mas é muito pouco para uma oposição que quer mostrar as garras numa ânsia desmedida de voltar ao poder.
Assim não me parece que voltem a S. Bento tão depressa.
Pasme-se que até o ultra exigente e "macambúzio" ministro das finanças alemão Senhor Schauble, já só consegue encontrar elogios ao referir-se à evolução do Portugal atual.
Apesar disso, Assunção Cristas, com falta de jeito e falta de assunto, vai remexendo no que pode de negativo, "sem papas na língua".
Pelo menos, língua é coisa que não falta à líder do CDS.

PS. Caro leitor, transcrevo abaixo apenas meia dúzia de palavras a ilustrarem a origem da expressão "sem papas na língua".

António Esperança Pereira


Sem papas  na língua

Esta expressão vem da frase Castelhana "no tener pepitas en la lengua".
Pepitas é o diminutivo de "papas", são partículas que surgem na língua de algumas galinhas, que não as deixam cacarejar...
Quando não há pepitas (papas) a língua fica livre e as galinhas já podem cacarejar.
Das galinhas veio a origem de expressão direcionada às pessoas que dizem o que pensam, sem esconder nada ou pensar nas consequências...

quarta-feira, novembro 21, 2012

Um país de cavadores e pescadores...


Nosso comentário:


Políticos sem ideias próprias, amarras internacionais via ocupação da TROIKA.
Uma desilusão para quem passa os olhos pelas páginas da imprensa e quer vislumbrar uma afirmação, uma só que seja, que possa fazer a diferença.
Nada.
Passos Coelho igual ao menos bom do antanho, igual a si próprio. Uma ministra da agricultura que se congratula nas suas poucas primaveras, com o regresso dos jovens ao trabalho agrícola. Um presidente da República, por acaso ou talvez não, que afirma algo de parecido com a ministra da agricultura.
Fala o PR que é preciso acabar com o estigma que nos afastou da terra e do mar.
Deve querer que os filhos dos outros sejam cavadores e pescadores, não os seus, com toda a certeza.
Seguro sem afirmar uma liderança sequer parecida ao antecessor. Sem garra, sem tocar as feridas, sem um discurso firme e preciso que possa fazer a diferença perante o assalto que é feito aos trabalhadores, estudantes e classes médias.
Portas sem nenhumas portas, mesmo tendo entre mãos a pasta de ministro dos negócios estrangeiros.
A esquerda, fora dos circuitos da governação, transmitindo aquela imagem de ter projetos de sociedade, de mudança até, mas numa sociedade mais que aburguesada é grande a dificuldade de fazer entender o que diz ao comum dos cidadãos.
Pouca gente se convence de que neste momento essa esquerda possa alcançar o poder sem o PS.
E o PS não quer ser esquerda.
Berrar então por quem, dizer-se o quê?
De que serve dizer que o senhor A ganha 600.000 euros ou o senhor B, 300.000, ou o senhor C, milhões?
Eles continuarão a ganhar rios de dinheiro e não há quem nos possa valer. Quem possa no fim de contas reduzir o fosso entre ricos e pobres, nivelar mais os desequilíbrios sociais.
De que serve falar dos ordenados do governo bem chorudos com mordomias a perder de vista, para fazerem o que fazem?
É com esses ordenados e mordomias chorudas que carregam forte e feio nos setores da sociedade mais frágeis, que enviam os jovens para o estrangeiro; que lhes dificultam o acesso ao ensino superior; que deixam que crianças passem fome nas escolas; que entregam as responsabilidades sociais maioritariamente da responsabilidade de um Estado sério, a privados sem escrúpulos, cujo fim último é o lucro; que vendem o património público de maior valia que lhes foi legado a um qualquer consórcio, um qualquer oportunista que aparecer...
Pois lucre-se com a saúde, lucre-se com o ensino, lucre-se com o património nacional, lucre-se com a miséria...
Agora só pergunto: se não querem Estado, se falam tão mal de tudo o que é Estado, porque não começam os governantes, que são altos funcionários públicos, por se demitir?
Se o Estado é uma treta, os funcionários públicos uma treta, como dizem, porquê os senhores governantes, altos funcionários públicos, continuam a servir-se dele, Estado, para imperarem?
Para quê então haver ministros e seus extensos quadros, despesas e honorários de fazer nascer pelos na cabeça de um careca?
Entregue-se a gestão do país a uma empresa. Prescinda-se de tantas e tais despesas escusadas.
Talvez até que haja voluntários para o fazer, representantes do povo, que façam mais e melhor com custos bem mais baixos.
 
 
PS. Deixo-lhes alguns títulos da imprensa que de certa forma provocaram em mim este desabafo. Oxalá consigam abrir os link's com facilidade.
 
 
 
 Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/

 
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sexta-feira, janeiro 27, 2012

Maracujá, fruta em forma de pénis!


"MARACUJÁ", fruta em forma de pénis!

A dona de casa Maria Rodrigues de Aguiar Farias, 53 anos, está cobrando uma taxa de visitação ao maracujazeiro que ela plantou no quintal de sua casa, em São José de Ribamar (MA), há dois anos. O interesse pela pequena plantação dela foi motivado pela fruta, que cresce em formato de órgão sexual masculino.

Desde que descobriram que tinha uma fruta assim no meu quintal, muita gente começou a querer ver com os próprios olhos. Era muita gente mesmo. O problema é que, para chegar ao quintal, as pessoas tinham de passar por dentro da minha casa. Em uma dessas visitas, levaram o meu celular".

Depois do prejuízo provocado pelo pequeno furto, a dona de casa resolveu limitar a visitação. "Passei a cobrar R$ 2 para visitantes; R$ 15 para fazer fotografias; e R$ 20 para fazer filmagem", afirmou ela.

Até os primeiros maracujás em formato de pênis surgirem no quintal dela, a vida era pacata e calma, mas depois da inusitada plantação, a dona de casa passou a ser reconhecida nas ruas da cidade onde mora. "Era muita gente na minha casa. Chegava a ficar sem comer para conseguir olhar todas as pessoas que faziam visitas", disse ela.

Pesquisa científica

Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estão acompanhando, há pouco mais de um mês, o desenvolvimento do maracujá que cresce em formato de órgão sexual masculino.

"A dona de casa nos disse que o maracujá surge no formato ovalado e depois se desenvolve com aquele formato. É a primeira vez que temos notícias de um fruto com essas características aqui no Maranhão", disse Marcelo Cavallari, pesquisador de recursos genéticos vegetais da Embrapa.

Os maracujás que estão no quintal da dona de casa têm a coloração verde. "O aspecto é saudável, não está doente. Tirando o formato, é sadio.. O tempo de maturação costuma ser de um mês a um mês e meio, mas está demorando mais para amadurecer", disse Cavallari.

Filomena Antonia de Carvalho, coordenadora de Defesa Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Maranhão, visitou a casa de Maria Rodrigues ainda em janeiro deste ano. "Não temos condições de avaliar o que aconteceu com o maracujá, por isso acionamos os pesquisadores da Embrapa. Fizemos, então, uma segunda visita ao local com eles".

"É bem grande, é bem grosso mesmo. Chega a ter entre 15 e 20 centímetros de comprimento. Não há motivo para que o maracujá não seja consumido por causa do formato, mas também não sabemos como é por dentro", disse Cavallari.

Ele explicou que a dona de casa precisa assinar um termo de anuência prévia de provedor, o que permitirá fazer genéticas do fruto.

Fonte: Tide Monteiro Blogger
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Nosso comentário
É viver e aprender, não sabíamos da existência de tão peculiar fruto em terras brasileiras, pelo menos com esta mutação relativamente ao original.
Fruto ao que sabemos tem também ótimas condições de cultivo na Região Autónoma da Madeira, designadamente na ilha de Porto Santo.
Chama-se a planta Maracujazeiro, os frutos têm normalmente a forma oval ou redonda.

O maracujá tem propriedades medicinais é conhecido como calmante dos nervos, devido à combinação de glicosídeos, alcalóides e seratonina que foram testados e comprovaram sua eficácia.
A polpa é usada como alimento na forma de suco, geléia, sorvetes e doces.

Segundo informações colhidas, trata-se de uma planta vistosa, pelo que mesmo cultivada em pomar caseiro não há necessidade de deixar esta planta no fundo do quintal.
É bela, faz ótima sombra em caramanchões e pérgolas a pleno sol e poderá ser usada com sucesso na ornamentação de jardins.

Aqui fica uma dica que endereçamos diretamente à senhora ministra da agricultura, que terá apenas que inteirar-se sobre as condições propícias ou não do nosso clima para o seu cultivo.
Tendo em vista a atualidade nacional, um tanto deprimente, esta planta, cujo maior produtor mundial é o Brasil, poderia animar e muito as cabecinhas lusas com baixo astral.
Quanto à forma haverá que ter em conta segmentos da população mais conservadores, que não receberiam com bons olhos um maracujá em formato de pénis como o cultivado pela senhora brasileira do Maranhão.
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Fiquem bem, um bom fim de semana!!!

António Esperança Pereira


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domingo, setembro 18, 2011

Inspector-geral abre concurso para si próprio

Norberto Rosa (esq.) e Francisco Bandeira lideravam o BPN

Notícia 1

Queixa em tribunal contra BPN
Empresa exige 8,5 milhões aos ex-administradores Norberto Rosa e Francisco Bandeira.

COMENTÁRIO MAIS VOTADO

"Finalmente uma boa noticia nesta saga..."

Zé da Australia


António Sequeira Ribeiro é funcionário público desde 1991 e inspector-geral há quase seis anos

Notícia 2

Inspector-geral abre concurso para si próprio

Ministério de Assunção Cristas diz que candidatura foi legal e transparente. Aviso referia que não eram aceites candidatos já integrados na carreira.

COMENTÁRIO À NOTÍCIA MAIS VOTADO

"Que dizer? . Continuem a orientarem-se mas, por favor, sejam mais discretos, deixem de nos tratarem como um POVO estúpido. Até parece que só voçês do (DES)GOVERNO é que andaram a estudar."

Joao Ferreira
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Nosso comentário

O assunto escandaloso do BPN parece dar mostras de estar vivo e poder abrir em tribunal muito jogo escondido.
Oxalá se esclareça muita coisa pois os cidadãos precisam de voltar a acreditar.
Os funcionários públicos estão a aposentar-se em saldo, ou seja a preços inferiores aos reais. A vida profissional na função pública desde há muito que deixou de ser atractiva, excluindo-se os casos de tachos como o do inspector da notícia supra.
Se o concurso foi legal, a dr.ª Assunção diz que sim.
Afinal no meio de tanta bagunça que importa um concurso?

Quanto aos funcionários públicos, os conhecidos "mangas de alpaca", desde há muito que o seu prestígio e proveito com funções ao serviço do Estado declinaram, anos a fio sem aumentos, perspectivas de progressão difíceis ou mesmo nulas... o FP (funcionário público) é uma espécie em debandada, forçada pelos frios da função, como se de andorinhas se tratasse.

Vão migrar pelos vistos para seus lares, quem os tiver, onde os espera uma vida privada, agora tão a gosto dos governantes de direita.
Oxalá o dinheirito atribuído pela CGA (Caixa Geral de Aposentações) lhes permita um envelhecimento digno e lhes permita apagar as tristezas de uma vida profissional sem qualquer excitação.

Terão tempo para orar a todos os deuses para que o cacau não falte à dita Caixa Geral de Aposentações e peregrinar pelas capelinhas da boa sorte.
Poderão ver bola, telenovelas, a casa dos segredos todos os dias e não estar amarrados a aborrecidos horários de trabalho.
E como haver muito Estado é mau, não está na moda, o dr. Passos fala mesmo em emagrecimento do Estado, assim a coisa vai-se compondo.
Veja-se a província, aquilo que eu chamo de country português, milhares e milhares de quilómetros quadrados, está magríssima, só restam meia dúzia de velhos impossibilitados pela idade e pelas maleitas de cavarem para a cidade e dedicarem-se ao gamanço.

Menos Estado é assim como encaminhar Portugal para um tamanhinho biriri, maneirinho, tipo Lichtenstein.

Por acaso em tempos passei lá de carro, no Lichtenstein, ali para as bandas da Áustria.
Era para o mostrar à família, em viagem turística, mas qual quê? Estado pequeníssimo, acabei por passar ao lado sem o encontrar.
Se conseguíssemos emagrecer Portugal até àquele tamanhinho, ninguém acreditaria na dívida soberana do nosso país. Não diria a cara com a careta.
Por consequência, temos que trabalhar afincadamente nesse emagrecimento, pois ficaria automaticamente o problema dos calotes resolvido.
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Fiquem bem,

António Esperança Pereira

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...