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quarta-feira, julho 01, 2020

Impacto da pandemia no Trabalho, maior que o esperado


O impacto da pandemia no trabalho foi maior do que o esperado, nota a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Perderam-se cerca de 5,4% das horas globais de trabalho e as perspetivas para o futuro, devido à incerteza, não mostram uma recuperação suficiente para regressar aos níveis registados antes do surto.
As últimas estimativas da OIT indicam um “declínio consideravelmente maior do que o projetado anteriormente” nas horas de trabalho globais, no primeiro semestre de 2020, o que reflete o “agravamento da situação” em alguns países nas últimas semanas, salienta a organização na quinta edição do relatório que monitoriza os efeitos da pandemia no mundo do trabalho.
Durante o primeiro trimestre de 2020, cerca de 5,4% das horas globais de trabalho foram perdidas em relação ao quarto trimestre de 2019, acima da previsão anterior, que era de 4,8%, o equivalente a 155 milhões de empregos a tempo inteiro. A caracterização destas perdas varia entre países, sendo que em alguns deriva das restrições ou de regimes em que o trabalhador continua vinculado, como o lay-off, enquanto noutros resulta de desemprego. Grande maioria deste valor corresponde a ocorrências no continente asiático, como o surto foi identificado inicialmente na China. Ainda assim, como o novo coronavírus se foi espalhando pelo mundo, neste período já se sentiu o impacto deste nos trabalhos na Europa, nomeadamente nos países mais a sul e na Europa Ocidental.
Para o segundo trimestre deste ano, as perdas de horas globais de trabalho deverão ser de 14%, em relação ao último trimestre de 2019, o equivalente a 400 milhões de empregos a tempo inteiro, de acordo com as previsões da OIT. A 15 junho, quase um terço dos trabalhadores vivia num país onde as restrições se aplicavam a todos os locais de trabalho, exceto aqueles essenciais.
Perante este cenário, até o final de maio, mais de 90 países tinham introduzido ou anunciado medidas fiscais, totalizando mais de 10 biliões de dólares. Quanto às perspetivas para o futuro, uma recuperação “altamente incerta na segunda metade do ano não será suficiente para voltar aos níveis antes da pandemia, mesmo no melhor cenário, e existe o risco de se continuar a perder empregos em larga escala”, alerta a OIT.
O risco de novas infeções e de uma segunda vaga permanece, sendo que se se verificarem “novos bloqueios ou a continuação das medidas de restrição atuais nos próximos meses”, estes levarão a “mais perturbações da atividade económica e dos mercados de trabalho, comprometendo assim uma recuperação do emprego”, sublinha a organização.

Fiquem bem, sigam as regras da Direção-Geral de Saúde

De-Dentro-De-Nos-Compilacao-de-Poemas://www.bubok.pt/livros/120


quinta-feira, setembro 29, 2016

É bem possível que seja burro!


Nosso comentário:


Aí está uma frase com a sua piada especialmente se estiver pendurada e bem visível no seu local de trabalho...
Convenhamos, o conteúdo tem o seu quê de  verdade, não tem?
Oxalá gostem.
Eu gostei e achei imensa piada quando li.




Fiquem bem,

António Esperança Pereira

domingo, fevereiro 07, 2016

Vivemos acima das nossas possibilidades. Quem?


Nosso comentário:

Recebi via e-mail a informação que repasso aqui no blog. Não costumo divulgar estas coisas, mas quando certos setores de direita e extrema direita se exacerbam com o elevado salário mínimo, uns 530€ mais ou menos, não se pode deixar em claro a dureza que são estas diferenças tão acentuadas entre uns poucos "muito ricos" e a restante "cambada" com uns míseros restos.
Até porque, mais cedo ou mais tarde, isto acaba por correr mal.
Esticam, esticam e...só o futuro mostrará o resultado de tamanho estrangulamento de uma Economia que deveria estar ao serviço de todos.
Não é necessário medir a equidade com um rasoiro, mas lá que é preciso mais algum tento na corneta de quem distribui o bolo nacional, lá isso é.

PS. Partilho a informação via e-mail tal como a recebi. Ler também a nota final do mail...

 Fiquem bem, 

António Esperança Pereira









 
 
Realmente estes nossos gestores e governantes não têm vergonha !
Como pode Portugal mudar com estes artistas de circo com vencimentos e contratos escandalosos ? 

Vamos ver se algum destes toca no assunto!...A comunicação social só denuncia o que não toca nos seus interesses!...mas infelizmente isto é uma afronta a quem já trabalhou tanto.
Agora pensem quantos mais se podem juntar a este grupo!
Será que o nosso novo Governo tocará no assunto?!
A ver vamos...

terça-feira, dezembro 15, 2015

Alemanha, refugiados e filosofia budista


Nosso comentário:

Hoje quebro um pouco as temáticas que vêm ocupando mais espaço no blog, para partilhar duas "Piadas" que chegaram até à minha caixa de e-mail.
Longe de mim pactuar com qualquer xenofobia, racismo ou anti qualquer coisa de índole primária e obsoleta.
Sou definitivamente pela integração, pela miscigenação, pela harmonia e paz plenas entre todos os povos do mundo.
De qualquer forma pela actualidade que as ditas anedotas têm e até alguma razão de ser de um ponto de vista humorístico, não vejo qualquer mal divulgá-las.  
São realmente duas piadas inofensivas, como aliás outras que se contam de quaisquer outros povos e situações específicas.
Por isso e pela sua leitura breve resolvi partilhá-las. Oxalá o humor esteja sempre acima dessas malditas guerras e violências diversas que, em boa verdade se diga, essas sim, são ofensivas e matam mesmo.

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira




Piada que circula na Alemanha


Refugiados aceites sem pestanejar pela Alemanha.
Um deles encontra uma fada que lhe oferece a realização de três desejos.

"OK", diz o sírio que recém escapou de ser degolado pelo Estado Islâmico.
 "Desejo uma bonita casa..."
Plufft..., no mesmo momento uma bela mansão aparece na frente do flagelado.

"É sua", diz a loura fada.

"Uauh, agora e para preencher a garagem, quero um daqueles carrões que só tem na Alemanha...

"Plufft... e um encorpado BMW da série 8 aparece estacionado dentro da garagem.

"Por Allah..., e agora o meu terceiro desejo: quero que você me transforme num alemão...!"
Plufft..., a casa e o carrão desaparecem.

O asilante:
"Ei fada, pelas barbas do profeta..., o que é feito da minha casa e do meu carrão, hein, hein?"
"Você agora é alemão; precisa trabalhar...!"


Filosofia Budista

- Mestre, qual é o segredo da longevidade? –  perguntou o discípulo ao Mestre budista.
- Só comer verdura, deitar cedo e renunciar ao sexo e à bebida  – respondeu o Mestre.
- Assim garantimos uma vida longa?
- Não é garantido… mas vai parecer uma eternidade…

terça-feira, janeiro 20, 2015

Precisa-se Assistente de Ginecologia



Nosso comentário:

Antes de tudo, duas palavras sobre este flagelo que atinge boa parte dos países do globo: o desemprego.
Embora se leia muita coisa sobre o dito desemprego, inclusive que "o homem não nasceu para trabalhar"... em boa verdade se diga que pessoalmente o considero um bico de obra para quem lhe cai nas garras.
Sou de uma geração em que um "empreguito" era como que um sonho que qualquer pai almejava para o seu filho. Isto porque a lavoura (agricultura) não levava a lado algum, o pequeno comércio era um pau de dois bicos, e o emprego, neste contexto, era significado de uma vida sustentada e limpa.
Aos olhos dos pais, um filho com o dito emprego poderia casar, ter filhos, garantir o seu sustento e ter autonomia económica própria e dos seus.
Dito isto, não resisto hoje a publicar uma história relacionada com o des (emprego) que me foi remetida via e-mail e à qual achei imensa graça.
Por isso, e porque não se pode levar tudo muito a sério, se não rebentamos todos pelas costuras, aí fica a história/anedota de que falei.
Oxalá gostem.

PS. Para os que lerem a anedota e, talvez por não serem lusos, ou se interrogarem sobre a distância entre Estremoz e Elvas por causa da fila, apenas acrescentarei que a distância é consideravel...

Fiquem bem

António Esperança Pereira



Um desempregado compareceu no Centro de Emprego em Estremoz, para ver se havia alguma coisa para ele.
Ao chegar, viu um cartaz que dizia:
'Precisa-se de Assistente de Ginecologista'.

Foi ao balcão e perguntou:
- Pode dar-me mais informações sobre este trabalho?
E o funcionário:
- Com certeza. O trabalho consiste em preparar as pacientes para o exame. Você deve ajudá-las a despir-se e lavar cuidadosamente as suas partes genitais. Depois faz a depilação dos pêlos púbicos com creme de barbear e uma gillete novinha. A seguir esfrega gentilmente óleo de amêndoas doces, de forma a que elas estejam prontas para ser observadas pelo ginecologista.
O salário mensal é de 2.500 Euros.
Mas o senhor tem de ir até Elvas.
- É lá o emprego?


- Não, é lá que está o fim da fila...  

quarta-feira, julho 30, 2014

O in-conseguimento e os penalties da tv


Nosso comentário

Não é de agora este texto da autoria de Júlio Isidro, data já de Fevereiro deste ano, contudo, porque me passou despercebido e é muito interessante, aqui o divulgo. Especialmente destinado a todos aqueles que, como eu, se tenham distraído e não tenham lido esta preciosidade.
Ah, devo acrescentar que se trata de um texto publicado, muito lido, apreciado, comentado nas redes sociais e não só.
Dito isto, leiam ou voltem a ler o precioso texto que deixo abaixo, deste conhecido português que dá pelo nome de Júlio Isidro.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

Vale a pena ler…
Obrigado, Júlio isidro!

NÃO, NÃO ESTOU VELHO!!!
NÃO SOU É SUFICIENTEMENTE NOVO PARA JÁ SABER TUDO!

Passaram 40 anos de um sonho chamado Abril.
E lembro-me do texto de Jorge de Sena…. Não quero morrer sem ver a cor da liberdade.
Passaram quatro décadas e de súbito os portugueses ficam a saber, em espanto, que são responsáveis de uma crise e que a têm que pagar…. civilizadamente,  ordenadamente, no respeito  das regras da democracia, com manifestações próprias das democracias e greves a que têm direito, mas demonstrando sempre o seu elevado espírito cívico, no sofrer e ….calar.
Sou dos que acreditam na invenção desta crise.
Um “diretório” algures decidiu que as classes médias estavam a viver acima da média. E de repente verificou-se que todos os países estão a dever dinheiro uns aos outros…. a dívida soberana entrou no nosso vocabulário e invadiu o dia a dia.
Serviu para despedir, cortar salários, regalias/direitos do chamado Estado Social e o valor do trabalho foi diminuído, embora um nosso ministro tenha dito decerto por lapso, que “o trabalho liberta”, frase escrita no portão de entrada de Auschwitz.
Parece que alguém anda à procura de uma solução que se espera não seja final.
Os homens nascem com direito à felicidade e não apenas à estrita e restrita sobrevivência.
Foi perante o espanto dos portugueses que os velhos ficaram com muito menos do seu contrato com o Estado que se comprometia devolver o investimento de uma vida de trabalho. Mas, daqui a 20 anos isto resolve-se.
Agora, os velhos atónitos, repartem o dinheiro entre os medicamentos e a comida.
E ainda tem que dar para ajudar os filhos e netos num exercício de gestão impossível.
A Igreja e tantas instituições de solidariedade fazem diariamente o milagre da multiplicação dos pães.
Morrem mais velhos em solidão, dão por eles pelo cheiro, os passes sociais impedem-nos de  sair de casa,  suicidam-se mais pessoas, mata-se mais dentro de casa, maridos, mulheres e filhos mancham-se  de sangue , 5% dos sem abrigo têm cursos superiores, consta que há cursos superiores  de geração espontânea, mas 81.000  licenciados estão desempregados.
Milhares de alunos saem das universidades porque não têm como pagar as propinas, enquanto que muitos desistem de estudar para procurar trabalho.
Há 200.000 novos emigrantes, e o filme “Gaiola Dourada”  faz um milhão de espectadores.
Há terras do interior, sem centro de saúde, sem correios e sem finanças, e os festivais de verão estão cheios com bilhetes de centenas de euros.
Há carros topo de gama para sortear e autoestradas desertas. Na televisão a gente vê gente a fazer sexo explícito e explicitamente a revelar histórias de vida que exaltam a boçalidade.
Há 50.000 trabalhadores rurais que abandonaram os campos, mas há as grandes vitórias da venda de dívida pública a taxas muito mais altas do que outros países intervencionados.
Há romances de ajustes de contas entre políticos e ex-políticos, mas tudo vai acabar em bem...estar para ambas as partes.
Aumentam as mortes por problemas respiratórios consequência de carências alimentares e higiénicas, há enfermeiros a partir entre lágrimas para Inglaterra e Alemanha para ganharem muito mais do que 3 euros à hora, há o romance do senhor Hollande e o enredo do senhor Obama que tudo tem feito para que o SNS americano seja mesmo para todos os americanos. Também ele tem um sonho…
Há a privatização de empresas portuguesas altamente lucrativas e outras que virão a ser lucrativas. Se são e podem vir a ser, porque é que se vendem?
E há a saída à irlandesa quando eu preferia uma…à francesa.
Há muita gente a opinar, alguns escondidos com o rabo de fora.
E aprendemos neologismos como “in conseguimento” e “irrevogável” que quer dizer exatamente o contrário do que está escrito no dicionário.
Mas há os penalties escalpelizados na TV em câmara lenta, muito lenta e muito discutidos, e muita conversa, muita conversa e nós, distraídos.
E agora, já quase todos sabemos que existiu um pintor chamado Miró, nem que seja por via bancária. Surrealista…
Mas há os meninos que têm que ir à escola nas férias para ter pequeno- almoço e almoço.
E as mães que vão ao banco…. alimentar contra a fome , envergonhadamente , matar a fome dos seus meninos.
É por estes meninos com a esperança de dias melhores prometidos para daqui a 20 anos, pelos velhos sem mais 20 anos de esperança de vida e pelos quarentões com a desconfiança de que não mudarão de vida, que eu não quero morrer sem ver a cor de uma nova liberdade.
Júlio Isidro

sexta-feira, julho 11, 2014

Ironia da história...Grande verdade!


Nosso comentário:

Recebi de um contacto, via e-mail, o "Pensamento da semana" que hoje divulgo.

Não o divulgo nem pelo prazer que tal me poderia dar, nem pela crueldade que pareceria uns tempos atrás fazer tamanha comparação entre os dois sistemas políticos: capitalismo e comunismo.
Mas falando bem e depressa, a realidade vem comprovando que o que se diz abaixo, ou seja, o que diz o escritor australiano Jeff Sparrow, tem muito de verdade.
Vale a pena ler.

Tenham um bom fim de semana,

António Esperança Pereira



Pensamento da semana (quem diria?)


  
Grande verdade!...

Ironia da história

 
"Tudo o que temíamos acerca do comunismo – que perderíamos as nossas casas e as nossas poupanças e nos obrigariam a trabalhar eternamente por escassos salários e sem ter voz no sistema – converteu-se em realidade com o capitalismo."
Jeff Sparrow 
(Escritor e activista australiano, nascido em 1969)
AFINAL SÃO IGUAIS

e esta... hein ???

quarta-feira, novembro 20, 2013

Faça o teste de resistência ao Alzheimer!


Nosso comentário:

Nem a propósito recebi via email este jogo bem simples, mas capaz de por qualquer um, especialmente o estimado leitor, à prova.
Basta, para o fazerem, clicar no link que aparece no final do post.
Não é novidade para ninguém que se vivem tempos difíceis, estranhos mesmo, daí que aferir com este joguinho sobre as nossas capacidades de resistência a tanta adversidade, tanto despotismo, tanta roubalheira, tanta contradição, pode ser útil a todos nós, independentemente de sermos mais ou menos novos em idade.
Acrescente-se ainda o facto de se viver cada vez mais, a idade da aposentação/reforma/aposentadoria, vem aumentando, pelo que, quem sentir pouca firmeza de mãos, de cabeça e do resto, poderá ter dificuldade de se aguentar a trabalhar até ao limite de idade que já vai quase nos 70 anos.
A tendência, a vingarem as experiências sádicas em curso em alguns países, incluindo Portugal, será, não esquecer isto, a de se trabalhar mais tempo e a custos altamente precários e moderados do trabalho, se o houver...
Faça pois o teste e, caso necessário, tome as precauções devidas se sentir a sua ligeireza de movimentos afectada.
Pode sempre melhorar-se, resistir, persistir, assim a vontade não falte.


Fiquem bem,

António Esperança Pereira


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Exercício de "Alzheimer"!!!
Vão cair 100 MAÇÃS.
Você deve juntar no pote, usando o rato.
Se apanhar 50 MAÇÃS, tem bom reflexo e boa vista.
Se conseguir pegar mais, é uma grande conquista.
Se pegar menos, não se PREOCUPE, (o rato está bom?) mas terá que começar a praticar um pouco mais a cada dia, para acelerar os seus reflexos.
Clique no endereço eletrônico abaixo e em seguida, ao abrir o site, clique na maçã.
 

quinta-feira, outubro 03, 2013

Da Dinamarca para o mundo!


Nosso comentário:

Porque convida todos a, pelo menos, uma reflexão, divulgo o vídeo abaixo sem quaisquer juízos de valor ou julgamentos.
A entrevista que dele consta, diz praticamente tudo o que há para dizer dentro da temática que aborda.
Escuso-me por isso a acrescentar seja o que for sobre o tema.
Em boa verdade, pouco ou nada acrescentaria.
Como acho interessante os comentários constantes do mail, tal como me foi remetido, divulgo tal como o mesmo chegou até mim.
Oxalá seja do vosso agrado.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira



Olá,
Vejam o vídeo abaixo indicado.
É muito mais que um murro no estômago ; é um murro no coração, no cérebro,
no corpo todo.
O que ali está patente não são umas lamúrias piegas de um latino numa hora
de nostalgia ; são realidades dos nossos tempos.
Até quando a sociedade validará mais o politicamente correcto em detrimento
dos valores e sentimentos que actualmente parece desprezar ?
Um abraço
JC
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 ASSISTA O VIDEO - É IMPERDÍVEL ! Mexe com conceitos atuais

Muito bom depoimento, de lascar. Todos têm pressa, falta tempo e a sociedade de consumo cobra eficiência, muito trabalho, é competitiva, e a familia vai desaparecendo, surgindo algo anódino insignificante, laços baseados não na vivência e convivência mas nos raros festejos familiares.

Isto é um alerta para todos.

 Na Dinamarca
Para quem acha que 1º mundo é muito diferente dos países em desenvolvimento...veja e reveja seus conceitos!
Vale apenas ver o tempo passar?
Tudo muito limpo, organizado, produtivo,...para quem?  quem usufrui?
Pensar seriamente é preciso, sem egoísmo e sem paixões subalternas.
Uma entrevista IMPERDÍVEL!!!.

 https://www.youtube.com/watch?v=S09zpRXm1U8

quinta-feira, fevereiro 07, 2013

Pergunta o filhinho: o que é a política pai?


Nosso comentário:


Apesar de estar perfeitamente de acordo com a introdução feita no início do texto, eu também sou avesso a linguagens menos respeitáveis...
não que não apeteça soltar uns palavrões valentes de quando em vez, mas a educação contida que me foi ministrada nas idades mais tenras, prendeu-me um pouco a língua nesse exercício que tantos conseguem praticar de forma bem audível e com pronúncia exemplar.
Todavia, li e reli a "piada" e não encontrei nada assim de muito especial a não ser uma palavra que em outras línguas universais é usada e abusada à saciedade pelos seus falantes.
Por isso e porque achei imensa graça à boa e inteligente construção da "piada" não resisto em dar-lhe hoje o devido destaque.
Aqui manifesto os meus sinceros agradecimentos ao meu simpático contato que me enviou tal "piada" via email.
Vem muito a propósito e faz rir!!!!!


PS. Divulgo como recebi.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/


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O AUTOR DESTA PIADA DEVIA GANHAR UM PRÉMIO!!!
 


Quem for susceptível a linguagem insana apague imediatamente este mail, não queremos arcar com responsabilidades alheias à nossa vontade, mas que no final tem uma realidade insuspeita e plausível, lá isso tem!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 - Pai, preciso fazer um trabalho para a escola! Posso fazer-te uma pergunta?

- Claro, meu filho, qual é a pergunta?

- O que é a política, pai?

- Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder económico; Classe trabalhadora; Futuro do país...

- Não entendi nada. Dá para explicares melhor?

 

 
- Bem, vou usar a nossa casa como exemplo:
Sou eu quem traz dinheiro para casa: então eu sou o poder económico.
A tua mãe administra, gasta o dinheiro: então ela é o governo.
Como nós cuidamos das tuas necessidades, tu és o povo.
O teu irmãozinho é o Futuro do país e a Zézinha, a nossa criada, é a classe trabalhadora. Entendeste, filho?

 

 
- Mais ou menos, pai. Vou pensar.

Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino, foi ver o que  havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que a mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da criada e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem ouviram o menino a bater à porta, ele voltou para o quarto e adormeceu.

Na manhã seguinte, à hora do café, o miúdo falou com o pai:
- Pai, agora acho que entendi o que é a política.
- Óptimo filho! Então explica-me com palavras tuas.
- Bom, pai, acho que é assim: Enquanto o poder económico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente... O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!!

segunda-feira, setembro 24, 2012

Governo não está a contar a história toda...

Nosso comentário:


Entrámos em tempo de recuos e avanços por parte do governo. A coisa está preta, os esforços de resistência calada e sofrimento surdo das famílias portuguesas parecem ter chegado aos limites do razoável. Daí que, apesar de assistirmos a um recuo do governo em matéria de TSU (Taxa Social Única) a tal que diziam os especialistas, transferia diretamente dinheiro dos trabalhadores para as empresas...
na verdade e para que o défice de cerca de 5 pontos percentuais seja atingido nem me passa pela cabeça que estrondosas medidas adicionais aí virão ainda este ano de 2012. Quanto mais o que será o orçamento de Portugal para 2013... nem é bom pensar!!!
O primeiro ministro e os parceiros sociais andam neste momento em que escrevo estas palavras a trabalhar as medidas, a cozinhá-las, o que parece é que, sejam elas quais forem, dificilmente será estancado o grito da população que a partir de 15 de Setembro não mais deixou de se ouvir com veemência e repúdio pelo que está a acontecer a este país.
Deixo como complemento deste comentário, um testemunho de um contato do facebook bem interessante, endereçando para um link de uma antiga ministra do Emprego e Segurança Social, Maria João Rodrigues.
Também um alerta que recebemos via email para um problema de burlões.
 
 
 
Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
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24 de Setembro de 2012
O Governo não estará a contar a história toda... País não está a aproveitar a recetividade da UE para trabalhar já numa agenda de crescimento.

Há um problema específico português, que é o da competitividade baixa que tem a ver não com o nível dos salários, que é claramente baixo face à média europeia.
Tem a ver com a debilidade dos fatores ex-custo, ou seja, qualificação dos empresários e dos trabalhadores, capacidade de inovação geral do país.

No entanto, este problema surge associado a um excesso de endividamento, sobretudo privado, que ocorreu, alimentado o endividamento externo do país, e depois endividamento público que foi realizado, sobretudo, para fazer face à crise financeira de 2008.

http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO060399.html?page=0


Bruxelas não recebe toda a verdade
www.dinheirovivo.pt

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Muito Importante
Um grupo de burlões assaltam as casas, sobre o pretexto de serem avaliadores oficiais (para o cálculo do novo valor do IMI)!
Já anda um "grupo" organizado a fazer passar-se por fiscais das finanças, com o pretexto de avaliar o imóvel... Tudo isso não passa de mais um expediente para entrarem nas nossas casas. Têm parte da nossa informação - nºs de telefone, morada (como é óbvio)...

Para todos os imóveis que sejam alvo de avaliação (caso seja necessária alguma verificação no local), o contribuinte será notificado, por escrito, pela Autoridade Tributária e Aduaneira (ATA), com dia e hora marcadas.

Penso que é de estar alerta e divulgar este aviso pelo maior número de pessoas, evitando mais falcatruas, como as que já estão a acontecer na zona de Lisboa.

domingo, setembro 16, 2012

Talvez o mail com mais sentido que recebi...

Nosso breve comentário:

 
Via email, foi-nos enviado o texto abaixo,  com o título, como podem confirmar, "talvez o mail com mais sentido que recebi". Ora bem, achámos que, se este mail fez assim tanto sentido para alguém, é bem capaz de fazer também sentido para mais gente. Daí a opção que tomámos em divulgá-lo.
O leitor verá o sentido que faz para si.
Optamos igualmente por este texto para dar algum espaço e tempo aos desenvolvimentos óbvios que deverá haver nos próximos dias na sociedade portuguesa.
As manifestações gigantescas em cerca de 40 cidades de Portugal não passaram indiferentes a ninguém, nem sequer aos mídia estrangeiros.
Afinal parece que este bem comportado, bom, cordato, manso, POVO está vivo e bem vivo para lutar pelo seu país quando o mesmo se vê ameaçado de morte mais ou menos lenta.
Deixemos pois as coisas pousar, o dia 15 de Setembro foi ontem, mas poderá ter sido um marco histórico  para os dias próximos vindouros de Portugal.
Aguardemos!
Entretanto fiquem com o tal texto com sentido...
 
 
 
Fiquem bem, António Esperança Pereira

 
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Talvez o mail com mais sentido que recebi!

Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que 'sim'.
O professor tomou então uma caixa de fósforos e a vazou dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que 'Sim'.
Logo, o professor pegou uma caixa de areia e a vazou dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um 'Sim' retumbante.
O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se nesta ocasião. Quando os risos terminaram, o professor comentou:
'Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdessemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam as vossas prioridades, e o resto é só areia.'
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: Então e o que representa o café? O professor sorriu e disse: 'Ainda bem que perguntas! Isso é só para vos mostrar que por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomar um café com um amigo'.

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...