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sábado, novembro 20, 2021

Muros, migrações e manif's anti-medidas COVID19

Nosso comentário:


A propósito destas questiúnculas das migrações que geram muros, tiros, mortes, fronteiras cerradas, ausência de solidariedade, incompetência, a par da inoperância das instituições humanitárias, vem a propósito um excerto de um poema meu, que deixo abaixo.
Também podem incluir-se os casos de extrema violência que, seja em casa ou junto da casa de cada um ocorrem todos os dias: violência doméstica, racismo, xenofobia, etc.
Ainda os exageros das manifestações anti-medidas COVID19.
Estamos em 2021 meus senhores, há liberdade sim senhor, mas não pode valer tudo. Ainda hoje na Áustria numa manifestação anti medidas COVID19 aconteceu aquilo que uma alta individualidade do país designou por ORGIA DE DESTRUIÇÃO.
Muito triste!!!
AEP/



Fiquem bem,

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...a ver o que sai...(poemas) | António Esperança Pereira - Bubok

sábado, agosto 28, 2021

Portugal a natalidade e os imigrantes

 


Comentário do autor do blog:


A fotografia acima foi tirada hoje por mim quando tomava algures num café de Lisboa a chamada bica da manhã.

Ao manusear os pacotinhos de açúcar, reparei nos dizeres dos mesmos.

Não podiam vir mais a propósito. 

Portugal é um país atualmente com poucos nascimentos, ou seja, a renovação que vem sendo feita da população não corresponde o suficiente para colmatar o inevitável envelhecimento sistemático da população.

Ora, ante a escassez de nascimentos no país e natural envelhecimento das populações, é óbvio que a imigração de pessoas, de diversas proveniências será muito bem vinda.

Lembrei-me das ondas de migrantes que assolam a Europa, uns por umas razões, outros por outras. Agora o próprio Afeganistão. 

Procuram trabalho uns, proteção outros, possibilidades de investimento outros... e assim por diante.

Em minha opinião e tendo em conta as breves mas certeiras palavras dos pacotinhos de açúcar da foto temos todas as razões e mais uma, para receber de braços abertos essas populações migrantes que procurem viver e trabalhar em Portugal.

Todos não seríamos demais.

Fiquem bem,

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domingo, dezembro 09, 2018

O pacto das migrações divide a Europa

Fornecido por Euronews SA
Existem atualmente mais de 250 milhões de migrantes pelo mundo fora, ou mais de 3% da população mundial, e a tendência é para crescer. É com base nestes números que surge o pacto da ONU, a primeira tentativa global para chegar a um acordo comum sobre as políticas migratórias. Mas o que consta exatamente no compromisso que vai ser assumido agora em Marraquexe? 
"O que é dito é para recordar, efetivamente, a todos os governos que estão comprometidos com este Pacto Global, que devem respeitar os direitos humanos aos quais já se submeteram internacionalmente. Chegou o momento desses governos serem honestos, de reconhecerem que têm essas obrigações, de pararem com o discurso antimigração paranóico e populista. Também chegou o momento de normalizar as migrações", afirma Sergio Carrera, investigador em Políticas de Migração no centro CEPS, em Bruxelas.
Há dois anos, a União Europeia apelava a uma estratégia comum para enfrentar este fenómeno. Mas dez países do bloco europeu - incluindo a Áustria, a Itália, a Hungria, a República Checa e a Croácia - preferem medidas unilaterais, alegam interferências na soberania nacional e disseram "não" ao Pacto da ONU.
"Há já alguns meses que estamos a seguir um outro caminho relativamente ao problema das migrações. Temos um novo acordo em cima da mesa que nos vai permitir ir muito mais longe do que os modelos com uma abordagem idêntica para todos os países", explica Herbert Kickl, ministro do Interior austríaco.
As diferentes visões do que deve ser a resposta ameaçam criar mais fragmentações dentro da Europa e no seio dos próprios países. Que o diga a Bélgica, onde os nacionalistas flamengos acabaram de abandonar o governo.

sábado, setembro 29, 2018

Portugal e...um sonho!!!




Interior português





Muitas vezes me passou pela cabeça que o despovoamento do interior de Portugal via migrações, quer para Lisboa e Porto, quer para o estrangeiro, se devia em parte à falta de cidades intermédias, que fossem como que uma presença estimulante para as populações rurais de cada zona.

Vinham-me à ideia exemplos de outros países, uns maiores outros menores, todos eles, porém com uma panóplia considerável de cidades “ditas médias/grandes que nós cá não tínhamos nem temos: A Holanda, a Suíça, a Espanha, a França, a Inglaterra, etc.

Em vez de Guarda’s, Braganças’s, Évora’s, Bejas’s, Vilas Reais e outras que tais, havia Málaga’s, Valladolid’s, Tours, Nice’s, Genève’s, Bruges’s, Burgos’s, etc etc.

As tais cidades que, não sendo grandes, muito menos enormes como a Grande Lisboa e o Grande Porto, eram todavia referências e polos de atração para populações espalhadas pelo território desses países.

Em Portugal, ante a solidão, o abandono e a falta de referências atrativas restava a hipótese: Sair dali.

E saía-se preferencialmente, ou para os dois enormes centros urbanos do país, Lisboa e Porto, ou para terras prósperas e longínquas do estrangeiro.

O interior ficou triste, pobre e abandonado.

Jovens e menos jovens abandonaram as suas terras, tornando Portugal vergonhosamente um dos países com maior índice de emigrantes.

Um êxodo de que tarda recompormos a imagem e o resto. Claro que não falo aqui e agora nas causas mais profundas de um tal êxodo, já que é do conhecimento dos portugueses os efeitos de uma longa ditadura e de uma nefasta e inglória guerra colonial.

Todavia, hoje, dia 29/09/2018 parece haver sinais positivos de outras gerações que parecem querer repovoar esse enorme e despovoado interior português.

Há sinais positivos que apontam nesse sentido, como o da foto acima tirada hoje em plenas Terras do Demo/Beira Alta.

Há sem dúvida um novo interesse nas riquezas e oportunidades de tão grande território votado durante tanto tempo ao ostracismo.

Eu só pergunto:

Será que estamos perante populações mais jovens com uma leitura diferente e rejuvenescida do interior? Que o veem com um novo olhar?

Será que as Guarda’s, Bragança’s, Évora’s, Beja’s, Bragança’s, etc. poderão surgir num futuro próximo cidades mais atrativas e tornarem-se “Málaga’s, Burgos, Nice’s, Valladolid’s, Genève’s, etc.?

Será que Portugal poderá acordar finalmente para um novo país mais compacto, preenchido, ocupado, ou estarei eu a sonhar?



PS. Para completar o sonho, reparem que bastava deslocar “um milhão” dos cerca de 5 milhões de pessoas da Grande Lisboa e do Grande Porto para o resto do território e vejam quantas cidades de 150/200 mil habitantes nasceriam!!!

Desejo a todos um excelente fim de semana

António Esperança Pereira




Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...