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terça-feira, setembro 27, 2016

Contrato de Professores de 1923


Nosso comentário:

Sem dúvida alguma outros tempos, outras mentalidades.
Vale a pena ler.
Recebi via email este interessantíssimo contrato de uma Professora datado de 1923.
Tem imensa piada o acento tónico que à época era dado à moral e bons costumes, se assim se pode dizer.
Era mais importante a senhora professora (senhorita) ser uma boa rapariga, bem comportada e com conduta social irrepreensível do que apelar-se ao seu mérito profissional, por exemplo.
Bom, mas vale a pena ler, pois, em comparação com os tempos de hoje, menos de um século volvido, há umas diferençazitas do caraças!

Fiquem bem,

António Esperança Pereira




domingo, junho 30, 2013

Um burro esperto que deixou saudades...


Nosso comentário:


Por ser Domingo, por estar um calor dos diabos, pelo menos aqui para as bandas de Lisboa e Portugal inteiro, vou ser breve no meu comentário e remeter os leitores para um texto escrito por alguém que é filho do mesmo pai que eu.
O burro da história também tive o prazer de o conhecer, pelo que achei a memória "um mimo" e digna de ser tornada pública aqui no blog.
Oxalá os leitores se deliciem com ela como eu me deliciei.
De referir que o autor do texto mora no Grande Porto, que jeito para a escrita não lhe falta a somar a talentos pessoais incontáveis.
Fica então o texto/memória sob o título,
"Um burro esperto".
Desejo a todos um bom resto de Domingo e uma primeira semana de Julho sem sobressaltos de maior.


Fiquem bem,

António Esperança Pereira




“Um burro esperto”


Assim o meu pai mimoseava, com respeito, um asno que adquirira ainda em pequeno. O animal foi crescendo e, bem tratado, tornou-se num belo exemplar. De compleição física média e aspeto saudável, denotava certa altivez e um ar gozão, talvez mesmo trocista. Não imagino se essa qualidade era nata ou copiada do patrão, a verdade é que olhando para ele de frente, se deduzia com relativa facilidade tratar-se de um ser feliz, orgulhoso de si próprio.
O perfil, que pela rama tracei, ficará melhor desenhado com as 2 peripécias que passo a citar:

Quando o animal começou a ser utilizado nos serviços agrícolas, pouco mais fazia do que acarretar pequenas cargas e tirar água à nora. Nesta atividade é que viria a colher louros, desfrutando de rasgados elogios por todos quantos tiveram o privilégio de assistir. Mal era colocado em posição, o bicho arrancava a tal velocidade que as pessoas da rega viam-se aflitas para acudir ao vultoso caudal de água. Considerando que a passo firme se adquire uma velocidade de 6 Km/h, certamente o burrico puxaria os copos da nora à velocidade aproximada de 10 Km/h. Um verdadeiro espetáculo. Mas não esqueçam a esperteza do bicho, que não era subserviente. Duas horas volvidas, o pessoal da rega ficava sem água. Iam ver e o animal estava parado! A princípio tentaram de tudo, mas… nem mais um passo; se lhe pusessem pão-de-ló na frente, não se demoveria. Que nobreza!
Tratando-se de um “irracional”, para cúmulo sem alma, o que pensaria ele? “Tratam-me bem, acho que devo retribuir, mas há limites”. Os humanos foram-se habituando e já sabiam que, às duas horas (mais coisa menos coisa), a nora deixava de funcionar e o burro ia para descanso. E não julguem que no período da manhã era assim e que havia repetição no período da tarde; nada disso, o trabalho do dia estava feito! O meu pai achava-lhe piada e mais o gabava.

Outra caraterística interessante tem a ver com a carga que transportava. Se fosse coisa ligada à lavoura, ele achava que era seu dever ajudar e não se fazia rogado. Se alguém quisesse cavalgá-lo… aí o tipo afinava! Que pensaria? “Estes humanos, que nem aos calcanhares me chegam, vão cavalgar mas é o…”Era respeitador e não nasceu na zona do Porto, pelo que raramente terminava raciocínios malévolos, mas deduz-se o que gostaria de dizer. Claro que também aqui merecia gabanços do patrão.
Estava eu de férias, junto do meu pai e do quadrúpede, quando sou instado a tentar “amansar” o dito, tentando viajar até junto da Ribeira das Cabras (Pinhel), onde tínhamos uma vinha. De certeza que havia malandrice no desafio, mas de boa-fé aceitei, até porque já em tempos tivera alguma experiência (amadora) de equitação. Subi no animal e até ao portão de saída havia uma rampa. Pois sim, nem se mexeu. Para não ficar em pouco e como a distância ao portão (onde tinha de descer para o abrir) era pouca, decidi levá-lo à rédea. Lá seguia atrás de mim e de tal modo apressado que várias vezes me empurrou. Que pensaria? “Este gajo vai para os Rangers e nem andar sabe”. Eu ia satisfeito e muito convencido. Após o portão pus-me a cavalo e tudo correu bem durante cerca de 50 metros; quem visse o par, por certo ficava maravilhado; ambos garbosos e cada qual desempenhando o papel que lhe cabia. No final dos tais 50 m começou a descida, rumo à ribeira. Então o sacana decidiu vingar-se e optou por ir a trote, encostadíssimo à berma da estrada. Seguia pela direita (a ascendência não era inglesa), mas tão encostado às paredes que eu carregava duas preocupações: A de proteger a perna direita e a de não cair, hipótese por demais evidente. Mas nada de muito anormal sucedeu, certamente porque a intenção do burro não mirava vinganças de que a sua consciência viesse um dia a arrepender-se. Agora um parêntesis: Já andaram de burro, a trote? Parece que as tripas andam para cima e para baixo, nada que se assemelhe ao trote do cavalo.
Cheguei à entrada da citada vinha amarelo, mas feliz por ter chegado; ainda mal refeito do susto, logo bolei maneira de sair airoso: Seguia-se uma rampa bastante íngreme, agora é que era! Pois, o bicho não estava a dormir, nem sequer cansado, e também viu a rampa! Nem mais um passo. Desci e levei-o um pouco à rédea. O que pensaria? “Afinal o patrãozinho não é burro de todo, já percebeu”. Voltei a subir e o resultado não mudou! Só tinha uma solução, regressar ao ponto de partida. Tudo correu bem até recomeçar a subida. Aí parou e com o seu ar de gozo deve ter pensado: “Enganei-me, ele não percebeu”.
Conclusão: Apareci com o burro à rédea; o meu pai ria-se a “bandeiras despregadas”.
Um motor de rega viria substituir o animal que, embora com desgosto, foi cedido a alguém de confiança; em princípio, continuaria a ser tratado convenientemente. Deixou saudades.



Leopoldo Pereira 

sexta-feira, março 29, 2013

Um homem tinha quatro filhos, e cada um...


Nosso comentário


Aqui está uma história simples mas cheia de significado nos tempos que correm: 
AS ESTAÇÕES.
Por isso, por esse simbolismo actual,  a publico e levo ao conhecimento dos estimados leitores.
O meu obrigado a quem ma enviou.
É bem verdade que julgar é fácil, criticar, condenar, emitir juízos de valor, mais difícil é perceber a essência das coisas, dos actos, das reacções, das opções, das decisões, das contradições, da realidade que nos cerca na sua globalidade.
E fazemos esses julgamentos quase sempre com um referencial menor. Tendo poucos dados entre mãos. Reagimos consoante montagens hábeis, ardilosas, inteligentes que a nossa mente elaborou ao longo dos tempos.
E zás, é assim porque é assim e pronto! apontamos o dedo com toda a prontidão e ligeireza.
A maior parte das vezes não o fazemos por mal, apenas o fazemos pela ausência de uma maior consciência sobre as afirmações e conceitos que emitimos.
Derruba-se uma árvore num instante, são precisos anos e anos para a ver crescida, robusta, forte.
Claro que o ser humano tem essa capacidade única de emitir opiniões na hora, tem um computador fantástico que lhe permite maldizer a chuva copiosa que cai, o sol ardente que lhe fustiga a pele, a maldição que é a fila de tráfego em que está metido.
E zás, é assim porque é assim e pronto! 
Há que juntar alguma ponderação à velocidade e precipitação do pensamento; observar o maior número de componentes do processo em que estamos envolvidos, para sermos capazes de formular juízos mais abrangentes e menos sectários.


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/



PS: Leiam a história...



AS ESTAÇÕES


Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as pessoas e as coisas de modo apressado.
Então, mandou cada um viajar para observarem uma pereira que estava plantada num lugar distante.
O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão e o quarto no Outono.
O primeiro quando regressou disse que a árvore era feia.
O segundo disse que a árvore estava coberta de botões verdes, cheia de promessas.
O terceiro disse que a árvore estava cheia de flores lindas e com um cheiro doce.
O quarto discordou de todos, disse que a árvore estava carregada e arqueada de frutas, vida, promessas.
O Pai então disse que todos estavam certos, pois tinham visto apenas uma estação de vida da árvore, e continuou dizendo que não se pode julgar uma árvore ou uma pessoa por apenas uma estação.
A essência do que cada um é só pode ser avaliada quando todas as estações estiverem completas...
Se desistir no INVERNO perde a promessa da PRIMAVERA, a beleza do Verão a expectativa do OUTONO...
A "dor" de uma estação não pode destruir a Alegria das outras.
Não julguemos a vida apenas por uma estação difícil.
(Numa época em que vivemos preocupados com uma situação social, política, económica deveras preocupante, por instantes meditemos nesta história simples e profunda simultâneamente.

segunda-feira, outubro 22, 2012

Mobilidade, flexibilidade e polivalência com F-Mobil



Os funcionários vão ser obrigados a viver e trabalhar em diversas zonas do país, escolhidas a bel-prazer por gestores, diretores e governantes, e sem que possam recusar ou negociar tal mobilidade.
Assim, aqui está uma solução para resolverem o problema da residência (porque, contrariamente ao que se pensa, os funcionários também comem e dormem).
Provavelmente, os “felizes” contemplados perderão a família, os filhos, a casa, os amigos e o seu bem-estar quotidiano, mas, com esta solução, pelo menos, não perderão o emprego.
EIS O F-MOBIL!
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Esta não é uma casa como outra qualquer!
Ela surge como uma alternativa para quem busca uma solução simples para um grande problema: a residência.
O F-MOBIL é um projeto de um pequeno meio de transporte que, apesar da aparência, possui espaço suficiente para comportar um escritório, um quarto, cozinha (com direito a armários e pia), um tanque de água e um pequeno frigorífico.
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Apesar de ter um tamanho bastante reduzido, o F-Mobil aproveita todos os espaços existentes.
Para terem uma ideia, até a porta traseira se transforma num secador de roupas.
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Vá lá, não desanimem!
O F-Mobil não vai salvar a vossa felicidade, mas salva o vosso emprego!

quarta-feira, agosto 15, 2012

Jô Soares, define o que é ser "professor"

Nota do autor do blog/site:


Hoje é o dia de aniversário daqueles que foram os responsáveis principais pela existência deste blog: os pais do seu autor. Pois é, se fossem vivos fariam mais de 100 anos os dois. Talvez por isso e porque tiveram filhos maioritariamente professores, ou ligados ao setor educativo, publicamos uma rábula do Jô Soares bem curtida sobre a definição de Professor. Aos pais do autor do blog, por ser dia do seu aniversário, apresentamos os nossos bem sentidos, gratos e eternos parabéns!!!
Fica a rábula do Jô Soares, oxalá apreciem.


Fiquem bem, António Esperança Pereira

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Jô Soares, define...


o que é ser "Professor"
O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta à escola, é um "Adesivo".
Precisa faltar, é um "turista".
Conversa com os outros professores, está "malhando" nos alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não se sabe impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as hipóteses do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala correctamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é parvo.
O aluno é retido, é perseguição.
O aluno é aprovado, deitou "água-benta".
É! O professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui,
agradeça-lhe a ele.

terça-feira, março 20, 2012

Sabedoria profunda...Pai é Pai.

Nota do autor:


Ontem, 19 de Março, celebrou-se em Portugal e em mais uns quantos países que indicámos em nosso último post, o dia do Pai.
Assinalámos o dia de uma forma simbólica, já que temos para nós que a instauração destes dias e sua pseudo-celebração de tudo quanto é entidade e coisa, não passam de dias dedicados ao consumismo.
Mal iria o mundo se apenas nos lembrássemos de nosso Pai, no dia que a tradição lhe confere...

Mas adiante, essa seria uma temática demorada para se abordar "aqui e agora" em meia dúzia de palavras.
Aproveitámos todavia a embalagem conferida pela "celebração" do dia do Pai, para elaborarmos nosso post de hoje.

Dele constam, uma anedota, que mete pai e filho. Constam também duas "curiosidades" sobre comidas que ambos, "pais e filhos", apreciam, embora em doses e preferências diferentes: pizzas e hamburgueres.
Caros leitores, aumentem, pois, a cultura geral, se for o caso, com as duas curiosidades sobre "fast food" apresentadas.
Riam, ou pelo menos sorriam, o que já é bom nos tempos duros que vão correndo, com a anedota que dá pelo título "sabedoria profunda".
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Sabedoria profunda...

Pai é Pai.

O filho roqueiro de um pastor da igreja angelicana, está prestes a completar 18 anos. O rapaz, cabelos compridos e louco pra dirigir, resolve pedir o carro emprestado ao pai. Depois de pensar um pouco, o pastor responde:
- Filho, vamos fazer o seguinte... um trato... você melhora suas notas na escola, estuda a Bíblia todos os dias e corta esse cabelo. E aí voltamos a conversar.
Um mês depois, o rapaz volta a perguntar ao pai se pode usar o carro.
- Filho, eu estou realmente orgulhoso... você dobrou suas notas na escola e estudou bem a Bíblia, mas... não cortou o cabelo! E como fica o nosso trato ???
- Papai, lendo a Bíblia, eu fiquei intrigado - responde o filho - Sansão usava cabelos longos, Noé também. Até Jesus tinha cabelos compridos !!! E todos eram boas pessoas...!!!

E o pai:

É verdade meu filho... e... olha que coincidencia... TODOS ELES ANDAVAM A PÉ !
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Pizza


Os primeiros povos a fazer pizza foram oe egilcios,seguiram-se mais tarde os gregos, só mais tarde chegou á Itália. Nápoles é considerada o berço da pizza como atualmente a comemos.
A pizza era um alimento de pessoas humildes, do Sul da Itália.
Alexandre Dumas era um grande apreciador de pizzas.
As pizzas chegaram ao Brasil em 1950, sendo S.Paulo a cidade que mais pizzarias tem.
Desde 1985 que o dia 10 de Julho é comemorado no Brasil como o "Dia da Pizza".


Mc Donalds

A Mc Donalds foi fundada em Abril de1955, em Illionis, E.U. pelos irmãos Mc Donalds que abriram uma hamburgueria.
Atualmente vende cerca de 190 hamburgers por segundo, sendo uma nova loja inaugurada a cada 10 horas.
Existem Mc Donalds em 120 países espalhados pelo mundo...
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Fiquem bem,

segunda-feira, março 19, 2012

Dia do Pai, Homenagem singela...

19 de Março, Homenagem singela a meu Pai:


Um cacho de uvas, evocativo do cultivo da vinha a que meu pai esteve tão ligado, a ribeira do Lamegal, concelho de Pinhel, terra onde nasceu, uma propriedade rústica sua, que ainda mantemos em nossa posse.
Uma saudação a todos os pais, em particular ao meu, de nome Manuel Augusto.
Hoje e todos os dias, profunda e eterna saudade, apesar de sempre presente!!!


Apenas algumas palavras que tirámos da Wikipédia, com indicações breves mas interessantes sobre a comemoração desta data. As origens, as datas diferentes de comemoração, os porquês, etc.



Dia do Pai (em Portugal) ou Dia dos Pais (no Brasil) é a data comemorativa em que se homenageia a figura paterna.


História


Evoca-se como origem dessa data a Babilônia, onde, há mais de 4 mil anos. Um jovem chamado Elmesu teria moldado em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.[1]
Entretanto, a institucionalização dessa data é bem mais recente. Em 1909, nos Estados Unidos, Sonora Luise resolveu criar um dia dedicado aos pais, motivada pela admiração que sentia pelo seu pai, William Jackson Smart. O interesse pela data difundiu-se da cidade de Spokane para todo o Estado de Washington e daí tornou-se uma festa nacional. Em 1972, o presidente americano Richard Nixon oficializou o "Dia do Pai" (Father's Day).[2]



Comemoração


Seguindo a tradição, nos Estados Unidos, ele é comemorado no terceiro domingo de Junho. Em Portugal é comemorado a 19 de Março, seguindo a tradição da Igreja católica, que neste dia celebra São José, marido de Maria (a mãe de Jesus Cristo).
No Brasil, é comemorado no segundo domingo de agosto. No Brasil a implementação da data é atribuída ao jornalista Roberto Marinho, para incentivar as vendas do comércio e, por conseguinte, o faturamento de seu jornal. A data escolhida foi o dia de São Joaquim, sendo festejada pela primeira vez no dia 16 de agosto de 1953.[3]


Portugal, Angola, Espanha, Itália, Cabo Verde, Andorra, Moçambique e Listenstaine: 19 de Março

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Fiquem bem,
 

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Filho burro, filho esperto, pai sofre...

Nota de abertura:


Em tempos difíceis nada como duas boas anedotas para nos tirarem do sério, nos fazerem mesmo esquecer que estamos a ser roubados à grande e à francesa...
Recebi-as via email, agradeço a quem mas enviou, porque são ambas dignas de divulgação neste espaço predominantemente sócio-político-cultural.
Um momento brincalhão, porque, ao contrário do senhor primeiro ministro, dos tróikanos, dos castradores internacionais, não acreditamos que um povo triste, que não ri, que é fustigado por más notícias a toda a  hora, possa ser mais produtivo.
Aí ficam as anedotas, esperamos que sejam do vosso agrado:
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Anedota1

O filho burro que assusta o pai com evasivas para o preparar para as más notas que tivera:

O pai entra no quarto do filho e vê um bilhete em cima da cama. Lê o bilhete, temendo o pior:

Pai, é com grande pesar que te informo que fugi com meu novo namorado, o João, um italiano muito lindo que conheci no Algarve. Estou apaixonado por ele. Ele é muito gato, com todos aqueles 'piercings',
tatuagens e aquela super-moto BMW que comprou há dias. Mas não é só por isso que vou com ele, é que também descobri que não gosto de mulheres e, como sei que não vais consentir com isso, decidimos fugir e ser muito felizes neste mundo. Ele quer adotar filhos comigo, e isso
é tudo o que eu sempre desejei para mim. Aprendi com ele que a maconha é ótima, uma coisa natural, que não faz mal a ninguém, e ele garante que no nosso pequeno lar não vai faltar marijuana. O João acha que eu, os nossos filhos adotivos e os seus colegas 'gays' vamos viver em
perfeita harmonia. Não te preocupes pai, eu já sei cuidar de mim, apesar dos meus 15 anos já tive várias experiências com outros tipos e tenho certeza que o João é o homem da minha vida.
Um dia eu volto, para que tu e a mãe conheçam os nossos filhos. Um grande abraço e até algum dia.
De teu filho, com amor.

O pai quase a desmaiar, continua a ler.

PS: Pai, não te assustes, é tudo mentira!!!

Estou na casa da Cátia, a nossa vizinha toda boazona. Só queria mostrar-te que existem coisas muito piores do que as minhas notas escolares, que estão na primeira gaveta.
Abraços,
Teu filho, burro, mas macho!
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Anedota2 

O filho esperto que conseguiu um 20 sem responder certo a nenhuma pergunta do teste:

 1) - Em que batalha morreu o Almirante Nelson ?
                Na sua última.
 2) - Onde foi assinada a Declaração de Independência ?
                No fim da folha.
 3) - O Rio Rave corre em que Estado ?
                 No estado líquido.
 4) - Qual é a principal causa do divórcio ?
                O casamento.
 5) - Qual é a razão principal para falhar ?
                 Os exames.
 6) - O que é que não se pode comer ao pequeno-almoço ?
                  O almoço e o jantar.
 7) - O que parece uma metade de uma maçã ?
                  A outra metade.
 8) - Se lançarmos uma pedra pintada de vermelho ao mar azul, no que é
que se transforma ?
                  Num a pedra molhada.
 9) - Como é que um homem consegue estar oito dias sem dormir ?
                  Facilmente ... dorme de noite.
 10) - Como é que se pode levantar um elefante com uma mão ?
                  Não é possível encontrar um elefante só com uma mão.
 11) - Se tiver 3 maçãs e 4 laranjas numa mão e 4 maçãs e 3 laranjas na
outra, o que é que tem ?
                  Mãos muito grandes.
 12) - Se foi preciso a 8 homens, 10 horas para construir um muro, quanto
tempo demorarão 4 homens a fazê-lo ?
                   Nenhum .... o muro já tinha sido construído pelos
outros.
 13) - Como é que se consegue deixar cair um ovo em cima de um chão de
cimento sem o partir ?
                 De qualquer maneira .... o chão de cimento
dificilmente se parte.
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Fiquem bem,

António Esperança Pereira

Programa de Afiliados Cursos 24 Horas
http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao53361&url=afiliados

http://nucleo.netlucro.com/clique/13276/556/

terça-feira, março 30, 2010

dia do pai


Dizem que é dia do pai
(eu não sabia)
sem querer ser chato
acho estes dias oficiais
uma treta hipocrisia

amor alma saudade
não se confinam
a consumista artimanha
de vender prendas
ou camuflar uma patranha

o meu tributo a ele
é diário
companheiro real e imaginário
que trago comigo
sem mo lembrarem

no cansaço na acção
na presença na ausência
na imitação
da falta de jeito
para ser perfeito

no copo de vinho
que bebo
tinto como a cor do mosto
que lhe alegrava o rosto
e que me alegra a mim
por o imaginar feliz
a beber com um amigo
a gosto

pai é tudo o que não se sabe
e não se diz
é muito mais que chalaça
de um dia obrigatório
de um ser obrigatório

pai a gosto é liberto
único ele heróico
que só cabe num coração grande
agradecido amante aberto
não num dia qualquer
ou num qualquer formato

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...