Jacques Delors, considerado o "pai do euro" e figura central da construção do projeto europeu, morreu no dia 27 de dezembro do ano passado, em Paris, com 98 anos. Amanhã, quarta-feira, Portugal cumpre um dia de luto nacional como homenagem.
"O Conselho de Ministros aprovou hoje, de forma eletrónica, a declaração de luto nacional no dia 31 de janeiro de 2024 pelo falecimento de Jacques Delors", lê-se num comunicado do Governo. “Portugal e Espanha decidiram conjuntamente declarar luto nacional, de forma a coincidir com o evento de homenagem que será organizado nesse mesmo dia pela Comissão Europeia, em Bruxelas, e que contará com a presença do senhor primeiro-ministro”.
De acordo com uma nota publicada no site oficial da Presidência da República, o chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, “deu o seu acordo ao decreto do Governo que fixa para amanhã, 31 de janeiro, um dia de luto nacional em honra de Jacques Delors”.
Com Lusa
Fiquem bem
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O Símbolo do Euro (moeda oficial da zona Euro) assemelha-se a uma letra “E” maiúscula.
Por vezes, os símbolos das moedas utilizam a letra inicial do seu nome. É o caso do Euro cujo nome, acima de tudo, é uma referência à Europa.
O símbolo traz uma homenagem à Grécia. Isso decorre do facto de a civilização ocidental ter sua origem nesse país.
Por esse motivo, o símbolo tem o aspeto da letra grega “épsilon” (ε), que corresponde à letra "e" na língua portuguesa.
Em vez de um traço (como na letra “E”) o símbolo do Euro apresenta dois traços paralelos no seu centro.
Os dois traços que cortam a letra “E” têm o significado de estabilidade ou equilíbrio.
A moeda foi criada em 1 de Janeiro de 1999. De acordo com a ISO 4217, o seu código internacional é EU
PS. O escudo português foi substituído pelo EURO a 1 de Janeiro de 2002, dia em que as primeiras notas e moedas do euro passaram a circular. A taxa de conversão entre escudos e euros foi estabelecida em 31 de Dezembro de 1998, tendo o valor de 1 euro sido fixado em 200,482 escudos.
Às vezes as coisas mais simples, as que mais vemos e utilizamos no nosso dia a dia, são aquelas a que menor atenção prestamos.
Acontece isso por exemplo com o símbolo da moeda que dá pelo nome de EURO e que atualmente é a moeda oficial da ZONA EURO. Também uma das principais moedas do mundo.
Andamos sempre com ela, falamos dela, pagamos coisas com ela, etc etc.
Todavia, nem nos passa pela cabeça a simbologia que está subjacente à moeda europeia (€) utilizada amiúde pelo mundo inteiro. Verdade ou não?
Foi esta a razão principal deste post: o como tantas vezes nos esquecemos de pormenores importantes de realidades bem próximas das nossas vidas.
Leiam-se abaixo alguns pormenores interessantes a reter sobre a moeda designada por EURO.
Não sou de forma alguma um saudosista clássico, ou seja uma daquelas pessoas para as quais o que apenas conta é o passado.
Defino-me como um evolucionista, querendo de uma forma simplista dizer com isto, que gosto de acompanhar os tempos modernos.
O que se passa no presente é importante demais para que nos demos ao luxo de nos quedarmos apenas em um qualquer tempo que passou...
Esse tempo que passou é importante claro, é a nossa própria origem, muitas das nossas vivências, umas mais marcantes que outras, mas não nos devemos ficar por aí.
Ou seja, sem querer tirar a importância que o passado teve e tem como referência pessoal e colectiva, é importante concentrarmos-nos no momento que vivemos e que, com ou sem sol, aparece nas nossas vidas dia após dia.
Dito isto, divulgo um e-mail mais ou menos "saudosista" que me foi enviado, mas que tem imensa piada.
Antes de tudo o que me ocorre dizer ante estas declarações de François Hollande é o seguinte:
Oxalá que o presidente da França diga coisa com coisa ao fazer esta importante e bombástica afirmação:
"Acabou o tempo de desunião na Europa".
Efetivamente, a sua recente eleição para o mais alto cargo da política de um país importante como a França, foi aguardada por muitos com grande esperança para os destinos da Europa.
Eu próprio senti essa esperança por achar que politicamente a sua eleição equilibraria mais as tendências direita/esquerda no continente europeu.
É cedo ainda, tendo em conta afirmações contraditórias que chegam de todas as bandas, inclusivamente de ministros franceses, para aquilatar dos reais benefícios da sua eleição.
Todavia, parece haver algum progresso de intenções no tocante a mais e melhores mecanismos por parte da União Europeia para gerir a sua própria crise.
Mas porque são muitas as vozes a discordarem do aprofundamento da União Europeia, muitos os eurocéticos, muitos os que se estão nas tintas para se solidarizarem com um projeto amplo em que, na sua ótica nacionalista só perdem com a dita União...
há que esperar para ver.
Uma coisa porém é certa:
Os países do chamado Diretório, França e Alemanha, para "serem gente" ao mais alto nível mundial, só o conseguirão no seio de um amplo espaço europeu.
Daí eu me convencer, mesmo contra ventos e marés, numa aposta em grande na Europa, especialmente por parte desses dois grandes países: França e Alemanha.
Ora, uma aposta forte destes países no espaço europeu, de que são os principais motores de desenvolvimento, poderá tirar argumentos a países menos interessados e beneficiários, digamos assim, desse amplo espaço europeu.
Países esses que sabem o risco que correm em ficar de fora...
Por si só são pequenos demais para se afirmarem isoladamente nesta economia global bem complexa e competitiva.
Acredito que será neste jogo de perdas e ganhos, recuos e avanços entre os diversos países europeus que terá de refazer-se uma nova esperança europeia, reconstruir-se uma nova confiança.
Transformar este porto de abrigo, esta tábua de salvação que tem sido a construção europeia, em qualquer coisa mais sólida, que todos sintamos como um espaço novo, aberto, moderno, unido, próspero, solidário, com futuro.
Uma boa diplomacia e um verdadeiro sentido de visão política serão determinantes.
Creio que, com mais ou menos nacionalismos, mais ou menos egoísmos, os europeus estão condenados a entender-se.
A solidão, seja ela pessoal, seja ela nacional, como seria o caso, não traz saúde a ninguém.
Muito menos felicidade.
PS. Para ser lida a afirmação de François Hollande, deixo abaixo o contexto em que foi proferida.
Hollande diz que acabou o tempo de desunião na
Europa
por LusaHoje
O Presidente francês, François Hollande,
disse hoje, em Bruxelas, que o tempo em que a Europa dava ao mundo um espetáculo
de crise e de desunião chegou ao fim, desejando que em 2013 se veja uma maior
solidariedade.
Hollande, que falava à entrada do segundo dia do último Conselho Europeu do
ano, adiantou querer, no próximo ano, "uma Europa mais solidária, mais forte,
que acredita nos seus ativos e que não vai mostrar ao mundo o espetáculo das
suas dificuldades".
"Esse tempo terminou", disse o chefe de Estado, sublinhando ainda que "foi
feito muito bom trabalho ao longo de 2012 e que permite estarmos confiantes para
2013".
François Hollande exemplificou com o acordo sobre o mecanismo único de
supervisão bancária da zona euro, a capacidade mostrada para resolver questões
como a da Grécia e o desejo manifestado de aprofundar a União Económica e
Monetária (UEM).
O aprofundamento da UEM deveria ter sido aprovado nesta cimeira, mas -- após
nove horas de debate -- os líderes europeus só conseguiram concordar no
adiamento da questão para uma próxima cimeira, em junho, quando deverão ser
apresentadas novas propostas.
Hoje, os líderes da União Europeia vão tratar de temas como a defesa, o
alargamento e a política externa.
Uma segunda-feira em que se anunciam coisas e loisas nesta Europa em sobressaltos. Apesar de Olli Rehn afirmar que está hoje menos pessimista em relação ao futuro do Euro do que estava na Primavera, escusou-se a responder à pergunta sobre se a Espanha terá de pedir brevemente um resgate.
As mesmas dúvidas pairam sobre a Itália e assim sucessivamente. Tal como um filme de suspense, uma Europa que não pára de nos surpreender pela negativa de há um tempo a esta parte.
Em Portugal mais uma saída do 1.º ministro , desta feita à cidade do Porto, onde o esperou a vaia do costume, desta feita à entrada para a
Fundação Cupertino de Miranda, no Porto.
Entre os gritos dos manifestantes sobressaiam: "25 de Abril sempre, fascismo nunca mais" e "gatuno, gatuno". Isto numa altura em que nos parecem estreitar-se cada vez mais as margens de manobra deste governo frágil, fragilizado, débil, debilitado.
A indignação apoderou-se do dia a dia dos portugueses, atulha as cabeças das famílias com preocupações, mais novos, mais velhos, homens, mulheres deste país sentem um desgoverno interno como não há memória, e participações como esta do 1.º ministro no seminário "A emigração portuguesa na Europa -- desafios e oportunidades" de pouco animam este POVO.
Antes pelo contrário, só relembram a célebre atitude havida por Passos Coelho referindo-se aos jovens sem emprego, dizendo-lhes numa atitude de todo infeliz, incompreensível, "EMIGREM".
Há mesmo quem afirme que foi o 1.º governante do mundo a ter o desplante de "mandar o seu povo emigrar".
Talvez por este desgoverno, uma total incompetência de se transmitir esperança, rumo, um divórcio nunca visto desde o 25 de Abril de 1974 entre governantes e governados, que uma nova manifestação "na onda do 15 de Setembro" está já agendada.
Deixo aos estimados leitores informação sobre mais esta movimentação de descontentamento, revolta, raiva que se avizinha gigantesca, de total repúdio pelo que está a acontecer.
Contributo do Ilustrador Irmão Lúcia para a manifestação cultural de 13 de Outubro - QUE SE LIXE A TROIKA!
No espírito das mais recentes mobilizações populares, um conjunto alargado de profissionais do mundo da cultura juntou-se a alguns dos subscritores do apelo às manifestações dos dias 15 e 21 de Setembro, sob o lema «Que se lixe a troika! Queremos as nossas Vidas» para lançar um grande evento cultural. Há nesta altura um aumento da percepção da grave situação em que se encontra o país, sendo cada vez mais evidente e urgente a necessidade de outras perspectivas. A cultura é imprescindível para a consciência d...
e um povo, e é essa própria consciência que por sua vez cria e dá conteúdo à cultura. Os profissionais da cultura não são excepção à situação exasperante em que o país e o mundo se encontram actualmente: é imprescindível reagir, é impensável não o fazer. Do encontro de vontades nascido nas mais recentes mobilizações surgiu a ideia de uma expressão cultural, uma manifestação marcadamente baseada nas artes e no espectáculo para contestar a austeridade e os seus implementadores: governo e troika. O dia 13 de Outubro será um dia de protesto internacional, o Global Noise, em que esta iniciativa também se insere. Será um marco histórico e cultural, trazendo da rua para a arte e da arte para a rua toda a energia que as percorre. Será um dia cheio de eventos, de música, dança, teatro, poesia, pintura e todas as formas de arte que materializem o espírito de insubmissão que se sente em todo o país.
Cultura é Resistência! Que se lixe a Troika! Queremos as nossas Vidas!
COM TODA A CERTEZA ESSA É A MELHOR DO ANO ........J
Um menino de 5 anos queria ganhar 100 euros e rezou durante 2 semanas para Deus.
Como nada acontecia, ele resolveu mandar uma carta para o Todo-Poderoso com seu pedido.
O correio recebeu uma carta endereçada para 'Deus-Portugal' Resolveram mandá-la para o Passos Coelho.
Passos ficou muito comovido com o pedido e resolveu mandar uma nota de 10 euros para o menino, pois achou que 100 euros era muito dinheiro para uma criança pequena.
O miudo recebeu os 10 euros e imediatamente notou o endereço do remetente: Governo Portugues.
Pegou papel e caneta e sentou-se para escrever uma carta de agradecimento:
- Prezado Deus: Muito obrigado por me mandar o dinheiro que pedi, contudo, eu pediria que, na próxima vez, o Senhor mandasse direto p’ro meu endereço, porque quando passa pelo Governo Portugues, esses filhos da PUTA ..., ficam logo com 90% !!!
Muito breve mesmo a nossa nota de hoje apenas para agradecer as duas belíssimas contribuições de leitores que apresentamos acima: ambas com humor e atualidade. Hoje é véspera de feriado, pois àmanhã celebra-se no calendário católico o Dia do Corpo de Deus (Corpus Christi) - Quinta-feira da 2.ª semana após o Pentecostes (60 dias após a Páscoa).
Não queremos pois estragar com demasiadas palavras o tão merecido descanso dos leitores. Apenas meia dúzia de palavras sobre o feriado:
No Brasil é um feriado municipal. O feriado Corpus Christi no Brasil é festejado com procissões para a adoração do Santíssimo Sacramento. Em muitas cidades o caminho da procissão é decorado com grandes tapetes coloridos.
Em Portugal "Corpus Christi" é um feriado nacional. É festejado em todo o país. As tradições são bem parecidos com as do Brasil. Também tem procissões pelas ruas decoradas com tapetes coloridos. Em Portugal o feriado de Corpus Christi é chamado Corpo de Deus.
Em alguns outros países católicos "Corpus Christi" é feriado também, por exemplo na Áustria, em partes da Alemanha e da Suíça, na Espanha, Polónia e Colômbia.
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