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segunda-feira, maio 21, 2012

Ricardo Araújo Pereira versus P. Ministro...

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Nosso comentário:


Eis um excelente contributo que nos foi remetido por um dos prezados leitores do blog/site.
Achei divertido, não é ofensivo, tem humor inteligente, perspicaz, mordaz, interventivo. Este Ricardo Araújo Pereira acrescenta sempre algo mais ao já brilhante humor que o carateriza.
Do melhor mesmo, pelo menos tão grande como os maiores dentro do género, que já algum dia apareceu em Portugal

Publico para os que, como eu, não tivessem tomado conhecimento destes trocadilhos engendrados por R. A. P. tendo por referência as posições assumidas face ao desemprego por P. P. C. 
Todavia, tenho que acrescentar que o número de desempregados apresentado acima peca por defeito. Infelizmente, tanto quanto me é dado saber, o dito desemprego rondará neste momento o milhão de portugueses...

É (des)obra!!!

Pois aí ficam então dois talentos nacionais: de um lado, Pedro Passos Coelho, sempre a surpreender pela negativa na sua profissão (infelizmente não é único...) pelo outro, Ricardo Araújo Pereira, sempre a surpreender pela positiva na sua profissão.
Coloquei os nomes das conhecidas personalidades por ordem alfabética, não por qualquer outra.
Não vá o leitor mais distraído cuidar que coloquei o nome do 1.º ministro por gostar mais dele ou por o achar mais isto ou mais aquilo. 
Não nada disso. É que na ordem alfabética, ou seja no alfabeto, o P de Passos fica antes do R de Ricardo!!!
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Fiquem bem,

António Esperança Pereira



segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Docente Ivo diz não ao "nao"...


Professor de Direito diz que novo Acordo Ortográfico é “inconstitucional”

Ivo Miguel Barroso, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, considera que utilizar a Língua Portuguesa segundo as normas do novo Acordo Ortográfico é “inconstitucional” e apresentou queixa na Provedoria de Justiça.

Professor assistente de Direito, Ivo Miguel Barroso apresentou queixa na Provedoria por considerar que o “novo Português” fere a Constituição da República, e afirma que “a língua não se muda por decreto”.

Defende Ivo Miguel Barroso que a actual Constituição da República Portuguesa, aprovada em 1976, está escrita em Português anterior a 1990 - data do Acordo Ortográfico - logo, do ponto de vista técnico, uma actualização ortográfica não pode ser feita, sem que haja uma revisão constitucional, segundo as normas do Acordo Ortográfico.

Todavia, ainda assim, uma tal revisão não poderia ter efeito retroactivo, “convalidando os diplomas anteriores à data dessa revisão, que continuariam a ser inconstitucionais”, afirmou à Lusa.

Na opinião de Ivo Miguel Barroso, que contesta o Acordo Ortográfico, essa hipotética revisão constitucional não se afigura possível, pois atentaria contra limites materiais de revisão, nomeadamente “o princípio da identidade nacional e cultural e o núcleo essencial de vários direitos, liberdade e garantias”.

Segundo Ivo Miguel Barroso é necessária uma “revisão constitucional” para que seja revista a ortografia e logo se aceite o Acordo Ortográfico. A outra possibilidade é a “republicação da Constituição segundo a nova grafia, aprovada que seja pela Assembleia da República uma lei de revisão”.

“Assinalo, porém, que a Constituição já foi aprovada. As alterações, em sede de revisão, são feitas artigo a artigo. Por isso, só alterando todos os artigos que estão em desconformidade com o Acordo Ortográfico”, adverte o docente.

Por outro lado, salientou, “a língua é regulada predominantemente pelo costume”. “Uma língua não se muda por decreto. Tem de ter em conta a vontade do povo português e os pareceres técnico-científicos, que são, na sua esmagadora maioria, contrários ao Acordo Ortográfico”, afirmou.

Questionado pela Lusa quanto às anteriores actualizações ortográficas do Português, Ivo Miguel Barroso afirmou que em 1911 “houve uma reforma ortográfica, não propriamente um acordo, um tratado internacional, pois o Brasil não aderiu a ele”.

Por outro lado, citando o relatório da comissão que elaborou essa reforma “para fixar as bases da ortografia que deve ser adoptada”, “várias das regras que constavam estavam a ser praticadas por livros e alguns jornais periódicos”.

Para o docente “o que a reforma ortográfica de 1911 fez foi codificar e sistematizar essas regras, que eram consensuais; diversamente do que sucede com o Acordo Ortográfico de 1990”.

O Brasil com esta reforma não se aproximou da grafia europeia porque não ratificou qualquer tratado e, sendo assim, “a reforma de 1911 só serviu para afastar mais a ortografia portuguesa da brasileira, que continuou a ser a do século XIX, embora a intenção não tivesse sido essa”.

Ivo Miguel Barroso recordou que “houve um Acordo Ortográfico, em 1945, que o Brasil ratificou, mas que não aplicou, e, posteriormente, uma mini reforma ortográfica em 1973”. “Esta foi a única em que houve convergência”, sublinhou.

Na opinião do docente de Direito “quer a reforma ortográfica de 1911 quer o Acordo Ortográfico de 1945 foram bem feitos, com linguistas de várias especialidades e tendo em conta que a língua é dinâmica, mas tendo a história da língua portuguesa de ser respeitada”.

Segundo Barroso, o actual Acordo Ortográfico é “essencialmente uma imposição, não uma codificação de normas costumeiras, que extravasa o contrato social que a Constituição é, daí defender que, não só é inconstitucional, mas também que a ortografia da Constituição não pode ser revista segundo o Acordo”, sentenciou.

Ivo Miguel Barroso aponta baterias ao catedrático Malaca Casteleiro, que considera o grande responsável do acordo linguístico assinado em S. Tomé e Príncipe.
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Nosso comentário
Não fazemos ideia de quem seja este docente, de nome Ivo Miguel Barroso.
Isso não é importante, pois gente a opinar há mais que muita, o que fica desta resenha de sua autoria e que apresentamos hoje, é que o dito docente é contra o NAO (Novo Acordo Ortográfico) alegando mesmo uma inconstitucionalidade do Acordo.

Diríamos que o inconstitucional está na moda, cada vez mais se alegam inconstitucionalidades.
Porém, tem ficado tudo na mesma.
Recordo a inconstitucionalidade mais mediática, a do roubo nas reformas (dinheiro já descontado pelos trabalhadores enquanto tal, que depois de reformados assistem por parte da governação a um saque "gatunesco" e sem espinhas do seu dinheiro.

Quanto ao NAO:
Pela nossa parte, cidadão português que gosta e quer continuar a exprimir-se em português, até começávamos digamos assim a ensaiar os primeiros passos na caligrafia "dita de acordo com o NAO".

Temos feito essa adaptação com alguma dificuldade, diga-se, todavia não queríamos deixar de acompanhar uma suposta modenização da Língua de Camões que, tanto quanto sei, é falada por mais de duzentos milhões de pessoas que têm outras nacionalidades.
Até nos parecia fazer algum sentido só por isso que fosse, para que os falantes de português se entendessem cada vez melhor.
Será a questão do "orgulhosamente sós" outra vez? Nem queremos acreditar...

Se o docente Ivo acompanha as redes sociais, o mundo dos blogues, da música, etc. a gente que encontra mais à mão, escrevendo, falando, cantando, etc. que melhor entende, são esses milhões e milhões de falantes da nossa língua com múltiplas nacionalidades.
Daí defendermos algum esforço conjunto para nos entendermos cada vez melhor nesta portentosa LÍNGUA PORTUGUESA (entre as 6/7 mais faladas do mundo, o que no mínimo é...
Fantástico!!!

Se há aqui "gato escondido com o rabo de fora", isso não sei.
Não gosto de incostitucionalidades, isso não. Nem desta nem de nenhuma outra.
O docente Ivo faça o favor de andar com a coisa para a frente, diga-me por favor é como é que escrevo na minha língua o mais depressa possível.

Aposto no NAO (Novo Acordo Ortográfico) ou NAO (não)?
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Fiquem bem,

António Esperança Pereira

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quinta-feira, outubro 20, 2011

Presidente da República contra corte dos subsídios

Michele Bachmann, na foto, não sabe Geografia.
A pretendente republicana à presidência dos EUA afirmou em directo na TV: “Obama meteu-nos na Líbia e agora quer meter-nos em África”.

A Líbia fica em África!!!

Realmente a queda dos partidos de direita para a cultura nem sempre é a maior. Critica-se o grande futebolista Figo por ter tirado o 12.º ano nas NOVAS OPORTUNIDADES, mas pelo que vou vendo, muita gente com cagança por lá deveria passar...

"Receio que possamos estar no limite"diz Cavaco Silva

O Presidente da República admitiu esta quarta-feira de que esta contra o corte dos subsídios de Natal e férias na Função Pública e para os reformados, questionando se o limite “nos pensionistas pode já ter sido ultrapassado”.

Cavaco Silva, que falava à margem do IV Congresso da Ordem dos Economistas foi peremptório: "Mudou o Governo mas eu não mudei de opinião", afirmando que o corte nos subsídios constitui "uma violação de um princípio basico de equidade fiscal", uma vez que essa retenção constitui "um imposto", que recai apena sobre um grupo específico.

Recordando o seu discurso de tomada de posse de que "Há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos", Cavaco Silva, reconhece: "receio que possamos estar no limite", tendo exemplificado com o caso dos pensionistas, cujas queixas chegam diariamente à Presidència da República e espera que a proposta de Orçamento de Estado para 2012 apresentada pelo Governo possa agora ser "melhorada" pelos deputados na Assembleia da República.

Cavaco Silva, momentos antes, durante a sua intervenção no IV Congresso da Ordem dos Economistas, admitiu que "subsistem naturalmente dúvidas", sobre se "os sacrifícios que estão a ser exigidos aos portugueses valem a pena, e se nos conduzem a bom porto". Para Cavaco Silva, "o País vive uma das crises mais profundas da história da nossa democracia" e alertou que a austeridade orçamental, apesar de necessária para equilibrar as contas, "só por si, não garante que, no futuro, o País se encontrará numa trajectória de crescimento económico e melhoria das condições de vida".
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Alguns comentários à notícia

Comentário feito por:Ereio Lopes

Não levem a sério estes desabafos de Cavaco Silva. Isto é uma pequeno arrufo combinado. Todos sabemos que Cavaco é líder desta direita que nos desgoverna. Nada se faz, sem o aval do beija-mão. Este governo é a sua imagem

Comentário feito por:luis rodrigues

A minha esposa tem 20 anos de auxiliar + 4,5 anos como tarefeira que não conta ganha 549,25€ tem o 12º ano e ainda lhe vão roubar parte do subsidio e esta hein...


Comentário feito por:isabel silva

Senhor Presidente da Républica faça alguma coisa. Isto é uma vergonha e um enorme ROUBO! Não sou funcionária pública nem reformada mas estou com eles


Comentário feito por:Baptista

Para quem pensa, por simples conforto que o mal está na função públicas, posso dizer que como funcionário público perdi em 8 anos 45% do meu poder económico...e agora fico sem subsidio de férias e de natal...
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Nosso comentário

Sei concordar com uma afirmação boa venha ela de quem vier.
Desta feita concordo plenamente com a afirmação do PR, Cavaco Silva, quando diz que
"está contra o corte dos subsídios de Natal e férias na Função Pública e para os reformados, questionando se o limite “nos pensionistas pode já ter sido ultrapassado”.
Só posso concordar consigo na matéria acrescentando o que venho dizendo há uns dias:
A isto que está a ser feito, chama-se Darwinismo social, Darwin que, como sabe, influenciou em muito as teorias nazis.

A ser aplicada esta medida tudo fica em aberto no campo do justo e do injusto.
Como pode condenar-se depois quem rouba uma carteira a uma velhinha, se quem praticar o crime, tal como o governo apregoa, o fizer com o justificativo de uma "EMERGÊNCIA"?
É roubo, ponto final.
O sr Presidente da República pode evitar este roubo, evitando que o governo o cometa.
Pode, para isso, indicar-lhes outras medidas, porque todos sabemos que as há.
Isto, se ainda quer deixar algo de interessante no seu 2.º mandato.

Se o não fizer, será cúmplice activo nos procedimentos de banditismo social das medidas discricionárias de quem estudou números e não consegue ver que por detrás deles estão pessoas.
Diga-lhes também que não é deprimindo os trabalhadores, a população em geral, que conseguem mobilizar vontades, ter a colaboração, a participação de todos no que for útil fazer para bem do nosso querido Portugal.
Se conseguir fazer estas duas coisas usando o seu poder e influência, sei que é difícil por serem do seu partido e família política...
mas, se o fizer, dará pelo menos alguma prova de distanciamento e isenção, de humanismo e sabedoria.

Termino com o ditado popular:
Tão ladrão é o que rouba a horta, como o que fica à porta
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Fiquem bem, mas indignados como eu. A injustiça dói muito!

António Esperança Pereira

quinta-feira, junho 23, 2011

Novas Oportunidades e não só: Portugal entre os cinco melhores da Europa

Entre os cinco melhores da Europa
A par de Portugal, ocupam a posição mais alta a Finlândia, a França, a Holanda e a Noruega


Portugal recebe distinção em matéria de validação de aprendizagens

Portugal está entre os cinco melhores países da Europa em matéria de validação de aprendizagens informais e não formais, segundo um relatório da Comissão Europeia divulgado esta terça-feira.

O relatório fez uma avaliação do "estado da arte" da implementação de medidas e políticas de validação de aprendizagens informais e não formais em 34 países, sendo acompanhado por relatórios individuais, da responsabilidade do Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional (CEDEFOP), de cada um desses países.

Segundo o relatório, Portugal é um dos cinco países classificados na escala mais elevada ("High"), devendo-se esta posição ao desenvolvimento do Sistema Nacional de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, no âmbito das políticas de redução do défice de qualificação da população adulta, levadas a cabo pela Iniciativa Novas Oportunidades, lançada em 2005.

O documento refere o facto de o Sistema Nacional Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências ter sido Criado em Portugal, em 2001, representando agora uma parte importante das medidas implementadas, tendo em atenção o cumprimento dos objectivos estabelecidos pela Iniciativa Novas Oportunidades, designadamente o aumento do nível de qualificação da população portuguesa até ao 12.º ano de escolaridade.

A par de Portugal, ocupam a posição mais alta a Finlândia, a França, a Holanda e a Noruega.
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Nosso comentário

Dada a situação a que foi levado o nosso país, a necessidade de recorrer ao FMI, nem vou atribuir culpas aos mercados, nem à banca, nem a Passos Coelho, nem à sr.ª Merkel, nem... nem...
Não vale a pena. O futuro será melhor juíz que as bocas fáceis em cima do acontecimento.
Agora estamos assim, depois estaremos assado, a seguir cozido e migado. De alguma maneira haveremos de estar.
Uma coisa porém é certa:
Só um cego ou quem não queira ver é que não vê ou não quer ver os saltos qualitativos que Portugal deu nos últimos anos.

Dispenso-me de referir quais, há até listas bem extensas dos prodígios lusos que correm a Internet e via emails que chegam enviados por amigos.
Os nossos olhos contemplam diariamente muitos desses prodígios.
Claro que os velhos do restelo continuam com a sua "razão", aquele bota abaixo que caracteriza tantos arautos e mentores que alimentam os midia e as suas clientelas.
Um choradinho que já vem dos tempos do fascismo.

Importa ter o povo em sentido, dizer-lhe que ganhar uns trocos é difícil, exige árduo esforço, trabalhar muito...desviar-lhe as atenções do essencial, das coisas boas da vida, do que está ao alcance de todos, melhor educação, saúde, cultura, segurança social, lazer, etc.
Isso, a terra prometida, o acesso a campos de golf, a férias dignas, a um ensino qualificado, a estágios em universidades de renome são coisas só ao alcance de alguns e têm que ser muito poucos.
Há que salvaguardar minorias instaladas, ao que parece.
Ao povo cabe, tão só e apenas, ou um trabalho mal remunerado, ou um trabalho precário, ou o desemprego.

Meus senhores todos sabemos que Portugal não é, não está como esses arautos o pintam: uns zangados pelos anos, outros por não terem chegado onde a sua ambição os queria levar, outros porque não têm mais as mordomias que tiveram, outros ainda, esperançados em um milagre qualquer com a "suposta mudança".
Leia-se a notícia acima, insuspeita. Um Portugal reconhecidamente de qualidade!
Com a leitura acima alguém compreende a despromoção recente da Cultura, um sector ainda por cima que rende, que dá dinheiro como agora se diz. Porquê?
Só a Hungria, dentro da União Europeia tem só uma Secretaria de Estado, em vez de um Ministério!!!

Vamos andar para trás? FMI, direita europeia, ameaça do Estado social?
Dizia o meu avô, que Deus tenha, que era de Almeida, a vila fronteiriça famosa pela célebra frase "alma até Almeida"
"Para trás mija a burra"
Eu também acho!
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Bom fim de semana, um óptimo S.João às gentes do Porto.

António Esperança Pereira

quinta-feira, maio 19, 2011

Novas Oportunidades: declarações polémicas de Passos Coelho


>>>Caricatura de Passos Coelho "o africano"

A notícia

Palavras de Luís Capucha, das Novas Oportunidades:
"Já se sabe: com a campanha eleitoral, Passos Coelho está transformado numa espécie de Zelig. De manhã, é africano, à tarde, é pescador, e, à noite, diz o que os professores gostam de ouvir e não me admiraria que viesse a dizer que é o mais docente dos candidatos."
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O nosso comentário

Destaco abaixo um comentário sensato que li, feito às declarações quanto a nós infelizes de Passos Coelho, sobre as NOVAS OPORTUNIDADES, que são por demais do domínio público.

Este candidato vem aliás habituando os portugueses a um tom ultraliberal que ultrapassa todas as expectativas sobre quem esperava um PSD com um modelo que inicialmente estava mais próximo da social democracia.

A mim, chega a parecer-me um partido mais conservador que o próprio CDS/PP.
Privatiza tudo, põe os desempregados a trabalhar de borla, diz que casou com África, numa altura em que a África está dona dos seus destinos, e ainda bem...
extingue a CULTURA, pelos vistos agora não gosta de quem tenha uma NOVA OPORTUNIDADE de aprender, diz que só governa se tiver maioria, faz-me lembrar o seu recente adepto Fernando Nobre (por quem eu tinha enorme estima enquanto médico da AMI) que só será deputado, se for presidente da Assembleia da República.

Boa, assim é que é falar.
Era como eu próprio dizer, ou o caro leitor:

"Eu só trabalho se for PRESIDENTE DA REPÚBLICA"!

Ora bolas, já chega de oportunismo, ao menos que juntem ao oportunismo algum trabalho. Até lá, tenham o bom senso de ser mais comedidos na ambição.
Fica-lhes mal!
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Segue o comentário que referi acima e que retive de um comentarista que assina "pjota":

pjota diz:
17/05/2011 às 16:14

Os docentes e os técnicos que se disponibilizaram para trabalhar na Iniciativa Novas Oportunidades não são menos sérios nem menos exigentes do que os outros. Mas são um exemplo, porque na sua actividade desenvolvem uma atitude que outros esqueceram: preocupação com a aprendizagem de cada aluno, que tratam como se cada um fosse especial.
É o trabalho desses docentes que faz da Iniciativa Novas Oportunidades um sucesso. Não o desconsiderem…

As declarações de Passos Coelho desconsideram, quando não insultam, os esforços dos portugueses que estão a fazer um enorme esforço, sem paralelo na nossa história, para se qualificar. No fundo, com um misto de ignorância do trabalho que se faz e de má-fé, desconsidera o trabalho de centenas de escolas, de todos os centros de formação (incluindo os que são geridos em parceria com as associações patronais e sindicais) das autarquias (incluindo muitas do PSD) e das empresas (quer todas as grandes empresas que trabalham em estreita colaboração com a Iniciativa Novas Oportunidades, quer a rede de PME que por todo o país trabalha em conjunto com os operadores da INO). E desconsidera, principalmente, as 20 mil pessoas que, há mais de 3 anos, todos os meses aderem à Iniciativa Novas Oportunidades, somando já mais de 1.500.000 pessoas, 520.000 das quais já obtiveram uma certificação que foi totalmente merecida, resultado do seu esforço e da sua vontade de mudar as suas vidas, contribuindo com isso para a mudança das empresas e do país.
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fiquem bem e que a saúde e boa disposição não faltem,

António Esperança Pereira

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...