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sábado, maio 16, 2020

António Costa: a cura, a retoma, o regresso à rua...


"Não nos temos deixado vencer pelo vírus. Agora, não nos podemos também deixar vencer pela cura", apelou António Costa após uma visita às lojas da Baixa de Lisboa.
"Não nos temos deixado vencer pelo virus. Agora, não nos podemos também deixar vencer pela cura", apelou António Costa após uma visita às lojas da Baixa de Lisboa.© Reuters "Não nos temos deixado vencer pelo vírus. Agora, não nos podemos também deixar vencer pela cura", apelou António Costa após uma visita às lojas da Baixa de Lisboa.
António Costa fez, este sábado de manhã, uma visita às lojas da Baixa de Lisboa e, ao falar aos jornalistas, reiterou que "temos de usar a máscara quando entramos nos locais fechados, temos de desinfetar as nossas mãos, temos de manter o distanciamento físico".
Contudo, agora, é hora de "dar o passo seguinte" e, "com a mesma determinação com que nos fechamos, temos agora também que voltar a ir à rua, voltar a procurar retomar a normalidade da nossa vida, agora de uma nova forma e com as cautelas que não podemos deixar de ter". 
O primeiro-ministro garantiu que "os estabelecimentos comerciais estão prontos" para receber os portugueses com segurança. "Todos eles têm dispensador de gel ou líquidos de desinfeção à entrada, todos eles têm os seus profissionais devidamente protegidos com máscaras para evitar a contaminação. Todos têm a lotação fixada para que não haja um excesso de pessoas dentro das lojas". 
"Não nos temos deixado vencer pelo vírus. Agora, não nos podemos também deixar vencer pela cura e temos de todos nós, recuperar a nossa liberdade e ajudar todo este comércio a recuperar a sua atividade", disse, acrescentando que "só se eles venderem é que a indústria produz, só se eles venderem é que os empregos são protegidos, só se os empregos forem protegidos é que mantemos o rendimento e a economia trava esta queda". 
O primeiro-ministro recordou ainda que, na próxima segunda-feira, arranca a segunda fase do desconfinamento no nosso país, em que as lojas até 400m2 e os cafés vão reabrir. "O apelo que eu agora faço, com a mesma convicção com que pedi que ficassem em casa é o apelo que, com segurança, com cautelas, retomem o processo de regresso à rua, às lojas, aos cafés, à restauração. 
Questionado sobre se não estamos a arriscar demasiado, o chefe do Governo replicou que "o civismo dos portugueses tem sido a chave".
Fiquem bem, cumpram as regras da Direção-Geral de Saúde

sexta-feira, julho 14, 2017

China e Países Lusófonos em milhões

Nosso comentário:

Uma notícia bem interessante para se ter uma ideia da importância económica crescente da China nos países que falam português. E vice-versa. O comércio entre as duas partes já ronda muitos milhões estando em maior evidência da parte da Lusofonia, o volume de negócios havidos com três desses países: o Brasil, Angola e Portugal.
A globalização, quer se goste ou não se goste, está aí.
Definitivamente os tempos dos nacionalismos exacerbados, do isolamento, não têm futuro. Estamos como que condenados a entender-nos, a convivermos uns com os outros.
Sem dúvida que lidar com o novo paradigma da globalização exigirá muito engenho e arte. Porque, não é novidade para ninguém, se uns não aproveitarem oportunidades, não faltará quem as queira aproveitar...
Creio que o próprio Senhor Trump, a brincar a brincar, partindo de ideias obsoletas de isolar os EUA, percebeu esse seu erro crasso na cimeira do G 20 em Paris.
Para bom entendedor, meia palavra basta!

António Esperança Pereira





Foto LUSA: Ilha Gulangyu, Xiamen, província de Fujian, China, 18 de maio de 2017
EPA/ROMAN PILIPEY

Comércio entre a China e os países de língua portuguesa sobe 41,51% até maio

Macau, China, 12 jul (Lusa) – As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa subiram 41,51% até maio, em termos anuais homólogos, atingindo 46,32 mil milhões de dólares (40,42 mil milhões de euros), indicam dados oficiais.
Dados dos Serviços de Alfândega da China, publicados no portal do Fórum Macau, indicam que a China comprou aos países de língua portuguesa bens avaliados em 33,22 mil milhões de dólares (28,99 mil milhões de euros), mais 48,90%, e vendeu produtos no valor de 13,10 mil milhões de dólares (11,43 mil milhões de euros), mais 25,70%.
O Brasil manteve-se como o principal parceiro económico da China, com o volume das trocas comerciais bilaterais a cifrar-se em 33,18 mil milhões de dólares (28,94 mil milhões de euros) entre janeiro e maio, um valor que traduz um aumento anual homólogo de 37,97%.
As exportações da China para o Brasil atingiram 10,15 mil milhões de dólares (8,85 mil milhões de euros), refletindo uma subida de 32,78%, enquanto as importações chinesas totalizaram 23,02 mil milhões de dólares (20,08 mil milhões de euros), mais 40,39% face aos primeiros cinco meses do ano transato.
Com Angola, o segundo parceiro lusófono da China, as trocas comerciais cresceram 72,98%, atingindo 10,04 mil milhões de dólares (8,76 mil milhões de euros).
Pequim vendeu a Luanda produtos avaliados em 843,01 milhões de dólares (735,74 milhões de euros), mais 37,82%, e comprou mercadorias avaliadas em 9,2 mil milhões de dólares (8,02 mil milhões de euros), refletindo uma subida de 77,12%.
Já com Portugal, terceiro parceiro da China entre os países de língua portuguesa, o comércio bilateral cifrou-se em 2,25 mil milhões de dólares (1,96 mil milhões de euros) – mais 7,26% –, numa balança comercial favorável a Pequim.
A China vendeu a Lisboa bens na ordem de 1,48 mil milhões de dólares (1,29 mil milhões de euros), menos 4,69%, e comprou produtos avaliados em 761,69 milhões de dólares (76,169 milhões de euros), mais 42,08% face aos primeiros cinco meses do ano passado.
A China estabeleceu a Região Administrativa Especial de Macau como plataforma para a cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003, ano em que criou o Fórum Macau, que reúne a nível ministerial de três em três anos.
Os dados divulgados incluem São Tomé e Príncipe, apesar de só ter passado a fazer parte da ‘família’ do Fórum Macau no final de março, após a China ter anunciado o restabelecimento dos laços diplomáticos com São Tomé e Príncipe, dias depois de o país africano ter cortado relações com Taiwan e reconhecido Pequim.
O comércio entre São Tomé e Príncipe e a China é insignificante: entre janeiro e maio cifrou-se em 3,31 milhões de dólares (2,88 milhões de euros), valor que corresponde na totalidade às exportações chinesas.
FV (DM) // VM – Lusa/Fim

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Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...