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domingo, dezembro 09, 2012

Apagão Nacional, cartão vermelho ao governo.




Apagão Nacional...Vamos desligar os nossos televisores, quando o Passos Coelho estiver a transmitir a tradicional mensagem de Natal 2012.
Apagão Nacional...

Vamos desligar os nossos televisores, quando o Passos Coelho estiver a 
transmitir a tradicional mensagem de Natal 2012.






Nosso comentário:



Dou hoje especial realce ao "Apagão Nacional". Uma ideia sugerida nas redes sociais, puramente simbólica, mas a que aderi pelo significado que a mesma representa.
Porque havemos nós de ouvir quem não nos ouve a nós?
Porque há de o povo português ouvir uma mensagem supostamente mansa imbuída de um hipócrita espírito natalício, quando o governo trata os portugueses com uma dureza, uma frieza, uma falta de ética, de humanismo, inexplicáveis?
As depressões nos jovens a aumentarem, os pais com dificuldade de educar seus filhos, os adultos com dificuldades de arranjarem e/ou manterem os empregos, os mais velhos espoliados do dinheiro que depositaram toda uma vida para terem uma velhice digna...
Roubados, desgovernados, abandonados, ludibriados, enganados pela gente que governa.
Que esperam os portugueses de um governo eleito "democraticamente" que "impõe despoticamente" as suas medidas?
Valeu a pena passar-se uma vida inteira com o fantasma do "comunismo mauzão", o tal que nos diziam que comia criancinhas, que nacionalizava tudo o que fosse dos privados, que defendia só o que é público, que tira tudo do bolso do cidadão, que lhe tira até a liberdade?
Afinal de contas o que estão estes senhores a fazer senão o mesmo que diziam que o comunismo fazia, encapotado com uma roupagem de direita?
Acham que eu prefiro a TAP nas mãos de um qualquer estrangeiro, colombiano ou não, do que nacionalizada?
Acham que eu prefiro a RTP nas mãos de um angolano, ou outro qualquer privado, do que nacionalizada?
Acham que eu prefiro a EDP nas mãos dos chineses, ou quaisquer outros, do que nacionalizada?
Acham que um regime comunista tira mais às classes médias e aos mais fracos do que este tira?
Quanto à liberdade, atente-se nas notícias, em tantos casos de pressão e saneamento na comunicação social, na distribuição desleal de tempos de antena, nas cargas policiais desproporcionadas, etc etc.
Que liberdade? liberdade de fachada? liberdade de opinião quando eles fazem o que querem, como querem?
Decididamente meus amigos leitores, os extremos tocam-se. 
A extrema direita governa de forma semelhante à extrema esquerda. 
A nós "povo que lava no rio" resta discernir um pouco, tomar depois uma de duas opções disponíveis, pelo menos para já, ou pelo enriquecimento do ESTADO ou pelo enriquecimento de uns tantos GRANDES CAPITALISTAS.
Com mágoa o digo porque tenho acreditado que no meio é que está a virtude...
Mas neste momento, com a destruição maciça das classes médias por parte deste governo, com a manifesta prepotência dos poderes instituídos, não vislumbro, em boa consciência, que exista  um MEIO entre aquelas duas hipóteses.
Haverá eleições dentro em breve, e a opção do cidadão comum irá cada vez mais ser uma destas: ou MAIS PODER AO ESTADO, ou MAIS PODER AO GRANDE CAPITAL.


PS. Ilustro o meu post com as últimas quatro capas do JN (Jornal de Notícias) que aleatoriamente retirei da Internet, para dar aos leitores uma fotografia do país Portugal, Dezembro/2012



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/




09 de dezembro de 201208 de dezembro de 201207 de dezembro de 201206 de dezembro de 2012

domingo, dezembro 02, 2012

Portugal, uma superpotência sob controlo...


Nosso comentário:


Pelos vistos os reformados da sr.ª Merkel irão ser tratados convenientemente.
Informa o JN (Jornal de Notícias) que, no período de quatro anos, os ditos reformados germânicos, serão aumentados em 14%.
Ainda bem para eles.
Alemães são alemães, pelos vistos eles merecem. 
Os portugueses, esse povo de militaristas ali para as bandas das ilhas atlânticas da Madeira e dos Açores, que têm feito mal a meio mundo, que são maus como as cobras, perigosos para a segurança mundial, merecem "cortes e mais cortes".
Um povo que teima em ser europeu, que teima estar na vanguarda do progresso, que teima dizer ao mundo que fala uma das cinco línguas mais faladas globalmente, que descobriu meio mundo, etc etc...
mas é por isso mesmo, pelo seu poderio e consequente perigosidade que esse poderio lhe confere na cena mundial, que lhe é movida enorme contestação por outros grandes.
Há que travar essa potência ocidental de nome Portugal.
Há que bloquear o seu acesso ao crédito, aumentar-lhes o mais possível os juros, há que os ter debaixo de olho com representantes da finança mundial, tirando-lhes assim todas e quaisquer possibilidades de poderem almejar a uma liderança mundial a que aspiram.
Há que controlar os seus governantes não vão eles desferir um qualquer ataque imprevisto e cirúrgico que leve ao controlo absoluto das fontes energéticas mundiais.
Pois eu faço parte deste povo perigoso, chamado Portugal, cuja dimensão e poderio assusta tudo e todos.
Eu próprio, antes desta presença estrangeira fiscalizadora, receei que o meu país começasse a disparar mísseis e ogivas nucleares por tudo quanto é sítio.
Esta vigilância a que estamos submetidos, impôs a ordem, a contenção, creio que vêm contar as bombas atómicas que temos, os tanques, os aviões de combate, os submarinos, é possível que muito em breve nos façam bloqueios aos nossos produtos, restrições ao uso do enorme e sofisticado armamento em stock.
Tanto quanto sei, estão também a dar ordens aos governantes que vão no sentido de enfraquecer o mais possível esta superpotência.
Uma das maneiras que encontraram foi retirar tudo o que é bom, progressista, vanguardista, topo de gama, ao seu povo.
O processo está em curso, numa lógica de que, enfraquecendo o povo e a qualidade de vida do mesmo, tê-lo-ão na mão.
Para já e ainda bem para a segurança mundial, não há reação interna de monta ao atual estado de controlo em que colocaram esta perigosa nação.
 
 
PS. Deixo-lhes abaixo duas mensagens que retirei do Facebook, em humor realista, para contrariar o estilo de ficção do meu "post" de hoje.
 
 

Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/

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quarta-feira, outubro 24, 2012

Adeus Reservas de Ouro do Banco de Portugal?


Nosso comentário:


Para quem queira conhecer um pouco mais do que é politicamente correto conhecer-se, ou do que é politicamente correto dizer-se, se preferirem, aconselho a leitura deste artigo do "jornal de negócios" da autoria de João Pinto e Castro.
Porque os dados contidos nesse artigo se fundamentam em uma publicação recente de Emanuel Santos, com o título "Sem Crescimento Não Há Consolidação Orçamental: Finanças Públicas, Crise e Programa de Ajustamento", publicamos uma imagem da citada publicação.
O artigo de João Pinto e Castro pode ser lido clicando no link abaixo que dá acesso à leitura íntegra do mesmo no "jornal de negócios".
Destaco também uma notícia adiantada pelo "correio da manhã" que dá conta de que o Ministro das Finanças encara a possibilidade de usar as reservas de ouro. Quem estiver interessado em saber mais pormenores, pode consultar o CM de hoje.
Eu apenas destaco sobre o assunto, para não cansar os leitores com delongas maçadoras, o comentário à dita notícia mais votado.
Reza o mesmo assim:
 
 
"Estão mortinhos para deitar as mãos tb ao ouro,felizmente parece que as regras Europeias o proíbem,senão nem isso teremos,este governo é = ao Vale Azevedo quer vender tudo ao desbarato então e depois qd já nada houver?
 
Pandora
 
 
Fiquem bem, António Esperança Pereira
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Tudo o que sempre quis saber sobre as contas públicas mas teve vergonha de perguntar

 
Uma opinião pública inquinada por falsidades ou meias verdades não está em condições de formar um juízo válido sobre as alternativas políticas que lhe são propostas.
Leia o artigo de João Pinto e Castro neste link do "jornal de negócios":
 


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 Nota: (Os factos e números citado neste artigo foram extraídos do recentemente editado "Sem Crescimento Não Há Consolidação Orçamental: Finanças Públicas, Crise e Programa de Ajustamento", de Emanuel Santos, leitura indispensável para quem deseje documentar-se sobre o tema das contas públicas.)
 
 

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...