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quarta-feira, janeiro 22, 2020

Ele chama-me amante. E eu gosto.


Leonardo DiCaprio trata Brad Pitt por "amante"

Leonardo DiCaprio tem uma alcunha carinhosa para o colega Brad Pitt, e foi o ex-marido de Angelina Jolie que revelou tal informação. De referir que as estrelas ficaram mais próxima depois de filmarem 'Once Upon a Time in Hollywood' ('Era Uma Vez Em... Hollywood').
"Amante. Ele chama-me amante. É um pouco confuso, mas eu gosto" disse Pitt em entrevista à People TV. 
Brad explicou ainda que a química que tem com DiCaprio - que atualmente namora com Camila Morrone - é como a sua relação com outras estrelas, entre elas o realizador Quentin Tarantino, pois todos têm "respeito uns pelos outros". 
"Eu diria que todos torcemos uns pelos outros, respeitamo-nos uns aos outro", acrescentou. 
Fiquem bem,


quinta-feira, janeiro 26, 2012

Ministra da justiça, amantes e favores

Recebemos de um dos nossos contactos, via email, a resposta dada à ministra da justiça pelo bastonário da ordem dos advogados.
Como é extensa e para poupar o leitor a delongas inúteis da nossa parte, aqui fica a resposta do bastonário da ordem dos advogados à ministra da justiça, sem mais comentários.
O leitor fará a leitura que bem entender, tirará as suas próprias conclusões.
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NÃO É CUNHADO... É O IRMÃO DO AMANTE DA MINISTRA DA JUSTIÇA, gaita...!

A Ministra desmentiu que tivesse nomeado familiares para o seu gabinete. aqui vai a resposta do Bastonário da Ordem dos Advogados.No jobs for the boys, friends or relatives???? Mais um embuste para enganar os Portugueses.
Ministra da justiça envergonha-se do amor...
Depois de andar a acusar-me de lhe dirigir ataques pessoais, a sra. ministra da Justiça veio agora responder à denúncia que eu fiz de ter usado o cargo para favorecer o seu cunhado, Dr. João Correia.
Diz ela que não tem cunhado nenhum e que isso até se pode demonstrar com uma certidão do registo civil. Já antes, com o mesmo fito, membros do seu gabinete haviam dito à imprensa que ela é divorciada.
Podia explicar as coisas recorrendo à explícita linguagem popular ou até à fria terminologia jurídica que têm termos bem rigorosos para caracterizar a situação. Vou fazê-lo, porém, com a linguagem própria dos meus princípios e convicções sem deslizar para os terrenos eticamente movediços em que a sra. ministra se refugia.
A base moral da família não está no casamento, seja enquanto sacramento ministrado por um sacerdote, seja enquanto contrato jurídico homologado por um funcionário público. A base moral da família está na força dos sentimentos que unem os seus membros. Está na intensidade dos afectos recíprocos que levam duas pessoas a darem as mãos para procurarem juntas a felicidade; que levam duas pessoas a estabelecerem entre si um pacto de vida comum, ou seja, uma comunhão de propósitos existenciais através da qual, juntos, se realizam como seres humanos. Através dessa comunhão elas buscam em conjunto a felicidade, partilhando os momentos mais marcantes das suas vidas, nomeadamente, as adversidades, as tristezas, as alegrias, os triunfos, os fracassos, os prazeres e, naturalmente, a sexualidade.
O casamento, quando existe, agrega tudo isso numa síntese institucional que, muitas vezes, já nada tem a ver com sentimentos, mas tão só com meras conveniências sociais, morais, económicas ou políticas. Por isso, para mim, cunhados são os irmãos das pessoas que, por força de afectos recíprocos, partilham entre si, de forma duradoura, dimensões relevantes das suas vidas.
É um gesto primário de oportunismo invocar a ausência do casamento para dissimular uma relação afectiva em que se partilham dimensões fundamentais da existência, unicamente porque não se tem coragem para assumir as consequências políticas de opções que permitiram que essa relação pessoal se misturasse com o exercício de funções de estado, chegando, inclusivamente, ao ponto de influenciar decisões de grande relevância política.
Tal como o crime de violência doméstica pode ocorrer entre não casados também não é necessário o casamento para haver nepotismo. Basta utilizarmos os cargos públicos para favorecermos as pessoas com quem temos relações afectivas ou os seus familiares. Aliás, é, justamente, aí que o nepotismo e o compadrio são mais perniciosos, quer porque são mais intensos os afectos que o podem propiciar (diminuindo as resistências morais do autor), quer porque pode ser mais facilmente dissimulado do que no casamento, pois raramente essas relações são conhecidas do público.
Aqui chegados reitero todas as acusações de nepotismo e favorecimento de familiares que fiz à Sra. Ministra da Justiça. Mas acuso-a também de tentar esconder uma relação afectiva, unicamente porque não tem coragem de assumir as consequências políticas de decisões que favoreceram o seu cunhado, ou seja o irmão da pessoa com quem ela estabeleceu essa relação.
Acuso publicamente a Sra. Ministra de tentar tapar o sol com a peneira, procurando dissimular uma situação de nepotismo com a invocação de inexistência de casamento, ou seja, refugiando-se nos estereótipos de uma moralidade retrógrada e decadente.
A sra. ministra da Justiça tem o dever republicano de explicar ao país por que é que nomeou o seu cunhado, dr. João Correia, para tarefas no seu ministério, bem como cerca de 15 pessoas mais, todas da confiança exclusiva dele, nomeadamente, amigos, antigos colaboradores e sócios da sua sociedade de advogados. Isso não é uma questão da vida pessoal da Sra. Ministra. É uma questão de estado.
Nota: Desorientada no labirinto das suas contradições, a sra. ministra da Justiça mandou o seu chefe de gabinete atacar-me publicamente, o que ele, obediente, logo fez, mas em termos, no mínimo, institucionalmente incorrectos. É óbvio que não respondo aos subalternos da sra. ministra, por muito que eles se ponham em bicos de pés.
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Fiquem bem,

António Esperança Pereira


http://nucleo.netlucro.com/clique/13276/556/
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sexta-feira, dezembro 30, 2011

Antonio, traição, implacável


Italiano descobriu que a mulher o traiu há quase sete décadas através de umas cartas de amor que encontrou entre documentos antigos e cheios de pó alguns dias antes do Natal

Antonio C e Rosa C, de 99 e 96 anos de idade, estão casados desde 1934 e têm cinco filhos, 12 netos e um bisneto.
Mas antes do Natal uma descoberta inesperada transformou o ex-carabinieri italiano no mais velho divorciado de sempre: um molho de cartas de amor antigas e empoeiradas revelaram-lhe que a mulher teve um amante dez anos depois de casarem em Nápoles, escreveu o jronal britânico Telegraph.
Rosa admitiu tudo e terá mostrado arrependimento, mas nem assim conseguiu demover o marido de pedir a separação e contratar uma advogada para tratar do divórcio definitivo e oficial.
"É uma pena que o xasamento tenha acabado assim depois de terem passado tantos anos juntos. Mas o processo já teve seguimento e vai haver uma audiência em Março", disse a advogada Anna Orecchioni.
Antonio e Rosa passam assim a ser os divorciados mais velhos do mundo, ultrapassando o recorde, obtido em 2009, pelos britânicos Bertie e Jessie Wood, que tinha 98 anos, 36 dos quais partilhados em comum por via do casamento.

http://nucleo.netlucro.com/clique/13276/556/

Alguns comentários à notícia DN:


Carminho

Divórcio ao fim de tantos anos e tanto tempo depois de o ter traído?? Penso que uma boa conversa bastava para resolver a situação... Acho que divórcio agora ,depois de tudo o que viveram juntos, um disparate!

Fernandes

Força Sr Antônio,vejo com pesar o acontecido...mas tem toda razão em sua lúcida atitude.

Zinger

Se assim entende, assim deve ser! Tem tanto direito a pedir o divorcio como qualquer outra pessoa - a idade nao tem nada a ver.

Cheio de vitalidade

e a pensar em partir para outra.
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Nosso comentário:





Ficámos atónitos com a notícia do ex-carabinieri italiano.
Uma notícia sem pompa nem circunstância, aparentemente um casal modelo  onde tudo parecia correr sobre rodas no dealbar do século de existência...
eis se não quando,

"the old António" como diriam os australianos, resolve assumir uma de mauzão e, aos 99 anos, dá o golpe de misericórdia no matrimónio.
Surpreendeu tudo e todos, tornando-se no mais velho divorciado de sempre.
O que só por si é digno de registo...
qual Ronaldo dos divórcios!!!

Como tudo na vida, o caso pode ser visto por dois prismas. Há sempre o verso e o reverso na leitura dos factos.
Por um lado não fica bem ao António, nesta fase do campeonato, cobrar um deslize da amada de há mais de meio século atrás. Um deslize de há 70 anos atrás...
É feio.
Aliás Rosa está bem quando usa de toda a sua franqueza, reconhecendo o erro, apresentando por ele um pedido de desculpas ao companheiro.

Por outro lado, é compreensível, ao fim de tantos anos juntos, que se tenha instalado no casal algum cansaço. 
Fica assim mais explicável a atitude de António, pois a rotina dos anos pode provocar perda de entusiasmo nupcial, alguma depressão, total descontrolo.
Não sabemos se algo mais estará por detrás de tal atitude drástica.

Pelo que fica a pergunta:
Terá o ex-carabineiro algo em vista, algo em mente que vise imitar o seu ex-líder Berlusconi?
Só os próximos desenvolvimentos do caso trarão a resposta. Isto se o António conseguir prolongar a idade para além do julgamento... que é o mesmo que dizer,
aguentar-se nas canetas.
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Fiquem bem,

António Esperança Pereira
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