Ontem pela manhã grande chuvada na capital. O céu estava carregadíssimo. Uma incursão cicloturista na Lisboa profunda parecia ameaçada. Uma igreja primeiro, um quiosque depois, por fim uma varanda de um prédio, foram abrigo e evitaram a desistência que parecia eminente. Mas à medida que as duas rodas avançavam, o céu clareava. Uns 15 quilómetros, mais coisa menos coisa, acrescentaram distância a um mês que já vem bem andado. Muitas folhas caídas e ramos de árvores tombados durante a noite mostravam a intensidade com que apareceu este outono de 2016. Dia de nevões pelo norte do país, sentia-se também frio intenso em Lisboa. Mesmo assim, deu para atingir a zona do Saldanha e avenidas limítrofes, contornar zonas afetadas por obras, pisar o asfalto partilhando-o com o transito automóvel citadino que não facilita.
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domingo, novembro 27, 2016
segunda-feira, outubro 17, 2016
Computador avariado, outono mais pesado...
Nosso comentário:
Após alguns dias sem computador, deu para sentir a falta que faz o "objeto" nos tempos modernos que vão correndo.
Para além do incómodo, apenas amenizado aqui e ali pelo meu "smartphone" que, em boa verdade se diga, não dá para as encomendas, a ausência do computador para arranjo, obrigou-me a uma coisa que já não fazia havia muito: ver mais televisão do que estava habituado.
Tenho que afirmar que consegui fugir daqueles programas mais à mão, telenovelas avulso, casa dos segredos, brigas excessivas entre comentadores profissionais sobre "clubite", etc.
Refugiei-me sempre que pude em visionar filmes nos canais disponíveis no meu "pacote televisivo" onde pude rever alguns atores que já não via há muito tempo.
Foi a parte positiva da questão.
A parte negativa foi levar muito mais do que é costume, com as bocas foleiras de Donald Trump, as perseguições incessantes da nossa GNR a bandidos a sério e outros a brincar.
Isto acontecia nos horários noticiosos, já que hoje em dia não há televisão que se preze que não se comova em dar ao pormenor tudo o que seja brejeiro e chocante.
E claro, também nos noticiários, para se verem e ouvirem algumas notícias com interesse, apanha-se com as outras desinteressantes e desfasadas nada merecedoras do destaque hegemónico que lhes dão, em horários nobres e de maiores audiências.
Paciência!
Agora, de novo em posse do computador, devidamente assistido, assim espero, já me é possível fazer mais escolhas dentro do que mais me apraz fazer.
Uma delas, esta que faço agora, atualizar o blog, que deixei atrasar. Por esse facto peço aos estimados leitores as minhas mais sinceras desculpas.
Dito isto, e para não maçar, deixo algo leve e positivo, que encontrei na minha caixa de email e que divulgo.
Pois para deprimente já chega o próprio outono e a falta de computador!!!
Fiquem bem
António Esperança Pereira
PS. Não há dúvida que estamos numa nova época de descobertas !
Vejam agora o que descobriram cientistas, sexólogos, e outros afins.
segunda-feira, setembro 23, 2013
23 de Setembro, o dia de todas as mentiras!
Nosso comentário:
Chegam a Lisboa e um pouco a todo o Portugal as primeiras nuvens outonais. Adivinham chuva, trovoada, mudança...
Hoje não é um dia qualquer.
Para além da entrada do Outono, foi o DIA 23 DE SETEMBRO DE 2013, hoje portanto, o dia anunciado pelo todo poderoso ex-ministro das Finanças Vítor Gaspar como o dia de regresso do nosso país aos mercados. Lembram-se?
Eu assinalaria este dia como "o dia D de todas as mentiras do atual governo", aqui personificado na figura de Vítor Gaspar ex-braço direito de Passos Coelho.
Sabemos hoje como era enorme a mentira anunciada.
Sabemos hoje como Vítor Gaspar deixou o governo e o que disse.
Sabemos hoje como Portugal está: pior do que nunca esteve nas últimas décadas: Empobrecido, dividido, doente, sem rumo, sem esperança.
A falta à verdade corre os membros da governação de ponta a ponta. De Vítor Gaspar a Miguel Relvas, de Rui Machete a Paulo Portas, de Maria José Albuquerque a Passos Coelho...
E tal falta à verdade é tal que a sua constatação vem não só de políticos e órgãos de comunicação social, como também de homens e mulheres de Portugal de todos os cambiantes ideológicos.
Uma vergonha!
Oxalá estas primeiras nuvens outonais consigam verter alguma água. Preferencialmente que a vertam com intensidade suficiente para lavar a honra e a dignidade de Portugal, conspurcadas por tal gente. Gente que tanto quis trabalhar com o FMI e agora lhe chama de INSTITUIÇÃO HIPÓCRITA.
Francamente...!!!
Água das chuvas do Outono, por favor, cai com intensidade, traz a revolta incontida dos céus de Portugal. Corre de vez com esta gente sem vergonha, sem verdade, sem competência, sem humanidade.
PS. Dos incontáveis vídeos existentes sobre a falta de verdade do governo, fica apenas um cheirinho a essa falta de verdade na pessoa do seu líder...
Fiquem bem,
António Esperança Pereira
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