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segunda-feira, fevereiro 11, 2013

Plano de Ação de Brasília e a Língua Portuguesa


Nosso comentário:


A amabilidade e simpatia com que o Observatório da Língua Portuguesa nos tem tratado desde a primeira hora, aliadas a uma profunda crença de que a "Língua de Camões" merece um especial destaque no mundo, independentemente de nacionalismos, de politiquices, de sectarismos, divulgo hoje a conferência "A Sociedade Civil no Plano de Ação de Brasília", que teve lugar no passado dia 31 de Janeiro na capital brasileira.
Os leitores que estiverem interessados no tema, poderão fazer uma visita ao site do OLP (Observatório da Língua Portuguesa" em http://observatorio-lp.sapo.pt/pt para um aprofundamento das questões com ele relacionadas. 
Outros link's de interesse poderão ser encontrados com facilidade quer pesquisando no meu blogue, clicando nas etiquetas respectivas, quer seleccionando o que for mais interessante e útil de saber no link do próprio OLP.
Dito isto, desejo muita saúde e longa vida à Língua Portuguesa, pelo que caberá aos principais responsáveis tudo fazer para preservar, divulgar e espalhar este património histórico e cultural, unificador e integrador, no entendimento a na ação do MUNDO DA LUSOFONIA.


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/






Conferência “A Sociedade Civil no Plano de Ação de Brasília”





A decisão de cerca de duas dezenas de organizações da sociedade civil de promoverem uma jornada de reflexão com vista a coordenarem e reforçarem os seus esforços em prol da Língua Portuguesa foi a base da realização da conferência “A Sociedade Civil no Plano de Ação de Brasília” que decorreu na Academia das Ciências de Lisboa no passado dia 31 de Janeiro.


Para Eugénio Anacoreta Correia, Presidente do OLP – Observatório da Língua Portuguesa, a Conferência visou “sensibilizar a Sociedade Civil portuguesa para a relevância da II Conferência Internacional sobre a Língua Portuguesa no Sistema Mundial que vai decorrer no nosso País este ano”.

Pretendeu-se “não só fazer um balanço do grau de implementação já alcançado do Plano de Ação de Brasília, como propor medidas e iniciativas futuras e, também, um mais significativo envolvimento da sociedade civil nos programas e iniciativas em prol da promoção, difusão e projeção da Língua Portuguesa no Mundo.
Estudiosos e profissionais que diariamente lidam e trabalham com a Língua (comunicação social, editores, escritores, professores, empresas e outras entidades interessadas na matéria) devem ser mais implicados nesta tarefa que a todos respeita”, acrescentou.

A sessão inaugural da Conferência teve intervenções do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação (em representação do Ministro Paulo Portas), do Presidente da Academia das Ciências e do Presidente do OLP – Observatório da Língua Portuguesa.
Os temas em debate no encontro foram os quatro eixos do Plano de Ação de Brasília: “O ensino da Língua Portuguesa no Mundo”, “A Língua Portuguesa na Comunicação Social”, “A Língua Portuguesa nas Organizações Internacionais” e “A Sociedade Civil nas estratégias de afirmação da Língua Portuguesa”.


Notícias sobre a Conferência


sexta-feira, janeiro 11, 2013

Pássaros, passarões, invejosos e pavões...


Nosso comentário:


Eis um provérbio japonês bem interessante e amavelmente remetido por um leitor.
Peguei nele porque o mesmo me fez lembrar os que tanto maldisseram o nosso Portugal, sobretudo antes da entrada da TROIKA. 
Continuam a dizer mal dele depois da TROIKA, mas fazem-no de uma forma diferente: sentem-se agora melhor nas suas poltronas, muito mais refastelados, porque é uma gente que convive melhor com a desgraça dos outros, com a pobreza dos outros, com as dificuldades dos outros, do que com a cor, a ousadia, o progresso, a modernidade, as oportunidades alargadas a todos de uma forma digna e ampla.
Precisam de muitos pobres, desempregados, analfabetos, para eles próprios se sentirem ricos e doutores quando comparados com a ralé.
É gente que convive melhor com o país arcaico de antigamente, com muitas botas velhas e tamancos, caminhos de cabras e pastores, semeando pré-história de miséria pelos montes. 
Gente que tem medo de obra nova, de um povo culto, que se engrandeça, que esteja à altura dos desafios de um qualquer país moderno.
Foi essa gente, ou por sua mão, que depois de verem um Portugal maior, com sonhos merecidos, logo o tomaram de assalto, o achincalharam, o violentaram como se de um pais(zeco) novato e incipiente se tratasse.
Fazem isto a um povo que de pequeno e incipiente não tem nada.
Eles sim, os que assim o tratam são incipientes e pequenos.
São os pássaros, passarões, do provérbio abaixo, inúmeros desmancha prazeres que apareceram de todos os quadrantes para lhe apontarem o dedo e lhe dizerem que tanto progresso, tamanha prosperidade, tamanha ostentação, não lhe assentam bem.
Invejosos!
Caros leitores, passem os olhos pelo provérbio...



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/






Provérbio japonês: 
O "mais"acrescenta, o "mas"diminui!!!



Diz um provérbio Japonês que, quando todos estavam elogiando a cauda do Pavão, os
pássaros protestaram:
-"Mas olhem para as patas dele".
O invejoso é sempre aquele que estraga prazeres, que tem sempre um "Mas" para diminuir o outro, como se o bem do outro ferisse ou viesse diminuir o seu.
Quando estamos com vontade de dizer um "Mas"é melhor pensar bem:
-Tenho alguma vantagem, ou é apenas para manifestar uma pontinha de inveja ou de mal-estar?

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...