Mostrar mensagens com a etiqueta pesquisa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pesquisa. Mostrar todas as mensagens

domingo, janeiro 24, 2021

Colquicina, um anti-inflamatório para a "guerra COVID19"

Handout National Institutes of Health/AFP/Archivos


 Pesquisa efectuada por cientistas canadianos revela que a Colquicina, um medicamento utilizado como anti-inflamatório, contribui para reduzir o risco de complicações provocadas pela Covid-19. O estudo foi realizado  no Canadá,Estados Unidos, Europa e na América do Sul,  através de mais de quatro mil pacientes.     

Segundo o Montreal Heart Institute, os  resultados  do estudo efectuado por  médicos canadianos, revelou  que a  Colquicina  reduzia em  21 porcento  o risco de morte  ou  de hospitalização nos pacientes  infectados pela Covid-19, comparado com o placebo.

A  pesquisa  foi efectuada com  4,159 pacientes  diagnosticados  com a Covid-19 por intermédio  de  testes naso-faríngeos, PCR,  e resultou  em menos 25 porcento de hospitalizações, em 50 porcento a  menos  de ventilação mecânica, bem como menos 44 porcento de mortes.

O estudo foi realizado com pacientes não hospitalizados do Canadá, Estados  Unidos, Europa e América do Sul.

De acordo  com  o  Dr. Jean-Claude Tardif, director do Centro de Pesquisa do  Montreal Heart Institute (Instituto do Coração  de Montreal), a  Colquicina  é  um  medicamento, eficaz na prevenção de perigosos síndromas  inflamatórios, chamados  "tempestades de citocina". Administrado por via oral, a Colquicina  contribui para reduzir as complicações  associadas à Covid-19.

Tardif  sublinhou que  para  o Canadá é  um motivo de regojizo, propôr um medicamento que poderá ter um impacto em matéria de saúde pública  e  prevenir as complicações da Covid-19 em milhões  de  pacientes.

Segundo o Instituto do Coração de Montreal, o estudo é  o primeiro a testar um medicamento administrado por via oral à pacientes não hospitalizados  com a Covid-19.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

sábado, maio 03, 2014

Mulheres com bumbum grande mais inteligentes e saudáveis


Nosso comentário:

Hoje resolvi colocar uma notícia mais brejeira, um pouco na onda das notícias otimistas da governação. Essas sim mais que brejeiras.
Se não fosse uma pessoa educada e contida diria que temos uma "casa dos segredos" em funções no topo da hierarquia executiva de Portugal. 
Os governantes atuais, dizem-se agora heróis da liberdade, talvez porque nos querem impingir que correram com a Troika, o que todos sabemos ser uma perfeita distorção da verdade. 
Não me esqueço que foram para lá "adorando" governar com a Troika, servi-la nos seus intentos, e que efetivamente a ela devem o sucesso de todo o mal que nos têm feito.
Mal esse agravado pelo "aprofundamento" de medidas infernais, já de si originalmente aprofundadas.
Porque, em boa verdade se diga, crescem os pobres, os emigrantes, as crianças e idosos sem apoios, engordam os mais ricos pois claro.
Mesmo assim, há quem lhes bata palmas e os cubra de uma aura de sucesso, mas nós sabemos quem são e porque o fazem.
Restam ao POVO os artistas da bola, que vão brilhando, ora os do Porto, ora os do Benfica, ora outros artistas quaisquer, conseguindo com os seus feitos minorar a depressão por demais instalada no tecido social triste e empobrecido deste nosso querido país.

PS. Leiam então a notícia brejeira, que deixo abaixo, sempre se aprende (?) alguma coisa.

Fiquem bem

António Esperança Pereira


Segundo uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Oxford, ter as nádegas de um tamanho considerável previne o desenvolvimento de diabetes. Por sua vez, determinaram que as mulheres que possuem um traseiro grande e cintura fina são mais inteligentes que o restante. O corpo feminino acumula gordura em muitas partes, como os seios, o abdómen ou as pernas, mas muitas mulheres guardam grandes reservas nos glúteos, algo que tem mais vantagens do que poderiam imaginar.
Os cientistas analisaram e compararam a gordura do abdómen feminino com as das pernas, cadeiras e nádegas, encontrando que a gordura proveniente da parte baixa do corpo das mulheres previne o desenvolvimento de diabetes, graças à quantidade e tipo de hormonas que contém. Estas gorduras produzem hormonas que ajudam a metabolizar açúcares e outros lípidos de forma mais fácil, ao contrário da gordura abdominal que segrega hormonas com o efeito contrário.
De qualquer forma, não se trata de que as mulheres devam comer a mais. O benefício do traseiro avantajado é determinado pela genética, portanto ainda não é possível alterar o rabo por meio de hábitos alimentícios.
Outras descobertas similares, que fazem pensar que as mulheres com traseiros grandes são capazes de viver mais e melhor, são as realizadas pelas universidades de Califórnia e Pittsburgh. Pesquisadores destas instituições descobriram que as mulheres de rabo e ancas largas, mas cinturas finas, são mais inteligentes que as demais.
A inteligência destas voluptuosas raparigas deve-se aos ácidos gordos Omega 3 que se acumulam ali e intervêm no desenvolvimento do cérebro. Os pesquisadores analisaram dados de 16 mil mulheres, concluindo que ao comparar as medidas da anca com a cintura, a proporção ideal resulta de 0,6 e 0,7.
O professor Konstantinos Manolopoulos, quem encabeçou a equipa da Universidade de Oxford, assegura que as mulheres com mais gordura nas nádegas têm níveis menores de colesterol e glicemia. Ter um grande traseiro também favorece os níveis de leptina no corpo feminino. A leptina é uma hormona que se encarrega de regular o peso, bem como a dinopectina, hormona com efeitos anti-inflamatórios, vasculoprotectores e anti-diabéticos.
O tecido adiposo dos glúteos grandes prende as partículas gordas daninhas e evita padecimentos cardiovasculares. Outros interessantes resultados destas pesquisas foram que, ao que parece, os filhos nascidos de mães com ancas mais largas são intelectualmente superiores aos filhos de mães menos voluptuosas.

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...