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sábado, julho 15, 2017

É mesmo de ir aos arames


Nosso comentário

Quantos de nós e por inúmeras vezes não vociferamos já esta expressão bem popular da língua portuguesa?
Por exemplo:
-Eu estava a falar com o tipo "na boa" e não é que me deu uma resposta daquelas que não se dão ao pior inimigo, quanto mais a um amigo de longa data?
"Fui aos arames", acredita.
E digo-te mais, a partir de agora bem pode vir pedir-me desculpa, dar o dito por não dito, dizer que não era bem aquilo que queria dizer, que não leva nada.
Para mim acabou.
Ponto final, acabou.
Autênticas bacoradas que se atiram assim para o ar, sem mais nem menos, sem o mínimo de razão, fazem mesmo um gajo "ir aos arames".
Não achas?
Para mim, apesar de ser quem é e da consideração e amizade que tinha por ele, para mim, digo e repito, aquele gajo  acabou.
"Fui mesmo aos arames".
Pois bem, depois desta mini conversa anónima "inventada por mim", tão comum entre nós, vamos lá a saber de onde é que realmente provém esta expressão tão curiosa e também tão utilizada na nossa língua.

IR AOS ARAMES

É uma expressão corrente que significa enfurecer-se, zangar-se.
Era muito utilizada pelos militares portugueses nas trincheiras na primeira guerra mundial.
Entre as trincheiras de cada exército era posto arame farpado para impedir a circulação dos militares inimigos.
Como a barreira em arame farpado se ia estragando, de vez em quando era necessário alguém "ir aos arames" para os reparar.
Era uma missão muito perigosa, arriscada...
Os militares que eram escolhidos ficavam com má cara, receosos...
Daí a expressão ir aos arames...

António Esperança Pereira





sábado, março 15, 2014

E apareça o primeiro português pro-regime...


Nosso comentário: 

Sem palavras...

Forças Armadas Milhares de militares desfilam contra corte de rendimentos

Milhares de militares das Forças Armadas iniciaram, hoje à tarde, um desfile de protesto contra o corte de rendimentos e pensões, numa marcha lenta e quase silenciosa em que são exibidas bandeiras pretas e algumas faixas.
PAÍS
Milhares de militares desfilam contra corte de rendimentos

Os militares desfilam praticamente em silêncio que só é quebrado pelas alunas do Instituto de Odivelas que entoam palavras de ordem e canções em protesto contra o anunciado encerramento da instituição.


O início da concentração foi marcado às 15:00 com a música "Depois do Adeus", de Paulo de Carvalho, que foi a senha para a revolução do 25 de abril. Em direção à Assembleia da República, o desfile saiu do Largo de Camões, em Lisboa, pelas 15:40, após uma concentração para a mobilização de militares que se deslocaram de todo o país.


Fiquem bem


António Esperança Pereira

segunda-feira, novembro 25, 2013

Para que servem os cunhados...


Nosso comentário:

Apesar de hoje ser uma data em que se evoca o 25 de Novembro, data muito ligada ao ex-Presidente da República, General Ramalho Eanes, não vou falar disso pois nem todos os portugueses atribuem a este dia a importância que outros lhe atribuem.
Todavia fica na memória dos portugueses um "soldado", o General Ramalho Eanes que à data impôs um estilo, uma vontade, uma coragem, uma determinação que foram marcantes para a época (período pós 25 de Abril revolucionário e conturbado) e por isso merecedor de apreço generalizado.
Um militar de elevada estatura. Mais do que o político que ainda tentou ser. 
Criou um partido (PRD) que não vingaria e tal facto levá-lo-ia a abandonar a política ativa.
A honestidade, o caráter, a sobriedade, foram imagem de marca da sua pessoa como dirigente máximo. Para terminar, direi apenas que bem falta fazem algumas das suas principais caraterísticas aos que detêm o poder nos tempos que correm.


PS. Achei graça a um mail que recebi, por isso, para que não seja só crise e contágio luso-deprimente que nos ocupa a tola dos nossos dias, partilho-o tal como o recebi, esperando que também achem graça...


Fiquem bem,

António Esperança Pereira



PARA QUE SERVEM OS CUNHADOS?! 
Um transeunte  passou mal na rua, caiu e foi levado paro o sector de emergência de um hospital particular, pertencente à Universidade Católica, administrado por freiras.                                                                                            
Lá, verificou-se  que teria que ser urgentemente operado ao coração, o que foi feito com total êxito.                                                                
Quando acordou, ao  seu lado estava a freira responsável
pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:
- Caro senhor, sua  operação  foi bem  sucedida  e  o senhor está salvo..
Entretanto, há um assunto que precisa de sua urgente atenção:
Como o senhor pretende pagar a conta do hospital ?
E  a cobrança começou...

- O senhor tem seguro-saúde?
- Não, Irmã.
em cartão de crédito?
- Não, Irmã.
- Pode pagar em dinheiro?
- Não tenho dinheiro, Irmã.
E a freira começou a suar frio, antevendo a tragédia
de perder o recebimento da conta hospitalar !
Continuou com o questionamento;

- Em cheque então, o senhor pode pagar ?
- Também não, Irmã.
A essa altura, a freira já estava a
beira de um ataque. E continuou...
- Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
 - Ah... Irmã,
eu  tenho  somente  uma irmã solteirona,
que é freira, mas não sei se ela pode pagar.
A freira, corrigindo-o disse:
- Desculpe  que  lhe  corrija senhor,
mas  as freiras não são solteironas, como o senhor disse. 
Elas são casadas com Deus !!!
Magnífico!
Então, por favor, mande a
conta pro meu cunhado!
Assim nasceu a expressão:
 
"DEUS LHE PAGUE"

terça-feira, novembro 27, 2012

Pouco Seguro para a xeque mate ao Coelho...


Nosso comentário:


Foi hoje aprovado o orçamento do estado (oe) para 2013. Designo este orçamento com letras pequenas. Não pela enormidade, excentricidade, dureza, punição de que o mesmo se reveste. Mas pela imagem que quero dar dos seus autores e coautores.
Gente pequena, vistas curtas, sem jeito nem engenho para projetar o futuro de um país como Portugal. Um país composto de PESSOAS, pessoas que estão, isto é, deveriam estar, muito para além dos números contabilísticos.
Mas não. Fala-se em percentagens, em décimas, milhões, euros, fala-se em acréscimo, decréscimo, almofada, fundo de maneio, juros, dívida, défice, etc etc...
De pessoas não.
Que importa a situação do Zé ou da Maria? do Lopes ou da Etelvina?
É por demais notória a incompetência, a mentira descarada, o incumprimento de promessas, o incumprimento de metas, a ausência de rumo, dos que ora governam.
Fico, por isso, sem saber porquê tiveram estes senhores tanta pressa em derrubar o anterior governo.
São melhores as sucessivas avaliações da troika que os pec's anteriores?
Estará mais saudável o país agora, com tantos milhares de milhões em dívida, mais do que antes, acrescidos de roubos descarados ao bolso de todo e de cada um...
sem que se anteveja nada de construtivo, de positivo, tão só o delapidar de património, o destruir do Estado Social?
O que temos agora é um país de cidadãos (todos nós) sem esperança, com índices elevados de miséria, de desemprego, de empobrecimento, de emigração.
Um país sem uma liderança sentidamente lusa, amante do seu povo, credível.
Ainda hoje ouvia o senhor ministro das finanças com aquele estilo de voz compassada de fazer perder a paciência a um santo, destrinçar no seu discurso, entre bons e maus, entre meninos bem comportados e meninos mal comportados.
Referia-se na sua rábula soletrada lentamente, medíocre no aspeto e no conteúdo, aos deputados do PS (partido socialista)
O senhor ministro chamava de radicais a um setor de socialistas...os maus, portanto. Sempre fraturando, sempre dividindo para reinar, como é timbre desta governação.
É caso para dizer...
A tudo se chega se a vida dura.
E na verdade, a vida de muitos de nós chegou a um tempo, este tempo que vivemos no presente, de ouvir de novo afirmações ao estilo da bafienta escola salazarenta, como as que o senhor ministro das finanças proferiu.
Esses radicais do PS!!!!!!!!!!!!
Mas, completava o senhor ministro,  há lá também os bons no dito PS. Esses é que podiam fazer melhor do que o que fazem. Ser bem comportadinhos, vestirem os bibinhos e comerem a sopinha toda.
Queria ele dizer, votarem o orçamento/2013, a tal bomba atómica fiscal, que como todos sabem, irá arruinar o país mais do que já está.
Bom, à hora a que escrevo estas palavras há militares nas ruas, sindicalistas e outros protestos.
A maioria dos portugueses grita em silêncio MUDANÇA, BASTA, RUA.
Alguns políticos e sindicalistas de renome  pedem já nos seus discursos, alto e bom som, a demissão do governo.


PS. Deixo abaixo, como vem sendo hábito, mais uma manifestação do génio humorístico que retirei do Facebook.
 


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/




domingo, novembro 25, 2012

Só para os mandantes fica o chispe, o caviar e o champanhe


Nosso comentário:


A indignação do povo português começa a ser sufocante. Os discursos sucedem-se, os protestos também, o formato e o estilo de governação já não enganam  ninguém.
Nem sequer aqueles que ainda apostam na possível sobrevivência de uma sociedade democrática como o tem sido até agora.
Classes médias derreadas, achincalhadas, violentadas, vidas destroçadas, emigração e pobreza, repressão outra vez no país de Abril.
Neste momento não há democracia.
Apenas há restos de democracia.
São mesmo homens e mulheres mediáticos moderados que o afirmam, são cidadãos anónimos que o sentem.
São poetas, humoristas, artistas, escritores, homens  e mulheres de todos os setores de atividade, que dão largas a uma imaginação de crítica severa como não se via desde os tempos da ditadura.
Não é preciso ser-se inteligente para se tomar conta da burrice e borrada em que estamos metidos. 
Li o discurso do próprio general Ramalho Eanes, um militar de Abril, depois Presidente da República, moderado como sabem, ele próprio incomodado, indignado com a fome entre as crianças, a pobreza instalada em Portugal.
A dificuldade que os poderes instalados têm de explicar devidamente o porquê de tanta e tamanha austeridade.
Tanta e tal prepotência sobre as populações e os seus direitos, numa democracia que foge e que se deseja ver aprofundada.
O general Eanes compreende, pois, a indignação crescente dos portugueses.
Atacam-se as pensões dos mais velhos, famílias inteiras procuram sustento e trabalho no estrangeiro. Crianças passam fome, o governo, em vez de criar empregos, acena com práticas de voluntariado, mostra crianças com fardas (que só por acaso não são da Mocidade Portuguesa) praticando boas ações. 
Regride-se a olhos vistos num autêntico magusto oferecido ao povo com chama apagada sem vinho nem castanhas, um magusto em pinhal de antanho, eivado de cogumelos venenosos.
Só para os mandantes fica o chispe, o caviar e o champanhe.
Até quando?


PS. Deixo abaixo, inspirado na indignação que retirei das palavras do general Ramalho Eanes, militar moderado mas PORTUGUÊS, o anúncio que é público de um protesto das Associações Profissionais de Militares, marcado para a data da votação do Orçamento, 27 de Novembro.


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/
 
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Orçamento do Estado para 2013 - Iniciativas das APM no dia 27 de Novembro

No dia 27 de Novembro, as APM darão cumprimento à Resolução aprovada na Concentração e Desfile da Família Militar do passado dia 10 de Novembro, que se transcreve:
CONCENTRAÇÃO E DESFILE DA FAMÍLIA MILITAR
10 de Novembro de 2012
RESOLUÇÃO
Considerando as duríssimas medidas que já estão e que o governo pretende que continuem a ser impostas aos portugueses, em geral, e aos Militares, em particular;
Considerando que essas medidas são apresentadas como a consequência de uma situação para que os Militares e a esmagadora maioria dos seus concidadãos em nada contribuíram e quanto à qual parece não haver vontade de apontar os verdadeiros e únicos responsáveis;
Considerando que essas medidas consubstanciam graves e nefastas consequências, quer na degradação dos direitos que servem de contrapartida ao vasto leque de restrições e deveres a que estão sujeitos os Militares, entre os quais avulta o do sacrifício da própria vida, se e quando necessário, quer na própria Instituição Militar, promovendo as suas progressivas descaracterização e desarticulação, pondo em causa a efectiva capacidade de resposta nomeadamente às missões de interesse público;
Considerando que os governantes apontam aos portugueses a inevitabilidade das medidas, sem lhes darem qualquer sinal de que podem ter esperança no futuro;
Considerando que se desenvolvem pressões que vão no sentido de, na Segurança Interna, ser atribuído um papel aos Militares que vai muito para além do que a Constituição permite;
Os milhares de participantes na Manifestação da Família Militar, sensibilizados e honrados com a solidariedade transmitida e o reconhecimento demonstrado não só pelos militares mas também por inúmeros sectores da sociedade portuguesa, decidiram mandatar as Associações Profissionais de Militares (APM) para darem corpo às seguintes iniciativas:
Porque é um imperativo das suas consciências, reafirmarem publicamente que as APM tudo farão para impedir a utilização dos Militares em acções que visem reprimir a expressão democrática das preocupações e indignação dos Portugueses e do seu correspondente descontentamento;
Sem esquecerem a solidariedade que é devida aos seus concidadãos, também eles a passarem por enormes dificuldades, promoverem, no futuro próximo, a sequência de acções ou diligências necessárias para que cessem as medidas que tão profundamente vêem afectando os portugueses em geral e para que os Militares vejam reconhecida, de facto, a dignidade dos seus direitos, no contexto do papel sem paralelo que desempenham na sociedade:

- Testemunharem com a sua presença, acompanhados por outros Militares que possam associar-se, a iniquidade das gravosas medidas contidas neste projecto de Orçamento de Estado, assistindo ao acto da votação final no dia 27 de Novembro, na Assembleia da República;
- Em seguida, no mesmo dia 27 de Novembro:
- Fazerem a entrega de um ofício ao Presidente do Tribunal Constitucional e de um outro ofício ao Provedor de Justiça, alertando estas entidades para a iniquidade e a injustiça das medidas de que estão e vão ser alvo por via orçamental, salientando a necessidade de ser avaliada a sua conformidade com a Constituição da República Portuguesa;
- Apoiarem a realização de uma vigília junto à Presidência da República, igualmente acompanhados por outros Militares que possam associar-se, apelando ao Presidente da República, que é também o Comandante Supremo das Forças Armadas, para não promulgar o Orçamento do Estado para 2013 e promover a fiscalização preventiva da sua constitucionalidade.

sábado, novembro 10, 2012

Grândola Vila Morena, militares na rua...



Nosso comentário:


Um surto de greves e manifestações nunca antes visto parece ser o horizonte próximo deste país.
Hoje nas ruas de Lisboa estiveram mais de 10 mil militares a tentar afirmar perante os poderes instituídos e a violência das medidas em curso, os problemas que os afetam.
Tinham estado igualmente alguns dias atrás  os agentes das polícias.
Em greve sem fim à vista continuam estivadores, mantendo portos fechados.
Greves localizadas e setoriais acontecem um pouco por todos os ramos de atividade.
Estudantes do ensino superior público manifestar-se-ão a 22 de Novembro.
Cada vez um maior número de estudantes universitários terá de abandonar o Ensino Superior por falta de dinheiro para aí se manterem.
Reitores dizem que Universidades correm risco de colapso nas suas atividades normais de funcionamento.
De Fátima, pela voz dos seus bispos chegam preocupações com o aumento exponencial da fome no país.
Uma greve geral está agendada e anunciada já para este 14 de Novembro.
Dia 12, aquando da visita da chanceler alemã a Lisboa, haverá seguramente um pouco por todo o lado manifestações de protesto contra as políticas "neoliberais demolidoras" atualmente em curso, defendidas, implementadas e apadrinhadas pela sr.ª Merkel. 
Caros leitores espalhados pelo mundo, se continuasse este retrato do país atual que se chama Portugal, não pararia.
Não vou alongar-me muito mais, a minha fezada é de que algo aconteça em breve que promova a esperança, um rumo, uma definição de objetivos para todos os portugueses, sem exceção, que algo aconteça e que ponha fim a este caminho suicidário aceite por alguns para seu único gáudio e das elites cujos interesses servem.
Servem os interesses de fora, desprezam os interesses reais do POVO que os elegeu.
As PESSOAS pouco importam para estes líderes.
Sabemos por vozes que sabem do assunto que as dívidas enchem os cofres da sr.ª Merkel e seus parceiros.
Ou seja, que quanto mais aumentar o prejuízo, a recessão, o emagrecimento do nosso querido Portugal, mais pesados serão os juros a pagar, já de si escandalosamente elevados, pois a dívida não parará de aumentar.
Emagrece aqui, engorda acolá. É o princípio básico dos vasos comunicantes.
Para bom entendedor... meia palavra basta!!!
 
 
PS. Fiquem com duas notícias breves que dão conta, quer da manifestação dos militares de hoje, quer da manifestação dos estudantes universitários marcada para 22 de Novembro
 

Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
http://lusito.bubok.pt/




Cerca de 10 mil militares, acompanhados pelas famílias, enchem a praça dos Restauradores, em Lisboa. Após silêncio ouviu-se GRÂNDOLA VILA MORENA


Cerca de 10 mil militares, acompanhados pelas famílias, enchem a praça dos Restauradores, em Lisboa. Chegaram numa marcha silenciosa, de protesto contra a austeridade e os cortes que têm recaído sobre as Forças Armadas.
O protesto, que saiu da Praça do Município, sempre em silencio, é motivado pelos cortes no setor da Defesa, entre eles promoções e, mais recentemente, o anúncio de que os militares deixarão de contar com a habitual gratuitidade nos transportes públicos.
"Em muitos casos, representa cerca de 200 euros por mês", disse Pereira Cracel, presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas. É o suficiente para manter muitos militares longe da família, por falta de dinheiro para as viagens.
Segundo Pereira Cracel, "há já muitos militares em graves condições económicas, endividados, e muitos outros nesse caminho, que não conseguem fazer face às despesas do dia-a-dia".
"Sabemos de famílias de militares que estão a tirar os filhos das universidades", denunciou.
"Nunca pensei que o país chegasse ao ponto a que chegou. Espero que para bem de Portugal e da soberania nacional, para todos, militares e cidadãos, tal não continue acontecer", acrescentou aquele coronel.



Estudantes do ensino superior público marcam manifestação para 22 de Novembro


Os estudantes do ensino superior público anunciaram uma manifestação em Lisboa para o próximo dia 22 de Novembro. João Mineiro, da Associação de Estudantes do ISCTE, explica que há muitos estudantes endividados para continuar os estudos.

“Ao que assistimos é a estudantes que têm de se endividar porque as suas famílias não têm dinheiro para pagar os seus custos do ensino superior e quando entram no mercado do trabalho com uma dívida que já vem de trás.”

Por isso, João Mineiro apela à participação generalizada dos estudantes na manifestação de dia 22 de Novembro. “Apelamos a todas as associações de estudantes e a todos os estudantes deste país que participem nesta manifestação, promovam mais debate, porque é impossível continuarmos a aceitar isto e temos a obrigação de responder a aquilo que é a destruição do ensino público como o conhecemos”.

João Mineiro, da Associação de Estudantes do ISCTE apelou à união de todos os estudantes na luta contra as políticas orçamentais deste Governo.

A conferência de imprensa conjunta das associações de estudantes de várias universidades públicas ficou marcada pelas queixas dos representantes dos estudantes do ensino superior público relativamente ao aumento de propinas, à diminuição de bolsas, à acção social ou à extinção do passe social sub-23.

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...