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sexta-feira, fevereiro 13, 2015

Horta Urbana e o Tomate































Nosso comentário

Uma das vantagens de se andar a pé ou mesmo de bicicleta, é ver coisas que de outra maneira não seria possível descortinar.
Ontem, dei atenção às palmeiras, que passam por tempos de uma quase sobrevivência da espécie. Oxalá sejam salvas em número suficiente para que não desapareçam por completo do nosso país.
Hoje travei conhecimento "in loco" com as chamadas hortas urbanas.
Já as tinha visto, mas em boa verdade nunca as tinha contemplado como hoje. Mais de perto e com algum tempo só ao pé delas.
Claro que, para quem teve uma relação com a agricultura, como eu por exemplo, que sou filho de um agricultor, acha estas coisas pequeninas uma "quase brincadeira de crianças". Todavia, pensando melhor e atendendo aos efeitos ambientais, ao auto-cultivo, ao lazer que as mesmas proporcionam, fiquei convencido de que tais hortas têm o seu lugar na ambiência da cidade grande.
A horta que visitei tem cerca de dois anos, como se pode conferir abaixo e resulta de uma parceria entre a CML (Câmara Municipal de Lisboa) e a empresa Vitacress.
Aí podem ler-se ensinamentos e dicas sobre diversos produtos. Há painéis, semelhantes aos que apresento, para esse efeito.
A título de exemplo fotografei o painel que diz respeito ao "tomate". 
Não tem nada a ver com política, não. Foi mesmo por acaso. Mas lá que tem muitas vitaminas que poderiam esclarecer a ideia a muitos políticos, lá isso é verdade...

PS. Fica a notícia da data da criação da horta urbana de Telheiras


Fiquem bem,

António Esperança Pereira

Lisboa tem nova horta urbana


Desde o dia 15 de dezembro de 2012 que Lisboa tem um novo Parque Hortícola em Telheiras.



A iniciativa é da Câmara Municipal de Lisboa e da Vitacress e tem como objetivo dinamizar a prática agrícola urbana para consumo próprio.
Assim, os residentes da localidade têm agora a possibilidade de arrendarem, a preço simbólico, um dos talhões disponibilizados pela Câmara, cultivando os seis próprios alimentos.
A Vitacress, empresa ligada à produção e comercialização de vegetais frescos, aliou-se a esta iniciativa, com o objetivo de reforçar o compromisso de promoção de uma alimentação saudável e nutritiva, “que também pode ser estrategicamente melhorada com o reforço da ligação dos consumidores urbanos às práticas agrícolas e aos alimentos frescos” afirma Luís Mesquita Dias, CEO da Vitacress.
O Parque Hortícola de Telheiras irá dispor de 20 talhões, com áreas que poderão variar entre os 80m2 e os 120m2.


Uma palmeira ainda viva...


Nosso comentário:

Hoje mesmo, passando nas imediações de minha casa, em Telheiras/Lumiar/Lisboa, consegui fotografar esta palmeira.
Felizmente ainda apresenta este porte, com um tronco de uma altura assinalável e um aspecto assim à primeira vista, saudável.
Ocorre-me a ideia de relembrar o problema destas árvores, tantas delas sucumbindo ao escaravelho que as ataca mansamente e as destrói sem dó nem piedade.
Sei que muito se tem sido feito para as salvar, infelizmente tantas vezes em vão, mas, em presença deste belo exemplar, que me proporcionou uma foto fantástica, reafirmo a necessidade de envidar esforços na defesa destas belas e exóticas árvores.
Dito isto, formulo daqui um pedido ao senhor Rhynchophorus ferrugineus, nome técnico do escaravelho que as ataca, que não seja mau e deixe as lindas palmeiras lusas em paz.
Oxalá o escaravelho entenda português e leia o meu blog!!!
Para melhor situar a problemática, fica um excerto de um artigo publicado num jornal sobre o assunto. 

Fiquem bem,

António Esperança Pereira



As palmeiras foram um símbolo de poder e de estatuto em séculos passados, quando os viajantes as traziam de paragens exóticas para adornar os seus jardins, mas perderam o poder e correm o risco de sucumbir na guerra contra a praga agora que agora as assola em todo o país. 
A culpa é do escaravelho vermelho (Rhynchophorus ferrugineus), originário da Indonésia, e que invadiu Portugal em 2007, alojado em plantas importadas, através do Sul de Espanha e do Egipto. A praga cresceu de tal modo que a Europa lhe declarou guerra aberta, criando um plano de controlo e tornando obrigatória a luta contra o insecto que, já no início do século XX, causava bastante preocupação às populações do então Ceilão (Sri Lanka), na Ásia, onde se banqueteava com os coqueiros, fundamentais para a economia do país. Já então se considerava fundamental abater a árvore. 
O escaravelho vermelho não é um insecto esquisito: tem uma grande capacidade de adaptação ao meio que encontra.
Em Lisboa, as palmeiras, um dos seus hospedeiros, tornaram-se, com o tempo, uma das plantas ornamentais mais presentes na paisagem urbana, recortando o céu na maioria dos jardins da capital,  aperaltados, sobretudo, com palmeiras centenárias e grandes. Mas a praga do Rhynchophorus ferrugineus continua, vários anos após a sua detecção, longe de estar controlada.  Pelo contrário: cada vez surgem mais palmeiras doentes.

quinta-feira, setembro 25, 2014

Em Lisboa, uma Ponte e um Minipreço II


Nosso comentário:

Há cerca de 4/5 semanas, sob o título supra, publicámos aqui no blog uma "crónica" relativa a um passeio de bicicleta pelas ciclovias da capital. 
Fazia-se um apelo à CML (Câmara Municipal de Lisboa) a fim de nos dizer o porquê de uma ponte para peões e bicicletas por sobre a 2.ª circular continuar fechada às sete chaves, quando consta que já estará pronta.
Até hoje não tivemos qualquer resposta e, como nos tivéssemos abeirado novamente do local (foto ao lado) reparámos que a situação se mantém.
Tivemos de voltar para trás após 15,8 kms andados e tomar a perigosa passagem aérea junto à Escola Alemã onde quase não dá para passar um peão e/ou bicicleta pelo outro sem um deles ter de parar.
Transcrevo parte do que aqui escrevi cerca de 4/5 semanas atrás, repetindo o pedido então feito: Senhor vereador da CML deste pelouro, é possível dizer-nos para quando está prevista a abertura/inauguração da passagem da foto? 
Obrigado.

Eis a transcrição de há 4/5 semanas atrás:

...Aí chegados, voltámos para trás pela mesma ciclovia, até mais ou menos a meio do parque e virámos à esquerda, no sentido da Cidade Universitária.
Sempre a subir, embora nada de especial, ladeávamos algumas das referências daquela zona, ReitoriaTorre do Tombo, instalações do Hipódromo (com o respectivo cheiro a cavalo) Parque desportivo, etc etc.
Foi então que numa zona em que tentávamos passar por cima da segunda circular, zona da cidade com intenso tráfego, demos com uma rede que barrava a passagem para uma ponte sobre a dita segunda circular.
Fotografámos o impedimento (na foto acima) tendo decidido com o gesto, deixar um recado à CML (Câmara Municipal de Lisboa) designadamente ao Senhor Vereador que trata destes assuntos. Isto porque a inauguração da dita passagem se arrasta no tempo, ao que parece sem se saber porquê. Se a CML ler isto, agradecíamos uma resposta ao porquê. As fotos ficam para que conste.
Tivemos de voltar para trás quase à zona da Escola Alemã para passarmos para o outro lado da segunda circular. Aí sim existe uma passagem aérea para o lado de lá, o bairro de Telheiras.

Grato pela atenção,



António Esperança Pereira



terça-feira, agosto 26, 2014

Em Lisboa, Uma Ponte e um Minipreço


Mais um passeio citadino de bicicleta em Lisboa. 
Venho fazendo estes passeios em boa companhia, um amigo de longa data, sendo o meio de transporte utilizado, a bicicleta, de que sempre, desde que me conheço,  fui fã incondicional.
Venho publicando na rede social Facebook uma ou outra foto destes passeios que se iniciaram recentemente, nada mais.
A partir de hoje pretendo dar uma maior visibilidade aos ditos passeios, levando-os não só às redes sociais mas também inserindo-os aqui no meu blog.
Tentarei trazer e comunicar sempre uma parte útil, além da agradável (desporto) divulgando factos, sítios, peripécias, etc. que possam surgir nestas andanças.
Hoje será o primeiro dos "escritos" que espero suscite o interesse de todos.
Aí vai:
O percurso foi breve, sobretudo motivado pelo tempo limitado de que dispúnhamos para o efeito.
A saída, como quase sempre até agora, foi feita a partir da freguesia do Lumiar, mais propriamente Telheiras , onde moram os "ciclistas".
Já montados nas bicicletas tomámos a ciclovia direitos ao Campo Grande. Estava calor, e para trás deixávamos o nosso bairro, ladeando logo a seguir e a descer, o estádio do Sporting Clube de Portugal.
Curvando à direita no sentido de quem se dirige para o Saldanha percorremos a extensa zona verde que dá pelo nome de "Campo Grande" até Entrecampos.
Aí chegados, voltámos para trás pela mesma ciclovia, até mais ou menos a meio do parque e virámos à esquerda, no sentido da Cidade Universitária.
Sempre a subir, embora nada de especial, ladeávamos algumas das referências daquela zona, Reitoria, Torre do Tombo, instalações do Hipódromo (com o respectivo cheiro a cavalo) Parque desportivo, etc etc.
Foi então que numa zona em que tentávamos passar por cima da segunda circular, zona da cidade com intenso tráfego, demos com uma rede que barrava a passagem para uma ponte sobre a dita segunda circular.
Fotografámos o impedimento (na foto acima) tendo decidido com o gesto, deixar um recado à CML (Câmara Municipal de Lisboa) designadamente ao Senhor Vereador que trata destes assuntos. Isto porque a inauguração da dita passagem se arrasta no tempo, ao que parece sem se saber porquê. Se a CML ler isto, agradecíamos uma resposta ao porquê. As fotos ficam para que conste.
Tivemos de voltar para trás quase à zona da Escola Alemã para passarmos para o outro lado da segunda circular. Aí sim existe uma passagem aérea para o lado de lá, o bairro de Telheiras.
Decidimos fotografar a saída também bloqueada (foto abaixo) da passagem que aguarda  inauguração. 
Fica o recado.
Para concluir, um pequeno episódio que contarei em modo breve. É que, sem dizer quase nada, já vai longo o texto, especialmente para quem o lê.
Um senhor vindo de um carro que estacionara, fotografava eu "a passagem fechada para a outra margem", abeirou-se de nós e de outras pessoas presentes no local, tendo perguntado: "procuro o Minipreço daqui, sabem-me dizer aonde é? dizem que é por aqui. 
Bom dos presentes só um é que arriscou umas indicações: tipo...em frente, depois à esquerda, vira à direita, la ra la la e o bom do senhor com estas indicações lá foi à descoberta do Minipreço. Pois tal como ele e como não sabíamos também onde ficava o raio do Minipreço na zona próxima de onde morávamos, fomos também em busca do "mini mercado" em causa. Fomos de bicicleta claro e lá andava já o senhor do carro em busca do escondido Minipreço. Tão escondido, que só mesmo ao pé dele se vê que lá está. Demos com ele e transmitimos isso ao senhor que já debandava entristecido por ir sem a sua areia para gato anunciada ali em promoção, ao que nos disse.
Bom, assim terminou pouco depois o nosso passeio de bicicleta. 
Para além da parte agradável (Desporto) ficam uma ponte (passagem aérea) por inaugurar pela CML e um Minipreço escondido que fica na Rua Aristides de Sousa Mendes, em Telheiras, quase Carnide, informação que deixamos para quem possa interessar.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira









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Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...