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sexta-feira, maio 19, 2017

Lusofonia 2017 em Odivelas


Nota do autor do blog:


Tendo tido conhecimento do V Fórum Lusofonia 2017, a realizar no Centro de Exposições de Odivelas, é com muito prazer que aqui o divulgo.
Sobretudo para quem se interesse pela temática relacionada com a Língua Portuguesa será interessante seguir estes importantes eventos sobre a mesma.
Tenham um bom fim de semana,

António Esperança Pereira





Língua Portuguesa: Lugar de Futuros


quarta-feira, março 01, 2017

Nem sempre galinha nem sempre rainha


Nosso comentário:

Hoje foi dia de reunir os poemas mais recentes que venho escrevendo, tendo em vista a possível edição de novo livro.
Não será para já, todavia este primeiro passo era importante. Foi assim como que um medir de possibilidades lendo e revendo os escritos em causa.
Dia bastante carregado e cinzento aqui em Lisboa, logo convidativo à realização de tal tarefa.
Nos últimos tempos tenho publicado alguns poemas em diversas coletâneas, todavia parece ir sendo tempo de reunir em livro individual pelo menos mais uns 60 poemas.
A ver vamos...
Agora é tempo de partilhar um texto que me foi enviado e que tem um cariz histórico. É uma historiazinha sobre o rei D. João V, curiosa, talvez por muitos desconhecida.
Façam o favor de ler.

Fiquem bem

António Esperança Pereira




Quem não conhece a expressão “nem sempre galinha, nem sempre rainha”?


O que muitos não saberão é que a origem dessa expressão é atribuída ao rei D. João V, conhecido nos manuais da história pelo “Magnânimo” mas também conhecido pelo “Freirático” por causa da sua apetência sexual por freiras.
Ficou célebre o seu tórrido romance com a Madre Paula, do mosteiro de S. Dinis em Odivelas, com quem teve vários filhos, os quais educou esmeradamente, ficando conhecidos pelos Meninos de Palhavã, porque residiam em Palhavã, no Palácio onde actualmente funciona a embaixada de Espanha em Lisboa.
A rainha era austríaca e muito feia, ao contrário do rei que era bem apessoado, talvez por isso o rei procurava outras companhias mais agradáveis.
A rainha sentindo-se rejeitada ter-se-á queixado ao padre seu confessor.
Um dia o padre chamou o rei à razão, então o rei ordenou ao cozinheiro que a partir desse dia, o padre passaria a comer todos os dias galinha.
Nos primeiros dias o padre até ficou satisfeito e deliciado com o menu.
Mas passado três meses o homem andava agoniado e magro que nem um caniço, indo queixar-se ao rei, que o cozinheiro só lhe dava galinha.
Foi quando o rei com ar de malícia lhe disse:
- Pois é senhor padre! Nem sempre galinha, nem sempre rainha!

sexta-feira, setembro 23, 2016

Festival da Marmelada/Odivelas



Nosso comentário:

Tendo tido conhecimento das manifestações festivas de Odivelas e dado que morei nessa urbe dos arredores de Lisboa por cerca de duas décadas nem hesitei em divulgar as festividades.
A Odivelas liga-me muita coisa.
Sobretudo, e isso nunca o esquecerei, o facto de ter sido por lá que nasceram e cresceram os meus filhos.
Foi por lá que vivi o tempo do pós 25 de Abril de 1974, que participei, com a liberdade e democracia então recuperadas, em diversos atos eleitorais fazendo parte das mesas de voto.
Foi por lá que fiz tanta coisa, que me aconteceu tanta coisa, que seria impossível descrever num curto espaço em branco sequer um pequeno resumo de tudo.
Por isso, e também porque muitas vezes as grandes e populosas localidades suburbanas (caso de Odivelas) são subestimadas face à opulência e magnitude da grande capital...
tive uma sensação boa ao escrever estas poucas palavras a ela dedicadas.
Em boa verdade, devo muito da pessoa que sou a Odivelas.

Quanto às festividades:

Integrado na Feira Setecentista, o Festival da Marmelada Branca de Odivelas e Doçaria Conventual e Tradicional dinamiza o centro histórico, entre hoje e domingo, com muita música, animação, gastronomia e diversos "Stands".
Durante três dias, vão continuar a realizar-se as visitas ao Mosteiro de S. Dinis.
Da programação destaca-se a atuação da cantora Ana Duarte, amanhã, e o concerto de Quim Barreiros, no último dia do festival.
A marmelada branca de Odivelas é um doce conventual produzido durante séculos no Mosteiro S. Dinis pelas freiras Bernardas.
Foi D. Carolina Augusta de Castro e Silva a última freira do convento, quem passou este testemunho à sociedade civil.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...