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domingo, fevereiro 18, 2018

HYGGE- O segredo Dinamarquês para ser Feliz



Nosso comentário: 

Na verdade estava mesmo a precisar das dicas que cito abaixo. Trata-se de um suposto manifesto dinamarquês sobre de "como ser feliz".
E digo que estava a precisar porque estes últimos dias têm sido árduos.
Por um lado aturar as conclusões inconclusivas e sempre velhas do Congresso PSD/PPD.
Por outro, as bocas cada vez mais baixas e foleiras do mundo clubístico em Portugal. Uma vergonha!
Até já tive pesadelos noturnos lembrando o desfile de neonazis que vi noticiado na imprensa e que teve lugar na modesta e discreta Bulgária!!!
É muita areia para a minha camioneta aturar tamanha dose. De forma que estas dicas breves que aqui deixo caíram mesmo do céu.
Se entre os leitores houver pelo menos alguns que sintam o mesmo que eu sobre as temáticas mencionadas, decerto encontrarão algum conforto nas palavras simples do mini texto retirado do Manifesto HYGGE.
Desejo a todos uma ótima semana.
António Esperança Pereira


MANIFESTO HYGGE


1-Ambiente-baixar as luzes
2-Presença-estar aqui e agora
3-Prazer-café, chocolate, bolachas, bolos, guloseimas
4-Nós e não Eu-partilhar tarefas
5-Gratidão
6-Harmonia
7-Conforto--ficar à vontade
8-Tréguas--nada de falar em políticas
9-Convivio
10--Refúgio-estar num lugar de paz e segurança

quinta-feira, outubro 03, 2013

Da Dinamarca para o mundo!


Nosso comentário:

Porque convida todos a, pelo menos, uma reflexão, divulgo o vídeo abaixo sem quaisquer juízos de valor ou julgamentos.
A entrevista que dele consta, diz praticamente tudo o que há para dizer dentro da temática que aborda.
Escuso-me por isso a acrescentar seja o que for sobre o tema.
Em boa verdade, pouco ou nada acrescentaria.
Como acho interessante os comentários constantes do mail, tal como me foi remetido, divulgo tal como o mesmo chegou até mim.
Oxalá seja do vosso agrado.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira



Olá,
Vejam o vídeo abaixo indicado.
É muito mais que um murro no estômago ; é um murro no coração, no cérebro,
no corpo todo.
O que ali está patente não são umas lamúrias piegas de um latino numa hora
de nostalgia ; são realidades dos nossos tempos.
Até quando a sociedade validará mais o politicamente correcto em detrimento
dos valores e sentimentos que actualmente parece desprezar ?
Um abraço
JC
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 ASSISTA O VIDEO - É IMPERDÍVEL ! Mexe com conceitos atuais

Muito bom depoimento, de lascar. Todos têm pressa, falta tempo e a sociedade de consumo cobra eficiência, muito trabalho, é competitiva, e a familia vai desaparecendo, surgindo algo anódino insignificante, laços baseados não na vivência e convivência mas nos raros festejos familiares.

Isto é um alerta para todos.

 Na Dinamarca
Para quem acha que 1º mundo é muito diferente dos países em desenvolvimento...veja e reveja seus conceitos!
Vale apenas ver o tempo passar?
Tudo muito limpo, organizado, produtivo,...para quem?  quem usufrui?
Pensar seriamente é preciso, sem egoísmo e sem paixões subalternas.
Uma entrevista IMPERDÍVEL!!!.

 https://www.youtube.com/watch?v=S09zpRXm1U8

quarta-feira, janeiro 02, 2013

Divorciados, distanciados, casal em barco à deriva.



Nosso comentário


Ainda naquele estado letárgico provocado por esta quadra natalícia e de fim de ano, tento ligar a ignição do meu motor pessoal, para arrancar neste Novo Ano.

Mas basta abrir os olhos, os ouvidos, não faltam em redor assuntos deprimentes que os noticiários das televisões, das rádios e dos media em geral portugueses nos fazem chegar aos olhos e aos ouvidos.
Ninguém se entende.
Ouço comentaristas de várias tendências políticas, uns a tentar deitar água na fervura, embora com dificuldades de argumentação para o fazer, outros, mais incendiários, a despejar o que lhes vai na alma.
Completamente distanciados, divorciados da população e sem ideias que colem em empatia com o comum dos portugueses, vão-se mantendo ao leme os elementos do elenco governativo.
Um leme que conduz um barco completamente à deriva. 
Não sei bem porque se mantêm, pois o próprio Presidente da República na sua mensagem de Ano Novo, foi muito crítico e falou bastante sobre o desacerto da governação. Realçou mesmo, entre inconstitucionalidades pelo meio, falta de rumo, sentido de equidade, capacidade de união, o isolamento a que se votou o 1.º ministro.
O Presidente da República, com sérias dúvidas sobre a constitucionalidade de várias alíneas do Orçamento de Estado para 2013, decidiu-se pela fiscalização da constitucionalidade do mesmo, remetendo-o para o Tribunal Constitucional a fim de este se pronunciar. 
Falam já os analistas políticos nas várias hipóteses constitucionais pelas quais o governo pode cair. 
Os portugueses, esses, de uma forma geral, desgastados com o discurso deprimente instalado e as medidas arrasadoras que se sucedem em catadupa, muitas delas desajustadas da realidade, só desejarão mesmo que o governo atual caia. 
Clama-se por gente competente, conhecedora da realidade profunda de Portugal. Que pugne pelo seu povo, não pelos de fora.
Portugal é hoje um país sobre brasas. 
Se essas brasas pegam fogo ou não, se se seguem capítulos em lume brando ou em banho maria, isso é impossível adivinhar. 
Mas, na rota que isto leva, tudo pode acontecer.


PS. Via email recebi o texto que vos deixo abaixo, e que divulgo...



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/




Banquete de Natal do FMI
ofereceu de tudo, menos austeridade


24/12/2012 10:54
Por Redação, com agências internacionais - de Washington


Poul Thomsen, executivo do FMI, sugere a demissão em massa de funcionários públicos gregos, entre uma mordida e outra no coquetail de caviar
O recente banquete oferecido para 7 mil funcionários e convidados na sede do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Washington durou das 20h até à 1h da madrugada e custou 380 mil euros aos cofres da instituição que cobra dos países pobres cada vez mais cortes nos benefícios às populações carentes e trabalhadores de baixos salários. O menu, de quatro páginas, anunciava entradas de caviar, salmão e ostras, cozinha de cinco países, bebidas à vontade.
No jantar do FMI para o Natal, houve de tudo, menos austeridade. Já sabemos que a entidade lucra tanto mais quanto melhor esmaga os países que caem na rede dos seus empréstimos (só com a Grécia, este ano, espera obter de juros US$ 899 milhões, lembra o diário norte-americano Washington Post), mas começa a ser marca registada do Fundo deixar bem marcado que aqueles que forçam os outros a ser austeros distinguem-se por fazer exatamente o oposto.
O menu indicava que as entradas foram servidas entre as 20h e as 21h30 no 1º andar da sede e incluía uma lista de seis acepipes onde não faltaram os tradicionais Caviar Crème Fraiche, as ostras e o salmão defumado. Os comensais podiam depois escolher entre as “estações” indiana, tailandesa/vietnamita, mediterrânica e do Médio Oriente, espanhola, mexicana e até “norte-americana”, espalhadas pelos diversos andares e salões de dois edifícios.
Os cocktails especiais tinham nomes como Cumprimentos do Paraíso, ou Mr. Grinch (?). E as sobremesas foram as mais variadas, de fina pastelaria francesa, bolos e frutas. O jantar, em dólares, chegou aos US$ 500 mil.
Não é novidade que o Fundo se oriente por regras opostas àquelas que prescreve para os que supostamente ajuda. Veja-se o caso do alto funcionário Poul Thomsen, dinamarquês que já chefiou a missão do FMI para Portugal e agora está à frente da missão para a Grécia. O homem que mais defendeu a proposta de aumentar o horário de trabalho em meia hora e insistiu em cortes de benefícios para Portugal, que foi mais longe na defesa das demissões de funcionários públicos, ganha mais de US$ 309 mil por ano, de acordo com o nível B05 do FMI.
Segundo o jornal grego Eleftheros Typos, como funcionário do FMI não-norte-americano residente nos Estados Unidos, grande parte dos seus rendimentos são livres de impostos – uma das benesses garantida pelo FMI aos seus empregados. Thomsen terá tido um aumento no seu vencimento, em 2011, de 4,9% – garantido pelo FMI. 

quinta-feira, outubro 11, 2012

Portugal exporta medicamentos que não tem...


Nosso comentário:


Nunca como agora se ouviu falar tanto em números. Somos permanentemente massacrados pelos midia, televisões, jornais, internet, etc. por uma avalanche entediante de números.
O senhor A aparece e mostra as suas habilidades com umas contas novas que fez em casa.
O senhor B "bota" excelente discurso que pouca gente percebe cheio de composições numéricas de bradar aos céus. Falam de milhares, milhares de milhões, triliões, enchendo as "bocas sábias" quase que em iluminação celestial, ou seja, um baile permanente dado pelos "economistas", também por críticos generalistas, até políticos, de formação de base não economicista, baile esse dado a quem tem a paciência de escutar tal cantiga enfadonha de números intermináveis.
Ora bem, sendo a Economia uma ciência social, por conseguinte e por definição como ciência social que é, tenho para mim que deveria dar mais atenção às pessoas menos aos números.
Ou seja tratar os números em função das pessoas e não o inverso.
Mas não.
Como é sabido, as ciências sociais germinaram na Europa do século XIX.
Foi todavia no século XX, por força das obras de Karl Marx, Emile Durkheim e Max Weber que as ciências sociais se desenvolveram.
Mas há que assinalar que o carro-chefe dessas ciências sociais foi a sociologia, um neologismo criado pelo francês Augusto Comte, seu primeiro professor.
Outras ciências sociais importantes há para além Sociologia, o tal carro-chefe das ciências sociais:
História, Linguística, Ciência política, Estatística, Psicologia social, Direito, Filosofia, Antropologia, Biblioteconomia, Estudos da comunicação, Economia, Administração, Arqueologia, Contabilidade.
Pegando na Economia, esta pode definir-se como a ciência social que estuda a produção, distribuição e consumo de bens e serviços.
O termo economia vem do grego oikos (casa) e nomos (costume ou lei), daí "regras da casa (lar)." Tem por objetivo as atividades humanas ligados á produção, circulação, distribuição e consumo de bens.
Daí ser tempo de os senhores que vomitam números atrás de números que pouca gente entende, que tratam as pessoas como se de algarismos se tratasse, de começarem a pensar na definição dada atrás pelos gregos: atividades humanas ligadas à produção, distribuição e consumo de bens.
Seria esta dinâmica tão simples que se pediria aos senhores economistas que implementassem, que pusessem as atividades humanas ligadas à produção, distribuição e consumo, ao serviço das pessoas.
Parem pois de intoxicar os nossos ouvidos com pacotes de triliões mais triliões, perante a manifesta ineficácia de atacarem com êxito a profunda magreza do crescimento económico (atualmente negativo) 
Peguem em números mais pequenos, atividades humanas da vida real, falem disso às pessoas reais que vos ouvem e que vos lêem. Prestariam assim um melhor serviço com o vosso saber.
 

PS: Porque falo hoje de economia, deixo aos leitores "para reflexão" um artigo, cujo link abre um video da RTP-Notícias sobre a temática da notícia.


Fiquem bem, António Esperança Pereira

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Economia


Medicamentos que faltam em Portugal vão para Alemanha, Dinamarca e Reino Unido - Saúde - Notícias - RTP
 
 
 

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