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quarta-feira, maio 10, 2017

Lua de Mel


Nota do autor do blog:

Os meus agradecimentos a quem teve a amabilidade de me enviar o textinho abaixo. Ele explica, nem mais nem menos, a origem da expressão "Lua de Mel".
É mais um contributo para a rubrica que, ao publicar coisas semelhantes, venho designando por "O saber não ocupa lugar".
E é verdade mesmo, o saber não ocupa lugar nem tem que ter um tamanho Y ou X.
Daí que o mais pequeno e ingénuo texto nos pode ensinar muito.
A valia das palavras não se mede em quilos, ou resmas delas.
Apenas meia dúzia de palavras, como as que se agrupam no texto que partilho, são capazes, na sua pequenez e simplicidade, de nos ensinar algo.
Ensinam, neste caso, a origem, com história e tudo, da expressão "Lua de Mel".
Espero que gostem.

Fiquem bem

António Esperança Pereira



Lua de Mel

Esta expressão vem do Inglês "honeymoon".
Na Irlanda, na Idade Média, os jovens recém casados tinham o costume de tomar uma bebida fermentada chamada "mead" ou "hidro mel" composta de água, mel, malte, levedura entre outros ingredientes.
O mel era considerado uma fonte de vida com propriedades afrodisíacas.
A bebida devia ser consumida durante um mês ou (uma lua).
Por essa razão, esse período passou a ser chamado "lua de mel".

terça-feira, janeiro 20, 2015

Precisa-se Assistente de Ginecologia



Nosso comentário:

Antes de tudo, duas palavras sobre este flagelo que atinge boa parte dos países do globo: o desemprego.
Embora se leia muita coisa sobre o dito desemprego, inclusive que "o homem não nasceu para trabalhar"... em boa verdade se diga que pessoalmente o considero um bico de obra para quem lhe cai nas garras.
Sou de uma geração em que um "empreguito" era como que um sonho que qualquer pai almejava para o seu filho. Isto porque a lavoura (agricultura) não levava a lado algum, o pequeno comércio era um pau de dois bicos, e o emprego, neste contexto, era significado de uma vida sustentada e limpa.
Aos olhos dos pais, um filho com o dito emprego poderia casar, ter filhos, garantir o seu sustento e ter autonomia económica própria e dos seus.
Dito isto, não resisto hoje a publicar uma história relacionada com o des (emprego) que me foi remetida via e-mail e à qual achei imensa graça.
Por isso, e porque não se pode levar tudo muito a sério, se não rebentamos todos pelas costuras, aí fica a história/anedota de que falei.
Oxalá gostem.

PS. Para os que lerem a anedota e, talvez por não serem lusos, ou se interrogarem sobre a distância entre Estremoz e Elvas por causa da fila, apenas acrescentarei que a distância é consideravel...

Fiquem bem

António Esperança Pereira



Um desempregado compareceu no Centro de Emprego em Estremoz, para ver se havia alguma coisa para ele.
Ao chegar, viu um cartaz que dizia:
'Precisa-se de Assistente de Ginecologista'.

Foi ao balcão e perguntou:
- Pode dar-me mais informações sobre este trabalho?
E o funcionário:
- Com certeza. O trabalho consiste em preparar as pacientes para o exame. Você deve ajudá-las a despir-se e lavar cuidadosamente as suas partes genitais. Depois faz a depilação dos pêlos púbicos com creme de barbear e uma gillete novinha. A seguir esfrega gentilmente óleo de amêndoas doces, de forma a que elas estejam prontas para ser observadas pelo ginecologista.
O salário mensal é de 2.500 Euros.
Mas o senhor tem de ir até Elvas.
- É lá o emprego?


- Não, é lá que está o fim da fila...  

terça-feira, junho 10, 2014

A História do Corneteiro...


Nosso comentário:

Com a ajuda da Wikipédia onde pode ser lido muito mais assunto do que o apresentado, assinalo o dia 10 de Junho de 2014 que hoje se comemorou na cidade da Guarda.

*"O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, celebrado a 10 de junho, é o dia em que se assinala a morte de Luís Vaz de Camões em 1580, o Dia do Santo Anjo da Guarda de Portugal e também um feriado nacional de Portugal.
Durante o Estado Novo, de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de abril de 1974, era celebrado como o Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses."
*In wikipédia

É um dia 10 de Junho diferente, de outros 10 de Junho já havidos, como não poderia deixar de ser.
Para além de um país colonizado por interesses financeiros mal explicados, temos um Presidente da República a desmaiar ante vaias da população. Um governo que teima em governar sem apoio popular contra tudo e contra todos. Até contra as decisões de um Órgão de Soberania composto por 13 juízes, chamado Tribunal Constitucional.
O Presidente da República nada faz. Nada tem feito. É responsável pela colaboração em estar tudo como está, ou seja, na mesma, sem ouvir o grito popular que sempre se fez ouvir. 
O "seu governo", o de Portas e Passos, só tem a legitimidade  que a votação das eleições legislativas lhe confere. Em todas as outras que já se realizaram, autárquicas, presidenciais, foi reprovado sem apelo nem agravo e de forma esmagadora pelos portugueses. Houve ditos e mexericos entre os coligados, situações de conflitualidade constitucional, etc etc etc. e...
NADA.
Um governo desautorizado, um Presidente da República que não se tem mostrado o Presidente de todos os portugueses nem o principal garante da Constituição da República Portuguesa tal como jurou ao tomar posse.
Um Portugal sem rumo.


PS. Para quebrar o sério do comentário, é natural que nos sintamos desanimados e desiludidos com tal gente que está ao leme da empobrecida nação sem rumo que infelizmente temos, deixo uma "HISTÓRIA" bem interessante que me foi enviada.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira



A HISTÓRIA DO CORNETEIRO



Nos primeiros tempos da fundação da nacionalidade - tempo do nosso rei D. Afonso Henriques - no fim de uma batalha o exército vencedor tinha direito ao saque sobre os vencidos.
(Saque - s. m. : acto de saquear. Roubo público legitimado).
Pois bem, após uma dessas batalhas, ganha pelo 1º Rei de Portugal, o seu corneteiro lá tocou para dar "início ao saque" a que as tropas tinham direito e que só terminaria quando o mesmo corneteiro desse o toque para pôr “fim ao saque”.
Mas, fruto de alguma maleita ou ferimento, o dito corneteiro finou-se, antes de conseguir tocar o "fim ao saque".
E, até hoje, ninguém voltou a tocar, anunciando o fim do saque.
Afinal a culpa é mesmo do corneteiro!...
Não haverá por aí alguém que conheça o toque ?

sexta-feira, janeiro 24, 2014

Trocadilho bem a propósito...


Nosso comentário:




A propósito dos graves acontecimentos em curso na Síria, na Ucrânia, em tantos lugares do mundo com situações bem complexas...
Esta história não deixa de constituir um excelente trocadilho para essas encrencadas situações a merecerem solução e sem solução à vista.
Claro que também podemos incluir o que se passa em Portugal, na Europa do desacerto, da ausência de rumo, da falta de solidariedade.
Deixo o trocadilho aos estimados leitores, para um ligeiro e simples exercício pessoal neste início de fim de semana que está à porta.
É um exercício ligeiro este que vos deixo, porque problemas pessoais e arautos de mentiras eufóricas e falsas artimanhas eleitoralistas a chagarem-nos o dia a dia, já temos de sobra.


Fiquem bem, 

António Esperança Pereira


História de quatro pessoas:


Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um, Ninguém...



Havia um importante trabalho a ser feito e Todo o Mundo tinha a certeza que Alguém o faria. 
Qualquer Um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez. 
Alguém zangou-se porque era um trabalho de Todo o Mundo. 
Todo o Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo o Mundo deixasse de fazê-lo. 
No fim, Todo o Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.

segunda-feira, dezembro 16, 2013

Portuenses dão a carne, ficam com as tripas!


Nosso comentário:

É viver e aprender. 
Para os leitores que não conhecem a origem da palavra "TRIPEIRO", designação pela qual são conhecidas as gentes da cidade da Cidade do Porto, aqui fica a pequena história que disso nos dá conta.
Oxalá apreciem a leitura da mesma pois reúne bons motivos para que os habitantes da INVICTA CIDADE DO PORTO (como também é conhecida)  se sintam orgulhosos.
Eles e e nós, que nela não habitamos.
Uma história plena de portuguesismo que ora, em tempos de dominação estrangeira, tanto nos falta.
Partilho, pois, a explicação da palavra TRIPEIRO, aliás bem curiosa, que remonta aos tempos do Infante D. Henrique e à conquista de Ceuta (cidade do norte de África)

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


LENDA DOS TRIPEIROS



No ano de 1415, construíam-se nas margens do Douro as Naus e os Barcos que levariam os Portugueses, nesse ano à conquista de Ceuta. 
A construção das Naus e Barcos estava a ser feita em segredo. Ninguém sabia qual era o destino daquelas Naus. 
Certo dia o Infante D. Henrique apareceu de surpresa no Porto para ver o andamento dos trabalhos. 
O Infante pede então ao Mestre Vaz, encarregado da construção das naus, e aos seus homens que trabalhassem com mais afinco e dedicação. 
O Mestre concordou e prometeu ao Infante que como prova de sacrifício e amor a Portugal, abastecer os Barcos com toda a carne que havia na cidade, para alimentar os marinheiros. 
Entretanto, os Portuenses comeriam só as tripas que haviam sobrado. Assim ficaram a ser conhecidos por tripeiros. 
Foi um sacrifício invulgar que ficou registado na História de Portugal. Do Porto saíram 20 Naus e 7 Galés rumo a Ceuta.

segunda-feira, abril 29, 2013

Regresso impossível a tempos de antes...


Nosso comentário:


Sem dúvida alguma que os tempos mudam. Os efeitos dessa mudança refletem-se em tudo. Nas pessoas, nos seus hábitos e costumes, na paisagem, nos utensílios, na moldura do horizonte que nos cerca.
Assim, quer olhando a história de um passado longínquo, quer a história mais próxima e recente vivida e presenciada por cada um de nós, somos levados a concluir que há caminho, que há evolução, progresso, mudança, nunca  nada num dado presente, fica como dantes.
Daí ser exagerado falarmos em retrocesso, numa espécie de regresso ao passado, quando analisamos com preocupação séria o que se está a passar no nosso país.
Nunca ninguém nem coisa alguma regressou alguma vez ao passado.
Daí que podemos estar descansados com a certeza que a história nos dá de que nada voltará a ser o que era dantes.
Salazar não voltará. Os ditadores idos, as guerras idas, os massacres e execuções perpetradas  por loucos de antanho não regressarão jamais.
Daí que, a haver regressão, nunca ela será capaz de nos levar ao passado.
Pode sim a loucura de algum ou alguns, levar-nos a situações semelhantes, aparentadas com outras que se viveram, perderem-se avanços sociais, políticos, económicos, jurídicos, etc. por apagão dos mesmos, podem até tentar fazer o mesmo que outros fizeram.
Mas uma coisa nos pode descansar: o tempo (neste conceito) anda para a frente, e, pará-lo ou fazê-lo andar para trás, é impossível.
Logo, podemos ter líderes maus, péssimos, uma crise assustadora, um mundo que nos parece à beira da catástrofe, mas... 
sempre ouve épocas assim, turbulentas, difíceis, quezilentas, gente mais capaz e gente menos capaz, homens sãos e homens loucos e não foi por causa disso que a corrente inexorável do tempo deixou de continuar o seu caminho.
Desenganem-se pois os que cuidam que é possível levar-nos do séc. XXI outra vez ao séc. XX.
Não vão conseguir, nem com artes de "magia branca" nem com artes de "magia negra".
Apesar do romantismo da historia que deixo abaixo, ela é o exemplo perfeito e simples do que acabo de dizer-vos


Fiquem bem, António Esperança Pereira








CACILHAS

Origem do nome

Em tempos longínquos, em que não havia pontes entre Lisboa e Cacilhas, o barco era a única maneira de atravessar o rio Tejo.
A origem do nome Cacilhas lembra essas alturas em que, quando as pessoas saíam do barco, tinham Burros à espera de passageiros para darem umas voltas por Almada.
Quando se preparava o burro para um novo passeio, o dono dizia "Dá cá cilhas", e assim nasceu,

CACILHAS.

Desde o final do séc.XIX até ao princípio dos anos 30 do séc.XX, as burricadas eram um grande atrativo turistico!
Os Lisboetas, aproveitavam o facto de o comércio estar aberto ao domingo em Cacilhas, para se deliciarem com um passeio de barco e almoçarem marisco ou peixe nas tascas ribeirinhas.

terça-feira, abril 23, 2013

Alma Lusa, doa a quem doer, é Património Mundial.


Nosso comentário:


Somos neste momento um povo ofendido, traído mesmo por uma Europa (parte dela) a quem nos demos de corpo e alma, como até então nos tínhamos dado ao mundo.
Pareceu-me bem aderirmos ao projeto europeu quando na altura foi tomada tal opção. 
Portugal terminava um ciclo histórico, o fim de um império que só a caturrice de um ditador, Salazar, teimava em manter e prolongar a ferro e fogo, contra a vontade do seu povo.
Daí que, findo o "ciclo além-mar" das potências colonizadoras europeias, terminada a sangrenta 2,ª Guerra Mundial, fazia todo o sentido uma União Europeia.
Portugal teve então gente à altura, tal como os outros países aderentes, para tomar a decisão certa.
Povo fixe, o povo português, mais uma vez provou ser capaz de ombrear com suas responsabilidades, logo se dispondo a colaborar e participar em tudo o que fosse "construção europeia".
Mas para não falar de política, disso todos sabemos um pouco sobre o que se tem passado desde então, prefiro sublinhar um facto paradigmático da adesão, bizarro até, mas que simboliza bem o querer, o espírito fixe, a entrega de corpo e alma a uma causa, deste "nobre povo, nação valente e imortal" como reza o seu Hino Nacional.
Trata-se de um facto simples, simbólico, que até pode ter passado despercebido a muitos, tal a sua singeleza:  tem que ver com as matrículas dos automóveis dos portugueses. 
Lembram-se? 
Mal a "Europa" indicou novas matrículas para os automóveis, ainda países fundadores da CEE (tipo Bélgica, Holanda, França...) andavam com suas matrículas anteriores à adesão, já Portugal, um recém aderente, exibia ufano as matrículas europeias. As tais matrículas, diferentes das anteriores, que viriam gradualmente a ser adotadas por todos os países integrantes da União Europeia.
Só que os outros países foram bem menos lestos a mudar suas matrículas. Mesmo hoje, volvidas dezenas de anos sobre a adesão, ainda circulam com veículos de matrículas nacionais, anteriores a essa adesão...
Pois!
Portugueses bons alunos, bem mandados, cordatos, colaborantes, brandos costumes, etc. etc.
Vale-nos a pena?
Caro leitor, esteja onde estiver, veja um filmezinho que nos foi remetido via e-mail, sobre algum passado de Portugal, que, ao contrário do que muitos "povos convencidos" fazem crer, e apesar da sua humildade inata, Portugal não é um povo qualquer. 
Portugal é mais que um povo, 
Portugal é, 
"Património Mundial". 


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Herança Portuguesa
  "Portugal construiu cerca de 800 fortalezas e fortins fora da sua casa mãe, criando o Mundo Luso, seu Protectorado.  
Vejam estas fotos e desistam de considerar Portugal apenas um cantinho à beira da Europa.  
Nunca o foi !  
A ALMA PORTUGUESA É TÃO GRANDE QUE NÃO CABE NA EUROPA ! Transborda e abraça todo o planeta.”"
AMIGOS: HONREMOS OS NOSSOS ANTEPASSADOS PARA QUE ELES NÃO TENHAM VERGONHA DE NÓS.

domingo, março 31, 2013

O rei que opta pelo conselho de um burro


Nosso comentário:


Em tempo de Páscoa do ano de 2013, contar uma história de reis em Portugal, parece no mínimo desfasado da realidade, algo insólito mesmo.
Todavia, lendo a história que publico abaixo, que mete um rei, um camponês e um burro, entender-se-há porque não será assim tão desfasado da realidade de hoje contar a dita.
Efetivamente a época de reis e de rainhas neste país já se foi, como sabem terminou com a Instauração da República em 5 de Outubro do ano de 1910.
Vai portanto para um século e mais uns trocos, contando o tempo desde então até ao dia em que nos situamos, Domingo de Páscoa de 2013.
Mas, em boa verdade se diga que, se terminaram  em 1910 dinastias de reis e de rainhas neste país, não terminaram elevadas quantidades de camponeses e de burros.
Pelo que, para que a história possa ser considerada atual, basta mudar o nome à Majestade real e chamar-lhe outra coisa qualquer que tenha hoje funções idênticas. 
Lida a história, logo nos assalta uma conclusão óbvia: 
Mal vai o país que tem um rei, ou alta personalidade semelhante, que acredita em burros para terem os mais elevados cargos na condução das decisões importantes desse mesmo país.
Muitas outras conclusões poderão todavia ser tiradas pelos leitores, dependendo da imaginação e crença pessoal de cada um...


PS. Eis a história, que aconselho a ler, com um obrigado sincero a quem desde a Cidade Invicta teve a amabilidade de no-la enviar. 



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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O rei que queria pescar


Era uma vez um rei que queria ir pescar.
Ele chamou o seu meteorologista e pediu-lhe a previsão do estado do
tempo para as próximas horas.
Este assegurou-lhe que não iria chover.
Como a noiva do monarca vivia perto de onde ele iria, ele colocou o
seu fato mais elegante.
No caminho, ele encontrou um camponês montando seu burro que viu o rei e disse:
- "Majestade, é melhor regressar ao palácio porque que vai chover muito."
É claro que o rei ficou pensativo:
- "Eu tenho um meteorologista muito bem pago que me disse o contrário.
Vou seguir em frente."
E assim fez ... e, claro, choveu torrencialmente.
O rei ficou encharcado e a namorada riu-se dele ao vê-lo naquele estado.
Furioso voltou para o palácio e despediu o seu empregado.
Ele convocou o camponês e ofereceu-lhe o trabalho de meteorologista,
mas este disse-lhe:
- "Senhor, eu não entendo nada disso, mas se as orelhas do meu burro
estão caídas, significa que vai chover."
O rei contratou o burro.
Assim começou o costume de contratar burros que desde então têm as
posições mais bem pagas no governo…

sexta-feira, março 29, 2013

Um homem tinha quatro filhos, e cada um...


Nosso comentário


Aqui está uma história simples mas cheia de significado nos tempos que correm: 
AS ESTAÇÕES.
Por isso, por esse simbolismo actual,  a publico e levo ao conhecimento dos estimados leitores.
O meu obrigado a quem ma enviou.
É bem verdade que julgar é fácil, criticar, condenar, emitir juízos de valor, mais difícil é perceber a essência das coisas, dos actos, das reacções, das opções, das decisões, das contradições, da realidade que nos cerca na sua globalidade.
E fazemos esses julgamentos quase sempre com um referencial menor. Tendo poucos dados entre mãos. Reagimos consoante montagens hábeis, ardilosas, inteligentes que a nossa mente elaborou ao longo dos tempos.
E zás, é assim porque é assim e pronto! apontamos o dedo com toda a prontidão e ligeireza.
A maior parte das vezes não o fazemos por mal, apenas o fazemos pela ausência de uma maior consciência sobre as afirmações e conceitos que emitimos.
Derruba-se uma árvore num instante, são precisos anos e anos para a ver crescida, robusta, forte.
Claro que o ser humano tem essa capacidade única de emitir opiniões na hora, tem um computador fantástico que lhe permite maldizer a chuva copiosa que cai, o sol ardente que lhe fustiga a pele, a maldição que é a fila de tráfego em que está metido.
E zás, é assim porque é assim e pronto! 
Há que juntar alguma ponderação à velocidade e precipitação do pensamento; observar o maior número de componentes do processo em que estamos envolvidos, para sermos capazes de formular juízos mais abrangentes e menos sectários.


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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PS: Leiam a história...



AS ESTAÇÕES


Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as pessoas e as coisas de modo apressado.
Então, mandou cada um viajar para observarem uma pereira que estava plantada num lugar distante.
O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão e o quarto no Outono.
O primeiro quando regressou disse que a árvore era feia.
O segundo disse que a árvore estava coberta de botões verdes, cheia de promessas.
O terceiro disse que a árvore estava cheia de flores lindas e com um cheiro doce.
O quarto discordou de todos, disse que a árvore estava carregada e arqueada de frutas, vida, promessas.
O Pai então disse que todos estavam certos, pois tinham visto apenas uma estação de vida da árvore, e continuou dizendo que não se pode julgar uma árvore ou uma pessoa por apenas uma estação.
A essência do que cada um é só pode ser avaliada quando todas as estações estiverem completas...
Se desistir no INVERNO perde a promessa da PRIMAVERA, a beleza do Verão a expectativa do OUTONO...
A "dor" de uma estação não pode destruir a Alegria das outras.
Não julguemos a vida apenas por uma estação difícil.
(Numa época em que vivemos preocupados com uma situação social, política, económica deveras preocupante, por instantes meditemos nesta história simples e profunda simultâneamente.

sexta-feira, janeiro 25, 2013

O "corvo e o jarro", com Obama em destaque.


Nosso comentário:


Aí está mais uma história bem engraçada, que tem tudo a ver com os tempos difíceis que se vivem.
Em boa hora a mesma me foi enviada, pelo que nem hesito em divulgá-la aqui no blogue, aproveitando para prestar meus sentidos agradecimentos a quem ma enviou. 
Na verdade trata-se de um corvo, o da história, que teve que se desenrascar sozinho perante um problema candente e que parecia irresolúvel e de consequências vitais para o próprio.
Assim estamos nós, muitos a terem mesmo de buscar a sorte noutras paragens, para resolverem seu problema de sobrevivência, outros a multiplicarem-se em contas para esticarem seu magro pecúlio, à medida que mais austeridade lhes pedem para cobrar os juros da dívida e a própria dívida.
Isto num país que está em recessão e nada é feito para dar à manivela da Economia e po-la a funcionar.
Um poço sem fundo de desembolso do cidadão que não tem culpa nenhuma.
Ontem os governantes cantaram vitória com uma suposta ida aos mercados. Bom parece que o mérito, isto a haver algum mérito, nada tem a ver com eles, pois para isto acontecer tiveram de violar direitos adquiridos,  assaltar carteiras de velhinhos com descontos chorudos de longa duração para o Estado, contar também com as costas quentes do BCE (Banco Central Europeu) entre outras ajudas (como por exemplo a de 4 bancos metidos na operação)
Verdade verdadinha tudo continua pior do que estava e o país no lixo como o puseram.
Só querem convencer-nos de que estão no bom caminho porque se as pessoas acreditarem nisso, eles não serão apeados do poder tão cedo quanto merecem.
Fica a história do corvo que, no fim de contas, caso o discurso de tomada de posse de Obama não seja ouvido pela governação deste país, esse corvo simboliza o retrocesso de décadas, "o desenrasca-te como e se puderes".
Poderá esse corvo ser futuramente todo e cada um de nós.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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O CORVO E O JARRO


Um corvo estava com tanta sede que mal tinha forças para voar.
Encontrou um jarro de água fresca. 
Ao aproximar-se o corvo, viu que a água que estava no jarro era muito pouca, só um fundinho...
Ora o seu bico era curto demais para conseguir beber a água.
O corvo ficou desesperado. 
Pensou até em tombar o jarro para que a água saísse...mas era tão pouca que ele ficou com medo de desperdiçá-la. 
Então teve uma ideia:
-Com as forças que lhe restavam recolheu várias pedrinhas e foi pondo-as cuidadosamente no jarro uma a uma.
Quanto mais pedras punha lá dentro, mais o nível da água subia, até chegar à boca do jarro. 
O corvo pode finalmentematar a sede...
Moral da História: 
-A Necessidade é a mãe da Criatividade!!!

sábado, janeiro 12, 2013

Só o tempo é capaz de entender o amor...


Nosso comentário:


Mais um contributo de um leitor do blogue. Desta feita foi-me enviada uma história que, como todas as histórias, começa por ERA UMA VEZ...
História que vale a pena ler pois faz todo o sentido num tempo em que de pouco parece servir ser-se pessoa, muito menos ser-se uma pessoa com alguma idade.
Não vou falar outra vez nos direitos dos reformados que, como se sabe, entregaram ao Estado uma enorme quantidade de dinheiro durante toda a sua vida de trabalho, para terem direito a uma "mesada" digna, calculada pelos peritos para o efeito. Que depois a vêem extorquida por esse mesmo Estado assim sem mais nem menos, tendo-lhes ficado com o dinheiro.
Que fez o Estado ao dinheiro? 
Bom, em vez de honrar os compromissos assumidos com os fiéis depositantes e pagantes de uma vida, os então trabalhadores...gastou-o, deu-o aos bancos para se aguentarem de pé, em suma fez com ele tudo aquilo em que o leitor está seguramente a pensar.
É triste, desumano, escandaloso, mas é verdade.
Mas...
leiam a história que me foi enviada, bem bonita por sinal. 
Os meus sentidos agradecimentos a quem ma enviou.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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A ILHA DOS SENTIMENTOS



Era uma vez uma Ilha onde moravam todos os sentimentos: a ALEGRIA, o AMOR, a SABEDORIA, a TRISTEZA e todos os outros Sentimentos.
Um dia avisaram os moradores da Ilha que ela se iria afundar.Todos os moradores se apressaram a sair.
Pegaram nos seus barcos e partiram rapidamente. Só o Amor ficou pois queria estar mais um bocadinho
com a Ilha. Quando, por fim, estava quase a afogar-se, o Amor começou a pedir ajuda....
Passou a Riqueza num lindo barco, e o Amor disse:
-Riqueza leva-me contigo!

 

-Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para ti.
Entretanto veio a Vaidade.
-Vaidade por favor ajuda-me!
-Não posso Amor, está todo molhado e estragava o meu barco.
Então o Amor pediu ajuda à Tristeza:
-Tristeza leva-me contigo, por favor!
-Ah! Amor estou tão triste, que prefiro ir sózinha.
Também passou a Alegria, mas ia tão contente que nem ouviu o Amor.
Já desesperado o Amor começou a chorar. Então ouviu uma voz chamar:
-Vem Amor, eu levo-te.
Era um velhinho...o Amor ficou tão feliz que se esqueceu de perguntar o nome do Velhinho. 
Ao chegar ao outro lado perguntou à Sabedoria:
-Sabedoria quem era aquele Velhinho que me trouxe até aqui?
A Sabedoria respondeu:
-Era o TEMPO!!!

-O TEMPO? mas porquê só o Tempo me trouxe???
-Porque só o tempo é capaz de entender o "AMOR"!!!!

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...