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terça-feira, fevereiro 09, 2021

Mais confinamento precisa-se.


 

Especialistas foram unânimes na reunião no Infarmed desta terça-feira ao reconhecer a necessidade de prolongar o confinamento. Dois meses será o tempo previsto para atingir níveis mais baixos de infeções e de internamentos em cuidados intensivos. Mas será preciso também o reforço da testagem. António Costa e Marta Temido já confirmaram que será esse o plano do Governo - após críticas e avisos sobre a gestão da pandemia

Foi uma reunião à distância, por videoconferência, mas talvez nunca os políticos e os peritos estiveram tão próximos na visão sobre a pandemia. Se em dezembro o Governo ignorou os alertas dos especialistas em saúde pública – que receavam o início de uma terceira vaga – e optou por aliviar as restrições no Natal, desta vez o Executivo de António Costa parece seguir à risca os conselhos dos especialistas.

Vários foram os alertas ouvidos à distância pelo primeiro-ministro (só a ministra da Saúde esteve presente na sede do Infarmed): o primeiro é que será necessário prolongar o confinamento durante dois meses para atingir níveis mais baixos de infeções e de internamentos em cuidados intensivos. Quem o disse foi Baltazar Nunes, responsável pela Unidade de Investigação Epidemiológica do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA).

Apesar de o pico de infeções já ter sido atingido a 29 de janeiro é preciso controlar a pandemia e aliviar a pressão sobre o SNS. Nesta altura, o índice de transmissibilidade (Rt) situa-se abaixo de 1 em todo o país, exceto na Madeira (1,13), o que indica uma trajetória decrescente. Mas é necessário manter o quadro de restrições durante pelo menos mais seis semanas.

"Precisamos de manter estas medidas por um período de dois meses para trazer o número de camas em cuidados intensivos abaixo dos 200 e a incidência a 14 dias abaixo dos 60 casos por 100 mil habitantes", defendeu Baltazar Nunes.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

domingo, novembro 15, 2020

Portugal recolhido este fim de semana

Nota do autor do blog:

As coisas estão feias, que é o mesmo que dizer "a pandemia está aí para durar". Vemo-nos confrontados com uma segunda vaga que parece não querer ficar atrás da primeira em matéria de gravidade; as soluções eficazes são poucas. O confinamento, a perda de liberdades, o cansaço, etc. levam ao desespero Todos temos razão quando nos queixamos, mas em boa verdade se diga que o culpado desta feita é um ser invisível que tarda em debandar. Essa invisibilidade do inimigo agrava a luta global. E, sem uma vacina e/ou um tratamento eficaz, resta continuar a luta desigual, que é de todos, e manter a esperança que o novo dia pós-pandemia chegará!!!

Transcrevo abaixo uma notícia atual sobre a pandemia.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

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Portugal recolheu durante o fim de semana e as principais cidades do País ficaram praticamente vazias. A partir das 13h00, as ruas habituadas ao movimento e à agitação ficaram desertas, sombrias e despidas de pessoas. Mesmo assim, muitos foram os que estiveram fora de casa, a trabalhar. Num momento tão difícil e importante para todos, alguns profissionais da SIC registaram e partilharam imagens do primeiro fim de semana de recolhimento: a trabalhar na redação ou em teletrabalho, ou simplesmente a ocupar o tempo de variadas formas.

Logo durante as primeiras horas de confinamento, as cidades ficaram praticamente vazias. Lisboa foi uma delas. Quem ainda circulava a pé levava normalmente o passo apressado. No domingo, o cenário voltou a repetir-se.

Portugal com mais 76 mortes e 6.035 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas

A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou no boletim diário deste domingo que há mais 76 mortes e 6.035 novos casos de Covid-19 em Portugal.

Nas últimas 24 horas estão mais 2 doentes internados nas Unidades de Cuidados Intensivos, totalizando 415. Em relação aos internamentos em enfermaria estão 2.929 pessoas internadas, mais 131 do que no sábado.

A DGS revela que estão ativos 88.854 casos de infeção, mais 3.410 do que no sábado. Foram dados como recuperadas mais 2.549 pessoas, totalizando 125.066 desde o início da pandemia.

As autoridades de saúde têm agora sob vigilância 94.604 pessoas, mais 2.668 nas últimas 24 horas.

Veja também:

sábado, maio 30, 2020

Animais ajudam, até na pandemia.


                   Marta Mixão Animais de companhia ajudam a superar confinamento

Animais de companhia têm ajudado alguns detentores a superar o confinamento. 
A maioria dos espanhóis (74%) que convivem com um animal de companhia asseguram que os animais têm sido uma ajuda durante este período de isolamento social, segundo um novo estudo da Fundação Affinity, elaborado em parceria com a Cátedra de Animais e Saúde da Fundação Affinity, do Departamento de Psiquiatria da Universidade Autónoma de Barcelona.
O estudo analisou os efeitos do confinamento no vínculo das pessoas e dos seus animais de companha e, em Espanha, metade dos lares convivem com um ou mais animais de companhia, que têm sido um grande apoio para as famílias.
Tanto tempo passado em casa reforça os laços entre os tutores e os seus animais, sendo que 36% dos espanhóis assumiram que este convívio contribuiu de uma forma positiva para o vínculo, reforçando-o.
Para 44% dos inquiridos, o seu animal de companhia teve um papel muito importante, ajudando a ultrapassar os momentos mais difíceis durante este período.
Fiquem bem, sigam as regras da Direção-Geral de Saúde

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...