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segunda-feira, setembro 24, 2012

Governo não está a contar a história toda...

Nosso comentário:


Entrámos em tempo de recuos e avanços por parte do governo. A coisa está preta, os esforços de resistência calada e sofrimento surdo das famílias portuguesas parecem ter chegado aos limites do razoável. Daí que, apesar de assistirmos a um recuo do governo em matéria de TSU (Taxa Social Única) a tal que diziam os especialistas, transferia diretamente dinheiro dos trabalhadores para as empresas...
na verdade e para que o défice de cerca de 5 pontos percentuais seja atingido nem me passa pela cabeça que estrondosas medidas adicionais aí virão ainda este ano de 2012. Quanto mais o que será o orçamento de Portugal para 2013... nem é bom pensar!!!
O primeiro ministro e os parceiros sociais andam neste momento em que escrevo estas palavras a trabalhar as medidas, a cozinhá-las, o que parece é que, sejam elas quais forem, dificilmente será estancado o grito da população que a partir de 15 de Setembro não mais deixou de se ouvir com veemência e repúdio pelo que está a acontecer a este país.
Deixo como complemento deste comentário, um testemunho de um contato do facebook bem interessante, endereçando para um link de uma antiga ministra do Emprego e Segurança Social, Maria João Rodrigues.
Também um alerta que recebemos via email para um problema de burlões.
 
 
 
Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
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24 de Setembro de 2012
O Governo não estará a contar a história toda... País não está a aproveitar a recetividade da UE para trabalhar já numa agenda de crescimento.

Há um problema específico português, que é o da competitividade baixa que tem a ver não com o nível dos salários, que é claramente baixo face à média europeia.
Tem a ver com a debilidade dos fatores ex-custo, ou seja, qualificação dos empresários e dos trabalhadores, capacidade de inovação geral do país.

No entanto, este problema surge associado a um excesso de endividamento, sobretudo privado, que ocorreu, alimentado o endividamento externo do país, e depois endividamento público que foi realizado, sobretudo, para fazer face à crise financeira de 2008.

http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO060399.html?page=0


Bruxelas não recebe toda a verdade
www.dinheirovivo.pt

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Muito Importante
Um grupo de burlões assaltam as casas, sobre o pretexto de serem avaliadores oficiais (para o cálculo do novo valor do IMI)!
Já anda um "grupo" organizado a fazer passar-se por fiscais das finanças, com o pretexto de avaliar o imóvel... Tudo isso não passa de mais um expediente para entrarem nas nossas casas. Têm parte da nossa informação - nºs de telefone, morada (como é óbvio)...

Para todos os imóveis que sejam alvo de avaliação (caso seja necessária alguma verificação no local), o contribuinte será notificado, por escrito, pela Autoridade Tributária e Aduaneira (ATA), com dia e hora marcadas.

Penso que é de estar alerta e divulgar este aviso pelo maior número de pessoas, evitando mais falcatruas, como as que já estão a acontecer na zona de Lisboa.

quinta-feira, setembro 20, 2012

Portugal quem te viu e quem te vê...

Nosso comentário:


Portugal quem te viu e quem te vê...
A esperança que nasceu, cresceu, floriu, com a liberdade, paz, democracia, progresso, trazidos com o 25 de Abril de 1974.
Para quem se não lembra, terminavam então as guerras do ultramar (ex-colónias) que consumiam tempo, dinheiro e vidas de jovens na flor da idade, a este país então sem qualquer futuro, completamente isolado do mundo. Era um mundo de blocos na altura: o BLOCO SOVIÉTICO COMUNISTA (LESTE) liderado pela então União Soviética e o CHAMADO MUNDO LIVRE CAPITALISTA (OCIDENTE) liderado pelos Estados Unidos da América.
Nenhum deles apoiava a política portuguesa da altura, conduzida por Salazar, depois Caetano.
Aos portugueses de então restava emigrar, partir, porque o seu país definhava com índices de desenvolvimento terceiro-mundistas. Não havia trabalho, poucos eram os que tiravam um curso superior.
A esperança desse tempo, que carregava as desgraças de uma longa ditadura, viravam-se, com a revolução dos cravos, para o continente europeu.
Era como que um sonho que parecia poder tornar-se realidade. Era a saída de um Portugal arcaico, triste, pobre, oprimido para um núcleo de países livres, democráticos, desenvolvidos, com um sonho: O SONHO EUROPEU.
Vi cairem as fronteiras com Espanha, até então intransponíveis, vi acabarem os problemas das viagens inter países europeus, com câmbios e mais câmbios de moedas. Surgiu o Euro.
Vi um Portugal tornar-se irreconhecível para melhor da noite para o dia nesse tempo.
Vejo aqui e agora um Portugal tornar-se irreconhecível para pior do dia para a noite.
Uma Europa sem soluções solidárias, uma Europa que parece apostada em cobrar juros a quem se quiser manter nela.
Fortes e fracos, vencedores e vencidos, patrões e escravos. Fausto e fome lado a lado.
Uns europeus de 1.ª, outros de 2.ª, outros de 3.ª e assim por diante.
EUROPEU? 
Neste momento, espelho disso o meu país, é difícil sentir-se a Europa que já senti. Que pus inclusivé em verso algumas vezes. Essa Europa que nasceu qual sonho de paz, liberdade, democracia, solidariedade, prosperidade.
Oxalá tanto estrago, tanta cegueira de hegemonia, seja brevemente rompida, se possa ainda recuperar a noite escura que passamos.
 
 
PS. Como complemento ao nosso comentário, fiquem com uma notícia de "Negócios on line" sobre os efeitos das últimas medidas de austeridade em Portugal.


 
Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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A nova vaga de austeridade anunciada por Passos Coelho e Vítor Gaspar teve efeitos praticamente imediatos no sector imobiliário e no sector automóvel. No primeiro, a venda de casas caiu 50%; no segundo, vários negócios ficaram pelo caminho.
As mexidas na Taxa Social Única, que vão aumentar a contribuição dos trabalhadores, deixaram os portugueses sem saber quanto vão receber no final do mês. E isso foi o suficiente para que a procura de casas tenha caído 50%, explica o presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), Luís Lima, à TSF: “a nível de interessados tivemos uma quebra de 50%”.

Luís Lima conta que sentiu uma quebra na procura de casas e que mandou fazer um estudo junto de uma amostra representativa do mercado nacional, que confirmou a quebra de 50% na procura. O presidente da APEMIP disse à TSF que não se lembra de uma semana tão “negra”. Com as dúvidas relativamente aos salários, vários contratos que estavam apenas à espera da assinatura do cliente ficaram sem efeito.

No sector automóvel, a taxa, anunciada de forma vaga, pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar, sobre os contribuintes com veículos de alta cilindrada, também contribuiu para cancelar vários negócios. “Logo nesse dia existiram clientes com negócios para fechar que recuaram e disseram às empresas que tinham de esperar até que existisse um esclarecimento”, adiantou à TSF Hélder Pedro, secretário-geral da Associação de Comércio Automóvel de Portugal.

Hélder Pedro criticou o facto de não se ter explicado melhor a medida, que já começou a prejudicar a venda de carros de luxo. Desde Janeiro até Agosto, a venda de automóveis em Portugal registava uma quebra de 40,4% relativamente ao mesmo período de 2011. Passos Coelho sustentou, na entrevista que deu à RTP na passado semana, que a quebra na compra de automóveis explica metade da verba de receitas fiscais que não entrou nos cofres do Estado – e que estava previsto que entrasse.

sábado, setembro 15, 2012

Povo Unido, a esperança renasce nas ruas do País...



Hoje: Cidade do Porto
 
Nota do autor do blog/site:
 
 
Só meia dúzia de palavras em cima do acontecimento, logo um tanto atabalhoadas, sobre o que hoje me foi dado ver na maior manifestação que presenciei "in loco" em Lisboa nos últimos tempos.
É sabido pelos midia, que o mesmo grito, para além de Lisboa, em que participei, foi gritado em uníssono pelos portugueses em cerca de 40 cidades importantes do país.
Fantástico!
Fixei o seguinte: gente de todas as idades unidas, gritando PORTUGAL PORTUGAL, cantando o hino português. Todos juntos, crianças, jovens menos jovens, mais velhos, era mesmo o meu país que ali ia.
Emocionei-me. Portugal está vivo.
Da cidade do Funchal ao contrário do que vem sendo hábito gritava-se Portugal Portugal. Emocionei-me.
Passos Coelho tem dividido todos. Tem afundado esperanças. Tem mostrado que merece esta revolta global.
Apesar disso, dos ataques sistemáticos a tudo o que é esperança, constato felizmente, que Portugal ainda está a tempo, está vivo do Minho ao Algarve, da Madeira aos Açores. Tem auto-estima, não perdeu o brio, a vontade de ser melhor e maior.
Vozes entrevistadas de gente do meu país mostravam com personalidade, sentido de SER, patriotismo, o que lhes vem sendo negado pela governação.
Pedem trabalho, futuro para os seus filhos, que emigrar não seja um destino para os jovens, que a morte lenta e sem esperança não seja o destino trágico para um Portugal atual sem rumo.
Dizem em uníssono: BASTA!
Basta sermos tratados como "banco de ensaio de financistas", de incompetentes, nacionais ou estrangeiros, as nossas vidas não aguentam mais tantos maus tratos.
Os PORTUGUESES hoje disseram isso a quem nos governa.
BASTA!
Por isso mesmo é a esperança que hoje vejo renascida, é a alma lusa que quer novamente dizer ao mundo que tem chama, é todo um POVO QUE FOI GRANDE, que é GRANDE, se o deixarem, que grita a plenos pulmões que...
UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO.
Fora com os andeiros, os traidores, os vendidos, que este país veja instaurado um rumo próprio, digno, um RUMO COM PERFIL PORTUGUÊS, onde todos, sem exceção, tenham o lugar a que têm pleno direito.
 
Hoje: cidade de Lisboa
 
 
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Fiquem bem, António Esperança Pereira


 

sexta-feira, setembro 14, 2012

Antes pastores da Lusitânia que vítimas desta tirania

Nosso comentário: 
 
 
É um acontecimento marcante deste fim de semana.
Esta manifestação poderá refletir um pouco o descontentamento, a revolta geral, a raiva, que os portugueses sentem. É apenas um dos eventos que irão marcar os próximos tempos da nossa democracia, que se adivinham conturbados.
Somos governados por alguém que vive sem contato com o povo. Os entendidos dizem mesmo, por alguém impreparado para governar.
É verdade, vêem-no os olhos das nossas caras, que sempre que um qualquer ministro, outro membro do executivo se mostra, é sistematicamente recebido com vaias.
Como podemos dizer que está tudo bem?
De todos os quadrantes, da direita à esquerda, numa quase unanimidade, as reações às últimas medidas de austeridade, um sufoco completo da economia de Portugal, condenaram o 1.º ministro e o governo.
Todos começamos a pensar, mesmo os apoiantes do atual governo, que vamos de pior a pior com tal orientação Passos Troikista.
Logo, se vamos de pior em pior, e todos temos sobejas provas disso: roubos, desemprego, desvio de dinheiros dos trabalhadores para o grande capital, empobrecimento generalizado, ausência de esperança, falta de rumo, o que esperamos?
Um 1.º ministro que não tem uma palavra para os desempregados, para os reformados e pensionistas... para os trabalhadores que vêem reduzidos os salários, para os jovens a quem aconselha a emigração...(!!!???)
Alguém de boa fé acredita que esta receita nos leva a algum lado? eles próprios dizem que têm dúvidas...
Cortes cortes cortes, medidas suplementares a tornar infernais as terríficas medidas já anunciadas.
E mesmo com tais medidas infernais têm a lata de dizer que não sabem se resulta, que não podem dar esperança, prometer nada...(???!!!)
Meus senhores... como li nas palavras de alguém que escreve e bem, ANTES PASTORES DA LUSITÂNIA QUE VÍTIMAS DESTA TIRANIA.
Deixo-vos o brilhante poema desse alguém que escreve e bem...:
 
ANTES PASTORES DA LUSITÂNIA
QUE VITIMAS DESTA TIRANIA!!!
*
havia uma muralha de silêncio
e um bafo quente no ar
quando a força de polícia veio
nenhuma palavra em vão
ou movimento fuga de criança
apenas todas as mãos
numa maré viva de esperança
criaram elos de corrente
os olhos fecharam-se abismos
de estrelas a cintilarem
apertados corpos nos sorrisos
a encherem o espaço
a vida que queremos para nós
*
como água de cheia covulsiva
ocupando cada centímetro
não havia lugar a movimento
becos ruas avenidas
pisados por vitimas do terror
inundados de maresia
fogo mar ventos de montanha
que uma força conduzia
era a alma Portuguesa à solta
a dizer não à ditadura
a libertar amor face à tortura
da dignidade humilhada
dia a dia por criminosa valia
*
e logo ali se deu a comunhão
unida a força armada
à Nação que a ideia libertava
era a Lusitânia a renascer
sitiando no covil a fera edace
só então o som da alma
rompeu medos sob esperança
a ecoar pelos ouvidos
gritando vivas à terra inteira
na livre consciência
de ser força maior que o tirano
*
autor: jrg
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Fiquem bem, António Esperança Pereira
 

quarta-feira, setembro 12, 2012

Preversidades para todos os gostos, leia aqui...

Nota do autor do blog/site: Completamente exausto por me ter sentado em frente do televisor para confirmar o que já se adivinha, mais austeridade para este país, pensei duas vezes se havia de postar hoje em meu blog ou não.
O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, anunciava hoje no Parlamento que o Governo irá ainda tomar "algumas medidas temporárias" para alcançar a meta revista do défice de 5,0 por cento para este ano, para além das medidas já anunciadas.
"Relativamente ao défice deste ano, haverá medidas de controlo da despesa pública, haverá medidas de agravamento fiscal que já foram anunciadas ontem, não haverá qualquer medida adicional para além dessas medidas, existirão algumas medidas temporárias que permitirão também reduzir o défice", afirmou o ministro das Finanças, Vítor Gaspar.
Como todos os portugueses sinto-me defraudado, enganado, roubado, triturado por uma máqina (este governo/troika) que não olha a meios para atingir fins, prenhes de preversidade e frieza maquiavélicas contra quem trabalha e quem trabalhou. Digo isto sem quaisquer pretensões "revolucionárias". Nem me sirvo de partidos de direita ou de esquerda para o dizer. O próprio Prof. Adriano Moreira, pessoa cuja inteligência sempre admirei, apesar da sua ligação ao velho regime salazarista, referia um dia destes, na sua habitual fidelidade aos princípios defendidos nas Encíclicas papais, designadamente "o papel social do Estado"....
que estamos perante um governo "liberal" que abandonou o Estado Social.
Dito isto que não me venham com as merdas do costume, que são os socialistas, os comunistas, outros "istas" da praxe, estamos é verdadeiramente perante gente que só tem o apoio de sombras e fidelidades estranhas ainda por descortinar na sua total abrangência. Fidelidades e sombras essas que estão a levar este país a um empobrecimento sem paralelo, do qual dificilmente sairá se este estado de coisas se mantiver.
Deixo-vos caros leitores e amigos com dois outros posts de contatos do Facebook. Bem interessantes!!!
 
 
Fiquem bem, António Esperança Pereira
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A última das vidas de Paulo Portas ! "..Todos...
Lara Ferraz 12 de Setembro de 2012 
A última das vidas de Paulo Portas !

"..Todos estes movimentos políticos são uma forma de Paulo Portas tentar convencer-nos de que fuma “troika”, mas não inala. O homem que enviou aos militantes do CDS uma carta onde deu a sua palavra de que impediria a imposição de mais impostos vai ter de recuar em toda a linha.

É um facto que a presença do CDS no governo não tem qualquer influência nos destinos do país. Se Portas pretende disfarçar esse facto com as suas voltas ao mundo enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros, já não consegue enganar ninguém.

A presença no governo de Pedro Passos Coelho pode vir a revelar-se a sua última vida política – que já sobreviveu a tudo, a vários escândalos, ao governo Santana Lopes, etc., etc. Mas não sobreviverá à destruição do país, ao seu empobrecimento violento (na linha das promessas de Pedro Passos Coelho há precisamente um ano), a uma implosão social que só agora está a começar.

Quando estivermos todos mortos, o défice terá um excelente desempenho. Mas, nessa altura, Paulo Portas também estará morto. E o CDS terá o destino de outros antigos partidos.".






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Alexandrina Galhardo publicou no grupo Clube dos escritores não publicados

A crise não afecta os Portugueses porque: - A...
12 de Setembro de 2012
A crise não afecta os Portugueses porque:

- A senhora do café tira duas bicas com o mesmo pó

- a cadeia alimentar de c omida muito natural passa a comprar sacos sem asas e inventa doses para dois que só têm mais massa mas o aumento do preço é como se tivessem mais camarão...

- o supermercado deixa de ter sacos para transportar congelados

- uns gajos muito espertos decidem venderem sacos isotérmicos para o pessoal levar o almoço para o emprego

- a empresa prestadora de serviços faz campanhas fabulosas para segurar os clientes e implementa a "lay-off" para manter o mesmo nível de lucros

- o gajo da tipografia come uma cor no pantone...

SOMOS o PAÍS dos DESENRASCADOS

ou seja

SOMOS o PAÍS dos TRAFULHAS... não admira que só haja RELVA para alguns e é se chover!...
www.ionline.pt

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...