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terça-feira, junho 26, 2018

EU vs NÓS


Nosso comentário:

Receio que a "folha copiada" que hoje partilho não tenha a melhor qualidade. Todavia, mesmo com qualidade visual pobre, o conteúdo da mesma animou-me a publica-la aqui.
Esse conteúdo adapta-se na perfeição aos tempos loucos que se estão vivendo no nosso país em alguns setores da nossa vida social.
Refiro-me designadamente ao mundo do futebol e da clubite, onde as manifestações negativas e adversas a tudo o que deveria ser só desporto, são por demais evidentes.
Tais manifestações a roçar o ódio, a raiva, a intolerância, só podem servir interesses perversos, de onde ressaltarão projetos pessoais duvidosos, nunca projetos coletivos, solidários, positivos.
Por isso mesmo é útil e urgente rever e confrontar as caraterísticas, por um lado, dos "EU's", e por outro dos "NÓS".
Talvez compreendamos melhor nesse confronto o que se está a passar.
Façam o favor de perder um minutinho com a folha mal copiada que partilho e meditem um pouco. Quem lucra com a violência gratuita? quem lucra com o egoísmo exacerbado? quem lucra com uma vida anti vida? Quem lucra com extremismos?
Quem?
António Esperança Pereira


quinta-feira, maio 17, 2018

Gases, como aliviar o problema?


Nosso comentário:

Após um final de semana de arrasar cuidei que finalmente esta semana traria alguma acalmia à ebulição deste país.
De uma só assentada, havia em Portugal transmissões televisivas quase permanentes das decisões de campeonatos (futebol e modalidades) o 13 de Maio em Fátima, o Festival da Eurovisão, o Estoril Open, etc.
De forma que todos ansiávamos por alguma paz para repor energias despendidas. Energias que acabaram por ir da euforia ao sofrimento dependendo do estado de espírito causado pela diversidade da oferta apontada.
Porque caros leitores, Fátima, futebol e festival da canção ao mesmo tempo é obra!!!
Todavia, quando  finalmente chegava alguma paz aos nossos lares e rotinas diárias, somos confrontados com mais um acontecimento absorvente.
Negativamente absorvente.
As televisões todas a dar.
O que foi? mas o que se passa? via-se um grupo de encapuçados a correr. Sangue numa cabeça... ambulâncias, carrinhas carregadas de polícia, segurança reforçada...
Em breve se soube que a paz sonhada estava novamente adiada.
Tratava-se de acontecimentos tristes a acontecer no futebol. Jornalistas aos montes, polícia de choque, prisões, futebolistas agredidos, Jesus em apuros, o SCP (Sporting Clube de Portugal) metido num sarilho nunca visto em Portugal.
Estamos em pleno desenvolvimento do processo sportinguista que não parece ser pera doce.
O público diante dos televisores está mais uma vez assegurado. A comunicação social não perde pitada. As audiências são o seu pão. 
E assim vão os tempos.

PS. Deixo para os mais sensíveis e ansiosos algumas dicas para resistirem às minuciosas e atentas, também violentas transmissões dos média:

ALIMENTOS QUE PRODUZEM MENOS GASES

Leite de soja, suco de soja e iogurte

Café descafeinado

Torradas, biscoitos salgados com pouca gordura, biscoito de polvilho

Pães: integral, sírio, sueco e francês sem miolo

Queijos magros (minas, ricota, cottage, mussarela)

Sopas caseiras à base de carnes e legumes

Carnes magras, cozidas, assadas ou grelhadas

Verduras cozidas (agrião, almeirão, chicória, escarola, espinafre)

Legumes cozidos (abóbora, abobrinha, batata, berinjela, cará, cenoura, chuchu, cogumelo, inhame, mandioquinha e tomate sem pele e sem semente)

Frutas cruas ou cozidas (banana-maçã, laranja-lima, maçã, mamão, pera, pêssego, nectarina)

Gelatina

Temperos como azeite, limão, salsa, sal, vinagre e óleo vegetal

António Esperança Pereira

quinta-feira, dezembro 07, 2017

Segurança reforçada nos estádios


Nosso comentário:
 
Porque é fim de semana prolongado, também porque se tem vivido intensamente o futebol, dentro e fora das fronteiras lusas...
partilho um curioso e-mail que me enviaram.
É por demais sabido que os estádios se estão a tornar sítios muito perigosos, sobre isso não restam dúvidas.
Há sempre malandros a querer estragar o espetáculo pelo que nunca se sabe o que pode acontecer a cada jogo.
Por isso mesmo as medidas que vêm sendo tomadas pelas autoridades tendem a tomar proporções nunca dantes imaginadas. 
Sem mais delongas, confiram o que digo nas imagens apresentadas.

Desejo a todos um excelente fim de semana.

António Esperança Pereira 

Admirem o cuidado, o profissionalismo e a dedicação destes elementos da polícia durante a fastidiosa tarefa de revistar a multidão à entrada deste Estádio no Uganda

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domingo, junho 04, 2017

Apelo aos senhores responsáveis planetários


Nota do autor do blog:

Chocado mais uma vez com a barbárie que vai por esse mundo fora. Desta vez, a minha solidariedade total e incondicional para com as pessoas inocentes que caminhavam no passeio londrino da Ponte de Londres e que foram atropeladas sem apelo nem agravo.
Sei que há outras vítimas de atos de extrema violência, em múltiplos cantos do mundo, assumindo tal violência as mais diversas formas e feitios.
Sei que é verdade.
Por isso mesmo, embora hoje pense sobretudo nas vítimas inocentes de Londres, o meu inteiro repúdio igualmente por todos os atos bárbaros que sejam cometidos não importa onde nem por quem.
Não encontro explicação dentro de mim para ódios tão radicais e exacerbados.
Que me perdoem os que os praticam se por algum motivo eu estiver a ver mal a vida e o mundo. Mundo que prefiro de diálogo, de concórdia, de abertura, de paz, de entendimento, de amor.
A guerra, a violência, como é sabido, levarão inevitavelmente a mais guerra, a mais violência.
Porquê então insistir no caminho da morte?
É tempo de parar, de cuidar de um presente com futuro, de se saber ao certo que informação, que legado se quer transmitir aos mais novos.
Sob pena de, na confusão global, se esfumar na bruma, no breu da noite, o dom da vida que nos foi dado experienciar.
Resolvam-se de vez os problemas mundiais mais graves em sede própria.
Será assim tão difícil senhores responsáveis planetários?
Vá lá, tentem.
Por favor...

António Esperança Pereira

terça-feira, abril 04, 2017

Advogadas X Advogados

Nosso comentário:

Há quem esteja convencido de que o facto de os noticiários nos brindarem sobretudo com notícias sensacionalistas, mormente deprimentes, não é por acaso.
Dentro desse sensacionalismo, uma quota parte bem importante de tempo é atribuída a cenas de violência.
Já não faltava a violência dos atentados, dos bombardeamentos aqui e ali com matança farta, outras violências que nem especifico, agora até o futebol nos é apresentado como um cenário de chutos, pontapés, caneladas, joelhadas...eu sei lá.
Triste mesmo!
Em boa verdade se diga que estes cenários apocalípticos divulgados à saciedade pelos média acabam por justificar a multiplicação da violência que se vê por aí.
Os filmes em geral dão uma ajudinha, tiros e ação guerreira não faltam, de modo que também me começo a convencer que todo este cenário negativo, deprimente, violento, repetitivamente dantesco, não acontecerá por acaso.

PS. Para amenizar o meu desabafo, partilho uma anedota bem curtida que me foi enviada via e-mail.


Advogadas X Advogados

Quando Eduardo, um belo e promissor jovem advogado, descobriu que herdaria uma fortuna quando seu pai morresse devido a uma doença terminal, decidiu que era um bom momento para encontrar uma mulher que fosse a sua companheira para a vida fácil que se avizinhava.

Assim, numa determinada noite, ele foi até ao bar da Ordem dos Advogados, onde conheceu uma advogada, a mais bonita que já tinha visto em toda a sua vida. Sua extraordinária beleza, o porte elegante, o corpo curvilíneo, a inteligência, a maneira de falar... deixaram-no sem respiração.

- Eu posso parecer um advogado comum - disse-lhe, enquanto iniciava o diálogo para a conquista da musa - mas, dentro de dois ou três meses, o meu pai vai morrer e eu herdarei 20 milhões de euros.

Impressionada, a bela advogada foi para casa com ele naquela noite.

Três dias depois tornou-se sua madrasta…

sexta-feira, novembro 18, 2016

A propósito de Trump...muros?


Nosso comentário:

A minha meninice está muito associada a muros.
Nasci e cresci numa região do país (Beira Alta) onde predominava a pequena propriedade.
Havia pequenos hortos onde mal se cabia, pequenas leiras, quintais, todavia estes minúsculos nacos de terra eram por contraste pejados e cercados de muros.
Vezes havia em que era maior o espaço ocupado pelas pedras do muro que o espaço ocupado pela terra que cercavam.
Como criança que era, associava essa propriedade retalhada em pequenos nadas, fundamentalmente a duas coisas: medo e posse.
Via os crescidos zangarem-se com as águas de um qualquer ribeiro pequenino que não sabiam partilhar. Ou as águas parcas de um poço meio cheio, meio a secar. 
Chegavam a travar-se de razões por motivos ridículos: um animal que ousara atravessar o muro da sua horta; alguém que pisara ou devassara a cancela tosca; uma pedra do muro derrubada, um qualquer sinal mínimo de invasão alheia...
Ora, ali naquela manta retalhada de hortas e leiras vi pela primeira vez o real significado de um muro. Dividia, separava, semeava ódio, isolava, empobrecia, enfim...
Uma semente de miséria, posse e violência provincianas!
Quanto àquelas propriedades, o futuro o confirmaria, de tão pequeninas que eram, acabariam tristes e pequenas, pobres e isoladas: pela impossibilidade, pelo abandono, pelo envelhecimento, pelo cansaço, pela ausência de horizonte.

PS. Muros Sr. Trump?

Fiquem bem

António Esperança Pereira


A construção de um muro na fronteira entre os Estados Unidos e o México foi uma das promessas basilares na campanha eleitoral de Donald Trump e já depois de eleito o candidato republicano voltou a frisar que a construção iria mesmo avançar.
Em entrevista ao programa "60 minutos", da CBS, o presidente eleito admitiu que o muro possa ser "em algumas partes" uma vedação, o que tornaria o seu custo um pouco mais baixo. Trump referiu um custo total de 12 mil milhões de dólares (11,2 mil milhões de euros), mas as estimativas de especialistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) apontam para um valor próximo dos 40 mil milhões (37,4 mil milhões de euros).
É que só em betão o projeto custará 9 mil milhões.

sexta-feira, dezembro 28, 2012

Plano para o fim da violência, nos EUA e em Portugal


Nosso comentário:


A violência é triste. Ponto final. Quando a violência atinge proporções gigantescas, matando crianças inocentes como foi o caso dos recentes acontecimentos nos EUA, é chocante, horripilante, bárbara.
Os Estados Unidos habituaram-nos a uma cultura da violência. 
Sabemos que uma super-potência deste tamanho tem terríveis responsabilidades, também problemas que outros estados menores não têm.
O potencial bélico de uma eficiência milimétrica, esteve bem patente ao mundo na guerra do Iraque, que, como se lembram, foi transmitida em direto pelas principais cadeias de televisão.
Mas não é a esta violência própria de uma super-potência a que me refiro hoje. 
Essa é a consequência de uma necessidade premente de estar em tudo o que é sítio, de controlar tudo e todos, pela via das armas, ou seja, tentar por todos os meios impor a lei do mais forte.
Deixo hoje essa América compreensivelmente guerreira, pelos próprios fundamentos da sua génese, do seu crescimento, das suas opções de "livre concorrência", onde a porrada se instalou de uma forma natural.
São disso exemplo os primórdios da nacionalidade, a guerra norte sul, os filmes de cow boys, o caminho das estrelas, toda a ficção do cinema americano pejada de extrema violência, nos dias de hoje.
Agora, que em pleno século XXI, em que as armas que existem são mais que suficientes para destruir o planeta num ápice, não haja a preocupação urgente de as reduzir, de reduzir o grau de violência que fez escola e deixou marcas, parece-me uma grave lacuna.
A não disseminação de armas perigosas pelos diversos países tem que ter espelho nos cidadãos desses países.
Sou contra a disseminação de armas em posse dos cidadãos, como o sou pela disseminação de armas pelos países.
Chegam e sobram as que há. Ponto final. 
Solidário portanto com estas personalidades mediáticas norte-americanas que no video dão a cara por esta causa. 
Em Portugal a violência é diferente.
Também sou contra a violência instalada em Portugal.
Felizmente não temos os antecedentes de vida coletiva que os americanos têm a nível de agressividade, não parece que sejam as armas o nosso problema n.º 1 do momento. Não parece que sejam uns tiritos mal parados que vêm agravar ou resolver os nossos problemas.
Todavia um certo controlo dos orgãos de comunicação social, as hegemonias de algumas tendências ultra liberais impostas de forma pouco limpa, estão a fazer retornar um problema, esse sim português, de meia dúzia de barões, mais ou menos esvaziados de cultura, voltarem a fazer dos portugueses parvos, idiotas, pobres, cidadãos menores.
É triste o momento português atual. Muito violento também.
Uma espécie de guerra psicológica generalizada, fazendo do miserabilismo a arma de arremesso aos que ainda conseguem ter alguma coisa e sonhar com algo.
Só os muito ricos ficam de fora.
Assim uma espécie de guerra de desarmamento, mas de dinheiro dos bolsos dos portugueses, tornando-os assim vulneráveis, fracos, dóceis, carentes, doentes.
E o dinheiro embora não tenha gatilho e não mate como as armas, pode fazer falta para comer podendo assim matar também.
Violências diferentes as dos dois países...mas, tal como nos EUA, que surja um clamor gigante, um plano para por fim a esta violência em Portugal!


PS. Deixo abaixo o filme para o fim da violência nos EUA...oxalá consigam abrir o link!


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/


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Um plano para o fim da violência


Beyoncé é um dos rostos da campanha
Beyoncé é um dos rostos da campanha

EUA (COM VÍDEO)

Famosos exigem mudanças na lei das armas

por Susana Salvador



Depois da tragédia na escola de Sandy Hook, dezenas de caras conhecidas do cinema, televisão, música e desporto uniram-se numa campanha para exigir aos políticos norte-americanos um plano para acabar com a violência das armas.
Num vídeo a preto e branco, que dura pouco mais de um minuto e meio, cada um dos famosos diz apenas uma palavra ou frase. O objetivo é apelar ao fim da violência, numa campanha intitulada"Demand a plan", isto é, "exija um plano".
O ator Jamie Foxx começa o vídeo a dizer "Columbine", seguindo-se uma lista dos locais de outras tragédias até chegar a "Newtown". O nome da localidade onde morreram 20 crianças e seis adultos, às mãos de Adam Lanza, é repetido por várias estrelas.
Beyoncé, Jennifer Aniston, Steve Carell, Reese Witherspoon, Chris Rock, Gwyneth Paltrow, Julianne Moore, Jennifer Garner, Conan O'Brian são apenas algumas das celebridades que dão o rosto por esta causa. 

http://youtu.be/64G5FfG2Xpg



O vídeo já foi visto por mais de 4,5 milhões de pessoas no YouTube desde que foi publicado, a 21 de dezembro. 

sábado, novembro 17, 2012

Violência não é só atirar pedras...


Nosso comentário:


Sem querer estar a por em questão as opções de cada um, devo afirmar aqui e agora que sempre me pautei por ser o mais pacifista possível.
Não será agora que vou mudar, pelo menos no conceito de pacifismo como princípio básico de convivência entre pessoas, grupos, Estados.
Portanto sou contra a violência. Não gosto. Seja ela qual for. 
Mas, e há sempre um "mas", dadas as atuais circunstâncias difíceis de muitas pessoas e famílias neste país, circunstâncias essas tornadas ainda mais difíceis por acontecerem assim da noite para o dia e um pouco avulso...
a mensagem que encontrei na internet, que pode ser lida abaixo, fez eco em mim.
Realmente há que meditar hoje mais do que nunca no fenómeno "VIOLÊNCIA".
Mais hoje do que nunca porquê?
Porque hoje as populações estão mais esclarecidas, têm mais saber do que antigamente quando era normal, usual dar-se vergastadas ou atirar-se com alguém para a fogueira, ou escravizar-se e abusar-se em todos os sentidos da pessoa humana.
Longe vão os tempos de se atirarem homens às feras para gáudio dos imperadores e senhores feudais.
Longe vão os tempos em que os poderosos ditavam a seu bel-prazer as leis da sorte e da morte. Da paz e da guerra.
Ainda bem que muitos progressos têm sido feitos, designadamente neste nosso querido Portugal.
Daí que é oportuno dizer, que tentar recuperar uma forma de poder já ultrapassada pelas sociedades civilizadas, ditas democráticas, é querer fazê-las regredir, voltar ao tempo em que se governava à cacetada, sob a batuta do medo e da repressão exercidos sobre povos desprotegidos e mantidos na miséria e obscurantismo.
Quem  hoje manda, eleito democraticamente, tem o poder que o povo lhe confere através do voto, é certo, mas também tem deveres, tem uma Constituição a cumprir, tem regras fundamentais votadas pela generalidade do povo pelas quais se deve nortear.
É aqui que entra a violência.
Se um governo é violento no que faz, nas medidas que toma, nas decisões ambíguas que persegue, se falta ao prometido para que fora eleito...
aí temos que aceitar aquele princípio básico que quase todos nós aprendemos nas escolas: VIOLÊNCIA GERA VIOLÊNCIA.
 
 
PS. Ficam algumas considerações sobre violência retiradas como disse da Internet.
Fica também a postura de um ministro do governo atual ante os estragos de um "tornado".

 
Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
http://lusito.bubok.pt/





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Miguel Macedo de “mãos vazias” para ajudar vítimas do tornado           
                 

Aos pedidos de auxílio da autarquia, Miguel Macedo respondeu que a situação exige “medidas transversais” ao nível da administração central, mas não se quis comprometer. Os apoios que existem, exemplificou, são os mesmos que foram definidos pela resolução dos conselhos de ministros, após o grande incêndio nos concelhos de Tavira e São Brás de Alportel, no verão passado. Para já, o trabalho que deve ser feito, disse, é definir “prioridades, e fazer o levanto preciso das situações”. O autarca de Silves, já declarou que o município, por si só, não tem condições financeiras para resolver os problemas que surgiram de forma inesperada

Após uma visita à zona ribeira, onde constatou os estragos causados em toda a baixa da cidade de Silves, a comitiva autárquica e ministerial deslocou-se ao edifício da Câmara – um dos imóveis que ficou parcialmente sem cobertura. O telhado do salão nobre foi pelos ares. Miguel Macedo reconheceu a violência da tempestade que assolou a região, mas ficou-se pela expressão da manifestação de solidariedade “Não tenho nenhumas dúvidas, está à vista de todos”, sublinhou.

Já no que toca às ajudas que os autarcas e população aguardavam, o ministro recusou assumir responsabilidades. O que as pessoas esperam numa circunstância desta, afirmou: “Em primeiro lugar, a presença do Governo; em segundo, que sejamos tão eficientes e tão eficazes, quanto reconhecidamente fomos noutras situações”.

Ao princípio da tarde de sexta-feira, o Algarve foi varrido por uma onda de "vento extremo" que arrancou do mar, frente à praia da Carvoeiro, fez voar carros em Lagoa, e causou em Silves a maior destruição.

O fenómeno, com a configuração de um tornado, causou 13 feridos, três dos quais em estado grave, arrancou árvores pela raiz, sugou cadeiras das janelas dos apartamentos, partiu montras, virou autocaravanas e atirou telhas pelos ares. A tempestade fez ainda 12 desalojados e deixou 4600 pessoas sem electricidade.

sexta-feira, novembro 16, 2012

Lei da Atracção, um mal atrai outro mal...


Nosso comentário:



Hoje passou-me pela cabeça uma ideia tola, sem grande sentido, imediatista em face do que via, nada mais.
E o que via eu?
Via televisão, designadamente uma notícia que passava, de um tornado no Algarve. Mais propriamente na região de Silves, Lagoa e Carvoeiro.
Não vou alongar-me sobre o esmiuçar da notícia pelas televisões pois não é novidade nenhuma o uso e abuso de pormenores chocantes, uma busca quase doentia de que algo mesmo ruim esteja a acontecer, para prender audiências. 
Todavia, nem sempre, infelizmente para as ditas televisões sensacionalistas, acontece o pior. Os acontecimentos quedam-se pela mediania de gravidade o que afasta os já viciados espectadores no produto habitual.
Para meu descanso, passava em rodapé a informação de que teria havido apenas 12 feridos quase todos ligeiros. Fixavam-se então os repórteres em estragos que me pareceram de alguma monta. Um carro encavalitado noutro, uma caravana que voara, árvores caídas, muitos haveres danificados.
O tufão algarvio fizera das suas, não só assustando os algarvios das regiões citadas, como também deixando um rasto de alguma destruição. 
Dera igualmente uma oportunidade a elementos deste "governo de mauzões" de tentarem mostrar alguma humanidade.
Um secretário de Estado falava longamente via telefone, afirmando que todos os meios estavam no terreno, que havia apoio psicológico para colmatar eventuais necessidades da população. Que nada faltaria para alojar e cuidar dos necessitados e despojados pelo tufão.
Pela imagem televisiva que mostrava um polícia e uma ambulância no meio dos estragos, fiquei com a sensação de que "a coisa" estava em boas mãos.
Termino com a ideia tola que me passou pela cabeça face aos acontecimentos do tufão algarvio a que me referi logo no início.
Qual foi ela?
Pois é, em tempos de descrédito, de revolta, de profunda roubalheira dos pobres e remediados, de segregação dos mais fracos e mais velhos, de jovens que emigram, de falta de comida para as crianças das escolas ...
Num dia em que se noticia que milhares de proprietários de restaurantes não conseguiram pagar o IVA relativo ao 3.º trimestre...
A tal ideia tola que tive tem que ver com a associação que fiz  do governo, do tufão, e da lei da atracção.
É QUE TUFÃO (governo)  PUXA MESMO TUFÃO (ventos fortes no Algarve, incêndios, pancadaria na AR, IVA por cumprir, crise por sarar, gorduras por abater, ilegalidades nunca vistas, etc etc.   
Sinto-me inclinado, perante tamanhas provas de que um mal atrai outro mal, a ficar definitivamente fã da LEI DA ATRACÇÃO.

PS. A questão dos subsídios, um roubo pleno de inconstitucionalidade, altamente lesivo e fraturante da sociedade portuguesa, levando muitos à carência, outros ao desemprego, roubo esse nunca antes praticado por qualquer outro governo, "subsídios considerados por decreto de Francisco Sá Carneiro como impenhoráveis e inalienáveis", volta a ser notícia: 
É que para amigos parece haver subsídios. Só que uns são filhos outros enteados.
Leiam a notícia.



Fiquem bem, António Esperança Pereira

 
http://lusito.bubok.pt/


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  • passos coelho, jornadas parlamentares

Quase 1500 membros do governo receberam subsídio de férias. Executivo já reagiu

Por Beatriz Silva, publicado em 16 Nov 2012 



O número de pessoas nomeadas pelo governo que receberam o subsídio de férias em 2012 sobe agora para 1323, ao contrário do que aconteceu com a maioria da função pública. O número consta da resposta enviada pelo gabinete do primeiro-ministro, enviada ao PS, noticia o Diário de Notícias.
Este valor vem juntar-se aos 131 membros dos gabinetes governamentais que entraram em funções no segundo semestre de 2011, que também tinham recebido o subsídio de férias. De acordo com números avançados na altura pelo gabinete do executivo, o erário público gastou 173 902 euros no pagamento em 2012.
Ainda de acordo com as informações prestadas pelo gabinete do primeiro-ministro ao PS, estas nomeações com direito a subsídio representaram uma despesa de 760 mil euros.
O governo já reagiu, ao dizer que que “nenhum elemento de gabinetes de membros do Governo ou trabalhador da Administração Pública” com remuneração base superior a 1100 euros recebeu subsídio de férias relativo a 2012.
Em comunicado emitido pelo gabinete do primeiro-ministro, o executivo esclareceu que "foram processados a 1.323 trabalhadores da Administração Pública direta e indireta ingressados em 2011 os proporcionais de subsídios de férias vencidos nesse ano" (2011), num total de cerca de 591 mil euros.
Segundo o PS, a justificação apresentada pelo governo para o pagamento do subsídio de férias, que foi este ano cortado para a generalidade dos funcionários públicos, é que a norma do Orçamento que prevê esse corte não tem efeitos retroactivos, ou seja, não se aplica ao pagamento de subsídios correspondentes a férias vencidas em 2011.
Ainda a juntar-se aos 1323 nomeados pelo governo, também cerca de seis mil funcionários do Estado receberam subsídio por cessação de funções e acertos.
O PS começou a questionar o governo sobre os subsídios de férias pagos, quando começaram a surgir as primeiras notícias de que vários assessores governamentais tinham recebido o pagamento, apesar de não ser o que estava previsto no Orçamento do Estado para este ano.Numa primeira nota, o gabinete do executivo nega, garantido “que não foi pago a qualquer membro do governo ou do respectivo gabinete o subsídio de férias”.
No entanto, o governo argumentou ainda que, tendo estes membros de gabinetes ministeriais entrado em funções no segundo semestre de 2011, o direito a férias (dois dias úteis por mês de trabalho) vence nesse ano e não em 2012. Ou seja, está fora do âmbito de aplicação dos cortes previstos no Orçamento do Estado para 2012.
 “Encontramo-nos perante direitos adquiridos em 2011, que por força da lei não estão abrangidos pela suspensão decretada para o pagamento de subsídio de férias relativos a direitos vencidos a partir de Janeiro de 2012”, refere o gabinete do primeiro-ministro, que acrescenta ainda que, “face à inexistência na lei de regras específicas para o momento do pagamento dos proporcionais deste subsídio, houve ministérios que processaram tais pagamentos em 2011”.
Leia também:

quarta-feira, novembro 14, 2012

A porrada está aí como nos tempos de Salazar...


Nosso breve comentário:


Em dia de greve geral em Portugal, estava decidido não publicar hoje nada no blog, até por uma questão de solidariedade para com este protesto generalizado e inequívoco  do povo português.
Todavia, as imagens a que temos assistido em directo nas televisões, captadas na capital Lisboa, mais propriamente na sua Assembleia da República, levaram-me a ter que dizer qualquer coisa.
Direi três coisas.
Em primeiro lugar quero afirmar que os média, noticiando estes acontecimentos trágicos em directo, mais parecem vampiros insaciáveis.
Nunca é suficiente a resposta dada pelo revoltado interlocutor. Um filho desempregado é pouco, dois é melhor. Um reformado com pensão baixa, de miséria, é pouco. Um outro sem nada é melhor. Uma rapariga que não consegue emprego é pouco. Há que ver se há uma outra que passe fome, ou que se prostitua para sobreviver. Ou um jovem que emigre nas raias do desespero...
Para esta comunicação social, é sempre pouco o sangue que corre.
Em segundo lugar, para os que tinham ainda dúvidas, percebeu-se ter caído de uma vez por todas o resto da máscara ao "dialogante e democrata" Passos Coelho.
Achei feio, em dia de greve geral dos trabalhadores portugueses, fazendo assim uso de um direito que os assiste e consagrado na Constituição da República, que o senhor primeiro ministro aparecesse em todas as televisões a "botar discurso", creio que também a inaugurar  qualquer coisa, não sei bem o quê, porque essa parte não vi, numa empresa que dá pelo nome de Sicasal.
Da parte do comum dos portugueses, de norte a sul de este a oeste, ecoa um NÃO total às suas medidas, às suas santas alianças, à sua austeridade doentia, à sua actuação.
Não se esqueça que, para prevenir manifestações mais violentas, foi avisado pelo milhão de portugueses que saíram ordeira e pacificamente à rua em 15 de Setembro deste ano. 
Não quis saber. Não ligou.  
Será por isso o principal responsável pelo recrudescimento indesejado da violência no seu povo, de que hoje teve uns ligeiros indícios. Continue a não ligar aos sinais. A fazer de conta...
Siga as suas políticas obstinadas de levar este país ao fundo, orgulhosamente só, verá o que acontece.
Em terceiro lugar, um facto que não passou despercebido a ninguém. Entendeu-se hoje, na motivação da actuação da polícia de intervenção na AR, o porquê da verba de muitos milhões de euros, ontem anunciada pelo ministro da Administração Interna, que, como se sabe, tutela as polícias.
A inclusão desses milhões no orçamento das polícias foi feita na hora certa. 
Resistência firme nas provocações, valentia na carga sobre a multidão de pessoas. 
Uma polícia ora motivada para servir os desígnios do regime.  
Recordo os mais distraídos que ainda há dias, antes dos milhões anunciados, se podia ler num cartaz da manifestação das polícias qualquer coisa como isto: "os militares fizeram o 25 de Abril, amanhã seremos nós".
Bom, os milhões prometidos parecem ter acalmado as hostes policiais e creio que, se se portarem bem, austeridade não vão ter.
A porrada está aí como nos tempos de Salazar e Caetano.


PS. Da Internet, designadamente do Facebook, tirei duas imagens com dados interessantes. Os leitores tirarão delas as devidas conclusões.



Fiquem bem, António Esperança Pereira

 
http://lusito.bubok.pt/


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Portugal, Espanha, Itália e Grécia estão em greve em protesto contra as medidas de austeridade e crescente desemprego.
Além das greves, há várias manifestações e protestos marcados por 40 sindicados nacionais para 23 países europeus.



Para alem do IVA elevado ainda temos o salário muito baixo em comparação a maioria dos países Europeus.




domingo, setembro 30, 2012

Despesista era o outro...


Nosso comentário:



Faremos hoje apenas um breve comentário, pois há que ir fazendo uma pausa neste mundo à beira de um ataque de nervos.
Chega a ser difícil encontrar uma ponta por onde começar tal é a panóplia de desventuras em que o planeta parece ter mergulhado.
Desejamos que seja passageiro. Que se vão consertando tantas pontas de mal estar, que vão dos extremismos religiosos, à crise sistémica (como alguém lhe chama) da economia global, em particular da europeia, passando pelas dificuldades que os políticos têm de impor o social e o político ao "económico". Sem falar das guerras e conflitos sangrentos que proliferam por muitas bandas da nossa querida Terra.
Desejamos que se dê maior atenção a um desenvolvimento global sustentado em que o dinheiro e o bem-estar geral (saúde, educação, proteção social, oportunidades) fluam para o maior número de cidadãos do planeta. Se possível, que fluam para todos, sem exceção.
Desejamos que os organismos internacionais sirvam para alguma coisa, tal como os políticos. Que se ponham ao serviço de verdadeiras causas, não apenas ao serviço de interesses, deixando as causas para plano secundaríssimo.
Desejamos que os países mais poderosos se deixem de nacionalismos retrógrados, que ponham as suas potencialidades ao serviço da humanidade. Serão os primeiros a lucrar com isso, se o fizerem. Se fizerem o contrário, terão o retorno da violência que semearem.
Para finalizar, neste fim de tarde do último Domingo de Setembro, em Lisboa, deixo-vos com uma imagem de um assunto sério que concerne a uma estatística sobre a segurança social... deixo-vos também mais abaixo, uma imagem de humor .


 
 Fiquem bem, António Esperança Pereira

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Despesista era o outro. Gastador era o outro. Louco era o outro.
Mas nunca, nunca, nunca deixou a Segurança Social á beira da ruptura que os de agora tanto apregoaram quando eram oposição.
O que dizer do estado em que colocaram a dita segurança social apenas num ano de desgovernação? É preciso ser-se um completo mentecapto para, perante os números que hoje vieram a publico, ainda defender o desgoverno desta corja.
 
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Tão pequeno e já tão esperto!
 
 

domingo, setembro 09, 2012

Coca Cola, Vida Sexual e governação...


contra a violência que uma associação...
João Raimundo Gonçalves8 de Setembro de 2012
contra a violência que uma associação criminosa de governo, impune no crime sobre crime, carrega sobre a população Portuguesa em geral e os reformados em particular, queremos repovoar Lisboa com a nossa indignação! jrg
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Nota do autor do blog/site
 
 
Porque estamos solidários com a indignação que se vai espalhando por este entristecido e desgovernado país em cada dia que passa (como se pode ler acima) porque cheira mal tanta maldade que se faz ao POVO PORTUGUÊS, porque cada vez compreendemos com maior dificuldade para que servem os governantes, porque não há memória de tanta desgraça cair assim de uma assentada ´no nosso querido PORTUGAL, manifestamos hoje o nosso desprezo pela incompetência visível a roçar a inconstitucionalidade da governação, aproveitando uma metáfora humorística que nos foi enviada por um leitor e amigo: nela é feita a comparação entre a evolução da vida sexual com a evolução da Coca Cola.
Quem sabe não seja este o problema da falta de "tomates" dos portugueses de hoje?
Fica a pergunta, que a indignação, essa sem qualquer sobra de dúvida, fará em um qualquer destes dias saltar a bolha desta nobre nação.
 
 
 
Fiquem bem, António Esperança Pereira




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A vida sexual e a Coca-Cola !!!

Dois amigos encontram-se depois de muitos anos.
Ficam conversando sobre as suas vidas até que um pergunta:

- E como vai a tua vida sexual ???....
- Igual à Coca-Cola .......
- Ui, que beleza !!!.... Cheia de gás, heim ?!!!....
- Nada disso !!!.... Antes era 'NORMAL', depois ficou 'LIGHT' e agora é 'ZERO' !!!!

 
 

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...