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quarta-feira, outubro 25, 2023

Israel pede demissão de secretário-geral da ONU

 

©REUTERS - SHANNON STAPLETON

Nunca aconteceu um secretário-geral da ONU em funções ter um Estado membro a apelar à sua demissão: o português António Guterres foi instado por Israel a se demitir do cargo. Em causa a intervenção do antigo primeiro-ministro luso no Conselho de segurança da ONU desta terça-feira. 

A intervenção de António Guterres no Conselho de segurança das Nações Unidas condenava os "ataques terroristas horríveis e sem precedentes" do Hamas em relação a Israel, mas denunciando também supostas "violações claras" do direito humanitário em Gaza, e apelando a um cessar fogo imediato.

O líder da ONU afirmava, porém, que os ataques de 7 de Outubro do Hamas contra Israel não surgiram do nada.

"É também importante reconhecer que os ataques do Hamas não aconteceram do nada. O povo palestiniano tem estado a sofrer 56 anos de uma ocupação asfixiante."

O ministro israelita dos negócios estrangeiros, Eli Cohen, cancelou, de imediato, o encontro previsto com Guterres perguntando em que mundo ele estaria ele a viver.

E isto enquanto o embaixador do Estado hebreu junto da ONU, Gilad Erdan, apelava à demissão imediata de Guterres por este, supostamente, se demonstrar compreensivo para com o terrorismo e os homicídios do Hamas.


Fiquem bem

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UM PAÍS SUBMISSO - PORTUGAL DA TROIKA | António Esperança Pereira (bubok.pt)


terça-feira, dezembro 27, 2022

Migrações: pelo menos 26 refugiados 'rohingya' morrem à deriva no mar


Refugiados rohingya são frequentemente resgatados de barcos sem condições© Reuters

Um grupo de 174 'rohingya', entre os quais várias mulheres e crianças, desembarcou na segunda-feira na província indonésia de Aceh, a norte da ilha de Sumatra, depois de cerca de um mês à deriva numa embarcação frágil

O Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR) avançou hoje que pelo menos 26 refugiados da minoria étnica muçulmana 'rohingya', perseguida em Myanmar, morreram em alto mar antes de serem resgatados por um navio indonésio.

Um grupo de 174 'rohingya', entre os quais várias mulheres e crianças, desembarcou na segunda-feira na província indonésia de Aceh, a norte da ilha de Sumatra, depois de cerca de um mês à deriva numa embarcação frágil.

Os sobreviventes, que chegaram a terra com sintomas de exaustão e desidratação, disseram que outros 26 passageiros morreram durante a viagem devido às péssimas condições a bordo, frisou o ACNUR, em comunicado hoje divulgado.

Este navio é o segundo a chegar a Aceh nos últimos dias, depois de um outro, com 58 'rohingya' a bordo, ter atracado no domingo.

A agência da ONU para os refugiados agradeceu à Indonésia pelo resgate e assistência prestada a estas pessoas, sublinhando que muitos dos 'rohingya' recém-chegados requerem cuidados médicos urgentes.

"Agradecemos este ato de humanidade das comunidades e autoridades locais na Indonésia. Estas ações ajudam a salvar vidas humanas de uma morte certa, acabando com as provações de muitas pessoas desesperadas", disse a representante do ACNUR na Indonésia, Ann Maymann.

Segundo relatórios do ACNUR, pelo menos 200 'rohingya' morreram este ano, quando procuravam um futuro melhor atravessando ilegalmente do Bangladesh para a Malásia ou a Indonésia. O número corresponde a um em cada 10 que arriscaram fazer a viagem em 2022.

A agência das Nações Unidas refere ainda que, de acordo com relatos não confirmados, continua desaparecido no golfo de Bengala um barco com cerca de 180 pessoas, que se acredita terem morrido.

Em agosto de 2017, o exército birmanês lançou uma campanha militar contra a população 'rohingya' no norte do estado de Rakhine (Arakan), pela qual o país enfrenta uma acusação de genocídio no Tribunal Internacional de Justiça, em Haia.

A brutal operação militar provocou o êxodo de mais de 720.000 refugiados para o vizinho Bangladesh, onde permanecem amontoados com outros 'rohingya' que fugiram em vagas anteriores de violência, no maior complexo de campos de refugiados do mundo.

Fiquem bem, continuação de Festas Felizes.

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Net...Net...Tempo Incerto | António Esperança Pereira - Bubok

domingo, dezembro 09, 2018

O pacto das migrações divide a Europa

Fornecido por Euronews SA
Existem atualmente mais de 250 milhões de migrantes pelo mundo fora, ou mais de 3% da população mundial, e a tendência é para crescer. É com base nestes números que surge o pacto da ONU, a primeira tentativa global para chegar a um acordo comum sobre as políticas migratórias. Mas o que consta exatamente no compromisso que vai ser assumido agora em Marraquexe? 
"O que é dito é para recordar, efetivamente, a todos os governos que estão comprometidos com este Pacto Global, que devem respeitar os direitos humanos aos quais já se submeteram internacionalmente. Chegou o momento desses governos serem honestos, de reconhecerem que têm essas obrigações, de pararem com o discurso antimigração paranóico e populista. Também chegou o momento de normalizar as migrações", afirma Sergio Carrera, investigador em Políticas de Migração no centro CEPS, em Bruxelas.
Há dois anos, a União Europeia apelava a uma estratégia comum para enfrentar este fenómeno. Mas dez países do bloco europeu - incluindo a Áustria, a Itália, a Hungria, a República Checa e a Croácia - preferem medidas unilaterais, alegam interferências na soberania nacional e disseram "não" ao Pacto da ONU.
"Há já alguns meses que estamos a seguir um outro caminho relativamente ao problema das migrações. Temos um novo acordo em cima da mesa que nos vai permitir ir muito mais longe do que os modelos com uma abordagem idêntica para todos os países", explica Herbert Kickl, ministro do Interior austríaco.
As diferentes visões do que deve ser a resposta ameaçam criar mais fragmentações dentro da Europa e no seio dos próprios países. Que o diga a Bélgica, onde os nacionalistas flamengos acabaram de abandonar o governo.

sábado, março 03, 2018

Futebol e azia no plexo solar


Nosso comentário:

Porque na Liga Portuguesa de Futebol começa a ser tempo de decisões e os adeptos mais acalorados dos clubes se fartam de fazer contas... o que dá imensas dores de cabeça e provoca azia nos plexos solares dos "egos"...
resolvi hoje partilhar, após um Porto-Sporting que ditou a vitória do primeiro, o que tirou praticamente qualquer veleidade ao adversário de poder chegar ao título... 
resolvi, dizia eu, partilhar duas anedotas para descontrair.
Tristezas não pagam dívidas, também não dão títulos aos clubes de que cada um é adepto.
Portanto, há que por as coisas nos devidos lugares e não embarcar em arco nas sensações mais negativas e pessimistas dos referidos "egos".
Só faz mal.
Dito isto, ficam abaixo as anedotas.

DOIS SOLDADOS:
Dois soldados da ONU trocam impressões:

Então, porque te alistaste?

Porque sou solteiro e gosto de guerra. E tu?

Porque sou casado e gosto de paz 
 


NO CONFESSIONÁRIO:


-Padre! Queria confessar-me.....

-Então meu filho que me tens a dizer?

-Sabe....fui infiel à minha mulher. Eu sou produtor de cinema e na
semana passada tive relações sexuais com a Jenifer Lopez com a Cindy
Crawford e com a Cameron Diaz, cada uma à sua vez.....

Pois é meu filho, mas não poderei absolver-te....!

-Mas, mas, Padre, porquê se a misericórdia de Deus é infinita?

-Não me lixes ! Nem eu nem Ele vamos acreditar que estejas arrependido...!

domingo, junho 04, 2017

Apelo aos senhores responsáveis planetários


Nota do autor do blog:

Chocado mais uma vez com a barbárie que vai por esse mundo fora. Desta vez, a minha solidariedade total e incondicional para com as pessoas inocentes que caminhavam no passeio londrino da Ponte de Londres e que foram atropeladas sem apelo nem agravo.
Sei que há outras vítimas de atos de extrema violência, em múltiplos cantos do mundo, assumindo tal violência as mais diversas formas e feitios.
Sei que é verdade.
Por isso mesmo, embora hoje pense sobretudo nas vítimas inocentes de Londres, o meu inteiro repúdio igualmente por todos os atos bárbaros que sejam cometidos não importa onde nem por quem.
Não encontro explicação dentro de mim para ódios tão radicais e exacerbados.
Que me perdoem os que os praticam se por algum motivo eu estiver a ver mal a vida e o mundo. Mundo que prefiro de diálogo, de concórdia, de abertura, de paz, de entendimento, de amor.
A guerra, a violência, como é sabido, levarão inevitavelmente a mais guerra, a mais violência.
Porquê então insistir no caminho da morte?
É tempo de parar, de cuidar de um presente com futuro, de se saber ao certo que informação, que legado se quer transmitir aos mais novos.
Sob pena de, na confusão global, se esfumar na bruma, no breu da noite, o dom da vida que nos foi dado experienciar.
Resolvam-se de vez os problemas mundiais mais graves em sede própria.
Será assim tão difícil senhores responsáveis planetários?
Vá lá, tentem.
Por favor...

António Esperança Pereira

quarta-feira, dezembro 28, 2016

Língua portuguesa, a ONU e Guterres


Nosso comentário:

Independentemente dos protagonistas destas andanças em prol da Língua Portuguesa, sou daqueles que valorizam sobremaneira a expansão que a mesma tem tido.
Quando nasci, aprendi a falar português, a entender-me com os pais, avós, amigos, professores, todos os demais, nessa língua que se falava na minha terra.
Prezo muito isso.
Então quando leio estas notícias que nos dizem da grandeza dessa Língua, da sua expansão e importância para o mundo, sinto mesmo um não sei quê que me ajuda a "pertencer". A ser parte dos que a falam.
Como que essa Língua Portuguesa saísse, tal como eu, de uma terra pequena, sem saber bem por onde andava neste mundo, para depois descobrir novos horizontes, um mundo sem fim de gente e de distância...
Depois escrita, falada, aperfeiçoada, cresceu, correu mundo, para encantar e servir cada vez mais gente, gente que se conta por milhões e mais milhões, espalhados por todos os cantos do mundo.
Aqui para nós, que ninguém nos ouve, consta-me até que está já entre as 5 Línguas mais faladas do planeta!

Continuação de Festas Felizes,

António Esperança Pereira


Da Agência Lusa

O embaixador do Brasil junto à  Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Gonçalo de Barros Carvalho e Mello Mourão, disse hoje (28), em Lisboa, que para o português ser uma das línguas oficiais dos fóruns internacionais serão necessários dinheiro e vontade política dos países do bloco lusófono. As informações são da Agência Lusa.
É preciso vontade política e dinheiro dos países lusófonos para afirmar formalmente a língua portuguesa nos fóruns internacionais. “É problema político, porque uma decisão política, com frequência, faz nascer dinheiro”, disse à Lusa o diplomata, que está no cargo há cerca de quatro meses. Segundo ele, o dinheiro é importante “para realizar o pagamento de tradutores e de outros elementos necessários para ser uma língua oficial da ONU”, por exemplo.
Atualmente, a Organização das Nações Unidas tem seis línguas oficiais: o castelhano, o inglês, o mandarim, o russo, o francês e o árabe. O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, comentou que “o fato do novo secretário-geral da ONU (o ex-primeiro ministro português António Guterres) ser um lusófono é, sem dúvida, uma oportunidade extraordinária para a CPLP e para a língua portuguesa”.
Sousa lembrou na XI Cimeira da CPLP, realizada em novembro, em Brasília, foi aprovada uma proposta para que o português seja uma língua oficial nas Nações Unidas. Ele disse que a proposta foi feita pelo presidente do Brasil, Michel Temer, e não constou da declaração final da cimeira, mas foi aprovada por aclamação.

Saiba Mais

O próprio António Guterres afirmou, durante a cimeira de Brasília, que gostaria de ver o português tornar-se uma das línguas oficiais da ONU, mas frisou que isso depende “de decisões da Assembleia-Geral” da entidade. E uma vez mais digo: ainda não sou secretário-geral", acrescentou.

Expansão cultural

Sobre a expansão do português, o embaixador Mello Mourão disse que a divulgação da língua não se faz apenas por vontade dos governos e que “o fortalecimento cultural das expressões em língua portuguesa são também um elemento fundamental para a sua disseminação, nomeadamente na atuação do Instituto Camões (que promove a cooperação e o estudo do português), dos Centros de Estudos Brasileiros e leitorados espalhados pelo mundo.
“Para expandir a língua não basta haver uma motivação econômica, porque esta oscila a bel-prazer do mercado, tem de haver uma motivação cultural, porque esta permanece”, avaliou o embaixador.
Sobre o Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), Mello Mourão disse que “é um instituto internacional de língua relativamente novo se comparado a outros organismos, como a Alliance Française (França), o Instituto Goëthe (Alemanha) ou o British Council (Reino Unido)”.
Entretanto, segundo o diplomata, o IILP “está solidamente estabelecido como o instituto encarregado da promoção da língua portuguesa ". O instituto, segundo Mello Mourão, começou a tratar de "um tema importante, que é a realização de um vocabulário ortográfico comum (VOC), que dá uma estrutura única à língua” de origem lusitana.
“A cultura é uma forma de estimular as relações comerciais, porque a cultura atrai e a medida de que as pessoas são atraídas pela cultura, elas ficam a conhecer todos os aspectos, a realidade daquele país em que estão interessadas”, acrescentou o embaixador brasileiro.

Edição: Augusto Queiroz

quinta-feira, outubro 06, 2016

O homem certo no lugar certo


Nosso comentário:

Não vou dizer nada sobre António Guterres, pois, para além do que tem sido dito sobre os seus talentos, nada mais há a dizer.
As tomadas de posição nacionais e internacionais são unânimes sobre a escolha acertada, lúcida, minuciosa, de um homem que tem tudo o que se exige para o exercício de um cargo desta dimensão e complexidade.
A votação nele foi esmagadora.
Portanto, resta-me dizer, para que conste do blog, que temos um secretário-geral de enorme valia na ONU.
Por acaso e com grande orgulho nosso, trata-se de um português de créditos firmados, nascido em Lisboa em 1949.
O homem certo no lugar certo, diria eu, a quem desejo um ótimo mandato neste mundo atual inundado de dossiers de urgente solução.

Fiquem bem

António Esperança Pereira


ONU: Guterres aclamado como secretário-geral pelo Conselho de Segurança


Nações Unidas, 06 out (Lusa) - O Conselho de Segurança das Nações Unidas escolheu hoje por unanimidade e aclamação o antigo primeiro-ministro português António Guterres como secretário-geral da organização.
JH // JMR

quarta-feira, julho 29, 2015

Coreia do Norte "em guerra" com os EUA


Nosso comentário:

Mundo perigoso este em que estamos novamente a viver.
As guerras assumem diversos matizes, ou seja, não estamos apenas perante a clássica situação em que um qualquer país declara guerra a outro, mas sim ante uma panóplia de guerras distintas desenvolvidas com armas diferentes para cada caso, todas elas poderosas e ameaçadoras da paz mundial.
Podem ser armas convencionais, daquelas que disparam e matam. 
Podem ser armas financeiras daquelas que não disparam mas matam à mesma.
Podem ser armas diplomáticas que isolam regiões ou países, com bloqueios, ameaças de sanções, etc.
Podem ser armas judiciais ao serviço do poder, também a comunicação social servindo determinada facção, partido, mandante, etc.
São todavia as mais visíveis as tais guerras que matam mesmo, embora me incline a afirmar que não serão talvez, neste momento, as que matam mais.
Fica para os leitores a reflexão sobre o assunto.
Por hoje limito-me a transcrever, dentro do que afirmei nas primeiras palavras deste comentário, uma notícia relacionada, não com uma "guerra em exercício", dessas que se encontram no estado "bala cá bala lá, morto cá, morto lá", mas de uma guerra que apesar de não existir de facto, a mesma não ficou fechada após o armistício da 2.ª guerra mundial na Península Coreana.
Um facto interessante pela novidade que constitui para muitos de nós. Ou seja, o facto de a Coreia do Norte e os EUA se poderem considerar em guerra segundo a leitura da notícia abaixo.
Um foco de tensão bem preocupante nessa Península Coreana, a somar a tantos outros que proliferam por este mundo que definitivamente ainda não esqueceu as sequelas deixadas pelos Grandes Conflitos do passado.
Enfim, compreende-se a dificuldade de viver em paz umas quantas vezes, mas este estado de guerra e tensão quase generalizados têm que fazer reflectir as sedes de poder efectivo que existem para o efeito.
Porque, fazê-lo só amanhã pode ser tarde demais.

PS. Deixo a notícia que transcrevi da imprensa.

 Fiquem bem,
António Esperança Pereira

Coreia do Norte ameaça 'não deixar um americano vivo'



Um general do exército norte-coreano afirmou, num discurso feito nas comemorações do 62º aniversário do armistício da Guerra da Coreia, que se houvesse mais uma guerra na península coreana “não restariam americanos para assinar tréguas”, conta o The Independent.
Recorde-se que o armistício é comemorado todos os anos como uma vitória da Coreia do Norte sobre a América, que lutou ao lado da Coreia do Sul e com as forças das Nações Unidas contra o exército norte-coreano.
Foi o armistício que terminou com a guerra, sendo, no entanto, mais o estabelecimento de tréguas do que um acordo. Os dois países continuam em conflito.
Kim Jong-un, em comunicado, inflamou ainda mais estas declarações proferidas pelo general, sublinhando o aumento do seu arsenal nuclear.
“Já foi tempo em que os EUA nos ameaçavam com armas nucleares. Agora já não são nenhuma ameaça, nem metem medo, porque nós somos a fonte de medo”, afirmou.

terça-feira, fevereiro 17, 2015

Humor em tempo de Carnaval



 
 Perante a actual crise, A ONU resolveu fazer uma grande sondagem mundial.
A pergunta proposta era:

     "Por favor, diga honestamente, qual a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do Mundo."
  
O resultado foi desastroso:

     - Os Europeus do Norte não entenderam o que é "*escassez*".

     - Os Africanos não sabiam o que era *alimentos*".

     - Os Espanhóis não sabiam o significado de "*por favor*".

     - Os Norte-americanos perguntaram o significado de "*o resto do Mundo*".

     - Os Cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre "*opinião*".

     - O Parlamento português ainda está a debater sobre o que significará a expressão "*diga honestamente*".

Bom Carnaval,


António Esperança Pereira

segunda-feira, setembro 30, 2013

Derrota estrondosa do "governo"


Nosso comentário:

Todos os portugueses seguramente já conhecem os resultados das eleições autárquicas havidas ontem mesmo, dia 29 de Setembro.
Aos leitores espalhados pelo mundo falantes de Língua Portuguesa a quem possam interessar um pouco estas eleições em Portugal, diremos simplesmente que o governo de direita no poder sofreu uma estrondosa derrota.
Os cortes nas pensões dos idosos, entre outras barbaridades, tem sido uma das principais bandeiras da governação ora penalizada pelo voto nas urnas, idosos esses a quem têm ido ao bolso sem qualquer pudor e como nunca antes fora visto.
Toda a fraqueza de um poder sem ideias nem competência espelhado neste ato desumano sobre os que já não têm em si quaisquer meios para se defender de tamanhas atrocidades. Nem emigrando, nem arranjando empregos, nem encontrando esperança nos dias vindouros.
Pois bem, o voto, essa grande conquista das democracias modernas, derrotou esta gente despudorada sem qualquer apelo nem agravo.
Derrotou os cínicos, os hipócritas os que fogem permanentemente à verdade.
Ainda bem!
Como amanhã, dia 1 de Outubro, é o dia internacional consagrado pela ONU à pessoa idosa... 
A eles, idosos, dedico esta derrota dos políticos que ora governam Portugal e que tanto desprezo por eles têm demonstrado.
Por eles e pelo país!!!


PS. Deixo um mail que nos foi remetido pela organização "Médicos do Mundo" com programas de atividades a promover no dia de amanhã dedicadas à pessoa idosa.


Fiquem bem,

António Esperança Pereira

Dia Internacional do Idoso – “Sou Idoso, Sou Valioso”

 

O dia 1 de Outubro é, desde Dezembro de 1999, após designação da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, o dia consagrado, em todo o mundo, à pessoa idosa.

A Médicos do Mundo, na sequência do trabalho que vem desenvolvendo junto da população sénior, no sentido de promover a saúde, a valorização e o envelhecimento activo, não podia deixar de assinalar este dia promovendo várias actividades em Évora, Lisboa e Porto.

Ora espreite e Apareça!


Évora 
Projecto “Prevenção para Todos”


Lisboa
Projecto “Viver Saudável”


Porto 
Projecto “Terceira (C)Idade”



Sem mais, subscrevemo-nos com os mais cordiais & solidários cumprimentos,


sexta-feira, março 15, 2013

Portugal cai no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU


Nosso destaque:


Para os que ainda se debatem com dúvidas sobre o des (governo) em que Portugal caiu, rumo a um qualquer abismo, destaco hoje este relatório da ONU em que Portugal sofre a maior queda no Índice de Desenvolvimento Humano.
Uma autêntica vergonha!
De salientar que, apesar das comparações que os governantes fazem com a Grécia e Espanha, com as quais diariamente nos fustigam para justificarem medidas e políticas catastróficas, estes dois países detêm respetivamente no citado Índice de Desenvolvimento Humano, a 29.ª e a 23.ª posições num conjunto de 187 países.
Portugal encontra-se agora e em queda abrupta na 43.ª posição.
É caso para questionar:
Onde nos levam senhores des (governantes) ?


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/


ONU: Portugal sofre a maior queda no Índice de Desenvolvimento Humano





Portugal na contramão da estrada do desenvolvimento humano

Se o otimismo é a tónica geral do relatório em relação aos países do Sul, os leitores portugueses do relatório ficam sem grandes razões para festejar: o país é o campeão das descidas no Índice de Desenvolvimento Humano 2012, caindo 3 lugares. Portugal ocupa agora a 43ª posição em 187 países, entre os Emirados Árabes Unidos e a Letónia. Ou seja, está apenas 5 lugares acima da linha que separa os países com desenvolvimento humano na categoria "muito elevado" dos que pertencem à categoria "elevado". Em comparação, a Grécia manhtém-se estável no 29º lugar do índice e a Espanha também mantém o 23º lugar nesta lista de países.
A par do Indice do Desenvolvimento Humano, que "reflete o desenvolvimento humano potencial, que poderia ser alcançado se as realizações fossem distribuídas de forma igualitária entre os residentes" de cada país, a ONU apresenta o mesmo índice ajustado à desigualdade, que desconta "o valor médio de cada dimensão [saúde, educação e rendimento] de acordo com o seu nível de desigualdade". Neste índice ajustado à desigualdade, Portugal regista uma perda de 10,8% em relação ao índice original.
Este retrocesso do desenvolvimento humano português vem contrariar a tendência positiva que se registava nas últimas décadas. O índice recua a 1980 para fazer estas comparações e regista uma subida de 27% neste período. Decomposto por décadas, verifica-se que a evolução anual portuguesa neste índice foi de 1,04% na década de 80, nos anos 90 abrandou para 0,93% e continuou a cair para 0,43% na primeira década do século XXI e 0,35% se contarmos o período entre 2000 e 2012. 

sábado, dezembro 22, 2012

Uma boa Prenda de Natal vinda das Nações Unidas



Nosso comentário:


Aí está uma boa prenda de natal:
Uma equipa das Nações Unidas de sete economistas, chefiada pelo português Artur Baptista da Silva, apresenta três pontos para uma negociação com a troika da dívida portuguesa.
O ganho rondaria 10,3 mil milhões de euros.
Gostei de ouvir e ler, partilho.
Aconselho a todos que acham muito estranho todo este processo de gestão da crise europeia por parte dos europeus, estas trocas baldrocas de governos, estas diferenciações de taxas de juros entre países da União Europeia, estas santas alianças nunca sonhadas, nem nunca vistas, etc etc...
que vejam o video, que leiam a notícia do Expresso, que reflitam no que se vem passando nesta Europa, que sintam alguma esperança neste estudo apresentado pela equipa das Nações Unidas.
É indispensável ver isto, ler isto, acreditar nisto.
As palavras dos intervenientes falam por si.
Lamento ver portugueses completamente do lado dos outros, do lado da defesa dos interesses de "Bruxelas", não sei se deveria ler-se da "Alemanha".
Portugueses a argumentarem que Portugal deveria voltar à década de 60, época do Estado Novo... veja-se só!!! 
O caminho que esta gente quer para nós...
Por outro lado, uma comissão das Nações Unidas que sai em defesa dos países do sul da Europa, neste caso Portugal, lembrando que chegámos ao pelotão da frente (41.º lugar no ranking mundial) e por isso aí nos devemos manter.
Uma comissão das Nações Unidas que vem dizer coisas importantes, entre as quais, que os projetos por que muitos países se endividaram, foram impostos  por Bruxelas (fiscalizado por eles o seu estrito cumprimento, sob pena de se perderem os fundos)
Que vem dizer que está sendo aplicado a Portugal o mesmo programa aplicado décadas atrás a países da América Latina e da Ásia.
Que vem lembrar o incómodo sentido pela Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, ao referir-se (durante cerca de uma hora...) ao que se passa com Portugal e Espanha, por ver os dois países mais responsáveis pela globalização, Portugal e Espanha, vítimas eles próprios dessa globalização.
Isto, entre muitas outras coisas...
Vale a pena ver, ler, meditar e pensar que não estamos sós.
A Democracia com fundamentos de humanismo, paz, solidariedade, progresso, liberdade, não pode ser matada por uma qualquer santa aliança de ocasião.


PS. Para quem não teve a oportunidade de ver ou ler, pode fazê-lo abaixo, no video do youtube, na notícia do Expresso.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Equipa das Nações Unidas propõe renegociação da dívida portuguesa


Uma equipa de sete economistas do PNUD, coordenada pelo português Artur Baptista da Silva, apresenta três pontos para uma negociação com a troika da dívida portuguesa. O ganho rondaria €10,3 mil milhões.


"Se não negociarmos já, estaremos a fazê-lo dentro de seis meses de joelhos", afirma Artur Baptista da Silva, o economista português que coordena uma equipa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), encarregada pelo secretário-geral Ban Ki-moon de apresentar um relatório da situação crítica na Europa do Sul.
Em entrevista na edição de hoje do Expresso, Baptista da Silva refere a preocupação das Nações Unidas com a evolução da crise das dívidas soberanas na "periferia" da zona euro, as receitas de ajustamento que têm sido colocadas em prática e os riscos geopolíticos que esta situação acarreta.
Numa abordagem distinta de outras propostas de renegociação da dívida soberana - como a de Miguel Cadilhe, divulgada pelo Expresso em outubro num artigo de opinião do ex-ministro das Finanças -, a estratégia definida por esta equipa da ONU propõe uma renegociação de 41% da dívida soberana consolidada portuguesa projetada daqui a cinco anos (uma parte da dívida que não deriva das políticas internas dos diversos governos desde a adesão à União Europeia) e a mexida em dois pontos do memorando de entendimento com a troika, que em detalhe o leitor poderá ler na entrevista publicada na edição do Expresso.
Artur Baptista da Silva será encarregado pela ONU para dirigir o Observatório Económico e Social das Nações Unidas que se instalará em Portugal por dois anos. O relatório será divulgado no próximo ano.
A poupança de 10,3 mil milhões de euros daria para cobrir um défice orçamental de 4,5% e ainda deixaria de saldo cerca de 2,3 mil milhões de euros, que poderiam ser aplicados à devolução de um dos subsídios retirados aos funcionários públicos e aos pensionistas e ao reforço do fundo de emergência social.








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Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...