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quinta-feira, agosto 23, 2012

Professores só até 2020, prevista extinção da classe!

Breve nota do autor do blog/site:
 
 
Caro leitor, talvez seja um daqueles otimistas que não acreditam que certas coisas aconteçam. Por exemplo, esta ideia que alguém pôs a circular por aí, que também chegou até nós, de poderem vir a acabar com os professores até ao ano de 2020...
Bom devemos confessar que pecamos do seu otimismo e somos daqueles que muitas vezes só acreditamos no que é, depois do que diziam que ia ser, já ser.
Importa é o momento não é? isso mesmo. E no momento que nos é dado viver (ESTE) na realidade existem os ditos professores. Portanto, esta é a verdade do momento, o resto que se dane, são só más línguas que não sabem o que dizem... porque o futuro, esse, como diz o povo, a Deus pertence.
Se por acaso for daqueles leitores mais realistas, que acreditam que nada, mesmo nada existe para sempre, e se é professor, oxalá a leitura deste texto o ajude a tomar uma ou outra atitude concernente a colmatar a apregoada realidade de 2020.
Homem prevenido vale por dois, e da maneira que as coisas estão não arriscamos vaticínios: é que em boa verdade se diga, distiguem-se com dificuldade a mentira e a verdade que nos impingem.
 
PS. Fica abaixo publicado o texto tal como o recebemos via email.
 
 
António Esperança Pereira
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Ano 2020: A extinção dos professores.
O ano é 2020 D.C. - ou seja, daqui a nove anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
-
Vovô, por que o mundo está acabando?

A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
-
Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.

-
Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?

O velho responde, então, queprofessores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
-
Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?

-
Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.

-
E como foi que eles desapareceram, vovô?

-
Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito.Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.

Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer "eu estou pagando e você tem que me ensinar", ou "para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você" ou ainda "meu pai me dá mais de mesada do que você ganha". Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo "gerenciar a relação com o aluno". Os professores eram vítimas da violência - física, verbal e moral - que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. "Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular", diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, enunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.

Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor.As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas "bem sucedidas" eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão - enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.

ATENÇÃO: Qualquer semelhança com a situação deste País ultrajado e saqueado por políticos quadrilheiros e mafiosos, não é mera coincidência.
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Fiquem bem, António Esperança Pereira
 

http://www.bubok.pt/afiliados/tienda/

sábado, julho 07, 2012

Extinção de Professores em 2020...

Nota breve do autor do blog/site:

Divulgamos hoje um mail deveras interessante, atrevemo-nos a dizer, ser o mesmo de leitura obrigatória.
Antes porém, de vos ser apresentado o assunto principal, "a extinção dos professores", atente-se no intróito do texto, que também tem a ver com professores, e no mínimo é bem meritório para o Ensino Superior Público em Portugal:
-É que a Universidade do Porto, em sete dos principais rankings internacionais, encontra-se entre as 100 melhores Universidades da Europa... fantástico! 
Endereçamos pelo facto os nossos parabéns àquela Universidade.
Leiam, confiram abaixo no link e digam de vossa justiça.
Dito isto, fica mais abaixo o mail, de proveniência brasileira, mas cuja adaptação a Portugal é...quase perfeita.


 
A Universidade do Porto é a mais bem classificada em Portugal em sete dos principais rankings internacionais e está entre as 100 melhores universidades da Europa, revela o Relatório de Contas daquela instituição de ensino superior.

Consulte o artigo completo em:
http://www.jn.pt/paginainicial/sociedade/educacao/interior.aspx?content_id=2646780

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(Aqui fica o mail tal qual aqui chegou )

A extinção dos professores...
O ano é 2.020 D.C. - ou seja, daqui a oito anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:

– Vovô, por que o mundo está acabando?

A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:

– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.

– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?

O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.

– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?

– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.

– E como foi que eles desapareceram, vovô?

– Ah,foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.

Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos.Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você”ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.

Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de ideias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.

Em seguida, os professores foram desmoralizados.Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, pagodeiros,agiotas,traficantes, artistas de novelas da televisão – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.

ATENÇÃO: Qualquer semelhança com a situação deste País ultrajado e saqueado por políticos, quadrilheiros e mafiosos, não é mera coincidência.É a pura verdade
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terça-feira, março 06, 2012

Aposentado, 3 mulheres, 69 filhos, 100 netos

Luiz Costa de Oliveira, 90 anos, com as três mulheres, na frente de casa, em Campo Grande. Da esquerrda para direita; Ozelita Francisca, 58 anos, Maria Francisca, 69 anos; e Francisca Maria, 89 anos (Foto: Júnior Liberato/Arquivo Pessoal)


O aposentado Luiz Costa de Oliveira, 90 anos, é viúvo do primeiro casamento, o que lhe rendeu cuidar sozinho de 17 filhos em uma casa humilde no sertão de Campo Grande (RN). Paquerador nato, ele não deixou, como gosta de dizer, a "peteca cair" e se casou novamente, por três vezes. O detalhe é que ele não ficou viúvo outra vez e nem se separou das primeiras esposas. Hoje, ele mora com três mulheres, a segunda companheira, a sogra e sua cunhada. Com elas, Oliveira teve 45 filhos.
Paquerador e insaciável, o aposentado ainda conseguiu arrumar tempo para mais três mulheres, todas relações que considera extraconjugais, que resultaram em outros sete filhos. Somando a prole de cada um dos relacionamento, ele construiu uma família (ou famílias) com 69 filhos, 100 netos e 60 bisnetos.
A primeira mulher da história de vida de Oliveira se chamava Francisca. "Deus quis levá-la e assim foi, mas me deixou 17 filhos". O tempo passou e ele conheceu outra Francisca, por quem se apaixonou, era Maria Francisca da Silva, hoje com 69 anos. "Com esta tive mais 17 filhos."
O terceiro relacionamento de Oliveira começou quando sua sogra passou a frequentar sua casa diariamente para cuidar de Maria Francisca em suas gestações. "A gente foi se conhecendo melhor e tive mais 13 filhos", disse ele.
Por causa das gestações de sua sogra, que se transformou em esposa, a nora Ozelita Francisca da Silva, 58 anos, passou a frequentar a casa de Oliveira também. Desta vez, os cuidados eram direcionados para sua sogra-esposa. "Fizemos 15 filhos".
Dos filhos de Oliveira, apenas 31 estão vivos.

Ciúmes de "mãe e filhas"
Semana passada, as filhas estavam brigadas com a mãe. As três estavam com ciúmes do marido, o mesmo das três. "A gente vive aqui na minha casa. A minha casa é pequena, com quarto, sala, cozinha e banheiro. Não tem muito conforto, mas dá pra fazer amor. Quando eu faço amor é sempre na mesma casa, no mesmo quarto. No", disse Oliveira.
Além dos filhos com as três atuais mulheres e da falecida Francisca, Oliveira disse que a fama de "bom homem" atrai a atenção de outras mulheres. "A gente passa e as mulheres ficam olhando. Não sou assim bonito como dizem, mas tenho minhas qualidades."
O aposentado revelou ao G1 o segredo para tanta vitalidade. "Não bebo, não fumo, me alimento bem e durmo melhor ainda". Oliveira não quis explicar como faz para se dividir entre as três mulheres na mesma casa. "Tem espaço pra todas. Pra fazer amor não tem hora e nem lugar. basta querer."

Filhos de Franciscas

Oliveira disse que sabe o nome de todos os 69 filhos, mas que tem horas que a memória não ajuda. "Se eu vejo pessoalmente eu sei quem é a mãe e nome vem na cabeça."
Os 100 netos já é uma operação mais complicada para Oliveira lembrar o nome de todos. "É muita gente, mas é gostoso. O nome deles quem sabe são os pais."
Os sete filhos que teve com outras três mulheres, em relacionamentos extraconjugais, Oliveira não tem tanto contato. "Eu sei onde moram, onde estão as mães, mas não temos o convívio".
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 Nosso comentário:


Quando se fala neste país em quase ausência de natalidade, hoje apresentamos um bom exemplo que descobrimos em publicação brasileira.
Caso exemplar nesta capítulo (natalidade) já que um só homem consegue, quanto a nós, feito digno de mérito, com direito a pódio e estátua.
Não sabemos, pois não conseguimos apurar ao certo, se o feitor de tamanha prole tem ascendência lusa.
Seja como for, tiramos o chapéu ao Senhor Luiz Costa de Oliveira.

Claro que, caso a governação levasse um caso destes a peito e tentassem po-lo no terreno, acreditamos que seria difícil pois mexia com muita coisa.
Começaria pela papelada, depois pelo sagrado matrimónio, de como contorná-lo para se poder ser mais fecundo. Aí a Igreja não iria facilitar. Muitas mulheres "na coisa", faria muita confusão.
Posteriormente, com a mentalidade de riquismo instalada neste país, ninguém iria querer viver em tão modestas condições, muito menos privar-se dos seus 3 ou 4 telemóveis, os seus jeep's ou mercedes, as viagens obrigatórias, para amigo ver, a Punta Cana, ou outros destinos similares, etc etc.

Finalmente, com o desemprego a aumentar de forma galopante, nem sei se no fim do ano haverá alguém empregado, refiro-me a portugueses residentes no país, não aos emigrantes ou em vias de...
como se iria arranjar pão para alimentar tanta boquinha?
Ontem mesmo vimos e ouvimos na televisão que as próprias organizações caritativas, cada vez a substituirem-se mais ao Estado, estão já sem meios para acudir a tanto cidadão faminto e esfarrapado.
Logo não é de todo a altura ideal para fazer filhos, aumentar-se a natalidade. Não há dinâmica social nem política, nem económica para isso.
Esqueçam a notícia...
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Fiquem bem,



Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...