Mostrar mensagens com a etiqueta soberania. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta soberania. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, março 13, 2013

Joana Manuel, uma atriz, um desabafo, um APELO



Nosso comentário:


Recebi via email a divulgação de um vídeo em que uma atriz, de nome Joana Manuel fala.
Tal como quem me enviou o video, também não conhecia a atriz Joana Manuel.
Tal como quem me enviou este video achei-o excelente. 
Da mesma forma o ouvi nos seus cerca de 9 minutos sem pestanejar e com um agrado indescritível.
Fui ver se sabia mais qualquer coisa sobre Joana Manuel. 
E na verdade soube. 
Encontrei logo o seu nome entre uma série de individualidades consagradas e de reconhecido mérito nacional.
Quis saber mais. 
Os portugueses, eu sou português, andam ávidos que algo ponha cobro a este fatalismo que parece querer dominar-nos. Um retrocesso que nos querem impor à força toda e seja a que preço for.
Sangue, suor e lágrimas vertidos sem grandes explicações.
Por alma de quem?
Que finalidades obscenas estão por detrás deste ataque a Portugal e ao seu POVO? 
Aconselho os leitores a darem uma vista de olhos tal como eu fiz.
Primeiro vejam e ouçam o video da Joana, depois cliquem no título/link abaixo "Apelo Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido" e sigam a vossa intuição.
Também podem aderir ao "Apelo" de tanta ilustre e lusa gente, por exemplo.


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/


----------------------------------------------------------------------------------------------------


Um desabafo e não só...


Eu não conhecia a Joana Manuel e curiosamente no dia em que recebi este vídeo, ela foi uma das convidadas do Nilton, no 5 para a meia noite.
A Joana fez um discurso excelente  numa Conferência Nacional – Em Defesa de um Portugal Soberano e Desenvolvido. São quase 9 minutos que passam num ápice tão absorventes se tornam. Mas se estás feliz com o atual estado das coisas esquece, não vejas o vídeo, vai-te chocar.
A Joana é uma atriz de 36 anos. Brilhante, Joana!


http://5dias.wordpress.com/2013/03/06/indispensavel/


Apelo Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido




Vencendo a resignação e a manipulação fatalista, afirmamos o nosso inconformismo perante um pacto de agressão que está a conduzir Portugal e o povo português ao declínio económico, ao empobrecimento e à perda de direitos duramente conquistados, num quadro de intolerável regressão social. 

Denunciamos as opções, os conteúdos e as consequências de uma orientação política que vem arrastando o país para uma dependência crescente, avolumando injustiças e desigualdades, hipotecando as suas possibilidades de crescimento, estrangulando o presente e comprometendo o futuro das jovens gerações. 

Acreditando que Portugal tem futuro, tem recursos, a começar pelo seu povo, e capacidades para se afirmar como nação soberana e desenvolvida, confiamos em que é possível encetar um caminho de crescimento, de valorização do trabalho e de dignificação das condições de vida do povo português, e identificamos esse caminho com o cumprimento, a defesa e afirmação do projecto que a Constituição da República Portuguesa consagra e cujos valores e dinâmica transformadora assumem um sentido de progresso civilizacional. 

Apelamos por isso a todos os democratas e patriotas, para que manifestem a sua opinião e para que inscrevam, como imperativo patriótico da sua intervenção cívica e política, a denúncia e a rejeição do programa que está a ser imposto.
 
Primeiros subscritores
1. Alice Vieira – Escritora
2. Alfredo Maia – Jornalista
3. Álvaro Siza Vieira – Arquitecto
4. António Avelãs Nunes – Professor Catedrático
5. António Borges Coelho – Historiador
6. Armando Alves – Artista Plástico
7. Carlos Mota Soares – Professor Universitário
8. Deolinda Machado – Activista de Movimentos Católicos
9. Duran Clemente – Capitão de Abril
10. Eduardo Souto Moura – Arquitecto
11. Guilherme da Fonseca – Juiz jubilado do Tribunal Constitucional
12. Inês Gregório – Actriz e Historiadora
13. Isabel Allegro de Magalhães – Professora Universitária
14. Joana Manuel – Actriz
15. José Barata Moura – Professor Universitário
16. José da Cruz Santos – Editor
17. José Ernesto Cartaxo – Sindicalista
18. Kalidás Barreto – Sindicalista
19. Levy Batista – Advogado
20. Manuel Gusmão – Professor Universitário e Poeta
21. Manuel Loff – Professor Universitário
22. Mário de Carvalho – Escritor
23. Urbano Tavares Rodrigues – Escritor
24. Raquel Freire – Realizadora


sexta-feira, novembro 30, 2012

O 1.º de Dezembro e a recuperação da soberania


Nosso comentário:


Em vésperas do 1.º de Dezembro, data que, como sabem, é comemorativa da libertação de Portugal do jugo estrangeiro no ano de 1640, é bom que todos, sem exceção, reflitamos.
Sei que estamos em 2012, século XXI, portanto algo longe da situação de 1640, século XVII.
Todavia, as conversas de então, nesse período de ocupação estrangeira entre 1580 e 1640,  não deveriam ir parar a outro assunto que não fosse o da perda de soberania e grave crise de então.
Tal como agora, o paralelismo parece evidente.
A perda de soberania hoje não é política como naquele tempo, é apenas financeira, apenas está diminuída pelo acesso negado aos mercados financeiros. Apesar disso, não há conversa entre cidadãos portugueses em que o assunto não seja a situação atual.
Fala-se disso, dessa perda de soberania, de um governo fraco ao serviço dos mandantes estrangeiros, conspira-se, tal como então, em encontrar formas de protesto, mais ou menos veementes, que alterem a situação atual. Os portugueses de 1640 intentaram sair da situação em que estavam e conseguiram.
Estamos todos indignados. Tristes. Podem atribuir-se responsabilidades a estes e aqueles, podemos chamar nomes uns aos outros. Aos políticos, à banca, aos senhores da Europa, à crise generalizada, etc etc. a uma pergunta, porém, temos que responder:
Que caminho?
Continuar este que vem sendo seguido, que está a dar os resultados que estão à vista?
Depois do roubo vergonhoso, imperdoável, dos subsídios de Natal e de Férias, aumentos brutais de impostos, seguem-se assaltos a outras fontes onde o dinheiro existe...saúde, educação, trabalho, venda de património nacional, etc etc. e mesmo assim chegamos a resultados catastróficos...
Desemprego aumenta, pobreza aumenta, recessão agrava-se, crescimento não há, emigração aumenta, dívida aumenta (consequentemente os juros da mesma também)
Cabe perguntar, este caminho a ser prosseguido, leva-nos aonde ? seremos nós masoquistas? vamos aguentar um barco que nos leva ao fundo? vamos seguir um timoneiro que só vê estreito e incerto?
E alternativa?
Pois bem, na minha modesta opinião, e sem ter de se ir, nesta fase, para soluções radicalmente diferentes da atual, que as há, teria pelo menos que mudar a gente que nos governa.
Mudar o discurso assustador da governação, na palavra e no modo.
Um discurso desajustado. Agressivo. Sem dó nem piedade. Não condiz com democracia.
Depois quem viesse, teria por missão mobilizar os portugueses de forma convincente com um plano credível e equitativo de como ir gerindo o pagamento da dívida.
A par disso, estabelecerem-se metas de desenvolvimento que levem a um crescimento económico e criação de postos de trabalho. Que se semeie a esperança, não a negação da esperança...
Exigem-se timoneiros com rumo, que tratem bem os concidadãos, que os respeitem mesmo quando lhes são pedidos sacrifícios. Especialmente quando lhes são pedidos sacrifícios desta monta.


PS. Deixo uma notícia que nos dá conta da subida do desemprego. Um susto!



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/


-----------------------------------------------------------------------------------------------------

Taxa de desemprego sobe para 16,3%


30 de Novembro, 2012

A taxa de desemprego em Portugal subiu para 16,3% em Outubro, acima dos 16,2% de Setembro, sendo a terceira mais alta entre os Estados-membros, segundo dados divulgados hoje pelo Eurostat.
Nos números divulgados hoje, o gabinete de estatísticas da União Europeia (UE) reviu em alta os dados divulgados a 31 de Outubro, que apontavam para uma taxa de desemprego de 15,7% em Portugal, em Setembro.
Em Agosto, a taxa de desemprego em Portugal também já tinha atingido os 16,3%.
Na zona euro, a taxa de desemprego subiu para 11,7% em Outubro, contra 11,6% em Setembro, enquanto na União a 27 aumentou para 10,7%, em comparação com os 10,6% observados no mês anterior.
Entre os Estados-membros, Portugal continua a ter a terceira taxa de desemprego mais elevada, apenas atrás de Espanha (26,2%) e da Grécia (25,4%, valor referente a Agosto), enquanto Áustria (4,3%), Luxemburgo (5,1%) e Alemanha (5,4%) apresentam as taxas mais baixas.
Na comparação com Outubro do ano passado, a taxa de desemprego em Portugal subiu de 13,7% para 16,3%, um dos maiores crescimentos entre os Estados-membros, a par dos registados na Grécia (de 18,4% para 25,4%, valores referentes a Agosto), em Chipre (de 9,2% para 12,9%) e em Espanha (de 22,7% para 26,2%).
No mesmo período, na zona euro, a taxa de desemprego subiu de 10,4% para 11,7%, enquanto na UE avançou de 9,9% para 10,7%.
Entre os jovens (com menos de 25 anos), Portugal registou um aumento, em termos mensais, com a taxa a passar de 39% em Setembro para 39,1% em Outubro, acima das taxas de 23,9% e 23,4% observadas na zona euro e na UE, resistivamente.
O aumento do desemprego jovem em Portugal é mais expressivo se recuarmos a Outubro de 2011, altura em que a taxa se situava nos 33,1%.
De acordo com as estimativas do Eurostat, em Outubro, existiam 25,913 milhões de pessoas desempregadas na União a 27, das quais 18,703 milhões na zona euro.
O Eurostat calcula mensalmente uma taxa harmonizada de desemprego para todos os países da UE. Esta taxa utiliza uma metodologia comum a todos os 27 para permitir comparações. Os resultados do Eurostat não são necessariamente iguais aos obtidos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Lusa/SOL

quinta-feira, novembro 01, 2012

Governo a empobrecer o país, Europa em guerra


Nosso comentário:



Dedico hoje alguma da minha preocupação às declarações de Vasco Lourenço.
Vasco Lourenço é um homem que escusa apresentação. Um moderado de entre os capitães de Abril, como todos o ficamos a conhecer, surge nesta fase com declarações bem graves e pertinentes.
Todos sentimos as fricções que os povos europeus voltam a viver. Todos sentimos que o sonho europeu, tal como foi concebido e arquitetado, está virando pesadelo.
Dediquei alguns textos e poemas a essa construção europeia. No meu caso pessoal fui tão ingénuo que cheguei a redigir um poema em que  arquitetava até a possibilidade de Berlim poder um dia vir a ser a capital de uma Europa nova, solidária, pacífica, próspera, unida.
Berlim porquê?
Achava eu que reunia as características únicas de uma cidade que conheceu de tudo um pouco, tal como a Europa no seu todo: miséria, grandeza, guerra, ocupação, divisão, holocausto, libertação... morte e renascimento lado a lado.
Afinal,  algumas décadas volvidas, o que temos?
Uma Alemanha a atirar todas as cartas fora do baralho. A imperar pela força do dinheiro, a defender um holocausto financeiro dos mais fracos.
Podemos achar e dizer e pensar, que é a sr.ª Merkel que faz isso, não o povo alemão.
Oxalá que ao menos seja assim, porque não cabe no meu entendimento qual o lucro/benefício para os alemães em agirem como estão a agir.
De voltarem a ouvir insultos que pareciam pertencer já às calendas do passado. Ao quase esquecimento da vil história recente da II Guerra Mundial.
Pois Vasco Lourenço em vésperas da visita da pouco amada, por muitos odiada, chanceler Merkel ao nosso país, solta palavras bem revoltadas, indignadas, preocupantes, sobre o futuro da Europa e de Portugal, prevendo mesmo o confronto próximo entre ofendidos e ofensores.
No plano europeu assume que há países e países: uma Europa assumidamente dividida portanto. No plano nacional, defende uma saída de Portugal do Euro de preferência em conjunto com outros países: países europeus, presumo, de outra Europa que não a da sr.ª Merkel. 
Deixo dois textos incompletos das declarações de Vasco Lourenço.
Os leitores interessados na problemática abordada, poderão completar o conteúdo de tais declarações algures na imprensa, ou na internet.

 Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
http://lusito.bubok.pt/
 -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Guerra na Europa é "inevitável"

por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral



O "capitão de Abril" Vasco Lourenço considera que uma guerra na Europa é inevitável, se esta se continuar a "esfrangalhar", e defende a rápida saída de Portugal do Euro, preferencialmente em conjunto com outros países na mesma situação.
 

"A Europa vai esfrangalhar-se, vem aí a guerra inevitavelmente", disse, referindo--se à "destruição do estado social" e à "falta de solidariedade que está a haver na Europa".
O presidente da Associação 25 de abril, em entrevista à agência Lusa, recordou que a Europa tem atravessado o maior período de paz da sua história, desde a Segunda Guerra Mundial, o que só foi possível graças à conquista pelos cidadãos do direito ao Estado social, à proteção, à saúde, à educação e à segurança social.
Recorrendo à fábula da rã que é cozida sem dar por isso, porque está dentro de uma água que vai aquecendo aos poucos, Vasco Lourenço não tem dúvidas de que é preferível a rutura do que "deixarmo-nos cair no abismo para onde este Governo e a Europa nos estão a atirar".
Como alternativa aponta a saída atempada e programada da União Europeia e do euro, manifestando esperança de que haja condições para Portugal ser capaz de se ligar a outros países nas mesmas circunstâncias e tentarem encontrar soluções coletivas.
"Se possível seria ideal sairmos com outros países, porque as dificuldades serão muito maiores se sairmos isolados. Agora se houver um conjunto de países que estão em dificuldades que se unam e concertem a sua saída do euro, é capaz de ser muito melhor e dá-nos a possibilidade de darmos a volta por cima".
Reconhecendo que não será fácil conseguir essa articulação, Vasco Lourenço mostra-se convicto de que muito provavelmente os outros países em situação semelhante à portuguesa estarão a discutir o mesmo tipo de possíveis saídas.
"É preciso juntar esforços e chegar à conclusão que todos teremos a ganhar se unirmos esforços dos vários países contra quem está neste momento a ocupar-nos não militarmente, mas financeira e economicamente", disse.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------
Vasco Lourenço

"Governo está empobrecer o país de forma intencional"


por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral

"É criminoso. Na minha opinião, não é falta de competência, porque eu não quero acreditar que eles [o governo] sejam tão estúpidos que não percebem que assim não atingimos a recuperação mantendo o bem-estar da população", afirma.


Em entrevista à agência Lusa, o "capitão de Abril" mostra-se convicto de que o empobrecimento do país é intencional, fruto de uma ideologia neoliberal que quer "empobrecer o povo, provocar desemprego, criar a situação de terra queimada para a seguir tentar plantar de novo começando quase do zero".

Para Vasco Lourenço, a prossecução desta política vai gerar situações "absolutamente degradantes", como o aumento dos suicídios, da emigração e a destruição do país.

"Por isso, não os considero absolutamente nada patrióticos. Estarão ao serviço do capital financeiro internacional. Ao serviço do nosso país eu penso que não estão".

Na lógica do destruir para plantar de novo, o responsável não tem dúvidas de que os novos "agricultores" seriam empresas estrangeiras, uma vez que já se está "a vender ao desbarato e a retalho o país".
 

terça-feira, abril 03, 2012

Troika quer "roubo" definitivo dos subsídios...

A Comissão Europeia, no âmbito da avaliação da ajuda externa da troika a Portugal, não descartou esta terça-feira a possibilidade dos cortes nos 13.º e 14.º meses para a função pública e pensionistas assumirem caráter permanente, embora assevere que tal cenário ainda não foi discutido.
Teremos de ver se (a medida) se tornará permanente ou não. Mas isso agora ainda não foi discutido", assegurou Peter Weiss, da direcção-geral de Assuntos Económicos e Monetários da Comissão Europeia, e membro da missão de ajuda externa para Portugal.
O responsável falava aos jornalistas em Bruxelas, no final da apresentação do relatório sobre a terceira revisão do programa de assistência financeira a Portugal.
Os cortes nos 13.º e 14.º meses estão previstos durar até 2013, data em que findará o programa de resgate a Portugal.
No entanto, os números da Comissão deixam implícita a possibilidade de os subsídios não regressarem.
No relatório sobre a terceira revisão do programa de assistência financeira a Portugal, divulgado esta terça-feira, a Comissão faz projeções sobre a evolução das remunerações por trabalhador: Bruxelas espera uma forte redução este ano (menos 3%), que se prolonga por 2013 (0,5%).
Para 2014, a Comissão espera que as remunerações subam, mas apenas 0,5% - um aumento que parece muito reduzido para comportar o impacto do regresso dos subsídios de Natal e férias no setor público.
Segundo o orçamento do Estado para 2012, o corte nos subsídios vai permitir uma poupança líquida de 1065 milhões de euros em 2012.
Na altura da apresentação do orçamento, o ministro das Finanças garantiu que o corte dos subsídios "só pode ser transitório".
"O corte é temporário, (existirá) durante a vigência do programa de ajustamento (negociado com a 'troika'), esse período acaba em 2013", disse Vítor Gaspar numa entrevista à RTP.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Comentários de leitores JN:

revoltado:

Estes f.pta. continuam a roubar os pobres, eu trabalhei 47 anos, SEMPRE DESCONTEI nos subsidios de feria e de Natal, não é nenhuma benesse que que me estão a dar foi parte dos meus subsidios que a minha entidade patronal ficou e entregou á seg. social, e agora vem estes f. pta roubar-me aquilo que é meu, e mais se Portugal está assim neste estado não foi por minha culpa, pois para andar de cabeça levantada NÃO FUI para férias, as minhas férias foram sempre na Antiga praia Emilia Barbosa em Matosinhos, e os que gastaram acima das suas possibilidades é que se estão a rir. grande cambada de F.Pta.

bronca:

No dia que todos os reformados, pensionistas, desempregados ou seja todos os espoliados deste triste PAÍS se concentrarem à porta da Assembleia, do snr. Passos ou do snr. Silva então acredito que o raio da barraca abana e de que maneira!!! Enquanto se continuar com o blá blá blá do costume infelizmente esta corja de ladrões que nos governa vai-nos pondo a pata em cima.Vamos pensar nisso???Para que servem os twiters, sms etc,etc???

poetapirado:

MAS AFINAL QUEM LEGISLA E GOVERNA ESTE PAÍS?E TODOS ESSES ***@S QUE OCUPAM OS MINISTÉRIOS,BELÉM,S.BENTO E ASSEMBLEIA PARA QUE SERVEM?DEIXEM-SE DE ANDAR ARMADOS EM PATRIOTAS COM O SÍMBOLO DA REPUBLICA NA LAPELA,CUJO DIA QUE A SIMBOLIZA ELIMINARAM DO CALENDÁRIO,DE UM MODO COBARDE.TENHAM VERGONHA E DEMITAM-SE TODOS EM BLOCO E VÃO DE FÉRIAS PARA O MAIS LONGE POSSIVEL.

sani:

seu grandes filhos da p.....a....querem as familias cada dia mais pobres e desesperadas....no vosso bolso não mexem vocês! vivam com 1000 euros e 3 filhos e casa para pagar, etc e depois falem comigo, seus mamões de ***

pensemnisso:

ninguém tem um saquinho de *** para atirar a estes cabrões quando chegarem ao aeroporto da Portela? Nenhum desempregado com essa ideia? Olha que na cadeia ao menos têm TV, comida, e provavelmente até têm emprego lá dentro.

perverso:

é a bela da maneira de vos reduzirem o salário sem "reduzirem o salário". A palavra subsídio engana muito boa gente neste país. Não é subsídio nenhum. É parte integrante do ordenado que é paga numa altura do ano, em vez de estar incorporada durante 12 meses no salário. Por mim tudo bem. Que acabe os "subsídios" e que me integrem esses mesmos no meu salário mensal.

joaquim:

Os actuais governantes não mexem nos privilegios dos grandes capitalistas e corruptos, porque existe ligações familiares e amizades entre eles. Também não querem mexer sómente nas grandes pensões e vencimentos daqueles que fazem parte do grupo de amizades deles. O povo tem de se revoltar, porque nunca na existência de Portugal houve as tremendas diferenças de repartições de vriqueza. VIVEMOS O MAIOR FASCISMO DE TODOS OS TEMPOS.
-------------------------------------------------------------------------------------------
Nosso comentário:

Pouco mais a dizer perante a reação generalizada de contestação exacerbada a uma cada vez maior perda de soberania de Portugal. Colocamos alguns dos comentários de leitores lusos que, a avaliar pela dureza dos desabafos, pouco faltará para muitos deles chegarem a vias de facto, ou seja, passarem  das palavras aos atos, derrubando estes "andeiros", gente que nos governa, uns com nacionalidade portuguesa, outros nem isso.
Há limites para tudo, meus senhores, até para perder a paciência!!!

Era para tecermos hoje um elogio merecido a Rui Rio, Presidente da Câmara do Porto, a quem ouvimos de forma apaixonada, na tv defender exatamente o oposto das medidas que estão a ser tomadas pelo governo do seu partido (psd) no poder. Defender mesmo que os cortes deveriam ser mais equitativos e não só uns a pagar o grosso da fatura. Ouvimos o mesmo conhecido autarca laranja opor-se com determinação ao que se passa atualmente na CGD (caixa geral de depósitos) que se apresta para, com dinheiro do Estado, financiar uma negociata privada, em vez de financiar pequenas e médias empresas bem carentes de uma ajuda a fim de assim manterem os postos de trabalho e a laboração.

Parece que alguém daquele partido, ele e mais uns quantos, já não conseguem aguentar um combóio tão ultraliberal, tão rendido, tão sem ideias, como o liderado pela governança atual.
Ainda bem, oxalá que mais políticos acordem, para seu próprio bem, que comecem a pensar Portugal, a saberem dizer aos estrangeiros que em nossa casa quem manda são os de cá, porque... se os políticos o não fizerem, alguém o irá fazer.
Disso temos a certeza absoluta!!!
------------------------------------------------------------------------------------------
Fiquem bem,

António Esperança Pereira

Programa de Afiliados Cursos 24 Horas
http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao53361&url=afiliados

segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Mikis Theodorakis, compositor grego, apela...

O compositor grego Mikis Theodorakis apelou ao levantamento patriótico grego contra a ilegalidade dos políticos que "orquestraram um golpe" e "entregaram a soberania" da Grécia ao estrangeiro, numa entrevista hoje divulgada pelo jornal Athens News.


Mikis Theodorakis, de 87 anos, político histórico contra a ditadura e antigo resistente contra a ocupação nazi, organizou o protesto de 12 de fevereiro em Atenas, na escadaria do parlamento, no dia em que foram aprovadas as novas políticas de austeridade.
Na entrevista, Theodorakis disse que os gregos, e não apenas a esquerda, têm a obrigação de "se levantarem", tal como fizeram contra o nazismo e contra a ditadura dos coronéis, para defenderem a soberania grega.
"Todos, não apenas a esquerda, mas sim o povo -- dos patriotas de esquerda aos patriotas de direita. A Pátria: todos unidos como um punho para um dia destronarmos governos, "troikas" e os "merkel-sarkozy", disse Theodorakis, sublinhando que o problema do país é a falta de independência.
"A Grécia é rica, o nosso povo é trabalhador. O que é nos falta? Falta-nos independência. Desde o fim da guerra civil, desde 1950, todos os grandes assuntos são decididos pelos norte-americanos. Quem são os partidos que governaram a Grécia? São os partidos que tiveram a bênção dos Estados Unidos e que juraram afastar a esquerda. Mas, hoje a esquerda patriótica está a começar a acordar. São os mesmos patriotas que salvaram a Grécia dos nazis, que combateram a Junta Militar e que trouxeram a democracia", explicou o compositor que acusou os partidos no poder de falta de legitimidade.
"Quanto aos dois partidos que têm governado a Grécia, a Nova Democracia e os socialistas do PASOK, foram eles que nos endividaram, que conduziram o país à corrupção e à dependência do FMI e à catástrofe. Isto é o que o povo pensa e o povo está a começar a perceber, a despertar e a manifestar-se", afirmou.
-------------------------------------------------------------------
Nosso comentário

Apresentamos o texto acima para reflexão.
Para reflexão de um povo, o português, que vem dizendo que não é a Grécia, ou seja que não é o povo de Mikis Theodorakis.
Não conhecíamos o ideário de Theodorakis, apenas nos familiarizámos com ele pelo enorme músico que sempre foi, pelas músicas que nos encantaram e encantam.
Nos tempos que correm diga-se até que nem é importante a cor política, já que cada vez nos parece mais óbvia a necessidade de uma reacção de todo um POVO em bloco, não apenas de uma parte desse povo.

Aí parece-nos que Mikis Theodorakis está bem nas suas palavras. Da direita à esquerda haja uma pontinha que seja de brio, de orgulho patriótico, de unidade total perante um ataque sistemático tão violentamente humilhante e desastroso para as pessoas. Pessoas sejam elas de que país forem: não interessa se portuguesas se gregas se de outra nacionalidade qualquer.
Se para alguma coisa esta crise está a servir caros leitores, da esquerda à direita, dos mais religiosos aos menos religiosos, com tristeza o afirmamos...
é que "acabou o tempo dos amigos".

Portugal pertence à OTAN (NATO) à UE (União Europeia) em tudo o que é organização internacional.
Quando é preciso lá está o nosso bem educado e civilizado Portugal a participar com o que pode financeira e militarmente em tudo o que é sítio.
Agora que alguém lhe pregou uma rasteira de endividamento, nem sabemos quem... (não nos dizem) onde estão os amigos?
AONDE?
Ainda hoje mesmo uma agência americana volta a descer o ranking de Portugal para LIXO - o ministro das finanças português em postura de pedinte na Alemanha...Até quando se suporta isto?

Mais uma vez Mikis Theodorakis tem razão. Ele fala da sua Grécia, eu falaria pelo nosso querido Portugal.
Temos tudo aqui para ser felizes. Pois se não nos deixarem ser felizes em nossa casa, algo tem que ser feito. Temos que buscar novos caminhos com as nossas próprias mãos (vontades)
Diz o ditado popular: "que um homem dentro de sua casa, mesmo morto, são precisos quatro para o levar".
Só acrescento ao ditado popular: IMAGINE-SE VIVOS!!!!
----------------------------------------------------------------
Fiquem bem,

António Esperança Pereira


http://nucleo.netlucro.com/clique/13276/596/
Programa de Afiliados Cursos 24 Horas
http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao53361&url=afiliados

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...