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quinta-feira, setembro 12, 2013

Ex braço direito do PM vaiado no Brasil


Nosso comentário:

Miguel Relvas, ex braço direito do primeiro ministro atual, anda pelo Brasil como se pode ver abaixo. A popularidade desta gente fica bem patente nas imagens.
Por cá é um ver se te havias para tramar o povo português.
Um governo liberal este em funções, no dizer da ex-presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite.
Manuela Ferreira Leite que hoje em entrevista à TVI, alertou para o que se está a fazer aos mais velhos, quebrando-se todas as regras de confiança social. Falou em dois guetos que o governo, com suas políticas, está a  criar na sociedade portuguesa: o "gueto dos pobres" e o "gueto dos reformados". Os cortes sobre cortes nas reformas a quem a elas tem o pleno direito, foi o tema em destaque no programa. de informação conduzido por Paulo Magalhães.
Aconselho a visitar a dita entrevista sobretudo aos que têm dúvidas sobre as mentiras que se dizem sobre a C.G.A. (Caixa Geral de Aposentações) e o que é realmente um fundo de pensões presente e futuro.
Entretanto, deixo o video do ex braço direito de Passos Coelho em terras brasileiras, especialmente para os que não tenham tido a oportunidade de o visionar.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

O antigo ministro de Estado e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, foi fortemente «vaiado» esta quarta-feira (11) por portugueses, no Rio de Janeiro, onde se encontra a exercer as funções de Alto-Comissário da Casa Olímpica da Língua Portuguesa, desde agosto. 


O protesto decorreu à porta do Museu Histórico Nacional no centro do Rio de Janeiro onde o antigo ministro de Estado e dos Assuntos Parlamentares ia ser homenageado.



Veja o vídeo!


quarta-feira, maio 08, 2013

Sem pieguices, tem que ser assim!


Nosso comentário:


Num tempo com data de 09 de Maio de 2013, o mundo parece desabar sobre este "nobre povo nação valente", como reza a letra do hino nacional português.
Infelizmente, nem anda o povo com nobreza, nem a valentia do mesmo se manifesta em atos.
Um sufoco.
Entrou-se numa espiral de pretenso determinismo social, político, económico, de arrepiar.
"Tem que ser assim". Dizem-nos os que governam, saídos de eleições imbuídas de mentiras, quais magos sem o ser, anunciando trunfos em cartola por existir.
Por isso assim estamos como estamos. Irreconhecíveis, sonsos, incapazes, um povo anémico, exangue, quase sem esperança de continuar como POVO.
Usamos ainda e por enquanto as roupas, os carros, os pares de sapatos, os "luxos", o bom aspeto que a melhor educação e assistência na saúde nos trouxeram nos últimos tempos.
Embora já se vejam alguns pares de calças coçadas, alguns pares de sapatos a perder sola com o uso, alguns carros a ficarem parados, casas desabitadas, consumo do barato e bolorento, adiamento de consultas urgentes, etc. etc.
Nos setores da saúde e educação, os rombos multiplicam-se dia a dia, de tal forma que o parque de medicamentos escasseia, há que adiar um tratamento caro, há que pensar dez vezes se será possível ter e criar um filho. 
Há muitos que desistem. Outros, os que podem, emigram. Outros morrem. 
Os que trabalham, têm que dar graças pelo privilégio de terem um emprego, mesmo duro e mal pago, tendo apenas que baixar os olhos envergonhados ante a legião de desempregados.
Os reformados têm que dar bençãos aos céus por serem "só" violentamente roubados, ante os que não têm reforma nenhuma.
E assim sucessivamente. 
Um determinismo social instalado pela governação, que cultiva sadicamente no seu (!) povo uma morte e um vegetar lentos sem lugar a pieguices perante tanta dor. Uma rutura criminosa no tecido social, como nunca antes se vira.


PS. Para colmatar o realismo do meu comentário, leiam a história abaixo, porque creio firmemente que o que estamos a viver é uma mentira. TODOS temos o nosso próprio valor, quer eles queiram quer não.


Fiquem bemAntónio Esperança Pereira






LIÇÃO INESPERADA


Estavam reunidas 200 pessoas numa sala, para assistirem a uma palestra.
O orador começou a palestra segurando uma nota de 20 dólares.
-Quem quer esta nota de 20 dólares?
Várias mãos se começaram a erguer. 
Ele então disse:
-Darei esta nota a um de vós, mas primeiro deixem-me fazer isto! Amassou a nota, e perguntou outra vez :
-Quem quer ainda esta nota?
As mãos continuaram erguidas. 
Bom, disse ele, e se eu fizer isto?
Ele deixou a nota cair no chão, pisou-a, esfregou-a.
-E agora? quem quer ainda esta nota?
Todas as mãos permaneceram erguidas. 
Então o orador  comentou:
-Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês irão sempre querê-lo, porque ele não perde o valor.
É como na Vida, muitas vezes somos amassados, pisados, sem importância...
Contudo nada altera a nossa valia...
O preço das nossas vidas não conta pelo que fazemos ou temos, mas pelo que SOMOS!!!

segunda-feira, março 04, 2013

Irmão de Marcelo Caetano fala sobre a roubalheira


Nosso comentário:


Imagino que um testemunho do irmão de Marcelo Caetano, António Alves Caetano, por ser quem é, já tenha sido lido por bastantes pessoas.
Eu por acaso desconhecia este depoimento de António Alves Caetano, bem pertinente por sinal. Por isso mesmo, por ser pertinente e ser mais uma personalidade a por o dedo na maior entre as maiores feridas, crimes mesmo, deste governo, divulgo tal como me foi enviado.
Certamente que há entre os meus leitores alguns ainda que, tal como eu, não tiveram  acesso ao documento.
É bom que constem estes roubos de um Estado Português que todos cuidámos ser pessoa de bem quando lhe entregámos nosso dinheiro (qual seguro de vida) para nos ser devolvido na altura própria.
Mês após mês, ano após ano, tal como bem explica o texto de A. Alves Caetano.
Azar dos azares, os dirigentes desse Estado Português, supostamente "Pessoa de Bem" abotoaram-se com ele, ou seja roubaram o que era nosso.
Estão a roubar o que é nosso.
Uma vilanagem nunca antes vista, ainda por cima tratando-se de um roubo que visa aqueles que não podem procurar uma vida nova em outras paragens, por força da idade avançada.
Não podem emigrar como o governo manda fazer despudoradamente aos mais jovens.
Ou arranjar um novo emprego por não terem idade para o fazer.
É caso para se reflectir bem no que está a acontecer, toda esta roubalheira que felizmente está ficando registada, divulgada por tudo quanto é sítio.
Ainda bem que assim é. 
Pode ser que alguém, "com eles no sítio", apareça e seja capaz de fazer justiça.
Leiam, pois, o texto de António Alves Caetano.


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Estimados Amigos,

Como os jornais não publicam as cartas que lhes remeto e preciso de desabafar, recorro aos meus correspondentes "Internéticos", todos os amigos que constam da minha lista de endereços.  Ainda que alguns não liguem ao que escrevo.
Não sei a que se refere o Senhor Primeiro-Ministro quando afirma ser a penalização fiscal dos pensionistas resultante de todos aqueles que, em Portugal, "descontaram para ter reformas, mas não para terem estas reformas".
Pela fala do Senhor Primeiro-Ministro fica-se a saber da existência de pensões de aposentadoria que estão acima daquilo que resultaria da correta aplicação do Cálculo Actuarial aos descontos que fizeram.

Sendo assim - e não há razões para admitir que o Senhor Primeiro-Ministro não sabe o que diz - estamos perante situações de corrupção. Porque o Centro Nacional de Pensões e a Caixa Geral de Aposentações só podem atribuir pensões que resultem da estrita aplicação daqueles princípios actuariais aos descontos feitos por cada cidadão, em conformidade com as normas legais.

Portanto, o Estado tem condições de identificar cada uma dessas situações e de sancioná-las, em conformidade com a legislação de um Estado de Direito, como tem de sancionar os agentes prevaricadores, que atribuíram pensões excessivas.

Mas, é completamente diferente a situação face aos cidadãos que celebraram contratos com o Estado. Esse contrato consistia em que, ano após ano, e por catorze vezes em cada ano, o cidadão entregava ao Estado uma quota das suas poupanças, para que o mesmo Estado, ao fim dos quarenta anos de desconto lhe devolvesse essa massa de poupança em parcelas mensais, havendo dois meses em que era a dobrar, como acontecera com os descontos.

E tem de ser assim durante o tempo em que o cidadão estiver vivo e, em parte mais reduzida, mas tirada, ainda, da mesma massa de poupança individual, enquanto houver cônjuge sobrevivo.

E esta pensão tem o valor que o Estado, em determinado momento, comunicou ao cidadão que passava a receber. Não tem o valor que o cidadão tivesse querido atribuir-lhe.

Portanto, o Estado Português, pessoa de bem, que sempre foi tido como modelo de virtudes, exemplar no comportamento, tem de continuar a honrar esse estatuto.

Para agradar a quem quer que seja que lhe emprestou dinheiro para fazer despesas faraónicas, que permitiram fazer inumeráveis fortunas e deram aos políticos que assim se comportaram votos que os aconchegaram no poder, o Estado Português não pode deixar de honrar os compromissos assumidos com esses cidadãos que, na mais completa confiança, lhe confiaram as suas poupanças e orientaram a sua vida para viver com a pensão que o Estado calculou ser a devida.

As pensões que correspondem aos descontos que cada qual fez durante a vida cativa nunca poderão ser consideradas excessivas. Esses Pensionistas têm de merecer o maior respeito do Estado. Têm as pensões 
que podem ter, não aquelas que resultariam do seu arbítrio.

E é este o raciocínio de pessoas honestas. Esperam que o Estado sempre lhes entregue aquilo que corresponde à pensão que em determinado momento esse mesmo Estado, sem ser coagido, lhes comunicou passariam a receber na sua nova condição de desligados do serviço activo. Ou seja, a partir do momento em que era suposto não mais poderem angariar outro meio de sustento que não fosse a devolução, em fatias mensais, do que haviam confiado ao Estado para esse efeito.

Os prevaricadores têm de ser punidos, onde quer que se situem todos quantos permitiram que, quem quer que seja, auferisse pensão desproporcionada aos descontos feitos, ou mesmo, quem sabe, sem descontos. Sem esquecer, claro está, os beneficiários da falcatrua.

Mas, é impensável num Estado de Direito que, a pretexto dessas situações de extrema irregularidade, vão ser atingidos, a eito, todos aqueles que, do que tiraram do seu bolso durante a vida ativa, recebem do Estado a pensão que esse mesmo Estado declarou ser-lhes devida.

Como é inadmissível que políticos a receberem ordenado de função, acrescido de benesses de vária ordem proporcionadas por essa mesma função, considerem que pensões obtidas regularmente, com valores mensais da ordem de 1.350 Euros proporcionam vida de luxo que tem de ser tributada, extraordinariamente.


António Alves Caetano

segunda-feira, fevereiro 18, 2013

LASEFOIA, perigosa doença ainda não reconhecida...


Nosso comentário:


Em tempos conturbados em que ninguém sabe ao certo o que fazer, nem que dizer, vou optar hoje por um texto com alguma seriedade, também algum humor à mistura.
A ver se entretanto alguém se decide  a assumir responsabilidades pelo que deveria ser feito e não é. 
Se alguém salta para a frente e diz à gente com clareza e sem engasgos de língua, porque é que temos de ser tão roubados. Toda uma vida de trabalho e lá se vão em dinheiro contado mais de 30/40% dos euros descontados e deixados à guarda do Honesto Estado Português.
Honesto Estado Português que diariamente é desonrado pela desonestidade de quem tem as rédeas do poder.
Honesto Estado Português em que o desemprego é tolerado desta maneira tão desumana e jamais vista neste país...
Tudo se passando num ambiente consentido por todos, de assalto permanente e galopante ao dinheiro contado, a somar a incontáveis taxas, multas, irs's, iva's, imi's, iuc's, etc etc etc... 
No meio da sangria de quem pouco ou nada tem, os donos de tachos e mordomias cada vez mais distanciados dos roubados e desprezados portugueses.
São apupados a torto e a direito. Mas não se importam, fazem ouvidos de mercador, porque o que "ganham" compensa bem os insultos vigorosos das populações.
O Descrédito Total.
Mas vamos ao humor de que falei acima. Trata-se de uma doença que está aí de corpo inteiro, que dá pelo nome de LASEFOIA, e que nem médicos nem Organização Mundial de Saúde parecem querer reconhecer...
Divulgo como recebi. 
Oxalá os leitores consigam esboçar um sorriso só que seja. 


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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ENFERMIDADE: LASEFOIA 

LASEFOIA :

Enfermidade ainda não aceita pela classe médica. Entretanto, milhões de pessoas em todo mundo padecem deste mal e esperam a aprovação da Organização Mundial de Saúde para que se estude e se encontre a cura para esta mortal enfermidade que, cada dia, é adquirida por milhares de pessoas.

Se você tiver 3 ou mais sintomas indicados abaixo é sinal de alerta vermelho!!!!

SINTOMAS QUE DEFINEM O APARECIMENTO DESTA PATOLOGIA:

1.- Se um café te provoca insônia.

2.- Se uma cerveja te leva direto ao  banheiro.

3.- Se tudo te parece muito caro.

4.- Se qualquer coisa te altera.

5.- Se todo pequeno excesso alimentar te provoca aumento de peso.

6.- Se a feijoada "cai" como chumbo no estômago.

7.- Se o sal sobe a tua pressão arterial.

8.- Se em uma festa pedes a mesa mais distante possível da música e das pessoas.

9.- Se  amarrar os sapatos te produz dor nos quadris.

10.- Se a TV te provoca sono.

Todos esses sintomas são prova irrefutável que padeces de Lasefoia
 

LA-SE-FOI-A juventude !



Nem adianta me xingar... tb recebi!!

domingo, fevereiro 17, 2013

Peste Grisalha e a laranja mecânica sem educação


Nosso comentário:


Na sequência do post de ontem dedicado aos reformados de longos e duros descontos para a Segurança Social, aconteceu ter recebido hoje um mail contendo um excelente depoimento de uma Senhora Portuguesa, de nome Maria Virgínia Machado.
Fico muito grato a quem me enviou o depoimento. 
A ele dou, pois, o destaque que merece.
Quanto ao assunto nele versado, foi sobejamente conhecido e divulgado pelos media. 
Nem mais nem menos que A TRISTE AFIRMAÇÃO de um deputado PSD de que a nossa Pátria sofre de... 
PESTE GRISALHA.
Com franqueza!!!
Dada a excentricidade, uma certa demência mesmo de tais palavras, pouca gente ficou indiferente a tal maledicência, falta de moral e sentido de educação cívica, de coração, de respeito, com que um um deputado(zeco) laranja brindou os mais idosos:
PESTE GRISALHA.
Solidário com as nobres e sábias palavras de Maria Virgínia Machado, aqui deixo o seu valioso testemunho.
Para que conste.
Da minha parte, com alguma contenção e educação, um SIM afirmativo e peremptório de reprovação a gente posta no poleiro que fala assim.




Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Peste Grisalha


A propósito do Deputado do PSD que diz que a nossa Pátria sofre de Peste Grisalha não consegui conter a raiva e a seguir transcrevo o mail que lhe enviei que é para alguém me defender se criarem uma nova prisão de alta segurança ou me mandarem internar num hospício.
Segundo o seu comentário que transcrevo a seguir gostaria de lhe fazer algumas perguntas:
A propósito de demografia escreveu: "A nossa pátria foi contaminada com a já conhecida peste grisalha."
Ora bem:
1º - Deduzo que o Sr. Deputado que nasceu a 13 de Fevereiro de 1968 foi por obra e graça do Espírito Santo e como tal deve achar-se um filho de Deus que desceu à Terra.
2º - Portanto cresceu sem pai, sem mãe, sem avós e sem berço.
3º - Apesar de tudo isso nasceu feliz porque hoje não tem ninguém na sua família a quem possa dizer que faz parte da peste grisalha
4º - Também não tem que agradecer a ninguém os estudos que tem. Chegou a advogado também por obra do Espírito Santo!
E agora vamos a conclusões. Pois fique sabendo que eu tenho na minha família e eu própria pertenço à peste grisalha. E fique sabendo também que quando o Sr. Deputado nasceu já eu trabalhava. E assim foi durante 44 anos, não devo nada a ninguém, tenho educação, princípios e moral coisa que lhe falta a si e muito!
A si falta-lhe tudo o que eu tenho, amor, amizade, convicções, solidariedade, determinação. Tive pai, mãe, avós, berço, mesmo que tudo tenha sido modesto.
Sabe que se não morrer cedo e espero que não, terá que engolir as palavras que disse ou então pintar o seu cabelo porque a peste também lhe chegará e alguém poderá lembrar-se do que disse. Alguém obviamente mais novo porque o Sr. Deputado poderia ser meu filho hipoteticamente falando. Felizmente não é porque para seu mal seria diferente ou então não se livrava de um bom par de estalos. Fique bem no meio dos seus e não se esqueça de todas as noites agradecer ao Espírito Santo!

Maria Virgínia Machado

sábado, fevereiro 16, 2013

Obrigado querido governo, cordiais saudações...


Nosso comentário:


Em dia de manifestações gigantescas e calorosas, um pouco por todo o país, aproveito para divulgar um mail que recebi e que circula na Internet.
É um mail simpático para com os governantes, tendo em vista as diabruras que eles (governantes) estão a fazer aos que trabalharam uma vida inteira descontando forte e feio do seu bolso para o Estado Português em quem confiaram...
Confiaram que o Estado Português fosse honesto para com seus descontos chorudos e cuidasse deles honestamente para que, quando fossem mais velhos, pudessem usufruir do dinheiro quando dele mais precisassem.
Infelizmente é o que se vê.
Cuidam dos banqueiros com o dinheiro que lhes roubam. Tiram às regalias sociais para preservarem seus tachos e favorecimentos de familiares e amigos.
Mandam emigrar os jovens, vêem como oportunidade (!!!???) o desemprego que começa a atingir mais de um milhão de portugueses.
Acrescentam uns impostos, taxas e não sei que mais para sangrarem bem o empobrecido tecido social português.
Põem o fisco a perseguir quem já não tem cheta, despejam pessoas de suas casas, algumas  no fim da vida,  por verem as rendas aumentadas e não terem com que pagá-las.
Um verdadeiro pesadelo caros leitores.


PS. Deixo abaixo o mail que recebi, hoje dedicado aos reformados de longos e duros anos de descontos.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Obrigado, Querido Governo!


Agradeço ao governo pelo que tem feito pelos reformados, pois eles não precisam de aumento (e podem muito bem viver sem 13º e 14º mês), pois não pagam luz, gás, rendas, remédios ou alimentação, como o resto da gente - nem precisam de ajudar, cada vez mais, os filhos e netos no desemprego, que todos os meses aumenta e que nunca se sabe quando irá melhorar.

Tudo lhes cai do céu, ao contrário de parlamentares, juízes, ministros, autarcas, etc., que têm de trabalhar duro para conseguir o pouco que têm.

O Aposentado só trabalhou, duramente, por 30, 35, 40 ou mais anos, descontando anualmente sobre 14 salários durante esses anos todos para uma Segurança Social que hoje o acha culpado de todos os males..

O Reformado  tem a teimosia de sobreviver à falta de respeito e incompetência, pois já não se precisa mais dele, agora que ninguém quer o seu trabalho; o Governo julga-o um vagabundo que só serve para
receber o valor da reforma e, por isso, vai-lha tirando, passo a passo, por agora.

Depois, a única greve que os reformados podem fazer é a de nunca mais morrerem e entupirem um pouco mais os hospitais públicos, com suas doenças e achaques.

Cordiais saudações.

Nós, os reformados, agradecemos o carinho e respeito deste Governo -
afinal, não optaram pela "solução final". Quando será ?

segunda-feira, fevereiro 04, 2013

APRE, Marinho Pinto, como tudo isto é possível?


Nosso comentário


Não divulguei aqui no blog o discurso de Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, na devida altura, ou seja na abertura do ano judicial que ocorreu há 4 dias.
Não o fizemos, não pela importância e desassombro do mesmo, a coragem é sempre de louvar nos tempos de frouxidão a que vimos assistindo por parte de quem governa e tem estatuto de elevadas responsabilidades no Estado Português. 
Mas sobretudo não o fizemos pela extensão do mesmo e porque a sua divulgação foi por demais mediatizada.
Todavia e dado que a APRE (Aposentados, Pensionistas, Reformados) sublinha passagens do tal discurso de Marinho Pinto de elevada importância e gravidade, aproveito esse sublinhado a ele prestado pela digníssima APRE, para o evocar e relembrar.
Aconselho os menos atentos a pormenores sombrios desta governação e aos muitos a que tais pormenores passam despercebidos, que leiam o discurso de Marinho Pinto.
Vale a pena "perderem-se" uns escassos minutos a lê-lo, ou, se tal lhes não for possível, pelo menos passem os olhos pelo excerto abaixo citado pela APRE, e que aos seus associados diz respeito.
Os tais em quem a governação malha fazendo que, com medidas de tamanha fraqueza governamental (por serem tomadas com dureza ante os mais fracos)  nos façam lembrar palavras sábias de Camões:  
"Um fraco rei faz fraca a forte gente".



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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[APRE! Aposentados, Pensionistas, Reformados] Extracto do Discurso de Marinho Pinto na abertura...

Extracto do Discurso de Marinho Pinto na...

31 de Janeiro de 2013 
Extracto do Discurso de Marinho Pinto na abertura do Ano Judicial :

" E, sobretudo, para advertir solenemente o governo de que não tente convencer-nos de que temos de escolher entre apoiar os idosos ou os jovens; de que temos de escolher entre apoiar aqueles que, durante décadas, com o seu trabalho, com os seus impostos, taxas e contribuições, sustentaram este país ou os cidadãos mais jovens a quem entregaremos o futuro de Portugal.

Todos temos direito aos benefícios do progresso e do desenvolvimento.



Nós, a população activa, temos uma dívida de gratidão para com os idosos deste país.

Foram eles, os que hoje estão reformados e aposentados, que pagaram as escolas onde estudámos gratuitamente, os hospitais onde nos tratámos sem taxas moderadoras; foram eles que pagaram as maternidades onde nasceram sem qualquer custo para as famílias alguns dos que agora os consideram apenas como um custo económico que é preciso reduzir ou eliminar.

O governo português tem de respeitar os pactos que os reformados e os aposentados celebraram com o estado e com a segurança social quando eram trabalhadores activos e garantir-lhes um fim de vida com dignidade.

Isso é não só uma exigência do princípio da protecção da confiança, mas também um critério de aferição de seriedade que ninguém tem o direito de violar - é também uma questão de honradez. "
Discurso de Marinho Pinto na abertura do Ano Judicial
expresso.sapo.pt

Leia o discurso do Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, na abertura do Ano Judicial

sábado, fevereiro 02, 2013

Sócrates e o socratismo na vida do PS e dos Tugas


Nosso comentário:


É fim de semana, logo um tempo de lazer e meditação para retemperar forças para os dias de azáfama vindouros.
Por falar em azáfama, apenas abro um parêntesis no meu comentário, para dizer apenas o seguinte: confesso que os últimos acontecimentos no seio do partido socialista, mexe não mexe, muda não muda, lidero não lidero, me deixaram ainda mais com a convicção (convicção pessoal claro) de que o PS se confronta com um sério problema que terá de resolver: 
José Sócrates.
Se houver um líder que se preze dentro do partido deverá de uma vez por todas assumir um "sim" ou um "não" a Sócrates.
Sabemos as dificuldades inerentes em suceder a um líder carismático, determinado, empreendedor, hábil, popular, capaz de levar tudo e todos atrás de si.
Os políticos (todos sem excepção, da extrema esquerda à extrema direita) e a crise financeira, fizeram a Sócrates o que hoje é sabido. 
Mas nem por isso deixa de ter incontáveis seguidores, admiradores e simpatizantes.
Talvez por isso mesmo, mais difícil se torne lidar com a situação.
Ouvindo os comentadores de direita percebe-se que ele, José Sócrates e o socratismo são a sua maior dor de cabeça. 
Basta ver como tratam António José Seguro, com luva branca e plumas de veludo, eu diria até com piropos; piropos esses que a mim me levantam as mais fortes suspeitas sobre a real e efetiva oposição ao regime neo liberal em funções por parte da atual liderança do PS.
Pouco ou nada se lhe tem ouvido contra os roubos sectários e as atitudes divisionistas e vingativas perpetradas sobre amplos setores da população portuguesa.
Por tudo isto e muito mais, o PS vai ter de lidar com a situação e bom seria que o fizesse. 
Porque os muitos simpatizantes e eleitores fiéis ao ex-líder socialista estão sem referência política. Pelo que o seu apego a Sócrates e aos tempos da governação determinada e progressista daquele português, poderá tender a aumentar.
Digo eu...


PS. Para aliviar as politiquices que consomem o dia a dia do comum dos cidadãos deste país, deixo dois toques de humor que me enviaram. Espero que gostem. 



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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sábado, janeiro 12, 2013

Só o tempo é capaz de entender o amor...


Nosso comentário:


Mais um contributo de um leitor do blogue. Desta feita foi-me enviada uma história que, como todas as histórias, começa por ERA UMA VEZ...
História que vale a pena ler pois faz todo o sentido num tempo em que de pouco parece servir ser-se pessoa, muito menos ser-se uma pessoa com alguma idade.
Não vou falar outra vez nos direitos dos reformados que, como se sabe, entregaram ao Estado uma enorme quantidade de dinheiro durante toda a sua vida de trabalho, para terem direito a uma "mesada" digna, calculada pelos peritos para o efeito. Que depois a vêem extorquida por esse mesmo Estado assim sem mais nem menos, tendo-lhes ficado com o dinheiro.
Que fez o Estado ao dinheiro? 
Bom, em vez de honrar os compromissos assumidos com os fiéis depositantes e pagantes de uma vida, os então trabalhadores...gastou-o, deu-o aos bancos para se aguentarem de pé, em suma fez com ele tudo aquilo em que o leitor está seguramente a pensar.
É triste, desumano, escandaloso, mas é verdade.
Mas...
leiam a história que me foi enviada, bem bonita por sinal. 
Os meus sentidos agradecimentos a quem ma enviou.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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A ILHA DOS SENTIMENTOS



Era uma vez uma Ilha onde moravam todos os sentimentos: a ALEGRIA, o AMOR, a SABEDORIA, a TRISTEZA e todos os outros Sentimentos.
Um dia avisaram os moradores da Ilha que ela se iria afundar.Todos os moradores se apressaram a sair.
Pegaram nos seus barcos e partiram rapidamente. Só o Amor ficou pois queria estar mais um bocadinho
com a Ilha. Quando, por fim, estava quase a afogar-se, o Amor começou a pedir ajuda....
Passou a Riqueza num lindo barco, e o Amor disse:
-Riqueza leva-me contigo!

 

-Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para ti.
Entretanto veio a Vaidade.
-Vaidade por favor ajuda-me!
-Não posso Amor, está todo molhado e estragava o meu barco.
Então o Amor pediu ajuda à Tristeza:
-Tristeza leva-me contigo, por favor!
-Ah! Amor estou tão triste, que prefiro ir sózinha.
Também passou a Alegria, mas ia tão contente que nem ouviu o Amor.
Já desesperado o Amor começou a chorar. Então ouviu uma voz chamar:
-Vem Amor, eu levo-te.
Era um velhinho...o Amor ficou tão feliz que se esqueceu de perguntar o nome do Velhinho. 
Ao chegar ao outro lado perguntou à Sabedoria:
-Sabedoria quem era aquele Velhinho que me trouxe até aqui?
A Sabedoria respondeu:
-Era o TEMPO!!!

-O TEMPO? mas porquê só o Tempo me trouxe???
-Porque só o tempo é capaz de entender o "AMOR"!!!!

domingo, dezembro 16, 2012

Tenha o mesmo natal envenenado que serviu ao seu povo


Nosso comentário:



Sr. 1.º ministro, embora lhe deva confessar a minha desilusão por existirem "portugueses" da sua craveira, tenho apesar de tudo feito um esforço por ouvir o que diz, ler alguma coisa do que vai fazendo e escrevendo.
Tenho tido em conta que o sr foi eleito democraticamente, com a maioria dos votos expressos nas urnas pelos portugueses.
Foram enganados, nós sabemos, mas quem votou, votou no senhor maioritariamente.
Daí estar aonde está, legitimamente, ou seja com funções de 1.º ministro.
Pois bem, a partir de hoje, tendo em conta o tom amargo e doentio do seu discurso deprimente, divisionista, vingativo, sem esperança nem respeito...
expresso aqui com toda a humilde que me caracteriza, o seguinte:
A partir de hoje, depois de ler as suas palavras vis e frias, cruas e déspotas, palavras essas com que um 1.º ministro trata o povo que governa...
prometo a mim próprio diante de quem me lê diariamente, que não mais lerei nada sobre si, que não mais o ouvirei quando falar nas "suas" televisões.
Há tanta gente que merece carinho e atenção, gente honrada, boa, com coração de verdadeiros portugueses de valia, a quem damos tão pouca atenção e o tempo que se perde a ouvir gente como o senhor, que trata as pessoas sempre com duas pedras na mão, com desdém, maldade e vingança.
É época de natal, não sei se o sr é cristão, se outra coisa qualquer, mas seja o sr o que quer que seja, pertence a uma casta de humanos com que em nada me identifico.
Creio que no seu partido muitos são os que pensam como eu. No partido que suporta a triste coligação, a mesma coisa.
Conheci muita gente da área política em que o sr militou ou milita, não sei, que nada tem a ver consigo. 
E ainda bem.
O sr é um humano isolado. Perigoso nas palavras e nos actos. Oxalá que isso seja compreendido pela maioria dos portugueses, que o topem e que corram consigo rapidamente.
Considero-me uma pessoa educada, incapaz de lhe chamar nomes, esses nomes merecidos afinal que muitos têm a coragem de lhe chamar.
Eu não lhe chamo nome nenhum. 
Vou ignorá-lo como o sr faz ao seu POVO.
O sr, a partir de hoje, e após as palavras proferidas, de uma maldade invulgar, palavras suas que li pela última vez, deixou de existir.
O meu coração e a minha sensibilidade pura e simplesmente o rejeitam.
Pois que tenha o mesmo natal que o sr cozinhou e serviu ao seu povo: 
UM NATAL ENVENENADO.


PS. Deixo-lhes as palavras do 1.º ministro em funções. 


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Passos: Pensionistas não descontaram para terem pensões tão elevadas

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, defendeu hoje a necessidade de os reformados com pensões mais elevadas darem ao Estado um «contributo maior», o que na sua opinião não viola a Constituição da República.

Passos: Pensionistas não descontaram para terem pensões tão elevadas
«Queixam-se de lhes estarmos a pedir um esforço muito grande», disse Passos Coelho em Penela, considerando que esses reformados e pensionistas «descontaram para ter reformas, mas não para terem aquelas reformas».

Tais pensões elevadas, segundo o primeiro-ministro, «não correspondem ao valor dos descontos que essas pessoas fizeram» ao longo da sua carreira contributiva.

«Por isso lhes estamos a pedir um contributo especial, não é para ofender a Constituição», sublinhou.

Na sua edição de sábado, citando fonte do Palácio de Belém, o semanário Expresso noticiou que o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, vai promulgar nesta fase o OE, remetendo o diploma ao Tribunal Constitucional para fiscalização sucessiva, por ter dúvidas, designadamente, sobre a constitucionalidade da tributação das pensões dos reformados.

«Hoje, há algumas pessoas que se queixam do esforço que lhes estamos a pedir para que possam ajudar o país a ultrapassar a situação em que ficou», disse Passos Coelho, no final de uma visita ao Duecitânia Design Hotel, na Ponte do Espinhal, uma unidade hoteleira de quatro estrelas que começou a funcionar em Novembro, tirando partido da transformação de uma antiga fábrica de papel.

O primeiro-ministro disse que «há pessoas que estão reformadas e que têm reformas que são pagas por aqueles que estão hoje a trabalhar», que «nunca terão» reformas desse nível.

Os jovens que agora começam a trabalhar «vão ter pensões e reformas de acordo com toda a sua carreira contributiva», frisou, sem nunca se referir directamente ao eventual pedido de fiscalização sucessiva do OE a efectuar pelo Presidente da República junto do Tribunal Constitucional.

Os reformados do Estado «têm hoje pensões e reformas bem mais elevadas» do que aqueles que trabalharam no sector privado, o que constitui «uma injustiça imensa», na opinião do primeiro-ministro.

«Sobretudo quando estamos em crise, devemos ser particularmente justos», defendeu, concluindo que «os tempos de grande dificuldade» poderão ser «uma oportunidade boa para aprender com o passado».

Diário Digital / Lusa

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