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segunda-feira, junho 06, 2016

Ensino privado com humor


Nosso comentário:

Tem sido tema destes últimos dias em Portugal a questão do ensino público e privado.
Se deve ou não haver ensino privado neste país, isso não parece estar em questão, mas sim o facto da legitimidade e moralidade de o Estado subsidiar o ensino privado.
Na minha modesta opinião, e por muito que me apeteça dizer que se dê uma ajudinha aos estabelecimentos de ensino privado, tal não me parece justo.
O país, como é sabido, por exigências da União Europeia, e não só, vive momentos de algumas dificuldades a nível económico e financeiro.
Estas dificuldades já levaram a que o anterior governo fosse bem fundo ao bolso dos portugueses com a desculpa de colmatar tais exigências.
Chegou mesmo a ir contra o disposto na Constituição da República Portuguesa e levar o seu "empenho" muito para além do que a TROIKA exigia aquando da omnipresença desta em Portugal.
É voz corrente dizer-se que o governo anterior foi ao bolso dos contribuintes retirando dinheiro a quem a ele tinha direito.
Empobrecia assim até ao tutano os portugueses que não viam qualquer saída para as suas vidas.
Ora, perante isto, esta enormidade cometida "a bem da nação" pelo ex-governo, e tendo em conta o que reza a Constituição sobre o Ensino em Portugal, a questão de o Estado subsidiar o ensino privado, parece-me sinceramente uma "não questão". 
A não ser que se queiram discutir problemas de fundo que lhe estão inerentes...
Bom, deixo algum humor que me chegou via e-mail, como complemento do desabafo.
Fiquem bem,

António Esperança Pereira





quinta-feira, dezembro 17, 2015

A língua chinesa também é traiçoeira


Nosso comentário:


Como estamos em plena época natalícia vou optar hoje por partilhar mais uma anedotazinha "a língua chinesa também é traiçoeira", que se lê num instante e não chateia ninguém.
Aliás quanto ao resto parece tudo estar mais ou menos bem encaminhado. O governo de António Costa já está a governar, até parece que surpreende pela positiva.
Juros da dívida baixos, a PaF (Coligação de direita) foi à vida, candidatos a Presidente da República felizmente não faltam, Sócrates recomeça a falar em liberdade, e assim por diante.
Como que há uma Primavera a nascer depois de um longo e triste inverno de Troika e Pàf.
Só realmente o frio parece indicar-nos que estamos a entrar na estação que dá pelo nome de Inverno. Um tempo sempre de alguma dureza para todos embora por razões diversas.
Mas como é época de Natal com as luzinhas a brilhar por aí, as pessoas a animarem-se com encontros e reencontros, algum consumismo mais ou menos deslumbrado à mistura, nem se dá pelo frio.

PS. Deixo então a prometida anedota.

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira



A língua chinesa também é traiçoeira


A empresa chinesa que comprou a EDP enviou para Portugal um engenheiro para uma ação formativa de índole técnica.
Passados alguns dias, o chinês foi ter com o presidente da empresa e reclamou
:
- Chinês muito chateado com portugueses!
- Mas porquê, o que é que aconteceu?
- Chinês não gostar do alcunha que colocaram nele!
- Mas que alcunha foi essa?
- Hemorróida!
- Mas isso é uma vergonha, vou já resolver isso.
Convoca todos os funcionários para uma reunião e...

- Vocês não têm vergonha de fazer uma coisa dessas! Chamar a este senhor hemorróida. Eu não quero ouvir mais isso aqui. De hoje em diante chamem-no pelo nome
. Aliás, como é mesmo seu nome?

- SAI SANG DU KU

sábado, dezembro 05, 2015

A "almofada financeira" e a minha!


Desde que me conheço nunca gostei de dormir com a cabeça baixa.
Não sei porquê, mas acho que desenvolvi uma espécie de medo provocado por um certo desamparo que sentia com a cabeça completamente esticada e desamparada no colchão da cama.
Talvez o síndroma do desamparo se tivesse agravado com um sintoma número dois que me perturbava os níveis de segurança e estabilidade naquela posição: uma espécie de tontura com que não lidava bem.
Dito isto, acabo de vos confessar, que sempre fui daqueles que precisavam de almofadas que dessem altura à postura da cabeça.
Precisava de almofada como de pão para a boca. Acreditava que ficando com alguma altura, assim uma espécie de “deitado mas de cabeça levantada”, a noite me parecia menos enfadonha.
Mantenho hoje essa convicção, pelo que continuo a sentir-me melhor com alguma almofada debaixo da cabeça do que sem almofada nenhuma.
Ora bem, porquê conto eu uma coisa tão simplória e sem dignidade para fazer parte de uma boa confissão pessoal aqui no blog?
Passo a explicar em poucas palavras para não maçar, já que é minha convicção que textos muito extensos são maçudos e arriscam-se a não ser lidos.
A razão é simples: falou-se muito em almofadas nos últimos dias. Não essas almofadas das minhas noites, as quais sempre me ajudaram na correcção da postura, mas outras almofadas.
Dizia o governo de Portugal que agora caiu ter uma almofada de dinheiro bem sólida para o que desse e viesse. Que nunca mais Troika nenhuma viria assim de repente cuidar de Portugal, pois haveria dinheiro mais que suficiente para enfrentar uma qualquer necessidade mais avantajada.
Por outras palavras, a “almofada financeira” que teria sido urdida “sabiamente” pelo ex-governo seria assim um amparo para o nosso país em caso de um eventual susto.
Afinal, uma almofada/amparo que serviria de seguro a Portugal caso este receasse pela sua suficiência.
Tal como eu com as almofadas da cama. Com elas sentia-me mais seguro. Ter-me-iam feito falta se as não tivesse para me levantarem a cabeça nas difíceis e escuras noites.
Bom, agora os leitores já perceberam a relação da minha história com a dita “almofada financeira” do ex-governo de Portugal que afinal parece não existir.
E isso é que não se compreende. 
Como é que uma coisa tão sólida como nos diziam ser, desaparece assim num piscar de olhos?
Aqui há coisa...

Temos que esperar pelas cenas dos próximos capítulos.


Fiquem bem, 

António Esperança Pereira


terça-feira, dezembro 01, 2015

Dezembro sempre, em 1640 e hoje.


Acabo de ler que a direita extremada pela voz do seu chefe, saída de má vontade do poleiro, levará por diante uma moção de censura ao governo atual.
Tanto mau perder, tantas as dúvidas também que isso causa no cidadão, esta incrível dificuldade de deixar o poder, porquê?
Li essa notícia, a da moção de censura exatamente hoje, num dia que não é um dia qualquer. 
Trata-se do 1.ºde Dezembro, dia que foi feriado nacional, até que essa mesma direita resolveu em 2012 acabar com ele.
Não é que admire tamanha borrada feita, tamanha destruição. Eles talvez nem soubessem o que faziam. Porque se soubessem, terá que perguntar-se o porquê de tanta poeira atirada aos olhos das gentes, só para enganar os portugueses. 
Tantas inverdades e outras tantas falsidades.
Nelas poderia incluir-se a abolição deste feriado de hoje que simboliza tão somente a comemoração de Dezembro de 1640, quando os portugueses de então terminaram com a dominação castelhana em Portugal.
Uma dominação que durava havia 60 longos anos, de fome, de contrariedades, de cobrança exagerada de impostos, de empobrecimento, de perda de dignidade. 
Mas o que importa isso para esta gente? essas partes da história, essas sementes da nação, essa raíz deste tronco que teima em prosseguir, o nosso país?
Pouco ou nada.
Números avulso envoltos na poeira de que falei. Números que enganam, números que só servem para driblar o incauto cidadão. Isso sim, importa-lhes e muito, vá-se lá a saber porquê...
Vale hoje, 1 de Dezembro de 2015, tal como valeu em 1 de Dezembro de 1640 falar de libertar este nosso Portugal.
Dar valor aos que não se rendem a uma qualquer duquesa de Mântua, a uma qualquer Troika. Hoje é o dia de enaltecer os que sonham, os audazes, os que querem progredir e estar no lugar que Portugal merece: 
Na frente.
Não tenho por Espanha qualquer sentimento de animosidade, antes pelo contrário. Mas sobretudo tenho amor e gratidão à terra que me viu nascer, a mim e aos meus, a este grande povo.
Esta terra merece que 1640 seja lembrado, que não seja votado ao esquecimento por meia dúzia de "senhores" que tanto se lhes dá como se lhes deu, 
Tanto se lhes dá como se lhes deu que os portugueses nela tenham lugar, como não. Que nela fiquem ou que se vão embora.
Fica hoje sobretudo o meu tributo ao que a história de Portugal me ensinou. Um tributo aqui aos heróis e patriotas de 1640.
Fica também a minha rejeição para os que querem apagar as sementes, as memórias mais significativas da lusa gente.
Para estes sim, a minha moção de rejeição.

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira





sexta-feira, novembro 27, 2015

Ao colo, e à pala da Troika


Se dúvidas tínhamos de que havia mais que um caminho, apesar da lavagem ao cérebro feita sobre os portugueses nestes últimos quatro anos, o novo governo que agora tomou posse desfez essas dúvidas.
Poderia aventar-se que apenas o discurso mudaria. Como normalmente se diz quando um "novo alguém" toma posse. 
E já não seria pouco se tal acontecesse.
Mas não. Não mudou só o discurso.
Mudaram também as pessoas, E com elas, a afirmação de um novo rumo e tratamento que se podem dar à sociedade como ela na realidade existe.
Um Portugal de Pessoas, não um Portugal de números avulsos. 
Portugal somos todos, não apenas alguns, como essa suposta elite de direita extremada a todo o custo queria fazer crer.
Com eles apenas alguns teriam direito a "SER" num caminho obrigatório, sem esperança, sem futuro, sem progresso, sem dignidade, sem melhor e mais equidade. 
Um país rendido e ajoelhado.
Medo, medo, medo.
Esta a divisa aplicada por eles às molhadas a um povo que se foi conformando (rendendo não) consentindo assim que tal gente pudesse com a sua governação maltratar o país durante tanto tempo.
Uma sociedade espartilhada e assente em velhas práticas de antanho, apenas adaptadas e mal, aos tempos de hoje.
Um era negro, o outro branco, um era novo o outro velho, um pobre o outro rico, um filho de deus o outro do diabo e assim sucessivamente.
Caridade, pobreza, emigração, eram a constante de um tal "caminho".
Nunca julguei no século XXI ver o meu país com tais e tantos factores de divisão, de segregação. 
Factores esses injectados e propagados na população pelo poder instalado para nele tentar perpetuar-se.
Era o "dividir para reinar". 
O PARECER em vez de SER.
Mas a vontade do povo foi mais forte e as tais minorias elitistas, divisionistas, de direita extremada tiveram que abandonar o poleiro.
O dia deles chegara. Aves de mau agoiro trazidas à ribalta da governação ao colo e à pala de uma Troika de má memória.
Constato hoje e para terminar, que não foi por acaso que ficou tão célebre uma frase gritada nas ruas no pós 25 de Abril de 1974:
"O povo unido jamais será vencido".

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira


terça-feira, setembro 22, 2015

James Barry e as "sondagens por encomenda"


Nosso comentário:

Aproximam-se mais e mais as eleições para a Assembleia da República, ou seja, as eleições que, em Portugal irão definir a constituição do novo Parlamento através da eleição de deputados.
São eleições importantes, já que se seguem a um período negro da História de Portugal, em que um governo conseguiu fazer eleger-se para exercer funções no pós crise financeira, sob a vigilância de terceiros, ou seja, da TROIKA.
Diga-se que, desde os Filipes (reis de Espanha e de Portugal entre 1580 e 1640) que Portugal não era tão enxovalhado e perdia ingloriamente a soberania (pelo menos parcial)
Há muitas versões sobre a necessidade ou não da vinda da TROIKA, mas fiquemos por aqui pois a história se encarregará de contar o que falta contar.
Por hoje queria apenas chamar a atenção, e porque as eleições estão à porta (4 de Outubro) para o facto de as sondagens mais recentes apontarem para um "empate técnico" entre as supostas forças principais em confronto: A Coligação de Direita (PSD/CDS) e o Partido Socialista (PS) que se aproximarão nesta altura, segundo as ditas sondagens, dos 37/40%.
Sabe-se, vem sendo provado à saciedade de como as sondagens são enganosas e até manipuláveis, daí que será mais prudente esperar pelo dia 4 de Outubro. Aliás, não esquecer que outras forças políticas existem, e com força suficiente para poderem afirmar-se na conjuntura atual.
Portanto, olhando friamente a questão, só dia 4 de Outubro se verá como encararam os portugueses este doloroso período da sua história, estes últimos quatro anos de Coligação de Direita + TROIKA que mancharão para sempre a história de Portugal: pela perda de soberania, pelos ataques à Constituição da República, pelo saque ao bolso dos portugueses, pelo desprezo generalizado dos direitos das Pessoas, pelo empobrecimento da Nação.

PS. As "sondagens de encomenda" podem não ser o que parecem, aliás, tal como o ilustre cirurgião Britânico James Barry não era o que parecia.

Fiquem bem,
António Esperança Pereira


James Barry ‏ 



Belfast-9 de Novembro de 1795-Londres, 25 de Julho de 1865



Foi um cirurgião Britânico que se destacou na Batalha de Waterloo em 1815.

Quando morreu , ao fazerem a autópsia, descobriram com pasmo que era afinal uma
Mulher. Tinha feito toda a sua vida como "HOMEM", fingindo, para assim poder
dedicar-se à medicina, que era na época proibida às Mulheres.
O seu verdadeiro nome era: Margaret  Ann Bulkley. 

domingo, julho 05, 2015

Vitória da Democracia em fundo de "sedativo enervante"


Nosso comentário:

Dia 5 de Julho, Domingo, dia de referendo na Grécia. 
Creio que por toda a Europa, também um pouco por todo o mundo, se aguardava com muita expectativa o resultado deste referendo ao povo grego.
Ouvindo ou lendo os comentadores mais insignes, alguns especialistas mesmo, fica-se com a ideia baralhada. Ou seja, parece que pouca gente sabe ao certo o que se está a passar na União Europeia, muito menos o que se irá passar num futuro próximo e menos próximo.
Confusão generalizada.
Por isso o meu conselho aos leitores, por experiência própria, é o de que estejam atentos, mas não se cansarem demasiado com os programas das televisões, na sua grande maioria tendenciosos. 
Dizem todos as mesmas coisas: um opina assim, o outro assado, um diz uma coisa, o outro contradiz, um comenta alhos com sarcasmo, o outro ri-se respondendo com bugalhos, o que acaba por funcionar como um "sedativo enervante". 
Digo "sedativo enervante" porque nem dão sono ao telespectador, nem o esclarecem convenientemente.
Mas adiante. 
A situação na Zona Euro é complexa, disso não resta a menor dúvida e, claro está, a partir de hoje fica um tanto mais complexa. 
Porque me parece a mim que chegou o tempo de atar ou desatar no tratamento da ferida que a Grécia pôs a nu na Zona Euro, e agora ampliou com o resultado do referendo.
Perante cinco anos de austeridade com programas da Troika que não resultaram, a humilhação, o empobrecimento, um tratamento de chacota por parte dos "parceiros de União", o Povo Grego mostrou hoje ao mundo que coragem não lhe falta.
Resistiram à chantagem, às pressões, às sondagens rotundamente erradas (!!!???) sobre o referendo, que apontavam um "empate técnico" e acabou numa relação abismal de 60%-40%.
Responderam à chamada e, entre dúvidas e medos, ousaram votar em liberdade.
Pela minha parte, não estou contente nem triste em relação ao referendo grego. Porque, eu não sei, tal como ninguém sabe se, perante a intransigência já mostrada pelas partes intervenientes neste processo "credores e Grécia", se chegará a um acordo que resolva a contento a questão.
Saliento por isso apenas uma coisa: 
Que hoje o Povo Grego, liderado por gente fora do arco da governação,  como se diz em Portugal,  goste-se ou não dos ditos líderes, soube mostrar à Europa e ao mundo o verdadeiro valor da DEMOCRACIA e relembrar o porquê de, desde a Antiguidade, esta lhe ser tão cara.
Oxalá a Europa, depois de hoje, saiba e consiga fazer uma profunda reflexão. Que saiba mudar de rumo e de estilo. É urgente.

Desejo uma óptima semana a todos,

António Esperança Pereira



segunda-feira, outubro 20, 2014

A Troika, a Maioria e a geografia da mulher.


Nosso comentário:

Continuação de tempos conturbados, a gente já nem sabe o que há-de dizer a respeito.
Liga-se a televisão. é cada vez mais do mesmo. A gente a ver que as coisas vão de mal a pior, que este país daqui a pouco já não tem nada de seu, tal a sangria do seu património...
Todavia, não falta a propaganda em contrário, enchendo-nos os olhos com comentadores do "regime" dizendo-nos a torto e a direito que assim é que é o caminho certo, que há que empobrecer ainda mais e mais os portugueses.
Tratam-nos assim como se fossemos tolos.
Mas hoje sabem-se as verdades por meios diversificados e pelo menos duas notícias não passaram em branco. Duas notícias que dizem bem de como está o nosso Portugal.
Já nem falo no estado da Justiça e da Educação, que considero no limiar de uma vergonha nacional institucionalizada.
-Uma, foi o aumento da pobreza, segundo dados insuspeitos do INE (Instituto Nacional de Estatística) 
-Outra, o aumento de milionários (pasme-se só) nestes anos de governação e de Troika.
Por tudo isto, continuo a pensar que enquanto não se vislumbrar algo melhor, que nos devolva a esperança, a auto-estima nacional em grande risco, que o humor pode ser um bálsamo neste deserto obrigatório. Sim porque eles estão todos do mesmo lado: Troika, Presidente da República, Governo e Assembleia da República...apesar de uma popularidade reduzida a quase ZERO.
Aí fica então, para quebrar a seriedade e fealdade destes tempos, um extracto de um e-mail que me foi enviado e que tem a sua piada.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


Geografia da Mulher:


Entre 18 e 25 anos,
a mulher é como o Continente Africano:
uma metade já foi descoberta e a outra metade
esconde a beleza ainda selvagem e deltas férteis.


Entre 26 e 35,
a mulher é como a América do Norte:
moderna, desenvolvida, civilizada
e aberta a negociações.


Entre 36 e 40,
é como a Índia:
muito quente, relaxada e consciente da sua própria beleza.

Entre 41 e 50,
a mulher é como a França:
suavemente envelhecida, mas ainda desejável de se visitar.


Entre 51 e 60,
é como a Jugoslávia:
... empenha-se na reconstrução...


Entre 61 e 70,
ela é como a Rússia:
espaçosa, com fronteiras sem patrulha.
A camada de neve oculta grandes tesouros.


Entre 71 e 80,
a mulher é como a Mongólia:
com um passado glorioso de conquistas,
mas com poucas esperanças no futuro.


Depois dos 81,
ela é como o Afeganistão:
quase todos sabem onde está,
mas ninguém quer ir até lá.




Geografia do Homem:

Entre os 15 e os 80 anos,

o homem é como CUBA:
governado por um só membro...!!!



sábado, maio 03, 2014

Rede Multibanco a colaborar no saque.


Nosso comentário:

De fonte que me merece toda a confiança recebi, através de e-mail que divulgo abaixo, uma informação importantíssima para o comum dos cidadãos.
Trata-se da cobrança de dinheiro por cada levantamento em rede de multibanco.
Mais uma acha à roubalheira que já é mais que muita, agora via multibanco, neste caso com sede numa rede que dá pelo nome de NetPay.
Embora tal procedimento queira parecer não ser generalizado a todas as caixas ATM, pelo menos por enquanto, sabemos por experiência própria nestes tempos que correm, de como o provisório se torna definitivo e o definitivo ainda mais definitivo e melhor aprofundado a favor de quem tira.
Assim sendo, estimados leitores, e se por acaso não têm ainda conhecimento do facto aqui relatado, ponham-se a pau, que a roubalheira veio para ficar e está para durar.

PS. Segue o e-mail referenciado no texto...

Fiquem bem

António Esperança Pereira



CIDADANIA: Novas máquinas tipo multibanco: 
No Media Markt de Alfragide, existe uma, ao lado de uma ATM normal.



SACA, SACA, O GARRAFÃO....
CONHECEM A MÚSICA?
TOMEM LÁ QUE É DEMOCRÁTICO....


ROUBALHEIRA NetPay! Tenham CUIDADO

Atenção – caixas Multibanco NetPay

Uma forma dissimulada de sacar os nossos €

- No mês passado efectuei um levantamento numa máquina ATM que me parecia perfeitamente normal.
Então ao receber o extracto da minha conta verifiquei que me tinham sido cobrados 3,30€ de comissões associadas a um levantamento de 50,00€.
Contactei o meu banco e fui informado que tinha utilizado uma máquina ATM de uma nova rede chamada NetPay.
Ao que fui informado todos os levantamentos são efectuados a crédito sendo cobrada uma taxa fixa de 1,5€ mais os juros respectivos.
Ao que parece estas máquinas estão identificadas como pertencendo à rede NetPay pelo que antes de efectuarem levantamentos não se esqueçam de verificar a rede em que o vão fazer.


Mulheres com bumbum grande mais inteligentes e saudáveis


Nosso comentário:

Hoje resolvi colocar uma notícia mais brejeira, um pouco na onda das notícias otimistas da governação. Essas sim mais que brejeiras.
Se não fosse uma pessoa educada e contida diria que temos uma "casa dos segredos" em funções no topo da hierarquia executiva de Portugal. 
Os governantes atuais, dizem-se agora heróis da liberdade, talvez porque nos querem impingir que correram com a Troika, o que todos sabemos ser uma perfeita distorção da verdade. 
Não me esqueço que foram para lá "adorando" governar com a Troika, servi-la nos seus intentos, e que efetivamente a ela devem o sucesso de todo o mal que nos têm feito.
Mal esse agravado pelo "aprofundamento" de medidas infernais, já de si originalmente aprofundadas.
Porque, em boa verdade se diga, crescem os pobres, os emigrantes, as crianças e idosos sem apoios, engordam os mais ricos pois claro.
Mesmo assim, há quem lhes bata palmas e os cubra de uma aura de sucesso, mas nós sabemos quem são e porque o fazem.
Restam ao POVO os artistas da bola, que vão brilhando, ora os do Porto, ora os do Benfica, ora outros artistas quaisquer, conseguindo com os seus feitos minorar a depressão por demais instalada no tecido social triste e empobrecido deste nosso querido país.

PS. Leiam então a notícia brejeira, que deixo abaixo, sempre se aprende (?) alguma coisa.

Fiquem bem

António Esperança Pereira


Segundo uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Oxford, ter as nádegas de um tamanho considerável previne o desenvolvimento de diabetes. Por sua vez, determinaram que as mulheres que possuem um traseiro grande e cintura fina são mais inteligentes que o restante. O corpo feminino acumula gordura em muitas partes, como os seios, o abdómen ou as pernas, mas muitas mulheres guardam grandes reservas nos glúteos, algo que tem mais vantagens do que poderiam imaginar.
Os cientistas analisaram e compararam a gordura do abdómen feminino com as das pernas, cadeiras e nádegas, encontrando que a gordura proveniente da parte baixa do corpo das mulheres previne o desenvolvimento de diabetes, graças à quantidade e tipo de hormonas que contém. Estas gorduras produzem hormonas que ajudam a metabolizar açúcares e outros lípidos de forma mais fácil, ao contrário da gordura abdominal que segrega hormonas com o efeito contrário.
De qualquer forma, não se trata de que as mulheres devam comer a mais. O benefício do traseiro avantajado é determinado pela genética, portanto ainda não é possível alterar o rabo por meio de hábitos alimentícios.
Outras descobertas similares, que fazem pensar que as mulheres com traseiros grandes são capazes de viver mais e melhor, são as realizadas pelas universidades de Califórnia e Pittsburgh. Pesquisadores destas instituições descobriram que as mulheres de rabo e ancas largas, mas cinturas finas, são mais inteligentes que as demais.
A inteligência destas voluptuosas raparigas deve-se aos ácidos gordos Omega 3 que se acumulam ali e intervêm no desenvolvimento do cérebro. Os pesquisadores analisaram dados de 16 mil mulheres, concluindo que ao comparar as medidas da anca com a cintura, a proporção ideal resulta de 0,6 e 0,7.
O professor Konstantinos Manolopoulos, quem encabeçou a equipa da Universidade de Oxford, assegura que as mulheres com mais gordura nas nádegas têm níveis menores de colesterol e glicemia. Ter um grande traseiro também favorece os níveis de leptina no corpo feminino. A leptina é uma hormona que se encarrega de regular o peso, bem como a dinopectina, hormona com efeitos anti-inflamatórios, vasculoprotectores e anti-diabéticos.
O tecido adiposo dos glúteos grandes prende as partículas gordas daninhas e evita padecimentos cardiovasculares. Outros interessantes resultados destas pesquisas foram que, ao que parece, os filhos nascidos de mães com ancas mais largas são intelectualmente superiores aos filhos de mães menos voluptuosas.

quarta-feira, abril 30, 2014

Nós Troika e a Espanha aqui tão perto!


Nosso comentário:


Certo que águas passadas não movem moinhos. O PEC IV já é história, importa pouco estar agora, alguns anos volvidos, a enaltecer as suas virtudes. Todavia, não tivessem sido as condições políticas adversas criadas e talvez tivéssemos alinhado com a situação espanhola e não com a grega e/ou irlandesa.
Da Grécia, hoje mesmo nas nossas televisões, vi imagens de gente acotovelando-se nas ruas lutando por couves e repolhos ofertados por produtores que assim pretendiam ajudar a matar-lhes a fome.
Ao que foi dito 1/4 da população grega estará já em dificuldades extremas.
Pergunto se será caminho este que estamos a percorrer em que tudo damos e nada recebemos em troca. São milhares de milhões de juros à Troika, com uma dívida a crescer e as populações a mirrar ou a caminhar para o colapso mais que anunciado.
Brinca-se com saídas limpas, desta ou daquela maneira: mais limpa assim, menos limpa assado. Quando todos sabemos que tudo isto por que estamos a passar não passa de uma sujidade pegada.
Que saída limpa?
Tenhamos dez reis de testa e não embarquemos em aventureirismos baseados em mentiras propaladas. 
Não deixemos que nos tratem com menoridade, ou seja, abaixo de cão.
Deixo aos estimados leitores um e-mail recebido sobre a diferença Portugal/Espanha. O primeiro, Portugal, com troika, o segundo, Espanha, sem ela.


Fiquem bem

António Esperança Pereira


Date: Wed, 30 Apr 2014 13:22:12 +0100
Subject: Fwd: FW: Pensionistas espanhóis aumentados todos os anos ...
From: rst.advog@gmail.com
To:

A linha vermelha: Portugal versus Espanha


A imagem supra reproduz a carta que a ministra do Emprego e da Segurança Social da Espanha enviou aos pensionistas, na qual informa de que entrou em vigor “la nueva fórmula de revalorización de las pensiones y prestaciones del sistema público de Seguridad Social, que garantiza que las pensiones subirán todos los años sea cual sea la situación económica y que nunca podrán ser congeladas.”

Esta carta é comentada por um pensionista espanhol, que se mostra revoltado com o diminuto aumento da sua pensão. Compare-se agora com a situação em Portugal, onde Passos & Portas só fazem em cortes e não se coíbem de pisar todas as linhas vermelhas. 

Pensionistas espanhóis aumentados todos os anos ...

 
O Estado Espanhol garante que as pensões subirão todos os anos seja qual for a situação económica e que nunca poderão ser congeladas. E comunicam isso mesmo a cada reformado pessoalmente por carta, com un cordial saludo.
 
Comentário final
Convém que seja dada a máxima circulação a esta informação e à carta do Ministério do Emprego e Segurança Social de Espanha. Na U.E. não somos todos iguais, há sempre uns mais iguais que outros. Não tenho inveja dos espanhóis, sinto-me é tratado abaixo de cão por ser lusitano.
 
 PS:

COMO NÃO PODIA DEIXAR DE SER...EM PORTUGAL TUDO É FEITO AO CONTRÁRIO.

O Governo e as diversas Instâncias do Poder em Portugal devem pensar-se mais inteligentes e justos, não vendo o que é óbvio... e seguem caminhos errados!
O exemplo espanhol está a par de se considerar, na Alemanha, a pensão intocável como propriedade privada, ou um tecto único de Reforma na Suiça (aqui chamariam a isso comunismo...)...
Estamos condenados, fomos escolhidos para ser espoliados lentamente!

Um abraço
CC



quarta-feira, janeiro 29, 2014

O momento das grandes opções ou...a douta sapiência!


Nosso comentário:

Para que não restem dúvidas sobre responsabilidades do estado da Nação, informo os leitores, muitos dos quais o saberão, outros não, especialmente os brasileiros e falantes de português sediados em paragens longínquas, de que Cavaco Silva foi o político português que mais tempo esteve no governo depois do 25 de Abril de 1974.
Para o confirmar ficam algumas palavras da enciclopédia "Wikipédia" sobre o assunto.
A importância de citar isto tem a ver  com o facto de permanentemente o político citado sacudir a água do capote, dando a entender que o que corre mal, ou menos bem, não é nada com ele.
Claro que é, estimados leitores. Só é!
E digo mais: uma pessoa como o senhor professor doutor Cavaco Silva, tido pela generalidade das pessoas (fruto sobretudo da imagem de culto do político) como uma sapiência em matérias do foro da economia e da finança, não se compreende que sacuda a água do capote desta situação a que o país chegou. 
Põe-se de fora, como se não tenha sido ele o político mais presente na governação, logo o mais responsável.
De pouco serviu pelos vistos ao país a douta sapiência do senhor Presidente em economia e finanças.
Diz agora, como podem confirmar na notícia abaixo, quase em fim de 2.º mandato presidencial e com uma idade que o empurra para uma fase cada vez mais senil, que se chegou "ao momento das grandes opções".
Caros leitores, não gosto de dizer asneiras, sou educado, mas lá que agora me apetecia dizer uma e bem grande lá isso apetecia...
Ora o senhor professor doutor Cavaco Silva quando já fez praticamente tudo o que tinha a fazer, inclusivamente deixar este país nas mãos de estrangeiros e de um grupo de rapazes por ele apadrinhados, que empobreceram o país, que o enxovalharam, que o dividiram, que o puseram de novo a emigrar, é que se lembra de que chegou "o momento das grandes opções"...?!
Poupe-nos senhor professor doutor a tanta sapiência de décadas "ao serviço" de Portugal para nos deixar assim como estamos.
Faça-nos um favor: retire-se e leve os seus. Prestaria finalmente um bom serviço a Portugal.

PS. Deixo alguns dados breves da Wikipédia sobre Cavaco Silva, bem como a notícia de hoje da agência Lusa, que seleccionei, pelo insólito da mesma.

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira


Alguns dados breves da enciclopédia livre "Wikipédia " sobre o político Aníbal António Cavaco Silva:

Aníbal António Cavaco Silva (Boliqueime, Loulé, 15 de Julho de 1939) é um economista e político português e, o actual Presidente da República de Portugal, cargo que exerce desde 2006.
Foi primeiro-ministro de Portugal de 6 de Novembro de 1985 a 28 de Outubro de 1995, tendo sido a pessoa que mais tempo esteve na liderança do governo do país desde o 25 de Abril. Nas eleições presidenciais de 22 de Janeiro de 2006 foi eleito presidente da República, tendo tomado posse em 9 de Março do mesmo ano. Foi reeleito nas eleições presidenciais de 23 de Janeiro de 2011.


Presidente da República diz que se chegou "ao momento das grandes opções"


O Presidente da República disse hoje que se chegou ao momento de fazer "opções de fundo", alertando que 2014 será o ano de escolher os caminhos do futuro, "sem mais adiamentos ou hesitações".

"Chegámos ao momento das grandes opções. É agora, neste ano de 2014, sem mais adiamentos ou hesitações, que teremos de escolher os nossos caminhos do futuro", afirmou o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, no discurso da sessão solene de abertura do ano judicial.
Recuperando o tema do ‘pós-troika', que ao longo do último ano tem introduzido de forma recorrente nas suas intervenções, o chefe de Estado sublinhou que, em 2014, ano de conclusão do programa de ajustamento, Portugal terá de fazer "opções de fundo", porque o que for feito ou deixar de ser feito "irá ter reflexos duradouros, positivos ou negativos", consoante se saiba "estar, ou não, à altura da responsabilidade que a hora presente exige de todos".

sábado, novembro 23, 2013

Os "iluminados dos cortes" ou Pátria sem Alma...


Nosso comentário:

Num país de nome Portugal, de tudo um pouco vai acontecendo. Resta algum humor às suas gentes para poderem resistir a tanta ausência de verdade e de caminhos não apontados pelo governo.
Contorna-se a verdade, em vez de se ser verdadeiro, já ouvi esta expressão algures, que assenta que nem uma luva à atitude política da maioria dos responsáveis, políticos e não políticos.
A confiança está desaparecendo bem como a solidariedade social e o diálogo. 
Dizem uma coisa, fazem outra. O povo olha para eles e já só pensa coisas feias.
E de tal forma isto se tornou prática corrente, contornar a verdade, que é já ponto assente que se é mandado/governado por gente sem palavra nem carácter. 
Logo, a população anda atordoada, não sabe bem o que fazer nem o que dizer perante o que vem vivendo nos últimos tempos.
"Os mandantes batem, dizem que é preciso bater mais" e bico calado. Que este é o único caminho, acrescentam os iluminados dos "cortes".
Isto numa democracia onde é suposto governar-se com o povo e para o povo...
Cortam nos salários, nas pensões, aumentam o tempo de reforma, aumentam impostos, assustam as pessoas dizendo que só se forem cordeirinhos é que terão direito a mais tranches (chama-se assim aos cheques com que a TROIKA vai ofertando a governação com juros altos para que ela se mantenha em funções e sacrifique cada vez mais o POVO) extorquindo-o de tudo, bens materiais, intelectuais, espirituais entre outros.
O Povo Português com esta gente arrisca-se a ficar sem Pátria e sem Alma, o que seguramente é bem pior do que ficar sem uns dinheiros fugazes, que aliás emagrecem de dia para dia como salta à vista, tal a gula manifestada pelos "chefes internos e externos". 
A única nota positiva com a aplicação das políticas ultratroikistas, é que anda tudo revoltado, sinal de que ainda há sinais vitais bem acesos e determinados em cada Português.
Por isso mesmo, pela revolta instalada, há quem vaticine que, se a coisa continuar assim, é capaz de acabar mal e, quem sabe, à trolha... 
Oxalá que não, oxalá que o bom senso prevaleça, que quem está a mais no barco, que o deixe a tempo, evitando males maiores.
Mas lá que tudo estão a fazer para que algo de menos desejável possa acontecer a este NOBRE POVO, lá isso estão.


PS. Deixo-lhes uma imagem do Director da PSP, que se demitiu na sequência da gigantesca manifestação das forças políciais (todas) em frente à Assembleia da República. Os leitores tirem as suas próprias ilações do acontecimento...


"O "eleito" saiu da direcção da PSP - "Paulo Valente Gomes não era apenas mais um director nacional da Polícia de Segurança Pública. Além de duas licenciaturas, um doutoramento e um mestrado, é o primeiro e único polícia de carreira totalmente formado na PSP que chegou ao topo da hierarquia. 




Fiquem bem,

António Esperança Pereira

quinta-feira, novembro 14, 2013

Luís Aguilé cantou, "eles" não gostaram...


Nosso comentário:

Fim de uma sexta-feira aqui em Lisboa, fresquinha mas soalheira. 
Sexta-feira esta em que o mote principal das notícias tem ido direitinho para os "êxitos" da governação em exercício.
Na verdade, entre todos os maus indicadores conhecidos para o nosso país a saque, um houve que encheu as bocas dos noticiários oficiais:
A saída oficial de Portugal do mais longo período recessivo da sua história. E assim porque segundo nos informam, se conseguiram dois trimestres seguidos com o PIB (Produto Interno Bruto) a subir. 
Esta parece ser a razão técnica para se considerar uma tal saída de recessão.
Seja como for, bem podem as más línguas dizer que se rouba aqui e acolá, que se descem os salários e as pensões, que o turismo sazonal e os emigrantes saídos aos montes ajudam nas décimas do êxito, que um país que já bateu no fundo, só poderia mesmo crescer alguma coisita...
Mas o certo, digam as más línguas o que disserem,  é que na nossa democracia de um só sentido e de um só ideal, se vive uma quase euforia de números com base nas tais 2 décimas (0,2) de crescimento do PIB.
De todo o lado parecem surgir Amálias e Eusébios*, quiçá erguer-se a maior bandeira nacional de sempre montada no Estádio Nacional (perdão, Estádio da Luz) amanhã, dia do jogo de futebol Portugal-Suécia. 
Há que mostrar ao mundo que Portugal vai de vento em popa.
Estamos bem, prósperos, o entusiasmo sente-se em cada português e a acreditar nas bocas dos senhores que mandam, o futuro sorri, eu diria mesmo que há que comprar foguetes, participar em um foguetório de dimensões faraónicas à medida dos êxitos que enxergamos nos noticiários oficiais.


*Nota: Para separar as águas devo dizer o seguinte: sou um admirador da Amália Rodrigues e da sua inconfundível voz; sou um fã incondicional do enorme futebolista Eusébio. Não fui fã do aproveitamento fascizante dos mesmos pelo regime anterior ao 25 de Abril de 1974.

Muito a propósito e bem atual, partilho abaixo um mail com a voz de Luís Aguilé, tal como me foi enviado.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira



"Eles" não gostaram da canção de Luís Aguilé.

Aplicável a quase todos os presidentes de todos os países do mundo.

Não deixem de escutar. Não tem desperdício. ¿
Quem diria que Luís Aguilé escreviria esta canção? 
A letra e música foi escrita no ano 2007, 2 anos antes da sua morte.
Embora a cantasse em Buenos Aires, creio que *pode servir para muitos países*.
*Por algo, não o velaram*
Não permitiram velar o cadáver de Luis Aguilé na Sede da Sociedade de Autores de España 
-*SGAE*
Há várias semanas que esta canção de Luis Aguilé circula na net que, 
apesar de ser conhecida há muito tempo, a sua difusão é negada pelas rádios nacionais.
*O motivo:*
O governo ameaçou as rádios que, se passarem este tema, a publicidade oficial seria reduzida. É por isso que não há difusão deste tema e só circula em cadeias de E-mails e foros on-line.


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Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...