Mostrar mensagens com a etiqueta Estados-membros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Estados-membros. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, janeiro 23, 2024

Dívida pública recua para 89,9% na zona euro, Portugal com 2.ª maior baixa

 



Toms Kalnins/EPA© Fornecido por Lusa


Bruxelas, 22 jan 2024 (Lusa) – As dívidas públicas da zona euro e da União Europeia recuaram, no terceiro trimestre de 2023, para os 89,9% e os 82,6% do PIB, respetivamente, e Portugal registou a segunda maior baixa homóloga (10,9 pontos percentuais), divulgou hoje o Eurostat.

De acordo com os dados do serviço estatístico da União Europeia (UE), na zona euro, a dívida pública diminuiu para os 89,9% do Produto Interno Bruto (PIB) quer na variação homóloga, quando atingiu os 92,2%, quer na trimestral (90,3%).

No conjunto dos 27 Estados-membros, o indicador desceu para 82,6%, que se compara com a dívida de 84,6% do terceiro trimestre de 2022 e a de 83,0% do período entre abril e junho de 2023.

As maiores dívidas públicas, entre julho e setembro de 2023, foram observadas na Grécia (165,5% do PIB), Itália (140,6%) e França (111,9%), com as mais baixas a serem apresentadas pela Estónia (18,2%), a Bulgária (21,0%) e o Luxemburgo (25,7% do PIB).

Na variação homóloga, oito Estados-membros registaram aumentos da dívida pública e outros 19 diminuições, com Portugal a apresentar a segunda maior baixa (10,9 pontos percentuais - pp), para os 107,5% do PIB nacional, depois da Grécia (-12 pp) e seguido por Chipre (-10,3 pp).

Os principais aumentos homólogos da dívida pública, por seu lado, observaram-se na Bélgica (2,5 pp), Estónia (2,3 pp) e Finlândia (2,0 pp).

Na comparação com o segundo trimestre de 2023, a dívida pública portuguesa baixou 2,5 pontos percentuais, o terceiro maior recuo depois de Chipre (-5,6 pp), e do Luxemburgo (-2,6 pp).

Já a Bélgica (2,1 pp), Letónia (1,9 pp), e Eslovénia (1,0 pp) apresentaram os maiores aumentos em cadeia da dívida pública, entre julho e setembro de 2023.

Fiquem bem

Visitem o meu novo livro clicando abaixo. Em tempos de novas ameaças dos "políticos além da TROIKA" vale a pena dar uma vista de olhos. É só clicar:

UM PAÍS SUBMISSO - PORTUGAL DA TROIKA | António Esperança Pereira (bubok.pt)

quinta-feira, novembro 03, 2016

CPLP, Declaração de Brasília


Nosso destaque vai para...

A declaração final de Brasília prevê "a progressiva construção de uma cidadania da CPLP" e mandata o secretariado executivo a convocar uma reunião técnica sobre mobilidade


Declaração final
    
Brasília, 01 nov (Lusa) – A declaração final da XI Cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) prevê “a progressiva construção de uma cidadania da CPLP” e mandata o secretariado executivo a convocar uma reunião técnica sobre mobilidade.
“A mobilidade e a circulação no espaço da CPLP constituem um instrumento essencial para o aprofundamento da Comunidade e a progressiva construção de uma cidadania da CPLP, e reconheceram a necessidade de que sejam retomadas as discussões sobre o tema, levando em conta as diferentes realidades de cada Estado-membro”, lê-se no ponto 24 da declaração final.
Na cimeira que termina hoje em Brasília foi também aprovada uma resolução específica sobre mobilidade, na qual os nove Estados-membros da CPLP se comprometem a “instar os setores nacionais competentes ao aumento dos esforços de implementação dos compromissos assumidos nos acordos sobre a mobilidade”.
No mesmo documento, é assumido o compromisso de “reforçar o mandato atribuído ao secretariado executivo para convocar a reunião técnica conjunta sobre mobilidade, com participação de responsáveis pelas questões da mobilidade nos setores da Administração Interna/Interior, Justiça e Negócios Estrangeiros/Relações Exteriores dos Estados-membros”.
Os Estados-membros voltam a comprometer-se com os Acordos de Brasília, de 2002, sobre política de vistos, considerando que, “de forma gradual e diferenciada pelos Estados-membros, deverá contribuir para uma maior circulação dos cidadãos no espaço CPLP”.
“Neste sentido, saudaram a decisão das autoridades de São Tomé e Príncipe em isentar de vistos todos os cidadãos dos Estados-membros para estadas de um período de até 15 dias”, refere o documento.
IEL // VM – Lusa/Fim
Fiquem bem,
António Esperança Pereira
http://lusito.bubok.pt/ 

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...