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sexta-feira, novembro 23, 2018

Educação financeira



Não tome estas decisões financeiras. Vai arrepender-se daqui a 10 anos


1. Comprar um carro demasiado caro para o seu orçamento familiar

2. Não ter um orçamento familiar detalhado

3. Não procurar aconselhamento antes de começar a investir

4. Não pagar as dívidas do cartão de crédito logo que possa

5. Esperar até aos 30 anos para começar a poupar para a reforma

6. Subscrever um produto financeiro sem o conhecer completamente

7. Ignorar alguns seguros potencialmente vantajosos

8. Não construir um fundo de emergência

9. Ter despesas fixas demasiado altas para o seu orçamento mensal

10. Não falar com o seu companheiro ou companheira sobre questões financeiras


Um excelente fim de semana,
António Esperança Pereira

quinta-feira, novembro 23, 2017

Mark Twain, ótima leitura para o FDS


UM CANDIDATO IDÓNEO


Mark Twain

TRADUÇÃO Madalena caramona
prefácio Manuel portela

O boato de que eu teria enterrado uma tia debaixo da minha videira é autêntico. A vinha precisava de adubo, a tia precisava de ser enterrada, e eu consagrei-a a este nobre propósito. Tornar-me-á isso indigno da Presidência? A Constituição não o refere.

Se a dimensão refractária da obra de Mark Twain é ainda eclipsada pelos seus textos mais famosos, este edificante conjunto de curtos ensaios, sátiras e discursos, escritos entre 1868 e 1884, vem repor a justiça no caso. Neles, Twain encarna, com humor inigualável, ora um candidato à presidência americana que revela sem embaraço o seu sórdido passado, ora um funcionário público demissionário do Comité de Conquiliologia do Senado, «vítima de uma intoxicação laboral». Parodiando a bisturi os trejeitos retóricos do discurso político (que, pasme-se, pouco mudaram em 150 anos), o autor confessa-se ainda um honrado vira-casacas, volta a demitir-se de cargos públicos e declama uma elegia pouco elogiosa a um político defunto. E despede-se, por fim, argumentando que a coerência é manifestamente sobrevalorizada – sobretudo se em nome da lealdade ao partido. Eis Mark Twain, o homem que dá o peito às balas, «conquanto que o canhão esteja vazio». Eis o candidato cuja visão das finanças é «amealhar tudo aquilo a que consiga deitar a mão». Eis um candidato idóneo, «um homem que tem por base a depravação total e que se propõe ser demoníaco até ao fim».
Mestre do humor impassível e da ironia fina, cronista insolente das imposturas e inanidades, inimigo público de dogmas e instituições americanas, Mark Twain (1835-1910) será sempre associado às façanhas de Tom Sawyer e Huckleberry Finn. Mas a sua prosa espirituosa, a erudição contagiada por coloquialismos, a graça desarmante e lapidar, surgem particularmente nítidas nos seus textos curtos – contos, crónicas e rábulas de toda a espécie. É também aí que se revela o homem profundamente politizado e subversivo – capaz de discorrer sobre impostos ou bicicletas, o sufrágio das mulheres ou a Guerra Franco-Prussiana, as elites letradas ou a invenção do telefone –, e o homem vivido do Mississípi, que foi aprendiz de tipógrafo, mineiro e jornalista antes de se tornar um dos mais férteis e engenhosos escritores de sempre.


Fiquem bem

António Esperança Pereira 
30b17cb9-aadb-4cf0-afa4-d05e806fca62.jpg
ANTÍGONA
CULTIVA A INTELIGÊNCIA,
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A REVOLTA
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terça-feira, janeiro 31, 2017

Poupança, um bom investimento

Nosso comentário:

Para todos aqueles que já se deram conta que a poupança é um bom investimento, aqui ficam algumas ideias ou dicas de como não ser surpreendido com a falta de dinheiro.
Posso acrescentar que, além das fontes tradicionais de informação, há bons Youtouber's, bloger's, etc. que se vêm multiplicando com ótimos programas, artigos, sugestões, sobre o assunto.
E há que dizê-lo, poupar não significa de todo tirar qualidade á vida de cada um, mas sim tratar melhor o que se gasta e como se gasta.
É como optar por ter uma torneira de água sempre aberta ou, optar antes por abri-la quando é precisa e fechá-la quando não é precisa.
Depois, é só fazer o mesmo que se faz com a torneira da água, com imensas coisas que fazem parte da nossa vida do dia a dia.
A realidade de cada um dará o mote a essa melhor aplicação dos recursos pessoais e/ou familiares.
Acredite caro leitor, que o "investimento na poupança", se ainda o não tentou, vale muito a pena experimentar.
As fontes de informação, caso o assunto lhe interesse são mais que muitas. Inúmeras revistas, jornais da especialidade, Youtouber's, bloger's, etc. falam detalhadamente e com conhecimento de causa sobre o assunto.
Basta, pois, pesquisar, documentar-se e agir.
Por hoje fica o texto abaixo com 10 dicas generalistas que retirei do "Notícias ao Minuto".

Fiquem bem

António Esperança Pereira



Conheça as dez dicas de ouro para nunca lhe faltar dinheiro

Esqueça as resoluções de ano novo e as mudanças radicais: para ter a conta ou a carteira sempre com folga extra é necessária uma mudança sustentável, com critérios que deve seguir todos os dias, todos os meses e todos os anos. O Economia ao Minuto mostra-lhe na galeria as 10 regras de ouro que deve seguir para nunca se deparar com uma conta vazia, nem andar a contar cêntimos no fim de todos os meses. E lembre-se: o esforço valerá a pena a longo prazo.

quarta-feira, março 30, 2016

Portugal-Bélgica, o futebol e o resto...


Nosso comentário:

Vi o jogo da seleção portuguesa que hoje se confrontou na cidade de Leiria/Portugal, com a sua congénere da Bélgica.
Longe de ser um jogo fácil, longe disso, de qualquer maneira os jogadores lusos mostraram que em futebol Portugal ainda vai chegando para Bruxelas.
Foram só 2-1 a vitória conseguida, mas tem que se dizer que o resultado amealhado foi merecido.
Já quando toca a fazer contas, aí é que a porca torce o rabo, como se costuma dizer.
Chega a ser constrangedor ver como são tratados os nossos políticos e economistas quando em deslocação à "capital europeia", cidade de Bruxelas.
Nas jogadas financeiras não há duelo que penda para o lado português.
Ele são conselhos e mais conselhos, dizem-nos como é que se faz, que se fizermos desta ou daquela maneira é um mau caminho, que assim não vamos atingir o défice, que continuamos despesistas...
Eu sei lá!
De modos que, apesar dos acontecimentos trágicos dos últimos tempos ocorridos na capital belga e europeia, de condenar veementemente, tenho que hoje, como bom português que sou, dizer:
Ganhámos!
Há que reconhecer méritos onde os há.
E tem que se dizer, que nem só de contas e continhas, de taxas e taxinhas, poupanças e recadinhos vive o homem.
Também vive destes momentos em que ganha alguma coisa, nem que seja na bola.
Deveriam os parceiros europeus de Portugal fazer como nós em relação a eles: olhar não só para algumas coisas menos boas que temos, uns e outros, porque defeitos todos temos, mas valorizar  as qualidades que também temos, uns e outros, e não são poucas.
Deixo este recado singelo em dia de futebol Portugal-Bélgica, para que ele possa motivar algum bom senso no rumo a dar a esta Europa que precisa estar unida e solidária, para que possa ser forte no presente e no futuro.


Fiquem bem,

António Esperança Pereira






sábado, dezembro 05, 2015

A "almofada financeira" e a minha!


Desde que me conheço nunca gostei de dormir com a cabeça baixa.
Não sei porquê, mas acho que desenvolvi uma espécie de medo provocado por um certo desamparo que sentia com a cabeça completamente esticada e desamparada no colchão da cama.
Talvez o síndroma do desamparo se tivesse agravado com um sintoma número dois que me perturbava os níveis de segurança e estabilidade naquela posição: uma espécie de tontura com que não lidava bem.
Dito isto, acabo de vos confessar, que sempre fui daqueles que precisavam de almofadas que dessem altura à postura da cabeça.
Precisava de almofada como de pão para a boca. Acreditava que ficando com alguma altura, assim uma espécie de “deitado mas de cabeça levantada”, a noite me parecia menos enfadonha.
Mantenho hoje essa convicção, pelo que continuo a sentir-me melhor com alguma almofada debaixo da cabeça do que sem almofada nenhuma.
Ora bem, porquê conto eu uma coisa tão simplória e sem dignidade para fazer parte de uma boa confissão pessoal aqui no blog?
Passo a explicar em poucas palavras para não maçar, já que é minha convicção que textos muito extensos são maçudos e arriscam-se a não ser lidos.
A razão é simples: falou-se muito em almofadas nos últimos dias. Não essas almofadas das minhas noites, as quais sempre me ajudaram na correcção da postura, mas outras almofadas.
Dizia o governo de Portugal que agora caiu ter uma almofada de dinheiro bem sólida para o que desse e viesse. Que nunca mais Troika nenhuma viria assim de repente cuidar de Portugal, pois haveria dinheiro mais que suficiente para enfrentar uma qualquer necessidade mais avantajada.
Por outras palavras, a “almofada financeira” que teria sido urdida “sabiamente” pelo ex-governo seria assim um amparo para o nosso país em caso de um eventual susto.
Afinal, uma almofada/amparo que serviria de seguro a Portugal caso este receasse pela sua suficiência.
Tal como eu com as almofadas da cama. Com elas sentia-me mais seguro. Ter-me-iam feito falta se as não tivesse para me levantarem a cabeça nas difíceis e escuras noites.
Bom, agora os leitores já perceberam a relação da minha história com a dita “almofada financeira” do ex-governo de Portugal que afinal parece não existir.
E isso é que não se compreende. 
Como é que uma coisa tão sólida como nos diziam ser, desaparece assim num piscar de olhos?
Aqui há coisa...

Temos que esperar pelas cenas dos próximos capítulos.


Fiquem bem, 

António Esperança Pereira


sexta-feira, agosto 29, 2014

Lehman Brothers ou um bom vinho?



Nosso comentário:

Partilho hoje um e-mail que me foi enviado com muita piada e algum realismo face à débil situação das economias e à fragilidade, para não chamar outros nomes, da Finança e seus derivados.
Pode considerar-se que, de uma maneira simples se chama a atenção daqueles que embarcam com a maior das facilidade nos ganhos fáceis e chorudos.
Por vezes podem enganar-se nos ganhos, nem serem fáceis nem chorudos e, assim sendo, mais vale fazer o que o texto aconselha...
Digo eu!!!

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


Saber viver e saber investir...

O Nobel da Economia Prof. Dr. Wass Catar, explica como se deve pensar
na economia actual.

∙ Se em Janeiro de 2010 tivessem investido 1.000 euros em acções do
Royal Bank of Scotland, um dos maiores bancos do Reino Unido, teriam
hoje 29 euros!
∙ Se em Janeiro de 2010 tivessem investido 1.000 euros em acções da
Lehman Brothers teriam hoje 0 euros !!!
∙ Mas se em Janeiro de 2010 tivessem gasto 1.000 euros em bom vinho
tinto (e não em acções) e tivessem já bebido tudo, teriam em garrafas
vazias 46 euros.


Conclusão: No cenário económico actual é preferível esperar sentado e
ir bebendo um bom vinho.
Não se esqueçam que quem sabe beber vive :
-Menos triste
- Menos tenso
- Mais contente com a vida.


Pensem nisto e invistam na alegria de viver.

quarta-feira, janeiro 29, 2014

O momento das grandes opções ou...a douta sapiência!


Nosso comentário:

Para que não restem dúvidas sobre responsabilidades do estado da Nação, informo os leitores, muitos dos quais o saberão, outros não, especialmente os brasileiros e falantes de português sediados em paragens longínquas, de que Cavaco Silva foi o político português que mais tempo esteve no governo depois do 25 de Abril de 1974.
Para o confirmar ficam algumas palavras da enciclopédia "Wikipédia" sobre o assunto.
A importância de citar isto tem a ver  com o facto de permanentemente o político citado sacudir a água do capote, dando a entender que o que corre mal, ou menos bem, não é nada com ele.
Claro que é, estimados leitores. Só é!
E digo mais: uma pessoa como o senhor professor doutor Cavaco Silva, tido pela generalidade das pessoas (fruto sobretudo da imagem de culto do político) como uma sapiência em matérias do foro da economia e da finança, não se compreende que sacuda a água do capote desta situação a que o país chegou. 
Põe-se de fora, como se não tenha sido ele o político mais presente na governação, logo o mais responsável.
De pouco serviu pelos vistos ao país a douta sapiência do senhor Presidente em economia e finanças.
Diz agora, como podem confirmar na notícia abaixo, quase em fim de 2.º mandato presidencial e com uma idade que o empurra para uma fase cada vez mais senil, que se chegou "ao momento das grandes opções".
Caros leitores, não gosto de dizer asneiras, sou educado, mas lá que agora me apetecia dizer uma e bem grande lá isso apetecia...
Ora o senhor professor doutor Cavaco Silva quando já fez praticamente tudo o que tinha a fazer, inclusivamente deixar este país nas mãos de estrangeiros e de um grupo de rapazes por ele apadrinhados, que empobreceram o país, que o enxovalharam, que o dividiram, que o puseram de novo a emigrar, é que se lembra de que chegou "o momento das grandes opções"...?!
Poupe-nos senhor professor doutor a tanta sapiência de décadas "ao serviço" de Portugal para nos deixar assim como estamos.
Faça-nos um favor: retire-se e leve os seus. Prestaria finalmente um bom serviço a Portugal.

PS. Deixo alguns dados breves da Wikipédia sobre Cavaco Silva, bem como a notícia de hoje da agência Lusa, que seleccionei, pelo insólito da mesma.

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira


Alguns dados breves da enciclopédia livre "Wikipédia " sobre o político Aníbal António Cavaco Silva:

Aníbal António Cavaco Silva (BoliqueimeLoulé15 de Julho de 1939) é um economista e político português e, o actual Presidente da República de Portugal, cargo que exerce desde 2006.
Foi primeiro-ministro de Portugal de 6 de Novembro de 1985 a 28 de Outubro de 1995, tendo sido a pessoa que mais tempo esteve na liderança do governo do país desde o 25 de Abril. Nas eleições presidenciais de 22 de Janeiro de 2006 foi eleito presidente da República, tendo tomado posse em 9 de Março do mesmo ano. Foi reeleito nas eleições presidenciais de 23 de Janeiro de 2011.


Presidente da República diz que se chegou "ao momento das grandes opções"


O Presidente da República disse hoje que se chegou ao momento de fazer "opções de fundo", alertando que 2014 será o ano de escolher os caminhos do futuro, "sem mais adiamentos ou hesitações".

"Chegámos ao momento das grandes opções. É agora, neste ano de 2014, sem mais adiamentos ou hesitações, que teremos de escolher os nossos caminhos do futuro", afirmou o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, no discurso da sessão solene de abertura do ano judicial.
Recuperando o tema do ‘pós-troika', que ao longo do último ano tem introduzido de forma recorrente nas suas intervenções, o chefe de Estado sublinhou que, em 2014, ano de conclusão do programa de ajustamento, Portugal terá de fazer "opções de fundo", porque o que for feito ou deixar de ser feito "irá ter reflexos duradouros, positivos ou negativos", consoante se saiba "estar, ou não, à altura da responsabilidade que a hora presente exige de todos".

terça-feira, maio 07, 2013

Eleito coisíssima nenhuma, disse o Senhor Ministro!


Nosso comentário:

Um leitor teve a amabilidade de nos remeter estes bonitos versos do enorme poeta de Língua Portuguesa, Fernando Pessoa.
Porque gosto muito destes versos e porque Fernando Pessoa é quem todos sabemos, um dos expoentes máximos da Literatura mundial, não resisto em divulgá-los.
Chamo a atenção dos leitores para a atualidade do penúltimo verso, em que o Poeta se refere a Jesus Cristo e aos seus conhecimentos de finanças.
Diz ele que "mais do que isto (mais do que tudo, digamos assim) é Jesus Cristo que não sabia nada de finanças...".
Pois! 
Agora aparece-nos um ministro das finanças, para falar só do nosso, um homenzinho que se julga mais do que a divindade.
Mais do que a divindade e não só...
Para quem a Democracia é uma fantochada dos diabos. 
Um enjoo.
Provou-o quando teve aquela perda nítida de equilíbrio do seu sistema nervoso, ao reagir mal a uma intervenção de uma deputada, que usara a palavra "eleito" referindo-se ao dito ministro.
Ele, ministro Gaspar, carregado e imbuído de seu currículo universitário, qual mochila densa e apetrechada  para fazer malfeitorias, retorquiu em tom zangado e severo, mostrando amplas vontades punitivas:
"Eleito coisíssima nenhuma..."

PS. Deixo abaixo o poema "LIBERDADE" de Fernando Pessoa


Fiquem bemAntónio Esperança Pereira







LIBERDADE


Ai que prazer
não cumprir um dever.
Ter um livro para ler
e não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O Sol doira sem literatura.
O rio corre bem ou mal,
sem edição original.
E a brisa, essa, de tão natural
como tem tempo não tem pressa...

Grande é a poesia, a bondade e as danças
Mas o melhor do mundo são as crianças,
flores, música, o luar e o sol

E mais do que isto
É Jesus Cristo
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca


FERNANDO PESSOA

terça-feira, março 26, 2013

Berlim sem chama na alma põe Europa a arder


Nosso breve comentário:


O egocentrismo e nacionalismo chocantes de um financista alemão, na notícia que transcrevo, o senhor ministro alemão das finanças Wolfgang Shaube, e a ingenuidade de um português do mundo, também europeísta, que um dia em Berlim  escreveu os versos simples mas sentidos que publica abaixo.
Eu.
Os mesmos constam de um livro meu "PORTUGAL PERIFÉRICO OU...O CENTRO DO MUNDO?"
Se tiverem um minuto do vosso tempo leiam.
Nos tempos que vivemos, de insegurança, de confusão, de desorientação, de quase separação iminente da Europa, faz todo o sentido ler. 
Pelo menos para evitar equívocos de uns e dos outros:
-Dos que sonham como eu...
E dos que não sabem sonhar como o senhor Wolfgang Shaube.


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/





Ministro das Finanças

Schauble diz que críticas à Alemanha devem-se a inveja

por Lusa, publicado por Ricardo Simões Ferreira

O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schauble, disse hoje à noite que as críticas feitas à Alemanha se devem "à inveja" dos outros países, durante uma entrevista televisiva, citada pela agência AFP.
"Sempre foi assim. É como numa classe [na escola], quando temos os melhores resultados, os que têm um pouco mais de dificuldades são um pouco invejosos", afirmou o ministro, na cadeia de televisão pública ZDF, em resposta a uma questão sobre as críticas que se multiplicam contra a Alemanha, em particular na Europa do Sul.
Contestou porém que os alemães sejam "os maus" da Europa, como sugeria o jornalista que o entrevistava.
"Não é nada disso. Os outros países sabem muito bem que assumimos as nossas responsabilidades", respondeu, lembrando a implicação dos contribuintes alemães nos diferentes planos de resgate dos países europeus em dificuldade.
Esta solidariedade "é no nosso próprio interesse. Nós beneficiamos com a Europa, com as suas possibilidades de mercados [comerciais], com o seu grande mercado", disse.
Schauble acrescentou, porém, que "cada um tem de respeitar os seus compromissos", insistindo: "Cada um tem de pôr os seus orçamentos em ordem. Cada um tem de ser economicamente competitivo. E o que assume os riscos maiores tem também de suportar os custos".
Sobre Chipre, disse que os cipriotas "estão numa situação difícil" e que "vão viver um período difícil, considerando-o "inevitável".
A Alemanha, considerada a potência que determina as políticas de austeridade na Europa, tem sido tomada por alvo, com alusões ao seu passado nazi, mas recentes manifestações em Chipre, como antes na Grécia, Itália, Espanha e Portugal.
A chanceler Angela Merkel tem mesmo sido objeto de caricaturas que a comparam a Adolf Hitler.

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Berlim um dia



Glória e holocausto perfeito casamento
grandeza variada nesta cidade imensa
a Europa toda aqui em tamanho de cidade
cheiro a esforço a guerra a confusão
quezílias de outros tempos
outra idade

ideais em dose múltipla
força fraqueza em cada geração
perda ganho intervalo
humilhação
o poder de uma potência
e a impotência do poder

criar reconstruir para voltar
a renascer
de um caos manicómio ensanguentado
agiganta-se o homem quando
o desafio é grande
não dorme não entende
não se resigna

a ferida dói é funda
mas não desiste
desinfecta
trata
cura

neste quarto sossegado morno
nórdico
em romance apaixonado
doce

com som de fundo melancólico
de Shubert
a paixão certa hoje aqui
em Berlim paixão errada dantes

quem sabe cidade secular
espelho maior da Europa
sempre em guerra
não venhas a ser um dia
a dor curada
a paz sonhada
a capital da nossa Europa
toda unida!

terça-feira, fevereiro 19, 2013

"Pobre Povo Nação Demente" na sexta avaliação...


De avaliação em avaliação: 
esta é a 6.ª com TROIKA
Nosso comentário:


Desconfiada como toda a gente anda não admira que circulem mail's como o que a seguir divulgo.
Os políticos da área do poder, cada vez que se mostram, convém repetir isto, são vaiados, insultados, vistos pelo cidadão comum como pessoas "não gratas".
Eles são, a par da TROIKA, o inimigo do povo.
Chamam-lhes nomes feios que me escuso referir, de tal maneira o leitor já se lembrou deles.
Assim sendo, prometendo alhos, fazendo bugalhos, enganando-se a eles próprios e enganando os outros, vão pedindo sacrifícios aos portugueses bem acima das suas possibilidades.
Não admira, pois, que haja um divórcio total entre quem governa com tantas e tais doses cavalares e o povo tramado, humilhado, empobrecido.
Desacreditado o rumo do governo e a sua acção, ninguém de boa fé espera que algum dia esta governação que age com prepotência e aos solavancos venha a ter o aplauso "do pobre povo nação demente", em que estão a tornar Portugal.
Pobre Povo Nação Demente até quando, caros leitores?


PS. Deixo abaixo o mail, tal como recebi, que aborda o problema das facturas e a armadilha, mais uma, que tal medida governamental poderá representar.




Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/







Realmente há que desconfiar, habituados como estamos à mentira, desta gente espera-se tudo.

É a maior armadilha de todos os tempos, e a maior espionagem de sempre senão vejamos:

1- O governo tem transmitido a ideia de todos os consumidores exigirem a referida factura em todas as aquisições que fazem, criando a falsa ideia da mesma ser para evitar fuga aos impostos.

2- O consumidor ao pedir a referida factura e ao dar o nº de contribuinte, está a dizer ás finanças não só as compras que faz mas também que no dia tal ás "x" horas onde esteve, e se, por exemplo, estiver de baixa, como justifica que aquela hora foi á cabeleireira, ao café ou mudar o óleo ao carro?? estou a falar no cruzamento de dados.

3- Se por acaso pedir facturas de tudo e com o nº de contribuinte, estará a dizer ás finanças quanto faz de compras, porque todas as facturas com nº de contribuinte serão registadas no portal das finanças, e se, por acaso, o ou a compradora fizer umas limpezas ou umas horas extras no emprego sem as declarar e as compras forem superiores aos rendimentos declarados em IRS como irá o comprador justificar os rendimentos extra?

Esta é a maior armadilha feita a todo ao povo português, não um controle a quem vende mas sim a quem compra.
 

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...