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sexta-feira, junho 19, 2020

A COVID19 e a fadiga



Breve nota do autor do blog

Porque os tempos da pandemia COVID19 já vêm durando, não tenho dúvidas nenhumas que um sintoma geral em todos nós, é o cansaço.
Deixámos de fazer o que fazíamos, íamos a sítios que não vamos, abraçávamos pessoas que deixamos de abraçar, etc. etc.
Andamos estranhos.
E a carência de não se fazer o que se fazia, de não se ir a sítios onde se ia, nem abraçar quem se abraçava, por si só gera cansaço.
Por isso mesmo retirei da Internet umas dicas que podem ajudar a minimizar essa sensação de fadiga, de cansaço, de saturação.
Oxalá gostem.


5 alimentos que ajudam a combater a fadiga

A sensação constante de fadiga está muito relacionada aos nossos hábitos do cotidiano. Rotina intensa, muito trabalho, noites mal dormidas, stress e até má alimentação afetam o organismo e podem contribuir para o cansaço.
Por exemplo: quando estamos em estado de stress, um dos causadores da fadiga, o cérebro recebe mais hormônio cortisol que, por sua vez, ativa o sistema de recompensa cerebral (SRC), isto é, estimula o corpo a "pedir" alimentos ricos em gordura e açúcar, que geram sensação de prazer. Por isso, é bem comum aquela vontade de comer um chocolate em momentos de tensão.
Além disso, uma má alimentação interfere diretamente na obtenção de vitaminas e minerais importantes para o organismo. Mas os bons alimentos são capazes também de ajudar a combater essa sensação constante de cansaço. Abaixo listamos cinco alimentos que amenizam a sensação de fadiga. Confira!
1 - Feijão
O feijão é um alimento que se destaca quando se trata da concentração de ferro, por isso ajuda a combater a fadiga, uma vez que ela é comum em casos de anemia, que acontece, geralmente, pela falta desse nutriente.
2 - Hortaliças
As hortaliças de folha verde-escura, caso da couve, espinafre e brócolos, assim como o feijão, são ricas em ferro. Porém, esses alimentos também se destacam por serem fontes de ácido fólico (vitamina B9) que atua contra a fadiga, fraqueza, falta de ar, entre outros incômodos.
3 - Banana
Além de muito saborosas, as bananas são fonte de vitamina B6, que diminuem o cansaço e são eficazes até para os sintomas da TPM. A fruta também é rica em potássio e triptofano, importantes para reduzir a irritabilidade e aumentar hormônios do bem-estar e do sono.
4 - Água
Estamos a todo o momento ouvindo que precisamos manter-nos hidratados, isso porque a água é importante para a absorção dos nutrientes pelo organismo. Outro ponto é: o quadro de desidratação, ou seja, quando o corpo está com baixos níveis do líquido, causa sintomas como fadiga, tontura e boca seca.
5 - Alface
A hortaliça é bastante conhecida, afinal, é a mais consumida entre os brasileiros, o que é bastante positivo, uma vez que a alface é fonte de lactucina, substância que tem ação calmante e ameniza a sensação de fadiga, bem como o stress. Ah, vale ressaltar que a alface também é rica em vitamina A e potássio.

Fiquem bem, sigam as regras da Direção-Geral de Saúde


De-Dentro-De-Nos-Compilacao-de-Poemas://www.bubok.pt/livros/120


segunda-feira, abril 29, 2019

Supermercado, lista de compras



A ida ao supermercado é muito importante para a sua dieta. Se só comprar para a sua casa produtos saudáveis, evitará as tentações e conseguirá seguir a dieta à risca.

Mas isso nem sempre é fácil já que cada corredor no supermercado tem vários produtos maus para as dietas, com muitas calorias e que só levariam ao ganho de peso.

Aqui fica uma lista de compras só com produtos saudáveis, divididos por zonas:



Zona dos frescos

Fiambre de peru ou frango

Queijo magro (seja queijo fresco, para barrar ou fatiado)

Fruta variada

Legumes variados

Ervas aromáticas

Frutas oleaginosas (nozes, amêndoas, pinhões ou avelãs)

Ovos

Pão integral

Peixe fresco

Polvo, lulas ou chocos

Carne de peru ou frango

Iogurtes magros

Pudins de baunilha



Zona dos congelados

Ervilhas

Milho

Favas

Vegetais congelados (grelos, feijão verde, couves-de-bruxelas, etc)

Peixe congelado (bacalhau, pescada, salmão, etc)



Zona da Mercearia

Arroz estufado/vaporizado

Massas integrais

Azeite

Cereais integrais (arroz tufado, flocos de aveia ou muesli)

Conservas de atum ao natural

Feijão e grão

Tostas integrais

E claro para beber não se esqueça da água natural. Evite qualquer tipo de sumo, refrigerante, ou água com sabores porque têm sempre calorias ou açúcar a mais.



PS. As dicas foram retiradas do site “www.viva melhor.com”

quarta-feira, fevereiro 13, 2019

Cinco mitos alimentares


Nota:
Apesar da muita informação disponível, ainda prevalecem alguns preconceitos ligados à alimentação e à saúde.
Conheça alguns dos mitos alimentares mais comuns.
(Retirado de "ACP Saúde")

1. "O café faz mal à saúde”

Este é um dos mitos mais frequentes. De acordo com a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar, o consumo de cafeína até 200 mg/dia não tem consequências na saúde dos adultos saudáveis.
O tradicional café “expresso” possui entre 90 a 120 mg de cafeína, pelo que o consumo diário de 2-3 cafés não é prejudicial à saúde. É necessário, porém, não esquecer a presença de cafeína noutros alimentos. Por exemplo, uma lata de bebida energética contém 80 mg de cafeína e uma lata de 330 ml de refrigerante (“Cola”) contém cerca de 35 mg de cafeína.
O café combate a fadiga e melhora o desempenho cerebral (memória e a capacidade de concentração), além de que tem um efeito termogénico (ou seja, ajuda a queimar calorias). No entanto, em caso de insónias ou arritmias, o consumo excessivo de café pode ser um problema. Nestes casos, deve consultar o seu médico para saber qual a recomendação mais adequada para si. 

2. "A água engorda”

A água não engorda. Nem às refeições, nem fora delas. A água não tem valor calórico, logo não produz efeito no aumento do peso.
O consumo de 1,5 litros de água por dia apresenta diversos benefícios para a saúde como, por exemplo, no que respeita ao bom funcionamento dos intestinos. A água é essencial, por isso, beba água sempre que desejar.

3. "Os ovos aumentam o mau colesterol”

Outro dos mitos mais comuns. Os ovos são um alimento rico em colesterol (185 mg por unidade), mas a sua ingestão com frequência não faz com que o colesterol dos ovos transite para o que circula no sangue.
Em 2013, um estudo publicado no British Medical Journal concluiu que o elevado consumo de ovos (um ou mais por dia) não está associado ao aumento do risco de AVC ou doença coronária. Aliás, os ovos são uma boa opção alimentar porque, além de ajudarem a baixar a tensão arterial, reduzem o risco de cancro e ajudam a controlar o apetite, pelo que podem ter um contributo positivo no âmbito de um regime alimentar que vise a perda de peso.

4. "O leite é prejudicial à saúde”

A discussão tem permanecido ativa junto da população e nos diversos meios de comunicação social. Existe um enorme fosso entre os defensores do consumo de leite e aqueles que defendem que, a partir de certa idade (em especial na idade adulta), deveríamos evitar o seu consumo.
O leite tem algumas características nutricionais interessantes, como as proteínas de grande valor biológico e o cálcio fácil de absorver pelo organismo (biodisponível). A presença de vitaminas, como as do complexo B (incluindo a B12), vitamina A e vitamina D (muito importante para a absorção de cálcio) é outro dos fatores de valorização do leite.
Um fator ainda mais importante quando sabemos que a maioria dos portugueses apresenta cálcio abaixo das necessidades (de acordo com os dados do Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física de 2018), um cenário ainda pior no caso da vitamina D, já que 95,2% da população possui este nutriente abaixo das necessidades diárias.
Existem outros alimentos ricos em cálcio, como os produtos hortícolas (brócolos, espinafres e couves, por exemplo) mas não são tão biodisponíveis.
Um outro fator que importa considerar: existem estudos, com crianças em idade pré-escolar, que comprovam uma maior deficiência em iodo quando associada a um menor consumo de leite. O leite é fonte deste nutriente e os portugueses, em especial os mais jovens, apresentam elevados níveis de carência de iodo.
Permanece então a questão: será que todos podemos consumir leite? Nem todos. Para ser capaz de beber leite, digeri-lo e sentir-se bem com o seu consumo, o organismo deverá fabricar a enzima lactase, capaz de quebrar as ligações da lactose.
E apenas 35% da população mundial tem capacidade para o fazer. A prevalência de adultos com capacidade de fabricar lactase é reduzida em termos mundiais e a sua distribuição é muito variável.
Por exemplo, na Europa a frequência da tolerância pode variar entre os 15% e os 54% nas populações do Leste e Sul da Europa, e entre os 65% e os 68% nas populações da Europa Central e Ocidental.
Colocando de parte as pessoas com intolerância à lactose, a verdade é que os benefícios do consumo de leite parecem ser maiores do que os prejuízos associados à sua restrição. Os lacticínios têm um conjunto de nutrientes que dificilmente se obtêm numa dieta que exclua totalmente os produtos lácteos.
Conclusão: numa dieta saudável, e em pessoas não intolerantes ao leite de vaca, o leite deve ser um alimento consumido de forma equilibrada.

5. "Consumir hidratos de carbono à noite engorda”

Outro mito que importa analisar. A regra é a seguinte: não importa a hora a que come, importa o tipo de hidratos de carbono que consome. Os hidratos de carbono são nutrientes que fornecem energia. Os tubérculos, cereais integrais, fruta e legumes contêm hidratos de carbono, tal como as verduras e as hortaliças (se bem que em menor quantidade).
Os alimentos processados e derivados de cereais (massas, doces, bolachas, cereais de pequeno-almoço com açucares adicionados) são menos saudáveis e interessantes do ponto de vista nutricional, pelo que o ideal numa dieta saudável, sobretudo se pretende manter o peso, é evitar este tipo de alimentos. De dia ou de noite, restrinja a ingestão de massas, pão, farinhas, doces, bolachas e cereais de pequeno-almoço com excesso de açúcar.
Agora que já está a par de alguns dos principais preconceitos alimentares, faça escolhas saudáveis, informadas e promotoras de uma vida saudável.

Fiquem bem,


domingo, novembro 18, 2018

Perigos do sal e do açúcar


Comemos mal. Comemos muito e bebemos demasiado (álcool e bebidas açucaradas). E exageramos na gordura, no açúcar e no sal. Todos ingredientes abundantes em muitos dos alimentos embalados que compramos, dos salgados às bolachas. E os problemas começam quando nos esquecemos daqueles que deviam ser a principal opção: cereais integrais, fruta e vegetais. 
Portugal é um dos países da Europa que apresenta uma maior taxa de mortalidade provocada por acidente vascular cerebral, sendo a hipertensão arterial um dos fatores de risco mais relevantes.

Sugestões para reduzir o sal à mesa

  • Diminua gradualmente a quantidade de sal na confeção das refeições e elimine o saleiro à mesa.
  • Tenha atenção aos produtos industriais: pré-congelados, enlatados, produtos de salsicharia, charcutaria e fumados, queijos, refeições embaladas, molhos, batatas fritas de pacote, aperitivos, sempre muito ricos em sódio.
  • Leia cuidadosamente os rótulos dos alimentos, compare e opte por aqueles que contêm menor quantidade de sódio (Na).
  • Substitua o sal por ervas aromáticas (salsa, hortelã, coentros, orégãos, tomilho, alecrim…), especiarias (pimenta, colorau/pimentão, açafrão, noz-moscada, caril…) e sumo de limão.

Sugestões para reduzir o açúcar

  • Evite o consumo de açúcar, nomeadamente no leite, chá ou café. Modere os refrigerantes, doces, bolos, chocolate e rebuçados. E se abusar (porque é festa) faça uma caminhada com o dobro do tempo.
  • Reduza a quantidade de açúcar nas receitas que o empregam.
  • Habitue-se ao sabor natural dos alimentos e das bebidas, e se usar substitutos do açúcar ("adoçantes"), varie a marca para evitar o excesso de qualquer um deles - sacarina, aspartame, ciclamato e outros.
  • Dê preferência à água e evite bebidas com açúcar adicionado.
  • Evite o consumo de guloseimas (gomas, rebuçados, chocolates...).
  • À sobremesa opte por uma peça de fruta.
  • Consuma lanches saudáveis.
  • Leia os rótulos dos alimentos e opte por produtos com menor teor de açúcares.
  • Dê preferência a bolos secos, evitando os que apresentam coberturas e recheio de cremes.

António Esperança Pereira

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...