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quarta-feira, junho 26, 2013

Humilhados e Empobrecidos, Greve Geral amanhã!


Secretário-geral da UGT diz que protesto é "grito de insubmissão" em tempo de "tolerância zero"

Nosso comentário:


Estamos em vésperas de mais uma "GREVE GERAL" em Portugal (27 de Junho/2013) a somar a mil e uma acções de luta, manifestações, protestos, apupos, etc. 
Mesmo assim com tanta acção de luta, tanto protesto, apupos, isolamento governamental, o governo lá se vai mantendo, levando-nos a todos nós, cidadãos, e ao país, numa cruzada que nem ele (governo) sabe onde levará.
Oxalá o horizonte não muito longínquo nos descubra pelo menos um pouco de um véu agora encoberto e mostre que mais não seja uma réstia de esperança.
Para já, enquanto as coisas se mantiverem nebulosas, enviesadas, é fazer-se o que se pode, ir estando atento quer a possibilidades quer a dificuldades, tentando contorná-las o melhor possível tendo em conta as condições específicas da vida de cada um.
O governo não se demite. O Presidente da República não dissolve a Assembleia da República, a oposição tarda em mostrar uma vontade e uma liderança capaz de nos fazer acreditar que seria bom que tal acontecesse.
Paninhos quentes da oposição, governo a tratar de si e a fazer pela vida com garras de quem está agarrado ao poder a qualquer preço, o povo português cansado e quase curvado com todas as velhacarias que lhe vêm sendo impostas: velhacarias que vão do desemprego, ao incentivo à emigração, aos cortes em tudo o que é apoio social, à elevada carga de impostos, etc. etc.
Como diria o humilde povo da minha terra em tempos difíceis de antanho: 
"Há-de ser o que Deus quiser".
Via email recebi esta petição cujo conteúdo me parece razoável.
O leitor leia a petição e, se concordar com ela, assine-a como é solicitado. Será um ato de cidadania, uma boa acção digamos assim, um ato simbólico mas útil, no sentido de defender alguns direitos básicos das pessoas comuns e com poucos recursos económicos.


Fiquem bem,

António Esperança Pereira


Mais de dois mil já assinaram petição da Deco contra as comissões bancárias

Deco quer que o Parlamento proíba a cobrança de comissões ou outros encargos pela manutenção de contas à ordem.


Mais de duas mil pessoas já assinaram a petição hoje lançada pela Deco, com a qual a associação de defesa do consumidor pretende extinguir as comissões bancárias ou outros encargos de manutenção nas contas à ordem.
Na petição, que poderá ser assinada em www.deco.proteste.pt/conta-sem-custos , a Deco afirma que as despesas de manutenção das contas à ordem, que "aumentaram 41%, em média, desde 2007" são "cobrança abusiva, uma vez que não tem nenhum serviço associado".
Para um saldo de 250 euros, os bancos estão atualmente a cobrar uma comissão média anual de 59,38 euros contra 42,18 euros em 2007, informa a Deco.
Acresce que, "os consumidores mais penalizados são, precisamente, aqueles que menos recursos têm, pagando, em média, até cinco vezes mais que os consumidores com património elevado", disse Joaquim Rodrigues da Silva, da Deco.
Pelas contas da associação, um saldo médio de 3500 euros está a pagar, em média, 12,62 euros de despesas por ano enquanto um saldo médio de apenas 500 euros tem de pagar 59,38 euros.
Esta associação identificou mesmo algumas situações de desempregados que, a partir do momento em que perderam o emprego e deixaram de receber ordenado, tiveram de começar a suportar encargos com a manutenção das suas contas.
No entender da Deco, a manutenção da uma conta à ordem não é um serviço em si, mas, antes, o suporte que permite o desenvolvimento das demais relações, estas sim sob a forma de serviços, que se estabelecem entre o cliente bancário e a instituição de crédito", pode ler-se na petição.
Segundo Joaquim Rodrigues da Silva, estas despesas "distorcem os critérios de escolha dos bancos por parte dos consumidores". E explica porquê: "As pessoas escolhem um banco por causa de um crédito à habitação, que tem uma taxa anual efetiva, que as satisfaz e depois, ao longo do tempo são surpreendidas com o aumento sistemático das comissões associadas a esse crédito."
Logo que reúna, pelo menos 4000 assinaturas, a petição será enviada ao Parlamento que deverá debater a eliminação das comissões nas contas à ordem.
"Não vamos deixar este assunto cair", promete Joaquim Rodrigues da Silva.

quarta-feira, junho 19, 2013

Brasil em luta, Portugal de luto...


Nosso comentário:


É um desenho humorístico de um site brasileiro, mas podia ser de um qualquer outro site de um outro país do mundo.
De Portugal por exemplo.
Vivem-se tempos em que é notória a perda de confiança nas Instituições.
A crise que se vem vivendo, atingindo o mundo inteiro (a uns mais que outros evidentemente) apenas veio por a nu o que até aqui passava um tanto ao lado do comum dos cidadãos.
Sempre se tiveram reservas quanto ao exercício do Poder, os chamados oportunistas, habilidosos, malabaristas, sempre se duvidou das boas práticas do sistema bancário, os chamados senhores da cartola, capitalistas, da honestidade com que se faziam as maiores fortunas, o que era natural.
O que não havia era esta dúvida sistemática por parte das populações, perante um violar de regras e de compromissos tão despudorado.
Já se ultrapassou a fronteira da suspeita. 
Agora sabe-se que se rouba, que se violam leis por parte de quem detém os Poderes da governação, e a justiça é cega ou está de mãos atadas, porque pouco ou nada faz.
O leitor sabe que não se está a falar do ladrão de carteiras, de jóias, de automóveis, igualmente condenável, mas sim do ladrão impune de milhões e milhões retirados ao bolso dos contribuintes.
De quem não acata decisões do Tribunal Constitucional.
A justiça está de mãos atadas, os povos também. 
Com e advento das ditas democracias ocidentais, os militares "ao lado do povo nas revoluções" saíram de cena da política, em minha opinião bem, todavia e pelo contrário ficaram os governantes dotados de um braço armado poderosíssimo, contingentes policiais armados até aos dentes, que lhes permite fazer em democracia o que dantes só se fazia em ditadura.
Com mágoa o digo, caminhamos a passos largos, com a violação sistemática das leis, com o autismo próprio do "quero, posso e mando" para os regimes totalitários de uns tempos atrás que levaram os povos aos desastres horrendos que a história conta.


PS. Uma saudação especial para o Brasil. Só desejo aos brasileiros que, se algo mudar no Brasil, seja para melhor. Isto porque, em Portugal, mudámos para muito pior!


Fiquem bem,

António Esperança Pereira



Assim mesmo...

sábado, junho 15, 2013

Ele lá saberá porque o faz...


Nosso comentário:


Dia 15 de Junho, dia de sol e de uma gigantesca manifestação de professores em Lisboa.
A unidade das populações contra as políticas do atual governo vem sendo cada vez mais um facto, deixando a governação como que a governar sozinha como fazem os ditadores, contra o seu próprio país.
Hoje todos os sindicatos apoiaram o protesto, naquilo que pode chamar-se de "braço de ferro" com o governo.
É cada vez mais difícil fazer passar uma imagem democrática a um regime que tudo faz para contestar as leis que não favorecem as políticas que quer levar a cabo custem elas o que custarem ao povo português.
Vale na circunstância ao executivo, um Presidente da República da sua cor, que o apadrinha e defende com unhas e dentes.
Ele lá saberá porque o faz.
Isto porque em circunstâncias idênticas, um tecido social cada vez em maior risco de explosão, um governo que insiste em não respeitar a Lei, um piorar de tudo a cada dia que passa, qualquer Presidente da República que fosse um árbitro isento, como mandam as boas regras da Constituição da República, já teria no mínimo dissolvido a Assembleia da República e chamado o POVO a pronunciar-se em eleições.
Segundo o PR diz, não o faz, em nome da estabilidade governativa. Só que, para quem observa este nosso Portugal, e nem é preciso ser-se muito atento, estabilidade governativa é coisa que Portugal não tem.
Podem fechar os olhos e não ver. Tapar os ouvidos e não ouvir. Congelar o coração e não sentir. Desligar a mente e não pensar.
Só que o processo histórico é imparável. Tem o seu curso próprio. 
Todo o regime mais cedo ou mais tarde acaba. Como tudo na vida. 
O dia chegará em que, a bem ou a mal, este momento degradante, insólito, inóspito, falso, revoltante, que se vive, terá o seu fim. 


PS. Por ser dia de protesto e de luta de uma categoria de profissionais do "SABER", os Professores, e porque o saber não ocupa lugar, deixo-lhes uma pequena curiosidade que me enviaram. Vale a pena ler...

  1. Fiquem bem,

    António Esperança Pereira



A ORIGEM da palavra NOITE   (muito curiosa...)


Em todos os idiomas europeus a palavra "noite" é formada pela letra N+ 8.
A letra N é o símbolo Matemático de infinito, o oito deitado também simboliza infinito, ou seja, noite significa, em todas as Línguas, a união do infinito!!!

Português: noite= n+oito
Espanhol:noche= n+ocho
Inglês: night=n+ eight
Alemão:nacht= n+acht
Francês: nuit= n +huit
Italiano:notte =n+ otto

Realmente é curioso, faz pensar, até porque o Inglês tem uma raiz diferente, não é uma Língua Românica.

quinta-feira, janeiro 31, 2013

Afonso Henriques convida-os a assinar esta petição


Nosso comentário:


Recebi, tal como publico, via email , esta petição que é dirigida a todos os que estão descontentes e revoltados com as medidas tomadas pelo atual governo; a todos os que por elas e com elas se sentem roubados, humilhados, ofendidos.
Vale a pena ver e ouvir o video de Passos Coelho aquando da campanha eleitoral a que a petição dá destaque, tirar depois as devidas conclusões.
Nada de novo para a maioria de nós, tais declarações do atual 1.º ministro, mas mesmo assim vale a pena rever essas declarações.
Porque estou descontente com as medidas deste governo (isto para ser simpático e evitar palavrões), porque sou por outra política alternativa a esta, divulgo a petição.
O estimado leitor fará o que a sua consciência lhe ditar: assine, divulgue, ou...
não assine, não divulgue.
Qualquer das opções será boa desde que corresponda ao que sente. 



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/





De: vitor silva
Enviada: ‎31‎ de ‎janeiro‎ de ‎2013 ‎11‎:‎49
Para: ana.oliveira@dgae.pt
Assunto: Afonso Henriques convida-os a assinar esta petição
 
Se está descontente com os cortes salariais e com a politica que tem sido seguida, que tem levado ao despedimento, ao desemprego, à miséria e à fome milhares de pessoas.
Se também sofreu os cortes inconstitucionais que foram levados a cabo, nos seus subsídios de férias e de natal.
Se vê ameaçado o futuro dos seus filhos.
Se é reformado e se sente “roubado”.
Convidamo-lo a juntar-se a nós nesta causa, divulgando e assinando esta petição pelos motivos enunciados:
1. Para mostrar aos nossos governantes que não os vamos
deixar fazer o que quiserem

2. Pois força democrática está nos números! Eles não podem ignorar a população inteira!
3. Para acabar com esta vergonha! (ver vídeo)
4. Pois esta petição não se limita a pedir mudança de governo, nós exigirmos mudanças reais no sistema!
Junte-se a nós
Partilhe a mensagem
Valide a sua assinatura
Participe nesta luta

É sempre necessário confirmar a sua assinatura através da submissão do nome completo, numero de BI e código postal para peticaoxix@gmail.com.
Ainda que não tenha  facebook, pode também assinar a petição enviando os seus dados (nome completo, numero de BI e código postal) para peticaoxix@gmail.com.



Assinar no causes.com garante que recebem os e-mails com as actualizações que eu possa vir a publicar.
Numa das actualizações da petição (Update #7) é dada a informação necessária.

Assine a petição em:


terça-feira, janeiro 22, 2013

Os loucos tomaram conta do manicómio.


Nosso comentário:


Assim se vai andando neste país que todos dizem mal governado, mas que todos aceitam como um beco cada vez mais sem saída.
Daí que nem este governo, por muito mau que seja, se atrevem a derrubar.
Há que passar os dias, tentar desfrutar o tempo o melhor possível, embora nem para isso o Inverno que ora nos fustiga com ventos e enxurradas ajude muito ao lazer do teso.
E o teso, que somos a grande maioria de nós, cada vez mais desembolsado, cada vez mais despejado e despojado dos seus parcos teres e haveres.
Uns ainda tentam manter as aparências, o pessoal esforça-se por mostrar aos amigos que está próspero, que a crise é só com os outros, talvez que isso, por essa maneira de viver e de esconder a realidade própria, ajude os senhores da governação a perpetuarem-se nos palácios reservados a altos funcionários públicos.
A classe média e o povo viram fugir o seu magro dinheirito e o mesmo ser transferido para equilibrar as contas deficitárias dos banqueiros, também para o pagamento dos juros à troika de um empréstimo de que não têm, nem o povo, nem a classe média, a menor responsabilidade.
Altas personalidades estão estupefactas com o que se passa, vi na televisão o general Garcia Leandro afirmar com toda a simplicidade e naturalidade que uma destas noites acordou a meio do sono, estava a pensar em Portugal, nesta embrulhada toda, e chorou. 
É triste!
Deixo-lhes um texto que recebi via email tal como o recebi.
Sem comentários...


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Comentários para quê ?!?!?! 

Isto é Portugal !!! (embora com a bandeira às avessas)


OS LOUCOS TOMARAM CONTA DO MANICÓMIO.


- DILEMA DO JUIZ-CONSELHEIRO (JUBILADO) MÁRIO ARAÚJO RIBEIRO:


«Concluí que a minha filha desempregada e o meu filho dentista com falta de clientes (ambos divorciados) têm de intentar acções judiciais contra mim, para eu ser CONDENADO a pagar "alimentos" (no sentido legal do termo) aos meus netos. Porque, com uma sentença judicial, eu posso descontar essas despesas no IRS e, se ajudar voluntariamente, não posso. Se encontrar uma saída, transmito-a a todos os avós.»


Juiz-Conselheiro (Jubilado)
Mário Araújo Ribeiro
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E, esta!? - Que comentário se pode fazer!?
Ao que chegamos... O que mais virá?

quarta-feira, janeiro 16, 2013

Para viver toda a Terra; para morrer, Portugal


Nosso comentário:



Transcrevo um excerto de uma crónica escrita hoje no DN por Baptista-Bastos, que aconselho vivamente a ler. 
Diz ele, embora por outras palavras, que quem apelida o 1.º ministro de "corajoso", só pode assumir toda a responsabilidade de uma tal afirmação.
Diz porquê, como é óbvio.
Aproveita para acrescentar mais duas personalidades de vulto e de comportamento reconhecidamente recatado, a somar a tantas outras igualmente ilustres e recatadas, que se têm pronunciado em termos pouco elogiosos das políticas atuais de uma violência que faz bradar os céus.
Políticas nunca antes vistas pelos portugueses vivos, especialmente pela maneira como são implementadas e assumidas sem qualquer pestanejar de olhos, sem um laivo que seja de humanismo pelas pessoas deste país, visivelmente preocupadas, doentes e abatidas.
As personalidades apontadas por Baptista Bastos são, Adriano Moreira, que escusa apresentação, e Alfredo José de Sousa, Provedor de Justiça.
Deixo então a última parte do texto de Baptista-Bastos, muito interessante de se ler, que transcrevi por ter gostado muito, embora sem partilhar algum pessimismo exagerado:
-"Para viver, toda a Terra; para morrer, Portugal." Escreveu o padre António Vieira, moldando o País a uma demonstração de aflitos. Raramente fomos felizes, e a nossa literatura é um desfile de grandes angústias. Porém, sempre obtivemos uma certa independência, caracterizada por compromissos políticos e sociais. Desta vez, o ciclo é mais pesado e trágico. Constitui a expulsão de um todo: físico, espiritual, cultural e moral, como se poderosa amnésia se houvesse abatido nesses modos de entidade. Ser português, para estes senhores da "nova" ideologia, tornou-se num quase pecado que terá de ser punido com rude severidade. É isso que está em causa: a modificação radical do que somos, em nome de uma "normalização" que nos torne iguais aos outros e a todos. Um mundo tenebroso e negro, no qual a dança das culturas e das diversidades é absolutamente proibida. Um mundo dirigido por um poder distante e inacessível. Eis o que se nos propõe. 



PS: Nem a propósito deixo-vos com uma notícia veiculada pela Lusa que diz respeito a declarações do fundador de um dos partidos da coligação, CDS: Freitas do Amaral. Vale a pena passar os olhos.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Freitas do Amaral

PR pode dissolver Parlamento se situação se agravar

por Lusa, publicado por Elisabete Silva



O fundador do CDS Freitas do Amaral disse na terça-feira à noite, em entrevista à TVI24, acreditar que o Presidente da República possa dissolver a Assembleia da República se a situação social se agravar em Portugal.
"Talvez a hipótese mais provável seja o Presidente da República dissolver a Assembleia", disse Diogo Freitas do Amaral na entrevista à estação de televisão de Queluz de Baixo.
O antigo dirigente centrista e candidato a Presidente da República afirmou também que "se houver uma situação social grave", vê Aníbal Cavaco Silva a preferir "devolver a palavra ao povo" por via de eleições.
"O ano de 2013 só tem comparação em dificuldades e perigos de 1975", declarou também o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros do primeiro Governo de José Sócrates (PS).
Sobre o Governo liderado por Pedro Passos Coelho, Freitas do Amaral diz acreditar que coligação entre PSD e CDS-PP "já não é um casamento de amor, é um casamento de conveniência".
No que refere a uma remodelação do executivo, o fundador do CDS sublinha que o ministro Miguel Relvas já devia ter saído "há muito tempo por razões éticas" e o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, deveria ser substituído por alguém "mais humanista, mais sensível aos problemas sociais".

segunda-feira, janeiro 14, 2013

Decreto violado pois nunca foi revogado...


Nosso comentário:


Recebi de um contato, via email, o texto que hoje divulgo aqui no blogue, tal como o recebi.
Trata-se de um assunto da máxima importância, pois tudo o que mexa com a Constituição da República no que toca à violação das suas disposições legais, é crime grave e deve ser denunciado. Tem que se denunciar essas violações todas as vezes que sejam precisas até os prevaricadores se convencerem de que é muito grave e perigoso o que estão a fazer.
Sempre me disseram que "o crime não compensa". Mais cedo ou mais tarde os fora da lei acabam por cair nas malhas da justiça.
No que a mim diz respeito, nunca achei uma boa opção optar por desrespeitar a autoridade, PSP, GNR, BT, etc. pelas razões de todos conhecidas...muito menos aconselhável será, digo eu, desrespeitar a Lei Fundamental da Nação.
Pois, se o faltar ao respeito à autoridade, mesmo que por coisa pouca, é tido como atitude gravosa e que pode levar ao chelindró (cadeia) imaginem só o quão gravoso é, ser-se prevaricador da Constituição da República, e os riscos em que os fora da lei incorrem ao fazê-lo!!!


PS. Se ainda não tiveram conhecimento do conteúdo abaixo, dêem uma vista de olhos e divulguem.


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Os nossos governantes e a Troika desconhecem isto!!!!

Não tiveram tempo para consultar este decreto-lei uma vez que data de 1980.....
Como pode o Governo Central retirar os subsídios de férias e de Natal se o Decreto Lei nº. 496/80,o qual não foi revogado, no seu artº.17, diz que os mesmos são inalienáveis e impenhoráveis?
Faz a tua parte e divulga o máximo que te for possível.
*D. Lei n.º496/80 de 20 Outubro*
*Para que conste os subsídios de natal e de férias são inalianáveis e impenhoráveis.*
*É o que diz o decreto lei, e que eu saiba até ao momento a lei ainda não foi alterada.* *Divulguem pelos vossos contactos para ver se chega a quem deve.*
*Divulga o dl n.º496/80 de 20 de Outubro*
ESTES SENHORES COM ESTAS MEDIDAS ANDAM A APALPAR A NOSSA REACÇÃO. JÁ VIMOS QUE SÃO FRACOS COM OS FORTES E FORTES COM OS FRACOS, SE SENTIREM QUE OS FRACOS SÃO MESMO FRACOS, ENTÃO MEUS AMIGOS, ESTAMOS FEITOS E DEPOIS NÃO SE QUEIXEM.
É UM DIREITO INSCRITO NA CONSTITUIÇÃO QUE NOS ESTÃO A TIRAR E NO FUTURO AOS NOSSOS FILHOS.

POR ISSO: PASSEM E REPASSEM, VAMOS FAZER UM MOVIMENTO NACIONAL ANTES QUE NOS CORTEM ESTES SUBSÍDIOS PARA SEMPRE!!!!!!!!!!

quinta-feira, janeiro 10, 2013

Parábola do Rei e da Omelete, cozinheiro licenciado!


Nosso comentário:


Uma bela parábola que recebi de uma leitora. A ela os meus agradecimentos sinceros. Tenho muito gosto em publicitá-la.

Apenas quero dizer duas ou três coisas quanto à mesma. Após a sua leitura e dado que muito se questiona a real valia dos "assessores e especialistas" acabados de licenciar, que são pagos a peso de ouro pelos gabinetes da governação, fiquei com uma meia-resposta para esse facto que incomoda os portugueses:
-os tais boys e girls luxuosamente contratados a quilates de euros, que recebem subsídios de natal, de férias e tudo.
Seguramente se trata de boy's e girl's (para quem não sabe inglês e lê o blogue, boy's, significa "rapazes" e girl's", raparigas") com a acutilância intelectual do cozinheiro da PARÁBOLA.
Se não for esse o caso e não se tratar de "cozinheiros" desta estirpe, pois faço minhas as palavras de tantos comentadores televisivos ilustres sobre os escandalosos contratos milionários de "boy's especialistas".
Eu, tal como esses comentadores televisivos ilustres, também acho que não se pode ser especialista e auferir logo salários chorudos na flor da idade profissional...


PS. Leiam a parábola que vale a pena. Se revirem nela personagens da atualidade política portuguesa, o problema é vosso.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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PARÁBOLA DO REI E DA OMELETE


Era uma vez um rei que tinha todos os poderes e tesouros da terra, mas apesar disso
não se sentia feliz. Um dia chamou o seu cozinheiro e disse-lhe:
-Tem cozinhado muito bem para mim, tem trazido para a minha mesa as melhores iguarias
do mundo. Agora, porém, quero que me dê uma última prova da sua arte. Quero que me prepare
uma omelete de amoras igual aquela que há 50 anos, comi na minha infância.
Naquele tempo, o meu Pai tinha perdido a guerra e nós tivemos de fugir. Viajámos dia e noite através da floresta, acabando por nos perder.
 Estávamos famintos e cansados, quando chegámos a uma cabana onde morava uma pobre que
nos acolheu. 
Preparou-nos uma omelete de amoras. Era deliciosa...e trouxe-me esperança ao coração...
Mais tarde, já no trono, tentei encontrar a mendiga, mas não consegui. Queria recuperar a esperança e a alegria que perdera ao longo dos anos...
Agora quero que faça uma omelete de amoras igual à dela. Se conseguir dou-lhe muito ouro, se não mando-o matar...
Então o cozinheiro disse:
-Pode mandar matar-me já. É claro que sei fazer omeletes de amoras, iguais à que Vossa Majestade comeu. Só que elas  não terão o sabor picante do perigo, a emoção da fuga, a doçura da hospitalidade inesperada e calorosa...
Não terão o sabor do Presente estranho nem do futuro incerto...
O Rei ficou calado!!!!
Meditou nas palavras sábias do cozinheiro....elas fizeram eco no seu coração.
Resolveu então que a partir desse dia o cozinheiro seria nomeado Conselheiro Real!!!

domingo, janeiro 06, 2013

O poeta, o oleiro, o juiz e um um vaso partido...


Nosso comentário:


Uma bonita história, que seguramente alguns conhecem, e que hoje amavelmente me foi enviada por um dos meus contatos.
Naturalmente fiquei contente e agradecido a quem teve tal amabilidade, quer pela temática, como é óbvio, mas também pelo reencontro que me foi dado ter com a história que lera fazia já algum tempo.
Uma boa lição de equidade e bom senso na aplicação da justiça.
Oxalá nos tempos que correm, ela sirva pelo menos para mostrar como é possível a um juiz ter uma decisão simultaneamente justa e humanamente correta.
Os juízes do Tribunal Constitucional  deveriam lê-la antes de se pronunciarem sobre o Orçamento 2013, a tal bomba atómica fiscal, prevaricadora de direitos constitucionais elementares.
Talvez pudessem assim encontrar ânimo e moral para decidirem por uma melhor equidade na distribuição dos "sacrifícios", também pelo direito que assiste a todos os portugueses de verem cumprido o texto da Lei Fundamental de Portugal, a Constituição da República Portuguesa, ao invés de o verem desrespeitado a torto e a direito.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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O POETA E O OLEIRO


Há muitos anos estava o oleiro Hammudah a decorar um vaso lindíssimo, quando uma pedra atirada da rua, lhe partiu outro vaso também muito belo.
Furioso, dirigiu-se para a porta da sua olaria, onde já havia um monte de curiosos.
Deparando com o culpado, o poeta Fauzi, á sua espera envolveram-se os dois numa
grande discussão. 
Foram levados ao juíz, um homem calmo e bondoso, vendo a exaltação do oleiro perguntou-lhe:
-Mas afinal o que se passa? 
O oleiro respondeu:
-Estava na minha oficina a preparar dois vasos para vender, quando ouvi um ruído surdo e a seguir um baque. 
Tinha sido o poeta Fauzi, que ao passar à minha porta, atirou uma pedra a um dos meus belos vasos e partiu-o. Isto não se faz!!!
Quero uma indemnização. 
Virando-se para o poeta, o juiz perguntou:

Porque fizeste isso? Que alegas em tua defesa?
O poeta respondeu:
-Há três dias voltava eu da mesquita, quando ao passar á porta do oleiro, percebi que ele declamava um dos meus poemas. Como o fazia incorretamente eu ensinei-lhe a forma correta,  que ele repetiu facilmente...
No dia seguinte quando lá passei declamava-os completamente deturpados. Ensinei-o de novo.
Hoje, ao regressar a casa, ouço a minha linda poesia a ser declamada por ele com as rimas
estropiadas, "estragando" os meus versos. 
Então,  apanhei uma pedra do chão e parti-lhe um dos seus bonitos vasos. Senti-me ferido na minha sensibilidade de artista.
Ao ouvir estas alegações o juiz disse ao oleiro:
-Espero que tenhas aprendido a lição. Respeita as obras alheias se queres que respeitem as tuas.
Por isso determino que o oleiro fabrique um novo vaso lindo e harmonioso, no qual o poeta
escreverá um dos seus belos poemas. Esse vaso será vendido em leilão, e o produto da venda
dividido igualmente pelos dois.
E reza o resto da história que o sucesso da venda foi tal, e tantas foram as encomendas,
que tanto o oleiro como o poeta acabaram por se tornar ricos e amigos para o resto da
vida........

LISBOA, ‎06-‎01-‎2013

sábado, janeiro 05, 2013

Cavaco Silva saiu da toca em tempo de caça...



Nosso comentário:


Publico hoje uma anedota como intervalo na crise, mas não sem antes dizer duas ou três coisas sobre a mesma.
Cavaco Silva por via da aprovação do orçamento saiu da toca. Todos demos conta disso.
O que eu não sei é se fez bem se fez mal em sair da toca, isto sob o ponto de vista do próprio.
Porquê?
Bom ao tentar levar por diante as suas dúvidas de inconstitucionalidade no que ao Orçamento 2013 diz respeito, mesmo que o tenha feito com leveza e tardiamente, pois as mesmas dúvidas já as havia o ano passado e fez então vista grossa, a verdade é que mesmo levantando timidamente a voz para anunciar as suas dúvidas desta vez, já lhe estão a  cair em cima.
Perguntará o leitor: Quem? A oposição?
Não senhor. São nem mais nem menos que os camaradas de partido, creio que quarenta deputados do PSD que avançam agora com um processo visando baralhar e misturar alhos com bugalhos.
Um processo que me parece ter tudo a ver com a saída da toca de Cavaco Silva.
O que querem esses senhores?
Veja-se só o despautério: aparecem como justiceiros em casa própria, BPN, querendo apurar as dívidas e sua cobrança por parte dos principais grandes devedores daquele Banco.
Falam em mais de oito mil milhões de euros que os pretensos caloteiros escondem algures sem cumprirem com as suas obrigações de o devolver aonde o mesmo pertence: ao BPN.
Vão mais longe os deputados laranja afirmando com toda a hipocrisia inerente às declarações que vêm proferindo, que tais dívidas são superiores ao que se gasta com o serviço nacional de saúde e daria para evitar os famosos "cortes" (leia-se "roubos") dos reformados e pensionistas.
Como se fosse preocupação deles, os tais cortes/roubos, o serviço nacional de saúde e a tal violação grosseira da Constituição desde que o seu governo tomou posse!!!
Mas, como Cavaco Silva ousou levantar problemas ao orçamento com supostas inconstitucionalidades cometidas pela governação, zás: tem à perna nem mais nem menos que os rapazes resolutos e despachados do seu partido que afirmam agora perseguir os caloteiros com todas as forças, em colaboração com o ministro das finanças e tudo...
Ora, como Cavaco Silva tem ligações ao BPN, não passa quanto a nós de um ato de pressionar o presidente até ele dar o dito por não dito e convencer os juízes do tribunal constitucional a fazer o mesmo que o ano passado.
Um autêntico regabofe, umas jogatanas de palavras e de atos que em nada abonam a favor da classe política no ativo. 
Caros leitores, aqui entre nós que ninguém nos ouve, já alguma vez se viu um ladrão preocupar-se em devolver o produto do roubo à vítima?´


PS. Deixo a anedota que prometi no início do texto:


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Anedota: De Bombeiro a GNR



Um bombeiro, depois de um dia exaustivo de trabalho, a apagar não sei quantos incêndios e a salvar pessoas, chegou a casa muito cansado e entrou rapidamente. 
A mulher, que estava no quarto, gritou:
- Não, João Carlos, não acendas a luz que eu estou a morrer de dor de cabeça.
E antes que ele pudesse dar mais um passo, ela gritou ainda mais:
- Pelo amor de Deus, não acendas a luz, que tou com uma enxaqueca das grandes!
Ele tirou a roupa mesmo às escuras, enquanto a mulher gemia e gritava:
- Não acendas a luz, que me irrita os olhos e a dor de cabeça ainda piora!
E o pobre marido ficou com pena da mulher, tornou a vestir-se, no escuro, e correu para a farmácia da esquina, que estava de serviço.
O farmacêutico, que via o homem passando por ali, reconheceu-o e disse:
-Oiça, o senhor não é bombeiro?
-Sou...
-E o que é que está a fazer com essa farda de GNR?

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...