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quinta-feira, setembro 29, 2022

Covid-19: Governo não prolonga situação de alerta

 

Portugal encontra-se agora “num contexto de regresso à normalidade”.



O Governo decidiu, esta quinta-feira, em Conselho de Ministros não prolongar a situação de alerta devido à pandemia provocada pela covid-19 que, recorde-se, termina às 23:59 desta sexta-feira, 30 de setembro.

A decisão do Executivo foi tomada num momento em que o índice de transmissibilidade (Rt) voltou a subir. Porém, sustentou o ministro da Saúde, “em fAinda assim, vincou Manuel Pizarro, a pandemia “não está ultrapassada”, pelo que “temos de continuar a avaliar a evolução da doença”

Neste sentido apelou à manutenção de cuidados, como a higienização, e referiu que a máscara continuará a ser obrigatória nos lares de idosos e em todos os serviços de saúde, como hospitais.O ministro deixou ainda “neste contexto de regresso à normalidade”, um agradecimento ”aos portugueses pela adesão ao programa de vacinação", revelando que "desde o início de setembro e até ao dia de hoje, mais de 450 mil pessoas" foram vacinadas com a segunda dose de reforço, e outros dois: às Forças Armadas, pelo “inestimável apoio”, e aos “milhares de profissionais do SNS”função do elevado nível de vacinação, da proteção e da menor agressividade das estirpes em circulação, a evolução da doença e o impacto no SNS e na vida das pessoas, têm-se mantido estáveis”. 

Questionado pelos jornalistas, o ministro da Saúde esclareceu que apesar deste alívio, e “se ao contrário do que esperamos houver um novo agravamento, voltaremos a tomar medidas de proteção mais intensas”.

Fiquem bem

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terça-feira, outubro 27, 2020

Portagens mais baratas em janeiro

 

Imagem retirada ao acaso da Internet


O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, esta quinta-feira, o plano de descontos para as ex-scut, com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2021. Avançam finalmente as anunciadas reduções que visam beneficiar os que moram ou trabalham no interior, que estavam primeiro previstas para julho deste ano, mas que devido à pandemia foram adiadas. 

No final do Conselho de Ministros, a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, revelou que os veículos das classes 1 e 2 vão ter um desconto de 25% "a partir do oitavo dia de circulação num mês", quantidade de utilização após a qual saem beneficiadas "todas as passagens". A ministra revelou ainda que as passagens poderão ser "seguidas ou interpoladas". Para aceder ao desconto, Ana Abrunhosa afirmou que é apenas necessário dispor de um "dispositivo eletrónico".

Mas nem todas as vias, ou o percurso total de cada via, vai permitir ter o desconto. Segundo se lê no comunicado do Conselho de Ministros, "este desconto vai incidir sobre determinados lanços ou sublanços de 10 vias: A22 – Algarve; A23 – IP; A23 – Beira Interior; A24 – Interior Norte; A25 – Beiras Litoral e Alta; A28 – Norte Litoral; A4 – Subconcessão AE transmontana; A4 – Túnel do Marão; A13 e A13-1 - Subconcessão do Pinhal Interior."

Também são reforçados os já existentes descontos aplicados a veículos de transporte de mercadorias. Se atualmente tinham 30% de desconto na utilização diurna e 50% na utilização noturna, passam agora a ter 35% e 55%, respetivamente. O desconto de 55% abrange também os fins de semana e feriados.

Novidade é ainda a inclusão do transporte de passageiros neste tipo de descontos para "incentivar o uso de transporte coletivo". Segundo o mesmo comunicado, "Os lanços ou sublanços abrangidos para transportes de mercadorias e de passageiros incluem-se nas 10 vias descritas anteriormente, às quais se juntam a Concessão do Grande Porto (A4, A41 e A42) e Concessões Costa da Prata (A17, A25 e A29), harmonizando os regimes de descontos vigentes".

Nota: Texto retirado do "Autoclube/ACP"


Fiquem bem,

António Esperança Pereira


sexta-feira, outubro 09, 2020

Orçamento do Estado para 2021 aprovado em Conselho de Ministros

O Conselho de Ministros aprovou hoje a proposta de Orçamento do Estado para 2021 "na generalidade", mas há "ainda há alguns temas por fechar" pelo executivo, adiantou à agência Lusa fonte oficial do Governo.

 O Conselho de Ministros estava reunido desde as 9h30, tendo a reunião terminado já perto das 20h00.

Fonte oficial do Conselho de Ministros adiantou à agência Lusa que a proposta do OE2021 foi aprovada "na generalidade", mas "ainda há alguns temas por fechar".

De acordo com a mesma fonte, o executivo voltará a reunir-se para fechar os dossiês que estão ainda em aberto, não sendo ainda conhecida a data desse novo Conselho de Ministros.

Durante o `briefing´ que decorreu ao início da tarde, mas que foi apenas para o Governo apresentar outras medidas na área do trabalho, a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, quando questionada pelos jornalistas, comprometeu-se unicamente com a data de entrega do documento do parlamento.

"O que é certo é que na próxima segunda-feira o Orçamento do Estado será entregue na Assembleia da República", assegurou Mariana Vieira da Silva, vincando que a negociação de um Orçamento do Estado "é sempre um exercício de aproximação entre partes".

A ministra de Estado e da Presidência foi então questionada por diversas vezes sobre negociações, medidas e calendário da aprovação da proposta de OE2021 pelo Governo, mas escusou-se a acrescentar detalhes.

"A negociação em torno do Orçamento do Estado é sempre um exercício de aproximação entre partes num quadro de disponibilidade e responsabilidade na aprovação do Orçamento. É esse o caminho que está a ser feito", respondeu, quando interrogada sobre a entrevista de quarta-feira à RTP da líder do BE, Catarina Martins, na qual se mostrou preocupada com a "intransigência do Governo" nas negociações orçamentais, condicionando a viabilização da proposta à alteração da postura do executivo.

De acordo com Mariana Vieira da Silva, este "exercício de aproximação" é feito "procurando garantir que é um orçamento que responde às necessidades dos portugueses, de proteção dos trabalhadores e das famílias e de um apoio à retoma da atividade económica que se quer que possa ser sustentável e positivo".

"A nossa convicção é que temos condições para fazer um caminho de aproximação entre as várias posições, que nunca é um caminho em que uma posição fica completamente garantida, é um caminho de aproximação, é isso uma negociação", reiterou.

Em relação a medidas que possam estar contidas na proposta do Governo do OE2021, Mariana Vieira da Silva deixou claro que não iria falar deste tema.

Depois de entregue pelo Governo na segunda-feira no parlamento, a proposta do OE2021 é depois votada na generalidade em 28 de outubro, estando a votação final global do documento marcada para 26 de novembro.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...